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Projeção para o IPCA em 2014 sobe de 6,40% para 6,43%, aponta Focus

As expectativas ficaram mais pessimistas a despeito de o IPCA-15 de novembro, prévia da inflação do mês, ter subido 0,38%, bem abaixo do esperado. Essa deterioração pode ter relação com o câmbio, que tem se depreciado.

No Focus, a mediana das estimativas para o dólar no fim deste ano subiu de R$ 2,53 para R$ 2,55. Para o fim de 2015, avançou de R$ 2,61 para R$ 2,65. Há um mês, essas estimativas estavam em R$ 2,40 e R$ 2,50, respectivamente.

As projeções para os IGPs, que são bastante influenciados pelo dólar, também subiram. A mediana para o IGP-M deste ano saiu de 3,48% para 3,51%. Há um mês estava em 3,09%. No IGP-DI, a mediana saiu de 3,44% para 3,76%, ante 3% quatro semanas atrás.

Apesar de esperar uma inflação mais pressionada, os analistas mantiveram suas expectativas para a taxa Selic, em 11,50% neste ano e 12% no próximo. A taxa está atualmente em 11,25%.

Entre os analistas Top 5 – os que mais acertam as previsões – a mediana de médio prazo para o IPCA desre ano subiu de 6,50% para 6,51%, mas a do ano que vem caiu de 6,50% para 6,40%. Eles mantiveram suas estimativas para a Selic em 11,50% e 12% em 2014 e 2015, respectivamente.

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Confiança do consumidor atinge menor nível desde 2008, diz FGV

O brasileira está pessimista com o futuro e avalia como ruim a situação do momento. O Índice de Expectativas (IE) recuou 6,8%, passando a 94,7 pontos e o de Situação Atual (ISA) caiu 5,1%, para 96,6 pontos, o menor da série histórica, iniciada em setembro de 2005.

“A preocupação com a inflação, o mercado de trabalho e, mais recentemente, com a alta da taxa de juros, contribuiu, em novembro, para o aprofundamento da tendência de queda da confiança do consumidor observada ao longo dos últimos 12 meses”, afirma, em nota, Tabi Thuler Santos, economista da FGV/Ibre.

Os cinco indicadores que integram o índice de confiança recuaram em novembro. As maiores contribuições à queda foram dadas pelos indicadores que medem a percepção em relação à situação geral da economia. O indicador da situação econômica atual caiu 12,1%, chegando a 53,0 pontos, mínima histórica. A proporção de consumidores que avaliam a situação como boa diminuiu de 10,7% em outubro para 9,0% em novembro. A dos que a consideram ruim aumentou de 50,4% para 56,0%.

Já o indicador de otimismo com a economia nos seis meses seguintes caiu 12,0%, para 84,5 pontos, o menor nivel desde dezembro de 2008. A proporção de consumidores afirmando que a situação econômica melhorará nos próximos meses diminuiu de 23,8% para 22,2%; a parcela dos que acham que a situação piorará aumentou 9,9 pontos percentuais, de 27,8% para 37,7%.

A edição de novembro da sondagem coletou informações em 2.081 domicílios entre os dias 31 de outubro e 19 de novembro.

 

Redação On novembro - 24 - 2014
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