Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 25 de Junho de 2019






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Indústria antecipa demandas ao governo Bolsonaro

Parte importante do agronegócio brasileiro – a de produção de aves e suínos – já está se mobilizando junto ao governo para tentar emplacar algumas de suas demandas. Na última quarta-feira, representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) se reuniram com dois ministros de Jair Bolsonaro (PSL): Tereza Cristina, da Agricultura, e Onyx Lorenzoni, da Casa Civil. Na pauta do encontro, demandas do setor foram apresentadas.
A aproximação da indústria da proteína animal apenas nove dias depois da posse do novo presidente é estratégica. A intenção é expor problemas e apresentar sugestões antes de o governo engrenar e de que decisões desfavoráveis sejam tomadas. A pauta mais urgente é a possibilidade de a embaixada do Brasil em Israel ser transferida para Jerusalém, como sinalizou o presidente.
Para o setor, a retaliação do mercado árabe ao Brasil seria duro golpe nos negócios por causa da relevância da região para as exportações brasileiras. Ricardo Santin, vice-presidente e diretor de mercados da ABPA, confirmou que o tema ainda é fonte de preocupação. A entidade fez algumas sugestões ao governo para contornar a situação, como construir um centro de eventos ou de negócios na cidade santa, o que não se pode é transferir a embaixada de Telavive.  “Pedimos que haja cautela na avaliação dessa proposta, que nenhuma decisão seja tomada de afogadilho”, explica.
O encontro com Tereza Cristina (ex-líder da bancada do agronegócio na Câmara dos Deputados) e Lorenzoni – formado em medicina veterinária e que também tem ligações com o agronegócio – serviu também para que o setor de proteína animal falasse sobre alguns problemas que afetam a competitividade do Brasil – o maior exportador de frango e o quarto de suínos no mundo. Entre eles, segundo Santin, estão dificuldades logísticas, por exemplo, no escoamento dos grãos, seu principal insumo, questões trabalhistas e o custo com energia elétrica.
A ABPA começou a elaborar estudo para identificar os gargalos e a forma de aumentar a competitividade dos produtores brasileiros. Ficou acertado que os dois ministérios receberão relatórios a cada etapa concluída desse diagnóstico, que deverá estar finalizado antes de agosto, quando será realizado o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura, em São Paulo. Foi acertado ainda que a ministra da Agricultura viajará para São Paulo e terá encontro com representantes da indústria.
Paralelamente a esse movimento de aproximação com o governo, os produtores de aves e suínos estão buscando formas de aumentar o desempenho do setor no exterior. A previsão, segundo Santin, é de que a ABPA passe a ter, ainda neste ano, três escritórios no exterior. Serão abertas representações em Dubai, Bruxelas e Pequim.
Descontentes
Antes mesmo da posse, as declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre o posicionamento do país em relação a temas ligados às relações internacionais colocaram representantes de segmentos exportadores em estado de atenção. O caso mais alarmante foi deflagrado com a afirmação de que a Embaixada do Brasil em Israel seria transferida de Telavive para Jerusalém. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que participou da posse de Bolsonaro, garantiu ter ouvido de Bolsonaro que a mudança será feita.
Assim que as declarações da família Bolsonaro sobre a mudança da embaixada de Israel começaram a ser divulgadas, a Liga Árabe (organização de Estados árabes formada por 22 países) mostrou seu descontentamento e enviou carta ao presidente pedindo que não aplicasse medidas que “solapem o status legal” de Jerusalém “para preservar os laços de amizade e as relações históricas dos países árabes e do Brasil”.

Fonte: DCI

 

 

Volkswagen anuncia venda recorde de 10,83 milhões de veículos em 2018

 Número representa 0,9% a mais que o registrado em 2017; índice pode deixar a montadora alemã no topo das vendas mundial

Um dia depois da Ford e do grupo Jaguar Land Rover anunciarem demissões em massa em unidades da Europa, o grupo Volkswagen informou a venda recorde 10,83 milhões de unidades em 2018. O total representa 0,9% a mais do registrado no ano anterior.

O índice deixa a montadora alemã na cola do grupo Renault Nissan Mitsubish na briga pela liderança de maior detentora de vendas. Em 2017, a aliança franco-japonesa comercializou 10,6 milhões de veículos. Os números do último ainda não foram divulgados.

Segundo o comunicado, apenas os carros da marca Volkswagen foram responsáveis por 6,24 milhões das vendas, enquanto as marcas de luxo Audi e Porsche contabilizaram 1,81 milhão e 256 mil veículos, respectivamente. O conglomerado ainda conta com nomes como Benteley, Bugati, Lanborghini, entre outros.

O chefe de vendas da Volkswagen, Christian Dahlheim, afirmou que a tensão causada pela guerra comercial entre os Estados Unidos e a China impactou na redução do comércio nos últimos seis meses do ano. Porém, ele estima que as vendas se manterão estáveis em 2019, afirmando que o primeiro trimestre pode ser bastante desafiador.

Fonte: Isto É

Queda do nível da produção é pontual e Fiesc vê crescimento da economia

A produção da indústria catarinense, em novembro, recuou 0,9% em relação a outubro. Foi o Estado com o sexto pior desempenho naquele mês, atrás de Goiás, Amazonas, Rio de Janeiro, Pará e Bahia, que apresentaram oscilações negativas entre 6,2% e 1,2%. A média nacional mostrou estabilidade (alta de apenas 0,1%) e só seis Estados evoluíram positivamente. Os aumentos foram em Pernambuco (1,4%), Paraná (1,1%) e Ceará (0,9%), São Paulo (0,7%), Minas Gerais (0,7%) e Rio Grande do Sul (0,4%). Os dados são de pesquisa do IBGE, divulgada nesta sexta-feira, dia 11 de janeiro.

Leitura de outros números do mesmo levantamento permite conclusão positiva para o desempenho catarinense: na variação entre novembro de 2017 e novembro de 2018, a produção industrial catarinense cresceu 3,6%. O indicador posiciona o Estado como o quarto com maior expansão nessa base de comparação, só atrás de Rio Grande do Sul (+) 12,7%; Pará (+) 8,3%; e Espírito Santo (+) 4,1%. O desempenho catarinense é igualmente significativo quando se mede o acumulado dos 11 primeiros meses de 2018: SC aumentou a produção da indústria em 4,3%. Este é o quinto melhor indicador dentre todos os Estados brasileiros para o período analisado.

Analisando isoladamente a indústria de transformação, o desempenho acumulado coloca Santa Catarina no 4º lugar no ranking da produção industrial por unidade de federação, atrás do Amazonas (6,4%), Rio Grande do Sul (6,3%) e Pernambuco (6,1). Os estados do Pará (-8,4%) e Goiás (-4,8%) registraram recuo na produção industrial nesse comparativo, resultado do desempenho dos setores de metalurgia, na indústria paraense, e do setor de fabricação de veículos automotores, reboques e carroceria na indústria goiana. Na indústria catarinense, o resultado do ano é puxado pelas atividades de metalurgia (+) 25,2%) e produtos de metal (+) 15,5%).

Fonte: NSC Total / Infomet

“Produção de máquinas agrícolas chega ao maior nível em quatro anos”, diz Anfavea

Em 2018, a produção de máquinas agrícolas no Brasil atingiu 65,7 mil unidades, um crescimento de 23,8% na comparação com o ano anterior, quando foram produzidos 53 mil veículos do tipo.

O resultado foi o melhor do segmento nos últimos quatro anos, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotivos (Anfavea), entidade que representa as montadoras de automóvel.

Apenas em dezembro, a produção de automóveis agrícolas atingiu 5,6 mil unidades, o que representa um aumento de 113% na comparação com o mesmo período de 2017.

O aumento na produção de veículos agrícolas está em linha com o avanço geral do setor automotivo, que cresceu 6,7% no ano passado, também o maior nível desde 2014. No total, foram produzidos 2,699 milhões de veículos no País.

Fonte: Dourados Agora / Infomet

Técnicas modernas aumentam produção agrícola em 400%

A evolução da agricultura e o aumento da produtividade na última década tem sido exponencial graças ao investimento em novas e mais modernas tecnologias de cultivo.

A revolução tecnológica na agricultura permitiu aumentar de 900 milhões toneladas para 4.600 milhões toneladas de alimentos no mundo entre 2013 e 2015, uma evolução da oferta de alimentos em 411%, segundo a AgFunder Resources.

AgFunder é uma plataforma online de capital de risco que aposta em empreendedores excepcionais no sector agrícola. Foi fundada por uma equipa de tecnólogos e profissionais ligados à indústria agrícola. Segundo esta instituição com sede nos Estados Unidos da América, que identifica oportunidades de investimento na agricultura em todas as geografias, o desenvolvimento de novas tecnologias tem aumentado a produtividade no sector.

A indústria tecnológica virada para a agricultura desenvolveu várias tecnologias emergentes que revolucionaram e continuarão a revolucionar as zonas de cultivo nos próximos tempos. Em Angola, alguns projectos agro-industriais já apostam em alguns sistemas tecnológicos que tornam a produção mais eficaz e a custos reduzidos. Um destes sistemas é o sensor Big Data. É um sistema informático que circunscreve um conjunto de benefícios que permite identificar potenciais problemas na produção, assim como economiza os insumos envolvidos na sua utilização diária.

A outra técnica, porém ainda pouco difundida em Angola, é a robótica agro-pecuária, tornando mais rápido o processo de produção de leite. Os primeiros robots aplicados na agricultura foram os de ordenha automática, que permitem extrair mais quantidade de leite num curto espaço de tempo. Segundo a Agtech, que também desenvolve estudos de mercado sobre a distribuição de alimentos no mundo, com o surgimento de robôs para a ordenha, que inclui uma grande componente informática, surgiram os drones que permitem controlar, de forma célere e sem mudar de lugar, desde o diagnóstico de doenças ao controlo extensivo.

No quesito do avanço tecnológico, destaca a Agtech, alguns países da Europa já trabalham com tractores que preparam a terra de forma autónoma, isto é, sem a intervenção de um condutor. Esta nova tecnologia permite ao agricultor/ técnico controlar o trator através de um computador ou tablet, programando-os para as tarefas que devem desempenhar, enquanto o agricultor trata de outras tarefas. Entretanto, entre os avanços tecnológicos que têm contribuído para o aumento exponencial da produção de alimentos, a biotecnologia e Big Data Biológico têm-se revelado temas desconfortáveis entre os agricultores, ambientalistas e cientistas pró-transgénicos. Enquanto não se chega a consenso, é uma tecnologia cada vez mais confinada à esfera agro-pecuária em simultâneo com os sensores Big Data.

Esta técnica permite fazer descobertas genéticas e moleculares em espécies vegetais e animais a uma velocidade sem precedentes. Permite também descobrir os genes directamente envolvidos em processos biológicos específicos de plantas e animais, reforçando as suas resistências e melhorando a produtividade. Em paralelo, foram desenvolvidas técnicas que permitem a rápida remoção ou adição de genes específicos, como em batatas, de uma forma menos intrusiva que as modificações genéticas tradicionais.

O engenheiro agrónomo Isaac dos Anjos explica que esta técnica também é aplicada em Angola e as plantas são resultado da cultura de tecidos. Ou seja, “em vez da multiplicação ser por pánculos vegetativos normais, pequenas porções de tecido são extraídas das gemas de crescimento, e estas dão origem a novas plantas. São técnicas modernas já usadas em Angola e com resultados positivos na produção de banana, ananás e outras”, frisou.

O também secretário do Presidente da República para o sector produtivo, exclusivamente ao Mercado, avança que entre as várias técnicas modernas de cultivo, em Angola já se aplica a sementeira mecânica, a produção em estufa e a hidropónia, que consiste na produção de legumes num substracto de água corrente. “Qualquer uma delas está a gerar bons resultados. As bananeiras chegam ao País em caixas de esferovite em pequenas e grandes quantidades que depois são aplicadas em viveiros, são multiplicadas e finalmente são levadas à plantação”, sublinha. Porém, Isaac dos Anjos entende que, atendendo às características fito-climáticas de Angola, os produtores agrícolas devem intensificar o recurso a fertilizantes e a correctivos do solo.

A Agtech refere que nas geografias em que a correcção de solos e o uso de fertilizantes são regra e não mais uma excepção, o fenómeno UBER também chegou à agricultura, permitindo aos agricultores alugar máquinas aos colegas fazendeiros, por horas, dias ou mesmo semanas, quando estiverem desocupadas. Esta ideia parece simples, e beneficia ambas as partes: uns porque tiram rendimento da sua máquina parada, e outros porque não precisam de fazer investimentos avultados em maquinaria no início da sua actividade agrícola. Neste quesito, o presidente do Consórcio Rede Camponesa, Gentil Viana, promove uma plataforma tecnológica denominada UÍZA que integra toda a cadeia produtiva do agrobusiness assente numa plataforma web e com aplicação para smartphones. O aplicativo cadastra produtores, correctoresa grários( intermediários), lojistas e as transportadoras de mercadorias do campo para os centros de consumo.

UÍZA integra também um serviço semelhante ao UBER, permitindo o aluguer de transportes e maquinaria para a colheita, descasque de grãos e o seu empacotamento. Segundo Gentil Viana, em entrevista à revista Agro SADC, para permitir a competitividade internacional das colheitas, torna-se cada vez mais indispensável reduzir ao mínimo as operações manuais dos produtores agrários. Assim, acções como transportar os produtos do campo para o centro de distribuição, descasque de grãos, corte ou embalagem dos produtos agrícola serão terceirizados ao micro operador com recurso ao microcrédito. O micro operador é que vai prestar um serviço que servirá de elo entre os produtos e os centros de consumo. “ O triciclo para otransporte da lavra até ao centro de distribuição custa 200 mil Kz. A descascadora de amendoim até 250 quilos por hora custa 280 mil Kz. Esta cadeia é a que denominamos como micro operador”, explica o fazendeiro.

Fonte: Mercado & Eventos / Infomet

Custo da construção civil fecha 2018 com inflação de 4,41%

 Variação de preços em 12 meses ficou acima dos 3,82% apurados em 2017. No acumulado do ano, custos com materiais aumentaram 6,30% e com mão de obra, 2,45%

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou variação de 0,22% em dezembro do ano passado, taxa 0,02 ponto percentual (p.p.) menor do que a de novembro (0,24%). Com isso, o indicador fechou 2018 com inflação de 4,41%, resultado acima do apurado em 2017 (3,82%).

Em dezembro, o custo nacional da construção ficou em R$ 1.113,88 por metro quadrado, considerando a desoneração da folha de pagamento. A parcela dos materiais teve aumento de 0,45%, chegando ao valor de R$ 579,33, enquanto o custo da mão de obra por metro quadrado teve deflação de 0,02%, passando a custar R$ 534,55.

No acumulado de 2018, os custos com materiais aumentaram 6,30%, e a mão de obra atingiu 2,45%. Estes resultados são inversos aos registrados em 2017, quando os materiais fecharam em 2,61%, enquanto a mão de obra ficou em 5,17%.

Na análise por regiões do Brasil, o IBGE apurou que, no acumulado do ano, a Região Norte teve a maior variação nos custos da construção, alcançando o percentual de 5,30%. Em dezembro, a Região Sul, apresentou a maior alta, com 0,50%.

Fonte: AECWeb

Tijolos geram eletricidade limpa e nunca precisam ser recarregados

Os compostos envolvidos nessas reações não são consumidos, não se esgotam e nunca precisam ser recarregados

Tijolos que geram eletricidade

Casas construídas com uma nova tecnologia de “tijolos verdes” não precisarão de painéis solares ou geradores eólicos para gerar eletricidade limpa.

Os tijolos termogalvânicos geram eletricidade de forma autônoma, bastando para isso que duas de suas faces estejam em temperaturas diferentes.

Por exemplo, se a parede externa de uma casa estiver quente por receber a luz do Sol, enquanto o interior está sombreado e fresco, a parede produz eletricidade.

Isto ocorre graças a processos de redução e oxidação eletroquímicos equilibrados que ocorrem dentro do tijolo. Enquanto os eletrodos nas suas faces estiverem em temperaturas diferentes, as reações eletroquímicas ocorrem e a eletricidade é gerada.

A grande vantagem é que os compostos envolvidos nessas reações não são consumidos, não se esgotam e nunca precisam ser recarregados – enquanto houver uma diferença de temperatura, a eletricidade será gerada.

Tijolos termogalvânicos

A técnica envolve o uso de água gelificada dentro do tijolo, usufruindo de uma estrutura interna muito conhecida dos matemáticos, chamada schwarzita, fabricada por uma impressora 3D. O benefício adicional é que essa estrutura de superfície mínima (schwarzita D) deixa os tijolos termogalvânicos mais fortes do que os tijolos comuns.

Além disso, a estrutura não apenas permite que a eletroquímica ocorra, como também serve para melhorar o isolamento térmico.

A equipe acredita que este novo dispositivo poderá ajudar a fornecer acesso a energia sustentável e acessível, principalmente em construções distantes de uma rede elétrica.

“A ideia é que esses tijolos possam ser impressos em 3D a partir de plástico reciclado e usados para construir rápida e facilmente coisas como abrigos para refugiados. Pelo simples ato de manter os ocupantes mais quentes ou mais frios do que o ambiente, a eletricidade será produzida, suficiente para fornecer iluminação noturna e recarregar um telefone celular.

“Crucialmente, eles não exigem manutenção, recarga ou reabastecimento. Ao contrário das baterias, eles não armazenam energia, o que também elimina o risco de incêndio e restrições de transporte,” disse o professor Leigh Aldous, do King’s College de Londres, que desenvolveu a tecnologia com colegas das universidades do Arizona, nos EUA, e Nova Gales do Sul, na Austrália.

Fonte: Inovação Tecnológica / Infomet

Redação On janeiro - 14 - 2019
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