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Tera-feira, 13 de Novembro de 2018






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Estados Unidos e México chegam a acordo comercial

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (27) que seu país e o México chegaram a um “grande” acordo comercial, que revisa partes importantes do Nafta, acordo de livre comércio de mais de duas décadas que envolve também o Canadá.
Trump telefonou para o presidente mexicano, Enrique Pieña Nieto, para parabenizá-lo pelo acordo, o qual chamou de “muito bom para ambos”. O Canadá, por enquanto, ficou de fora do compromisso.
O presidente dos EUA disse querer “se livrar do nome Nafta”, que tem uma “conotação ruim”, e que por isso o acordo será chamado “The Unites States-México Trade Agreement” (Acordo Comercial Estados Unidos-México).
Trump anuncia acordo comercial com o México
Na ligação, o presidente americano disse que o acordo fortalece especialmente fabricantes e produtores dos dois países. Segundo ele, o México se comprometeu a imediatamente comprar dos EUA “tantos produtos agrícolas quantos forem possíveis”.
Segundo o embaixador responsável pelo comércio exterior dos EUA, Robert Lightizer, o acordo deve ser assinado no final de novembro, porque deve ser respeitando um intervalo de 90 dias após a entrega da carta sobre os termos ao Congresso, o que deve ocorrer na sexta-feira.
Segundo documento divulgado pela Casa Branca, o acordo inclui:
Novos requisitos de “regras de origem” para incentivar “bilhões por ano” em veículos e peças automobilísticas nos Estados Unidos, apoiando “empregos de altos salários”;
“Os padrões mais fortes e totalmente aplicáveis de qualquer acordo comercial”;
Novos compromissos para reduzir “políticas de distorção comercial” para produtos agropecuários;
Melhorias para permitir que alimentos e a agricultura sejam negociados “de maneira mais justa”;
Proteções de propriedade intelectual “fortes e efetivas”;
“As disciplinas mais fortes em comércio digial de qualquer acordo internacional”;
“As mais robustas obrigações de transparência de qualquer acordo comercial dos Estados Unidos”.
Participação do Canadá
O presidente mexicando disse a Trump que deseja que, agora, o Canadá também seja incorporado ao acordo. Ele agradeceu a vontade política de Trump e sua participação nas tratativas.
No Twitter, Pieña Nieto ressaltou que espera que uma negociação “trilateral” exitosa do Nafta ainda nesta semana.
Segundo o presidente dos EUA, há um acordo entre ele e os representantes do Canadá e do México para encerrar o acordo existente hoje, o Nafta. “Quando isso acontecerá, não posso dizer com certeza; depende do calendário com o Congresso. Mas vou encerrar o acordo que existe e entrar nesse acordo. Trump disse que comecará a negociar com o Canadá “relativamente em breve”. “Eles querem começar – eles querem muito negociar”, disse ele.
O presidente afirmou, no entanto, que “de uma forma ou outra” tem um acordo com o Canadá, que será ou uma tarifa sobre os carros, o que ele considerou “mais fácil”, ou um acordo negociado.
Mais cedo, um porta-voz do ministério do exterior canadense afirmou que o “Canadá só assinará o novo Nafta se ele for bom para o Canadá”, de acordo com a Reuters.
Na conversa, Trump disse ainda que este não é o momento certo para falar em um acordo com a China, mas que “eventualmente será”.

Fonte: G1

 

 

Confiança empresarial na Alemanha tem alta em agosto, mostra Ifo

O índice de clima de negócios subiu para 103,8 pontos em agosto, após marcar 101,7 pontos um mês antes.
Alguns economistas esperavam uma leitura próxima de 102 pontos. Mais uma vez, as empresas se mostraram satisfeitas com a situação atual dos negócios.
“A economia alemã continua tendo um desempenho robusto”, disse Clemens Fuest, presidente do Ifo, atribuindo o resultado à solidez do mercado doméstico e à trégua no conflito comercial com os Estados Unidos.
Na indústria de transformação, o índice que mede a confiança do setor teve alta após seis quedas consecutivas. Em serviços, houve uma melhoria significativa no clima de negócios. Já no comércio, o índice subiu ligeiramente e, na construção, o indicador segue em ritmo recorde.
A pesquisa mensal é feita com base em 9 mil respostas de empresas do setor manufatureiro, de serviços, do comércio e da construção.

Fonte: Valor Econômico

Reino Unido não quer “Brexit” sem acordo, diz ministro de Comércio

O ministro de Comércio do Reino Unido, Liam Fox, disse hoje à CNBC que o quadro econômico de seu país é estável e que não quer que o “Brexit” – processo de retirada dos britânicos da União Europeia – ocorra sem um acordo.
Fox, que está em Cingapura, comentou à emissora americana que a eventual saída do Reino Unido da UE sem um acordo que regule comércio e outras questões não é de interesse de ninguém.
“Não queremos que não haja acordo. Queremos que haja um bom acordo, mas nossos parceiros europeus precisam entender que, se não conseguirmos um bom acordo e tivermos de sair, sairemos”, afirmou Fox.Recentemente, Fox havia dito ser provável que o Reino Unido não conseguiria chegar a uma acerto sobre o divórcio com a UE antes de deixar o bloco, em março de 2019. Na ocasião, Fox declarou que a “intransigência” de autoridades da UE está “nos levando para uma situação de não acordo”. Ele estimou as chances de um Brexit sem acordo em 60%. Às 6h36 (de Brasília), a libra esterlina subia levemente, a US$ 1,2901, de US$ 1,2894 no fim da tarde de ontem.

Fonte: O Estado de São Paulo

Acordo do Nafta entre EUA e México alivia tensão sobre guerra comercial

Os Estados Unidos e o México chegaram a um acordo comercial na renegociação do Tratado Norte-Americano de Livre-Comércio (Nafta, na sigla em inglês). Apesar de não significar a resolução por completo do impasse que já leva um ano, o anúncio foi considerado o maior avanço em comércio externo durante a gestão do presidente Donald Trump, que tem encampado uma guerra comercial com outras nações, como a China. No último ano, Trump chegou a ameaçar a ruptura do acordo que envolve EUA, México e Canadá e classificou o Nafta como uma catástrofe.

A renegociação do acordo, que foi uma das principais promessas de campanha de Trump, levou alívio ao mercado internacional, com impacto no Brasil. A Bolsa de São Paulo seguiu o exterior e fechou em alta na segunda-feira, 27. O dólar registrou queda em relação ao real e terminou cotado em R$ 4,08.

“Estávamos com tanto receio de que a política de Trump devastasse diversas economias do mundo que evitar isso é algo a ser celebrado’, diz o professor da Universidade de Harvard Jeffrey Frankel. Segundo ele, o anúncio de segunda aponta para a sobrevivência do Nafta, o que é interpretado de forma positiva por economistas já que sinaliza a continuidade de uma política comercial de décadas.

A versão preliminar anunciada na segunda não inclui os canadenses, que devem se sentar à mesa com os americanos ainda nesta semana. Em vigor desde 1994, o Nafta é um acordo de livre-circulação de mercadorias e serviços entre os três países da América do Norte, que movimentaram mais de US$ 1 trilhão no ano passado.

O acordo anunciado nessa segunda eleva de 62,5% para 75% a parcela de conteúdo local na produção de automóveis. O objetivo é garantir que um maior número de veículos seja fabricado na região, com mais consumo de aço produzido localmente.

Brasil

Representantes do governo brasileiro acreditam que essa mudança poderia acabar respingando nas exportações brasileiras de insumos, como o aço para o setor automobilístico. A análise, no entanto, é que o impacto não será significativo porque as cadeias produtivas do México e dos EUA já são bastante concentradas e já existem preferências tarifárias e regras de integração produtiva no tratado em vigor hoje.

Para Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, o impacto no mercado brasileiro deve ser “mediano”, atingindo algumas empresas de autopeças e aço. “Para a exportação total do País, o impacto pode não ser grande, mas algumas empresas que exportam poucas peças devem sofrer mais, com a substituição por fornecedores mexicanos ou americanos.”

Nos primeiros sete meses do ano, o Brasil vendeu US$ 1,25 bilhão de autopeças para os mercados americano e mexicano, mais de 20% de aumento na comparação com igual período de 2017. EUA e México são o segundo e terceiro principais mercados de exportações brasileiras desse produto.

Fonte: O Estado de São Paulo

EUA dizem que rodas de aço importadas da China são subsidiadas e vão impor tarifas

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos disse nesta segunda-feira que concluiu preliminarmente que a importação de alguns tipos de rodas de aço da China eram subsidiadas a taxas variando de 58,75 a 172,51 por cento, e que vai impor tarifas sobre o produto.

“Como resultado da decisão de hoje, o departamento vai instruir as aduanas para coletar depósitos em dinheiro de importadores de alguns tipos de rodas de aço da China baseados nestas taxas preliminares”, disse o órgão em comunicado.

O departamento disse que o valor das importações de rodas de aço da China em 2017 foi estimado em 388 milhões de dólares.

Fonte: Reuters

Governo estuda abater débito de energia da dívida da Venezuela

A área econômica do governo trabalha na tentativa de fazer um “encontro de contas” entre Venezuela e Brasil para evitar que o país vizinho suspenda o fornecimento de energia para Roraima—único estado que não está interligado ao sistema elétrico brasileiro. De um lado, a Eletrobras deve R$ 135 milhões aos venezuelanos e tem dificuldades operacionais para pagar a dívida devido a sanções dos Estados Unidos contra Caracas, que impedem transações de bancos estrangeiros com o país. De outro, a Venezuela deve quase R$ 1 bilhão ao Brasil de operações de comércio exterior que não foram pagas e tiveram de ser honradas pelo Tesouro Nacional. Segundo fontes da equipe econômica, a ideia é abater o crédito ao qual a Venezuela tem direito do valor devido pelo país ao Brasil.

O prazo dado pela Venezuela para quitar a dívida vence no início de setembro. Porém, bancos brasileiros não estão conseguindo repassar o dinheiro para instituições indicadas pelos venezuelanos. As negociações para fazer o encontro de contas são difíceis e podem demorar por pelo menos mais duas semanas.

Roraima importa eletricidade há 17 anos, e ao menos dois terços da energia consumida são gerados pela hidrelétrica de Guri, no Norte da Venezuela. O restante é produzido por termelétricas. Autoridades do setor elétrico admitem, reservadamente, que há chances de a Venezuela cortar o fornecimento para Roraima. Mas o governo brasileiro assegura que não há risco de o estado ter apagão, pois as termelétricas podem compensar essa falta.

Fonte: O Globo

 

Redação On agosto - 28 - 2018
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