Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018






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Fiscalizações somam R$ 2,4 bi

As fiscalizações do Ministério do Trabalho contra a sonegação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da Contribuição Social (CS) no primeiro semestre resultaram em mais de R$ 2,4 bilhões em notificações e recolhimentos.

As ações atingiram 20,4 mil estabelecimentos em todo o País, informou o Ministério do Trabalho ontem (27).

O resultado do primeiro semestre de 2018 é 4,3% superior ao do mesmo período do ano passado e 30,8% maior quando comparado com os primeiros seis meses de 2016. “Muitos dos débitos são dívidas de até 30 anos”, afirmou o chefe da Divisão de Fiscalização do FGTS, Jefferson Toledo, em nota.

Segundo o ministério, os fiscais emitiram 9,4 mil notificações de dívidas de FGTS e CS que beneficiaram aproximadamente 1,1 milhão de trabalhadores brasileiros.

Parte dos R$ 2,4 bilhões é recolhida no ato da fiscalização, parte será cobrada pela Caixa Econômica Federal e outra pela Procuradoria da Fazenda Nacional.

Fonte: DCI

PGR denuncia Jefferson e mais 25

A Procuradoria-Geral da República denunciou 26 pessoas por suposto envolvimento em organização criminosa com atuação no Ministério do Trabalho. O grupo é acusado de “vender” registros sindicais. Entre os denunciados estão o ex-ministro da pasta Helton Yomura, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, deputados e servidores do ministério.

Os parlamentares acusados são Jovair Arantes (PTB-GO), Cristiane Brasil (PTB-RJ), Paulinho da Força (SD-SP), Wilson Santiago Filho (PTB-PB) e Nelson Marquezelli (PTB-SP). A denúncia afirma que os deputados, além de Jefferson e Yomura, integravam o “núcleo político e sindical” do esquema, que “determinava a manipulação dos processos de registro sindical para favorecer entidades em troca da obtenção de capital político e recursos financeiros”.

Na denúncia, a procuradorageral da República, Raquel Dodge, diz que, desde 2016, o Ministério do Trabalho está sob influência do PTB e do SD. A acusação formal foi enviada ontem ao Supremo Tribunal Federal – o relator do inquérito é o ministro Edson Fachin.

“Entidades sindicais ingressam no esquema criminoso em razão da burocracia existente na Secretaria de Relações do Trabalho, que dificulta – e muitas vezes impede – a obtenção de registro àqueles que se recusam a ofertar a contrapartida ilícita que lhes era exigida”, afirmou a Procuradoria.

As provas que embasam a denúncia foram obtidas, de acordo com a PGR, por meio de quebras de sigilo e buscas e apreensões realizadas em três fases da Operação Registro Espúrio. Também foram considerados documentos e informações fornecidos pelo ex-servidor do Trabalho Renato Araújo Júnior, que fez delação premiada.

Defesas. Jefferson disse que fez “solicitações de natureza política em atenção” a pedidos a ele dirigidos, “não para obter vantagens”. Cristiane Brasil, filha de Jefferson, afirmou que a PF e o Ministério Público, “sem provas, acusam a esmo”.

Marquezelli disse que a denúncia “não condiz com a realidade”. Wilson Filho negou participação “em com qualquer suposto esquema”. Jovair afirmou que só vai se manifestar quando tiver acesso à denúncia. Yomura e Paulinho da Força não responderam ao Estado até a conclusão desta edição.

Fonte: O Estado SP

Venda de férias: veja o que pode e o que não pode ser feito.

Com previsão na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a “venda” de férias é prática comum no Brasil e pouco mudou com o advento da reforma trabalhista. Apesar disso, muitos empregados ainda têm dúvida a respeito do assunto.

O artigo 143 da CLT autoriza o trabalhador a converter um terço do período de férias em abono pecuniário, ou seja, dinheiro. Tendo em vista que o empregado tem direito a 30 dias de férias, será possível negociar, no máximo, 10 dias. Esse limite é imposto pois se entende que o trabalhador precisa de um período de descanso.

A única novidade trazida pela reforma nesse ponto foi a extensão da possibilidade aos empregados que atuam sob regime em tempo parcial, com jornada de até 30 horas semanais. Há, contudo, outros detalhes a que trabalhador e patrão precisam se atentar para que não haja problemas judiciais. Frisando que, agora, as férias podem ser parceladas em até três períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 14 dias corridos.

“Vale lembrar que a decisão da venda das férias é do empregado, que deve comunicar a empresa com até 15 dias de antecedência antes do aniversário do contrato de trabalho”, afirma o advogado trabalhista Fabio Felix Maia, que também ressalta que o empregador até poderá sugerir a venda das férias, mas a decisão final cabe ao trabalhador.

O pagamento do abono, conforme dispõe o artigo 145 da CLT, deve ser feito juntamente ao pagamento das férias, até dois dias antes do início do período de descanso.

Não é incomum, no entanto, que muitas empresas emitam o aviso e o recibo de férias, já com a venda de 10 dias. Isso acaba constrangendo o trabalhador a pedir uma alteração. A prática é considerada ilegal e a empresa pode ser penalizada na Justiça do Trabalho.

De acordo com Maia, o fato de o trabalhador parcelar ou vender parte das suas férias não impede que no ano seguinte ele possa fazer de forma diferente, como por exemplo, tirar os 30 dias corridos de descanso.

‘Não há nenhum impedimento para que o empregado, em um determinado ano, parcele em até três períodos as suas férias, na forma com que dispõe a CLT, e no ano seguinte possa usufruir de 30 dias’, afirma Andrea Massei, do escritório Machado Meyer.

A advogada recorda que, anteriormente, os empregados que trabalhavam em regime parcial tinham direito a apenas 18 dias de férias ao ano. Agora, no entanto, contemplam os mesmos 30 dias, acrescidos de todos os direitos.

“Agora, quem trabalha em meio período terá os mesmos 30 dias de férias, acrescidos de todos os direitos, como qualquer trabalhador”, diz. “Isso também garante a possibilidade de vender até 10 dias das férias ao empregador”, complementa.

Fonte: Gazeta do Povo / Granadeiro

 

30 profissões que vão surgir com a indústria 4.0

O que muda com internet das coisas, automação e novas tecnologias? Levantamento do Senai mostra as profissões que estarão em alta em oito setores da indústria brasileira nos próximos cinco anos

Novas profissões como engenheiro de cibersegurança ou de fibras têxteis, mecânico de veículos híbridos, técnico em impressão de alimentos e operador de máquina high speedestão entre as profissões que irão despontar no mercado nos próximos cinco anos. Algumas delas podem demorar até 10 anos para se consolidar, mas a demanda já existe. A conclusão é de um levantamento realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

O SENAI analisou de que forma as novas tecnologias — como realidade virtual, automação, internet das coisas e impressão 3D — estão influenciando a dinâmica de oito setores da indústria brasileira. São eles: automotivo, alimentos e bebidas, máquinas e ferramentas, tecnologia da informação e comunicação, construção civil, química e petroquímica, petróleo e gás e têxtil e vestuário. A partir daí, mapeou as profissões (de nível médio e superior) que vão ganhar relevância nos próximos anos, bem como aquelas que serão criadas a partir do uso de novas tecnologias e novos equipamentos. Confira abaixo o que muda em cada setor:

 

AUTOMOTIVO

O que já está mudando no setor: robotização de linhas de produção, comunicação de máquinas por meio da IoT, impressoras 3D e simuladores

Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor: 

– Eletromecânico de automóveis: realiza a manutenção e instalação de sistema multimídia e de conectividade; calibra sensores do sistema de segurança; calibra mecanismo de mudança e embreagem das transmissões automatizadas.
Salário médio: R$ 3.098,53

– Mecânico de automóveis leves: inspecionar e reparar veículos híbridos, elétricos e direção elétrica.
Salário médio: R$ 5.183,64

– Mecânico de manutenção automotiva: inspeciona e repara sistemas de reaproveitamento de energia por meio da frenagem. (Ex: ônibus coletivo hibrido); inspeciona e repara sistemas de telemetria aplicados à mobilidade automotiva; utiliza tecnologias da informação mais complexas nas atividades de diagnóstico e reparação de automóveis.
Salário médio: R$ 2.996,51

– Técnico em manutenção automotiva: programar centrais (chaves, alarme, multimídia de navegação, injeção eletrônica, via scanner e ou computador); leitura, interpretação e comunicação em linguagem internacional; realiza diagnósticos e análises de dados de testes para sistemas automotivos, subsistemas ou componentes.
Salário médio: R$ 5.049,21

Profissões que vão surgir no setor: 
– Mecânico de veículos híbridos: irá realizar diagnósticos de motores a combustão interna e/ou elétricos e todas as atividades de manutenções preditiva e preventiva de veículos híbridos. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Mecânico especialista em telemetria: programará computadores e realizará diagnóstico e reparo em redes eletrônicas. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Programador de unidades de controles eletrônicos: acessará e reprogramará unidades de controle eletrônico por meio de protocolos de comunicação via scanner ou interfaces;
diagnostica e analisa dados de testes para sistemas automotivos, subsistemas ou componentes. Segundo o estudo, de 31% a 50% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Técnico em informática veicular: inspecionará ou testará partes para determinar a natureza ou a causa de defeitos ou avarias; instala equipamentos, tais como equipamentos para testes, motores ou acessório; customiza as funcionalidades do veículo; corrigirá, por acesso remoto ou presencial, problemas de sistemas veiculares. Segundo o estudo, de 31 a 50% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

 

ALIMENTOS E BEBIDAS 

O que já está mudando no setor: empresas usam softwares avançados para controle e implementação de processos álcoolquímicos para produção de eteno, butadieno, butanol, acetaldeído, entre outros. Big data já é usado para previsão de orçamento industrial e drones no monitoramento e segurança das áreas de plantio.

Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor: 
– Técnico em açúcar e álcool: profissional que realiza análises em novos equipamentos e instrumentos; identifica a necessidade de ajuste e/ou reparo de equipamentos ou dispositivos mecânicos, eletroeletrônicos e automatizados para testes; levanta e analisa dados históricos de mercado, de qualidade, produção e perdas para o planejamento da produção.
Salário médio: R$ 2.230,04

– Técnico em cervejaria: opera e monitora equipamentos automatizados de produção; presta assistência a engenheiros de alimentos ou tecnólogos em pesquisa e desenvolvimento, tecnologias de produção e controle de qualidade; examina amostras químicas ou biológicas para identificar estruturas celulares ou localizar bactérias e material estranho
Salário médio: R$ 1.747,78

– Operador de processamento de grãos: opera e monitora equipamento automatizado de secagem, moagem ou torrefação de itens alimentares, tais como cacau e café, feijões, cereais, nozes e matérias-primas utilizadas em panificação; monitora e programa o fluxo de materiais e detecta o mal funcionamento de máquinas, tais como bloqueios, implementando ações corretivas.
Salário médio: R$ 2.230,04

– Operador de processamento de bebidas: monitora, opera e controla equipamentos automatizados tais como caldeiras, tonéis, secadores, silos, destiladores, filtros, moinhos, cortadores e moendas para cozinhar ou preparar bebidas; interpreta ordens de trabalho, receitas ou fórmulas para determinar tempo e temperatura de cozimento e especificações de ingredientes; coleta e analisa amostras de produtos durante a produção para testar a qualidade, cor, conteúdo, consistência, viscosidade e acidez, entre outros parâmetros.
Salário médio: R$ 4.051,06

Profissões que vão surgir no setor: 
– Especialista em aplicações para rastreabilidade de alimentos: profissional que irá colaborar com as empresas de alimentos no design; implementação e manutenção dos sistemas de rastreabilidade das matérias-primas, ingredientes e recipientes, bem como os alimentos processados e comercializados. Segundo o estudo, até 10% de empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Técnico em impressão de alimentos: profissional que fará a manutenção das máquinas responsáveis pela impressão de alimentos. Segundo o estudo, até 10% de empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Especialista em aplicações de embalagens para alimentos: profissional que irá liderar a pesquisa de aplicações de novos materiais, técnicas de embalagem, novas embalagens, atmosferas de proteção e melhorias, dentro de estratégias de lançamento de novos produtos; melhorar embalagens e/ou adaptá-las para novas tecnologias. Segundo o estudo, até 10% de empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos.

 

MÁQUINAS E FERRAMENTAS 

O que já está mudando no setor: aumento do uso das tecnologias de realidade virtual, manufatura aditiva, máquinas-ferramenta com maior velocidade e precisão. Uso de novos materiais de base polimérica, cerâmica e de nanotubos de carbono. Robotização da produção nas etapas de soldagem e montagem.

Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor:
– Técnico em eletromecânica: interpretar plantas, esquemas, diagramas e procedimentos operacionais para determinar métodos e sequências de montagem e manutenção; verifica dimensões das peças para assegurar a conformidade com as especificações técnicas, usando instrumentos de medição.
Salário médio: R$ 3.504,22

– Técnico em manutenção de máquinas industriais: interpreta plantas, desenhos e manuais de fabricantes para determinar a correta instalação ou operação de máquinas industriais; programa máquinas controladas por computadores; analisa resultados de testes, mensagens de erros ou informações obtidas de operadores para diagnosticar problemas e realizar as intervenções.
Salário médio: R$ 2.911,60

– Desenhista de mecânica: desenvolve desenhos detalhados e especificações para equipamentos mecânicos, matrizes, ferramentas e controles, usando sistemas computacionais; programa em sistemas CAD/CAM/CAE/CAI; elabora projetos industriais; revisa e analisa especificações, esboços, desenhos, ideias e dados para avaliar os fatores que causam impactos em projetos de componentes e os procedimentos e instruções de fabricação a serem seguidos.
Salário médio: R$ 3.727,15

– Técnico em mecânica: aplica teoria e princípios de mecânica para modificar, desenvolver, testar ou calibrar máquinas e equipamentos sob a supervisão de engenheiros; sugere mudanças em projetos, métodos de fabricação e montagem e técnicas de elaboração e procedimentos com a equipes de trabalho e coordena correções; avalia a funcionalidade de ferramentas e dispositivos, medindo e comparando com especificações originais de projetos.
Salário médio: R$ 4.535,59

Profissões que vão surgir no setor:
– Projetista para tecnologias 3D: atuará na modelagem em software CAD e/ou específicos para impressão 3D; irá preparar programas para impressão 3D. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Operador de High Speed Machine: profissional que irá otimizar processos produtivos por meio de softwares de programação; responsável por programar máquinas CNC. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Programador de ferramentas CAD/CAM/CAE/CAI: atuará substituindo o desenhista mecânico; e irá precisar elaborar a programação em CAD/CAM/CAE e CAI. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Técnico de manutenção em automação: o responsável por substituir componentes eletroeletrônicos; utilizando diferentes redes industriais; executar retrofiting em máquina e equipamentos e otimizar processos produtivos. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

 

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 

O que já está mudando no setor: integração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) aos processos de automação da indústria 4.0; digitalização de etapas de processos produtivos, uso de IoT e de redes sem fio nas linhas produtivas

Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor:
– Técnico programador de jogos digitais: testa e corrige erros em programas de jogos de computadores, documentando modificações no código; modifica o código de jogos de computadores para aprimorar suas funcionalidades; realiza manutenções em códigos de jogos de computadores para corrigir pequenos erros ou habilitar sua execução em novos tipos de hardware ou sistemas operacionais.
Salário médio: R$ 4.294,32

– Programador multimídia: desenvolve ou valida as rotinas e a programação da execução de testes para garantir que os testes contemplem as interfaces externas e sejam compatíveis com todos tipos de navegador para a internet e dispositivos de hardware; projeta e implementa medidas para a segurança de websites, tais como firewalls ou criptografia de mensagens; sugere linguagens de programação, ferramentas de projeto ou aplicativos para desenvolvimento de software.
Salário médio: R$ 4.294,32

– Técnico em desenvolvimento de sistemas: consultar equipes de engenharia de software para avaliar interfaces entre hardware e software; desenvolver especificações e requisitos de desempenho ou resolver os problemas; especificar requisitos para a configuração de sistemas e banco de dados; avaliar e recomendar ferramentas de desenvolvimento de software.
Salário médio: R$ 4.294,32

– Técnico em rede de computadores: pesquisa novas tecnologias, implementa e/ou recomenda a implementação dessas tecnologias; diagnostica e soluciona problemas de hardware, software e substitui componentes defeituosos, quando necessário; planeja, coordena e implementa medidas de segurança de rede para proteger os dados, software e hardware.
Salário médio de: R$ 3.120,26

Profissões que vão surgir no setor:
– Analista de IoT (internet das coisas): desenvolverá soluções de sistemas embarcados para sensoriamento; integrará hardware e software por meio da internet. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Engenheiro de cibersegurança: realizará testes de penetração e outras ferramentas de cibersegurança, usando-as para manter a empresa segura contra ameaças internas e externas. Formação em ciência da computação com especialização em segurança e experiência prática na área são exigidas. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Analista de segurança e defesa digital: identificará riscos potenciais ou existentes que impactam a segurança de informações; desenvolverá controles ou ações para mitigar riscos de segurança de informações. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Especialista em big data: analisará dados para detectar movimentos econômicos do segmento e do contexto no qual se encontra a empresa; determinará como a empresa pode se inserir em novo nichos de mercado. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Engenheiro de softwares: irá automatizar, centralizar e otimizar todos os processos de uma fábrica e de sua matriz recorrendo a softwares feitos sob medida (customizados). Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

 

CONSTRUÇÃO CIVIL 

O que já está mudando no setor: uso da domótica (automação predial) e da internet das coisas (IoT) para reunir informações detalhadas do que ocorre no canteiro de obras em tempo real e automatizar processos — como pedidos de novos materiais e ferramentas e dos materiais inteligentes. Uso de novos materiais como concretos translúcidos e que se auto reparam, além de novas tecnologias para conforto térmico e acústico.

Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor:
– Eletricista instalador residencial: instala componentes elétricos para automação residencial; instala sistemas de energia fotovoltaica; realiza manutenção de sistemas elétricos incorporados em sistemas de automação.
Salário médio: R$ 2.757,19

– Técnico em edificações: interpreta plantas, desenhos e especificações para avaliar dimensões de estruturas e determinar quantidades de materiais; identifica novos materiais, equipamentos, técnicas de construção e fornecedores; realiza pesquisas de campo para identificar locais de construção de edificações, determina a adequação para ocupação e a área disponível; realizar atendimento a clientes.
Salário médio: R$ 3.857,88

– Mestre de obras: localiza, mede e demarca locais de construção ou de posicionamento de estruturas ou equipamentos, utilizando equipamentos de medição e de marcação; avalia problemas e recomenda soluções, tais como a melhoria de métodos de construção; inspeciona a execução do trabalho, equipamentos ou locais de construção para verificar a segurança ou para garantir que as especificações sejam atendidas.
Salário médio: R$ 3.378,21

– Laboratorista de materiais de construção: fiscaliza a execução da obra; gerencia processos de controle de qualidade; monitora a qualidade de materiais.
Salário médio: R$ 3.631,45

Profissões que vão surgir no setor:
– Integrador de sistema de automação predial: irá compatibilizar e integrar as necessidades relativas à automação. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos.

– Técnico de construção seca: irá analisar projetos, executar e montar sistemas do tipo seca (drywall, steelframe, woodframe). Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Técnico em automação predial: irá desenvolver projetos e executar automação predial. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Gestor de logística de canteiro de obras: irá ler interpretar projetos; planejar atividades de armazenamento, distribuição, transportes e comunicações; administrar equipes; gerir recursos materiais da área; controlar processo operacional; promover condições de segurança, saúde, meio ambiente e qualidade; descartar materiais segundo normas ambientais e procedimentos. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Instalador de sistemas de automação predial: irá instalar sistemas de automação predial (elétrica; eletrônica e TI). Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

 

QUÍMICA E PETROQUÍMICA

O que já está mudando o setor: automação dos processos contínuos e robotização dos processos discretos. Uso mais intensivo de internet das coisas (IoT) na comunicação entre etapas dos processos produtivos e coleta de informações de mercado que afetem a produção. Desenvolvimento de novos produtos, aplicando os conceitos de nano e biotecnologia, além de novas composições poliméricas para tintas, vernizes e fibras sintéticas.

Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor:
– Técnico em química: opera e controla processos por sistemas computadorizados e operar plantas-piloto; monitora a performance e intervém em sistemas automatizados (dispositivos e medidores críticos de análise no processo); participa de equipes para desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias (ex: biotecnologia, alergênicos, transgênicos, nanotecnologia e cristalografia).
Salário médio: R$ 4.125,52

– Operador de processos: opera e controla processos por sistemas computadorizados e operar plantas-piloto; monitora a performance e interbém em sistemas automatizados (dispositivos e medidores críticos de análise no processo); integra equipes de projetos e discussões referentes a sustentabilidade (redução de energia, materiais, reciclagens, e outros).
Salário médio: R$ 3.007,01

– Técnico em plásticos (associado ao ambiente petroquímico): desenvolve formulações (matérias-primas + aditivos) adequadas aos processos e produtos; realiza o suporte técnico do departamento de vendas; capacita a equipe de trabalho; busca novas tecnologias e soluções (máquinas, equipamentos, matérias-primas e outros); implementa sistemas de gestão de produção e qualidade.
Salário médio: R$ 2.762,02

– Técnico em análise química: opera sistemas de análises instrumentais integradas; aplica recursos de informática industrial (hardware e software) na operação de sistemas de análises instrumentais automatizadas; opera instrumentos de nanometrologia química e físico-química; realiza aferição dos instrumentos analíticos online para análises de substâncias sólidas, líquidas ou gasosas; padroniza soluções químicas (adquiridas) para realizar análises seguindo procedimentos estabelecidos.
Salário médio: R$ 4.125,52

– Supervisor de produção: planeja e gerencia processos contínuos automatizados de produção química, petroquímica e afins utilizando grandes quantidades de dados; lidera, desenvolve e avalia equipes multidisciplinares de trabalho; aplica e assegura os procedimentos conforme as normas técnicas de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

Profissões que vão surgir no setor:
– Técnico em análises químicas com especialização em análises instrumentais automatizadas: irá realizar análises instrumentais, utilizando equipamentos automatizados (ex. espectrofotômetro de UV/visível, de infra vermelho, absorção atômica). Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos.

– Técnico especialista no desenvolvimento de produtos poliméricos: irá analisar e desenvolver novos produtos (nanotecnologia, bioplásticos, biodegradáveis); operar máquinas e equipamentos automatizados; realizar interface com universidades, institutos de pesquisa e centros de inovação. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Técnico especialista em reciclagem de produtos poliméricos: irá gerenciar o processo de separação e descontaminação dos materiais a serem reciclados; desenvolver formulações; aditivar plásticos. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

 

TÊXTIL E VESTUÁRIO

O que já está mudando o setor: novas tecnologias digitais estão sendo incorporadas à modelagem e simulação, principalmente nas etapas de criação, concepção e prototipagem de produtos na busca pela máxima customização de produtos. Uso de smart clothes, que permitem diversos tipos de informação provenientes da interação do fio, do tecido ou da roupa com o corpo e com o ambiente. Aumento da automação em diversas partes da costura (medidas em 3D e visão de máquina).

Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor:
– Técnico em vestuário: desenvolve metodologias para aumento de produtividade; seleciona novos materiais e técnicas de produção para produtos customizados; estabelece os processos de gestão de descarte de resíduos da produção; desenvolve e aplica novas técnicas e ferramentas de controle da qualidade.
Salário médio: R$ 2.446,95

– Técnico têxtil: identifica novas tecnologias produtivas para aumento dos níveis de produtividade e redução da geração de efluentes; identifica novas tecnologias de materiais e adequá-las aos processos produtivos
Salário médio: R$ 3.592,47

– Desenhista de moda: elabora, em sistemas informatizados de concepção/criação, esboços e desenhos detalhados de peças de vestuário e acessórios; escreve especificações, tais como esquemas de cores, montagem e tipos de tecidos; pesquisa e identifica novas fibras, fios e tecidos e desenhos de modelos para desenvolver projetos para públicos com necessidades mais complexas e específicas.
Salário médio: R$ 3.154,09

– Técnico em produção de moda: aplica novas mídias e novas tecnologias para o desenvolvimento de catálogo de moda; seleciona materiais e técnicas de produção para serem utilizados em divulgação de produtos; identificar mercados-alvo para projetos, considerando fatores como idade, sexo e nível socioeconômico.
Salário médio de: R$ 2.446,95

Profissões que vão surgir no setor:
-Técnico de projetos de produtos de moda: irá desenvolver sistemas para aumento de produtividade e redução de custos; reestruturar áreas de criação, produção, desenvolvimento e expedição; desenvolver produtos e tecnologias para aumentar customização. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Engenheiro em fibras têxteis: irá desenvolver novas fibras químicas para o processo produtivo adequadas às demandas da cadeia de valor; adequar os processos de fiação, tecelagem e beneficiamentos têxteis às novas fibras. Segundo o estudo, de 11% a 30% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Designer de tecidos avançados: irá desenvolver projetos de novos tecidos e materiais sintéticos com propriedades predefinidas (por exemplo, telas de memória LED). Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

PETRÓLEO E GÁS 

Profissões já existentes e que vão ganhar maior relevância no setor:
– Operador de sonda: controla os dados da sonda por meio de telemetria; monitora os dados da sonda; analisa algoritmos computacionais; executa atividades com base nos conceitos de produção enxuta; monta equipamentos de segurança, controle de poço e completação; testa a montagem dos equipamentos de segurança e controle de poço; opera os sistemas de equipamentos da sonda (elevação, circulação, geração de energia e rotação).
Salário médio: R$ 4.190,81

– Técnico em petróleo e gás: opera e controla máquinas e equipamentos na produção de petróleo e gás natural; auxilia e atua na programação, planejamento e execução da manutenção de máquinas e equipamentos; determina propriedades e grandezas dimensionais de rochas, fluidos e materiais para a indústria do petróleo e gás natural; auxilia no controle dos efeitos ambientais das operações efetuadas.
Salário médio: R$ 6.758,14

– Engenheiro de petróleo: planeja e coordena a execução das atividades relacionadas à pesquisa de novas jazidas e à produção de petróleo e gás natural; atua na exploração, produção, transporte, refino, comercialização, distribuição e logística; realiza estudos geológicos e avalia a viabilidade técnica e econômica da extração de combustíveis fósseis.
Salário médio: R$ 18.432,52

– Técnico em petroquímica: opera e controla processos petroquímicos por sistemas computadorizados e operações de planta-piloto; monitora a performance e intervém em sistemas automatizados (dispositivos e medidores críticos de análise no processo); participa de equipes para desenvolvimento de novos produtos petroquímicos; coordenar processos produtivos em planta petroquímica.
Salário médio: R$ 5.607,78

Profissões que vão surgir no setor:
– Especialista em técnicas de perfuração: irá desenvolver e implantar novas técnicas de perfuração. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Especialista em sismologias e geofísica dos poços: irá desenvolver e implantar tecnologias para o aumento da confiabilidade da previsão de ocorrência de novos reservatórios e a redução de custos da descoberta de reservatórios de petróleo e gás natural em bacias onshore e offshore. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

– Especialista para recuperação avançada de petróleo: irá desenvolver e implantar novas tecnologias para melhoria na eficiência de injeção de água; trabalhar na recuperação de óleo pesado e controle da água produzida. Segundo o estudo, até 10% das empresas do setor demandarão este profissional nos próximos 5 anos

Fonte: Época

Reforma trabalhista e a falta da assimetria na relação empregado e empresa.

Em vigor desde novembro do ano passado, a reforma trabalhista está posta e inúmeras questões relacionadas a ela estão presentes no dia a dia das empresas e dos processos na Justiça do Trabalho. A maior parte das análises buscam avaliar se a mudança na legislação foi e tem sido favorável ou contrária ao empregado e ao empregador. Entretanto, será esse o melhor ângulo de análise?

Certamente, este não é melhor caminho. É preciso fazer uma avaliação crítica sobre dois principais pontos: a falta de outras importantes reformas que deveriam ter sido realizadas anteriormente bem como a tentativa da nova legislação em reduzir a assimetria entre empregados e empregadores.

O prevalecimento do negociado sobre o legislado, como é sabido, foi uma das mudanças mais discutidas em relação à nova legislação. A reforma fez com que as negociações entre empregados e empregadores, intermediada pelos sindicatos de suas respectivas categorias, passassem a valer mais do que o que é determinado pela lei em muitas hipóteses. Tal mudança, entretanto, não deveria ter sido feita sem uma reforma que garantisse que as vozes dos empregados e dos empregadores sejam realmente ouvidas.

Ao mesmo tempo que é inegável a importância dos sindicatos para a defesa dos direitos dos trabalhadores, o sindicalismo brasileiro se caracteriza por ser vinculado ao poder estatal e são poucos os sindicatos hoje que atuam efetivamente representando as suas respectivas categorias. A Constituição Federal assegura o direito à livre associação dos trabalhadores por meio de uma autorização do poder executivo, com o objetivo de que não haja mais de uma entidade trabalhista ou patronal representando uma categoria em uma mesma base territorial.

Esta autorização permite que os sindicatos, como faz em muitos momentos também o Estado, possa cobrar os trabalhadores sem dar em troca a devida contrapartida. Trata-se de um problema que poderia ser resolvido por meio de uma emenda constitucional que acabasse com a unicidade sindical, de modo que os sindicatos pudessem concorrer entre si no mercado pela real representatividade entre suas respectivas categorias.

Outra reforma importante trata-se da fiscal. E que teria de ser realizada anteriormente à trabalhista. Atualmente, o principal custo da empresa na relação trabalhista é a tributária. Uma reforma fiscal poderia diminuir os impostos na contratação de empregados, hoje um custo ao empregador maior que o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e que benefícios como as férias, por exemplo. A reforma trabalhista foi feita com o objetivo de gerar mais empregos, mas como isso será possível com incidências tributárias, sem as devidas contrapartidas para todos, que tornam a relação trabalhista extremamente difícil?

Outro objetivo da reforma trabalhista que deve ser criticado é sobre o equilíbrio e assimetria nas relações trabalhistas entre o empregado e o empregador. Importante ressaltar, neste ponto, que o que está no texto da lei não necessariamente se efetiva na prática. Não serão novas regras que irão mudar o fato de que o empregador pode mais e o empregado obedece.

Vale frisar que o artigo 9º da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) não foi revogado e possui o escopo de tornar nulo qualquer ato do empregador praticado com o objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicação da leis trabalhistas.

Do mesmo modo, os princípios do Direito do Trabalho não deixarão de ser levados em conta na prática. Com todo o respeito, se elementos previstos nos artigos 2º e 3º da CLT – como a subordinação, onerosidade, pessoalidade e habitualidade – estiverem presentes em uma relação trabalhista de um empregado considerado autônomo, tenho a certeza de que muitos juízes do trabalho reconhecerão a existência dessa relação.

Sobre esse tema, de fato, houve uma mudança nas últimas décadas do perfil das empresas no mundo pois empresas deixaram de ser grandes linhas de produção tayloristas para diminuírem de tamanho e buscarem terem mais velocidade e capacidade de gestão. Muitos gestores não foram convertidos em empregados, mas em pessoas jurídicas sobre as quais a reforma buscou conceder um tratamento diferenciado, os chamados PJs ou MEIs.

Outra situação que podemos observar, entretanto, consiste no princípio da condição mais benéfica ao trabalhador. A nova legislação, com a ideia do acordado prevalecido sobre o legislado, pode chegar a violar esse princípio ao não permitir que um texto constitucional mais favorável ao trabalhador valha mais que o instrumento coletivo. É uma mudança que justifica a preocupação de colegas e vozes importantes do mundo jurídico.

O que acontece é que toda relação de trabalho necessita de um equilíbrio. Infelizmente, a pretensa superproteção ao empregador da reforma trabalhista acabou por gerar efetivamente, em muitos momentos, uma total desproteção. E se tornou uma verdadeira armadilha para empresas e empregados.

(*) Ricardo Pereira de Freitas Guimarães é doutor, mestre e especialista em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), professor da pós-graduação da PUC-SP, eleito para ocupar a cadeira 81 da Academia Brasileira de Direito do Trabalho e sócio-fundador do escritório Freitas Guimarães Advogados Associados.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

 

 

 

Por que os funcionários da GM estão proibidos de andarem com smartphones pela empresa

Nova regra impede que todos, até mesmo a CEO Mary Barra, andem falando ou enviando mensagens de texto

Usar o smartphone a caminho de uma reunião, atender uma ligação enquanto vai à cozinha tomar um café ou na ida ao banheiro. Práticas como essas são bastante comuns no ambiente corporativo ou em qualquer outro local de trabalho. Mas não na General Motors, uma das maiores montadora do mundo, sediada em Detroit, nos Estados Unidos.

Em janeiro deste ano, a GM adotou uma nova regra que proíbe funcionários de usar celulares ou falar ao telefone enquanto caminham. A medida faz parte de uma série de medidas para garantir a segurança dos funcionários.

“Quando os telefones estão longe, as pessoas acabam se tornando muito mais conscientes do ambiente ao seu redor”, diz Jim Glynn, vice-presidente de Segurança Global no Local de Trabalho da GM.

Além da política que restringe o uso de celulares, a GM também instituiu conselhos de revisão de segurança, para identificar riscos nos edifícios da empresa e reforçar os padrões de segurança no local de trabalho.

Fonte: Época

Redação On agosto - 28 - 2018
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