Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 21 de Julho de 2018






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México lidera a compra de placas de aço da CSP

O México é o principal comprador de placas de aço da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), desde que a empresa iniciou suas exportações, em agosto de 2016. Até maio deste ano, foram enviadas ao país 874 mil toneladas de placas.

Em segundo lugar, dos países participantes da Copa, aparece a Coreia do Sul, desclassificada na fase de grupos, para onde foram enviadas 328 mil toneladas de placas.

“O México, no mercado de placas de aço, vem muito bem com a gente”, disse Rubens Yamawaki, coordenador de planejamento de vendas da CSP durante a última edição do Podcast da siderúrgica, que tratou sobre a relação da companhia com os países participantes do torneio de futebol.

“No México, temos um parceiro que é a Ternium (líder na produção de aço na América latina). A gente tem uma relação muito boa com eles. A Ternium, que utiliza as placas para diversas aplicações, entre as quais o setor automotivo, tem uma demanda média de 3,5 milhões de toneladas de placas por ano, mas eles não compram só da gente”, afirmou.

Sobre a Coreia do Sul, segundo maior comprador de aço da CSP, Yamawaki destacou a participação da Dongkuk Steel e da Posco, sócios coreanos da Vale na Companhia Siderúrgica. “Dois dos nossos shareholders (acionistas) são coreanos, a Dongkuk é uma grande compradora do mercado e ela confia nas placas que a CSP produz, principalmente chapas grossas, utilizadas para construção de navios e de tubulações para o setor de óleo e gás”, disse o coordenador.

Já a Inglaterra, segundo colocado do Grupo G, e um dos principais compradores da siderúrgica, importou quase 100 mil toneladas de aço desde agosto de 2016. De acordo com Yamawaki, o País adquire o aço cearense, principalmente, para utilizar no setor da construção civil, automotivo e em linha amarela (que inclui equipamentos como escavadeiras, carregadeiras, compressores, gruas e guindastes).

Brasil

Como a siderúrgica opera no regime da Zona de Processamento de Exportações (ZPE), a companhia pode destinar até 20% de sua produção para o mercado interno, desde que cumpra com todas as obrigações referentes a importação. Assim, na prática, pode-se dizer que a companhia também “exporta” aço para o Brasil. De agosto de 2016 a maio deste ano, o Brasil foi responsável pela compra de 283 mil toneladas de placas de aço produzidas na Companhia Siderúrgica do Pecém.

“O Brasil é um dos compradores das placas de aço da CSP e a gente tem como principal cliente a Usiminas, que utiliza nossas placas no setor automotivo. Eles confiam muito no nosso produto”, disse Yamawaki. “O Brasil é um grande produtor de placas. É um fornecedor de placas para o mundo inteiro, uma referência mundial”, acrescentou.

Outros países participantes da Copa do Mundo de Futebol 2018 que se destacam na importação de aço produzido no Ceará são a Alemanha, eliminada pela Coreia do Sul no último jogo da primeira fase, que recebeu 147 mil toneladas desde 2016; a Polônia, que recebeu 108 mil toneladas desde 2016, o Peru (72 mil toneladas), França (64 mil toneladas), e Argentina (24 mil toneladas). Embora sejam compradoras de aço produzido no Estado, esses países não são clientes da CSP.

Podcast

O CSP Podcast está disponível no Soundcloud e no iTunes. Estão sendo publicados conteúdos sobre sustentabilidade, carreira, empreendedorismo, tecnologia e compartilhamento de experiências. O Podcast foi escolhido pela empresa como forma de disponibilizar uma mídia de fácil acesso que pode ser ouvida no computador ou no celular, com ou sem internet.

Fonte: Diário do Nordeste

CSN vende fábrica por R$ 1,8 bi; impacto na dívida é baixo

Na última sexta-feira, a Companhia Siderúrgica Nacional(CSNA3) anunciou que concluiu a venda da totalidade de sua participação na CSN LLC, empresa localizada nos EUA, para a Steel Dynamics, por US$ 400 milhões. O negócio já havia sido anunciado em 14 de maio, junto com os resultados do 1° trimestre, e, portanto, não deve trazer grande impulso para os papéis da companhia hoje, lembra a corretora Coinvalores. Além disso, ainda que a venda seja importante para dar fôlego financeiro para a companhia, seu impacto é pequeno, de aproximadamente R$ 1,800 bilhão, frente a uma dívida líquida de R$ 26.5 bilhões, levando a relação dívida líquida/ lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) dos atuais 5,8 vezes para 5,4 vezes, um nível ainda bastante elevado, diz a corretora.

A Guide Investimentos vê a notícia como positiva, já que a alavancagem financeira da CSN é um dos principais pontos negativos da companhia. A CSN vem somando esforços na venda de ativos para reduzir o alto nível de endividamento e tornar o negócio mais sustentável. “Ainda assim, a notícia é positiva, e deve refletir de forma positiva na sessão de hoje”, acredita a Guide.

A corretora lembra que a conclusão da venda da subsidiária americana vai em linha com a estratégia de desalavancagem financeira da CSN, que tem como meta, em seu plano de desinvestimento, atingir 3,5 vezes a relação Dívida Líquida/ Ebidta até 2019. Em março, a gestão deixou clara a pretensão de levantar entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões com venda de ativos este ano. A CSN tem buscado focar em ativos mais rentáveis e reorganizar seu portfólio.

Fonte: Money Times

Gerdau conclui venda de operações no Chile

A siderúrgica gaúcha Gerdau informou, nesta sexta-feira (29), que concluiu a venda de 100% das ações da Aza Participações e de suas subsidiárias pela Gerdau Chile Inversiones, uma subsidiária indireta da companhia brasileira.

A venda das operações da empresa no Chile inclui três plantas de produção com capacidade instalada de 520 mil toneladas anuais de aços longos reciclados e sua rede de distribuição, conforme o comunicado divulgado pela empresa em 30 de maio.

O comprador foi um grupo de investidores chilenos, formado pela Ingenería e Inversiones, Inversiones Reyosan, Los Andes e Matco Cables.

Fonte: Inda

Thyssen e Tata criarão segunda maior siderúrgica da Europa

O conglomerado industrial alemão Thyssenkrupp e a gigante indiana de aço Tata Steel finalmente chegaram a um acordo para unir seus ativos de siderurgia na Europa, após dois anos de negociações. A nova empresa terá metade de seu capital social nas mãos de cada e cria a segunda maior empresa do setor no continente, atrás da ArcelorMittal — são 15 bilhões de euros por ano em receitas.

As duas companhias calculam que o negócio, que levará o nome Thyssenkrupp Tata Steel, com sede na Holanda, tem sinergias para economizar de 400 milhões de euros a 500 milhões de euros em custos anuais. Também há potencial para otimizar investimentos e capital de giro, acrescentaram em comunicado conjunto.

No caso de uma eventual oferta pública inicial das ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa, a distribuição dos recursos será diferente do controle definido no contrato. Como desde o memorando de entendimento em 2017 a avaliação das duas siderúrgicas mudou com a evolução das operações, a Thyssen receberia 55% dos valores.

Para que houvesse um acordo, não só o capital social foi dividido de maneira equânime, como também a gestão e governança corporativa. A joint venture terá um conselho de administração e um conselho de supervisão, cada qual com o mesmo número de assentos para cada empresa. Também será estabelecido um comitê executivo de funcionários.

“A joint venture não aborda apenas os desafios da indústria siderúrgica europeia”, comenta, em nota, Heinrich Hiesinger, presidente da Thyssen. “É a única solução para criar valor adicional significativo de cerca de 5 bilhões de euros tanto para a Thyssenkrupp quanto para a Tata Steel.”

Essa decisão marca oficialmente a guinada de competências do grupo alemão, que há alguns anos está se afastando do setor do aço. No fim de 2013, o conglomerado vendeu sua unidade de Calvert, nos Estados Unidos, para uma joint venture de Nippon Steel & Sumitomo Metal e ArelorMittal. No começo do ano passado, a Ternium, do grupo italiano Techint, comprou a brasileira Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA).

Em entrevista ao Valor no começo de junho, Paulo Alvarenga, presidente da Thyssen na América do Sul, lembrou que há sete anos a siderurgia representava 40% das receitas, proporção que cai para aproximadamente 5% com a formação da joint venture com a Tata. A companhia alemã quer cada vez mais fornecer equipamentos e prestar serviços de alto valor agregado para a indústria.

A Thyssenkrupp Tata Steel pretende demitir até 4.000 funcionários para chegar às sinergias esperadas, de uma força de trabalho atualmente em 48.000 pessoas. Os cortes serão divididos igualmente. Além disso, a partir de 2020 a joint venture terá de revisar completamente toda sua cadeia produtiva.

Fonte: Portos e Navios

Tenaris dispensa trabalhadores no Canadá sob impacto de tarifa do aço adotada por governo Trump

Cerca de 40 empregados foram dispensados pela empresa; corte de vagas foi anunciado no sábado

A fabricante de tubos de aço Tenaris SA está temporariamente dispensando trabalhadores e ajustando a produção na sua planta canadense pelas incertezas no mercado mundial de aço causadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos, informou um porta-voz da empresa.

Cerca de 40 empregados foram dispensados pela empresa.

“A implementação das tarifas criou um mercado pouco sustentável para servirmos nossos clientes americanos”, disse o vice-presidente da Tenaris Canadá, David McHattie, acrescentando que esse empregados haviam sido contratados em janeiro deste ano.

McHattie não comentou sobre os ajustes de produção ou queda na demanda.
O corte de vagas foi anunciado no sábado (30), no mesmo momento em que o Canadá iniciou medidas comerciais retaliatórias contra os Estados Unidos.

O país decidiu implementar medidas punitivas em bens americanos no valor de 16,6 bilhões de dólares canadenses (US$ 12,6 bilhões), incluindo produtos de aço, xarope de bordo e suco de laranja, a partir deste domingo. O governo também anunciou um pacote de ajuda de 2 bilhões de dólares canadenses para proteger os setores de aço e alumínio e indústrias relacionadas.

O Canadá se uniu à União Europeia e a China na adoção de retaliação aos Estados Unidos para responder a decisão americana de impor tarifas ao aço e alumínio.

Fonte: Exame

PRESIDENTE DA USIMINAS CRITICA ONDA DE PROTECIONISMO MUNDIAL NO AÇO

O presidente da Usiminas, Sérgio Leite de Andrade, criticou a onda protecionista que se alastra sobre o mercado siderúrgico internacional. “Vivemos em mundo em que os Estados Unidos deu a largada no protecionismo [no aço]”, disse o executivo, ao falar em seminário da Infoglobo que discute as exportações brasileiras, no Rio.

“Tivemos neste ano, em março, uma onda de protecionismo em nível mundial a partir da seção 232 dos Estados Unidos. E a partir do uso da seção americana, Trump [o presidente norte-americano Donald Trump] resolveu sobretaxar aço e alumínio em 25%. Brasil, Argentina e Coreia conseguiram negociar cotas. Mas o importante é dizer que a cota limita o mercado e nos traz a patamares [em termos de volumes] inferiores”, afirmou Andrade.

O executivo afirmou que a cota evidencia a questão do protecionismo. “Mas somos defensores da isononomia”, afirmou. Ele afirmou ainda que, além dos Estados Unidos, a Europa estuda salvaguardas sobre o aço e outros países também analisam medidas contra produtos siderúrgicos.

“Vivemos uma turbulência no mercado em nível mundial em que se configura um mercado com viés protecionista”, disse Andrade. E insistiu: “Somos contra o protecionismo e a favor da isonomia nas relações internacionais. Será que cabe um Brasil liberal em mundo protecionista?”

Na apresentação, ele mostrou estatísticas sobre o setor no Brasil e disse que a exportação brasileira de aço evoluiu, saindo de 8 milhões de toneladas, em 2013, para 15,3 milhões de toneladas em 2017. Os principais mercados do aço brasileiro são Estados Unidos, Alemanha, Argentina, Turquia e México.

Fonte: Valor

Demanda chinesa por aço permanecerá estável nos próximos cinco a 10 anos

A demanda de aço da China permanecerá estável nos próximos cinco a 10 anos, com consumo anual de aço bruto em torno de 700 milhões de toneladas, disse um representante de uma associação industrial em uma conferência nesta sexta-feira.

A demanda por setores de infraestrutura, como ferrovias, aeroportos e construção civil, e por fabricantes de automóveis e eletrodomésticos, deve aumentar em 2018, disse Wang Yingsheng, vice-secretário geral da Associação de Ferro e Aço da China.

O maior país siderúrgico do mundo consumiu 760 milhões de toneladas de aço bruto em 2017. Para este ano a previsão é que a China produza 867 milhões de toneladas de aço bruto.

Fonte: Reuters

APESAR DE RETRAÇÃO, EMPRESAS DE SUCATA METÁLICA MANTÉM CONTRATAÇÕES

As empresas de comércio atacadista de sucatas metálicas, matéria-prima usada na produção de aço, criaram 144 empregos formais em março, conforme os últimos dados disponíveis. Segundo o Instituto Nacional das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Inesfa), mesmo em meio à desaceleração da economia, há uma procura maior, no momento, pela sucata ferrosa por parte das siderúrgicas, que estão maximizando a produção de aço para atender ao mercado externo e potenciais setores da economia do País, como a indústria automobilística e a construção civil. A percepção, contudo, é de que a maior demanda seja pontual.

Fonte: O Estado SP

Redação On julho - 3 - 2018
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