Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2018






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

IPCA para 2018 sobe de 3,60% para 3,65%, prevê Focus

Os economistas do mercado financeiro elevaram a previsão para a inflação de 2018. O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, 4, pelo Banco Central (BC), mostra que a mediana para o IPCA este ano foi de 3,60% para 3,65%. Há um mês, estava em 3,49%. Já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,00% para 4,01%. Quatro semanas atrás, estava em 4,03%.

A projeção dos economistas para a inflação em 2018 está dentro da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). Para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%).

Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2018 no Focus seguiu em 3,24%. Para 2019, a estimativa do Top 5 seguiu em 3,75%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,40% e 4,00%, respectivamente.

Em 10 de maio passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) havia informado que o IPCA subiu apenas 0,22% em abril, abaixo do que era esperado pelo mercado. No acumulado do ano, o índice de preços avançou 0,92%.

Também com influência sobre as projeções de inflação do mercado, o dólar à vista acumula alta de 13,43% em 2018. Em meio ao avanço do dólar, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC manteve a Selic (a taxa básica de juros) em 6,50% ao ano no dia 16 de maio.

Há duas semanas, um novo fator começou a pesar sobre as projeções de preços: a greve dos caminhoneiros, que provocou desabastecimento em todo o País, com influência sobre os preços e a atividade.

No Focus divulgado nesta manhã, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 4,32% para 4,38% de uma semana para outra – há um mês, estava em 4,12%.

Entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para maio de 2018 seguiu em 0,30%. Um mês antes, estava em 0,32%. No caso de junho, a projeção passou de 0,35% para 0,40%, ante 0,26% de quatro semanas antes.

Preços administrados

O Relatório de Mercado Focus indicou elevação na projeção para os preços administrados em 2018. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador este ano foi de alta de 5,50% para aumento de 5,60%. Para 2019, a mediana seguiu com elevação de 4,50%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 5,00% para os preços administrados neste ano e elevação de 4,44% no próximo ano.

As projeções atuais do BC para os preços administrados indicam elevações de 5,7% em 2018 e 4,2% em 2019. Estes porcentuais foram atualizados na ata do último encontro do Copom, divulgada na última terça-feira, dia 29 de abril.

Outros índices

O relatório do BC mostrou, ainda, que a mediana das projeções do IGP-DI de 2018 seguiu em 5,81%. Há um mês, estava em 4,53%. No caso de 2019, o IGP-DI projetado foi de 4,30% para 4,31%, ante 4,26% de quatro semanas antes.

Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante afetados pelo desempenho do câmbio e pelos produtos de atacado, em especial os agrícolas. Nas últimas semanas, estes indicadores têm sido especialmente impactados pelo avanço firme do dólar ante o real.

Outro índice, o IGP-M, que é referência para o reajuste dos contratos de aluguel, foi de 5,53% para 6,06% nas projeções dos analistas para 2018. Quatro levantamentos antes, estava em 4,80%. Para 2019, a projeção foi de 4,46% para 4,45%, ante os mesmos 4,45% de quatro semanas atrás.

Já a mediana das previsões para o IPC-Fipe de 2018 seguiu em 2,54% no Focus. Um mês antes, a mediana das projeções do mercado para o IPC era de 2,90%. No caso de 2019, a projeção foi de 4,09% para 4,08%, ante 4,05% de um mês antes.

Fonte: Estado de Minas

Mercado diminui perspectiva para PIB

Além da greve dos caminhoneiros, a divulgação dos dados da economia no primeiro trimestre impulsionou mais uma redução significativa na previsão do mercado financeiro para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano.
Conforme o relatório Focus, divulgado ontem (4) pelo Banco Central (BC), os analistas consultados pela autoridade monetária diminuíram de 2,37% para 2,18% a expectativa de crescimento econômico de 2018.
No documento anterior, sem a divulgação de que o PIB subiu apenas 0,4% nos primeiros três meses deste ano, as estimativas haviam passado de 2,50% para 2,37%, reflexo da paralisação dos caminhoneiros em todo o País. Os bloqueios e manifestações nas rodovias brasileiras duraram mais de 10 dias e prejudicaram todos os setores, inclusive o de saúde. Por outro lado, as mudanças para baixo nas projeções do mercado financeiro em relação ao PIB foram feitas por cinco semanas seguidas. Há um mês, a perspectiva de expansão estava em 2,70%, após frustrações de resultados dos indicadores econômicos.
Já para 2019, os economistas aguardam alta de 3% na geração de riquezas do Brasil. No caso da perspectiva para a produção industrial, as análises foram mantidas em aumento de 3,80% para este ano, e em 3,50% para 2019.Ainda sobre a balança comercial, que também sofreu com os bloqueios nas rodovias no mês passado, os prognósticos passaram de US$ 57,15 bilhões para US$ 57 bilhões em 2018, e de US$ 49,80 bilhões para US$ 49,30 bilhões no fechamento de 2019. Inflação A greve dos caminhoneiros resultou em escassez de alimentos e insumos para a produção.
Com este componente, os analistas consultados pelo BC aumentaram, pela terceira vez seguida, a estimativa para a inflação oficial deste ano, medida pelo Índice Nacional de Preços (IPCA).A expectativa do indicador, divulgado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), passou de 3,60% para 3,65% para o final de 2018. Há um mês, estava 3,49%. Mesmo assim, se confirmado, o resultado estaria dentro da meta para este ano, de 4,5% – com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (entre 3% e 6%).Para 2019, a previsão para o IPCA teve ligeira alta de 4% para 4,01%.
A meta para o ano que vem é de 4,25%, também com margem de 1,5 ponto (entre 2,75% e 5,75%). Com relação à taxa básica de juros (Selic), o mercado não mudou, nesta semana, a estimativa para o fechamento deste ano. Segundo o relatório Focus, a Selic terminará em 6,5%, patamar atual. Para 2019, também permaneceu em 8%. No último mês, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado ao manter a taxa de juros em 6,5%. A maior parte dos economistas esperava uma queda de 0,25 ponto percentual na Selic, para 6,25% ao ano.

Fonte: Reuters

IPC-Fipe sobe 0,19% em maio e acumula inflação de 1,54% em 12 meses

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,19% em maio, revertendo queda de 0,03% em abril e ganhando força em relação à alta marginal de 0,01% observada na terceira quadrissemana do mês passado, segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,19% em maio, revertendo queda de 0,03% em abril e ganhando força em relação à alta marginal de 0,01% observada na terceira quadrissemana do mês passado, segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
O resultado de maio ficou perto do teto de 12 estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, que iam de estabilidade a alta de 0,20%, e acima da mediana, de +0,11%.
Entre janeiro e maio, o IPC-Fipe registrou avanço de 0,22%. No período de 12 meses até maio, o índice acumulou inflação de 1,54%.Em maio, migraram para inflação ou ganharam força os segmentos de Alimentação (de -0,10% em abril para 0,62% no mês passado), Transportes (de 0,05% para 0,59%) e Despesas Pessoais (de -0,27% para 0,32%).Por outro lado, ampliou deflação o item Habitação (de -0,13% para -0,35%), passou a mostrar deflação o segmento de Vestuário (de 0,15% para -0,10%) e subiram com menos intensidade as categorias Saúde (de 0,91% para 0,49%) e Educação (de 0,11% para 0,05%).Veja abaixo como ficaram os itens que compõem o IPC-Fipe em maio:- Habitação: -0,35%- Alimentação: 0,62%- Transportes: 0,59%- Despesas Pessoais: 0,32%- Saúde: 0,49%- Vestuário: -0,10%- Educação: 0,05%- Índice Geral: 0,19%.

Fonte: O Estado de São Paulo

Vendas do comércio em abril subiram 0,3%

As vendas totais do varejo brasileiro em abril, excluídos negócios de automóveis e materiais de construção, avançaram 0,3% sobre um ano antes, constatou o indicador de varejo SpendingPulse.
O estudo, feito pela Mastercard, aponta ainda que a média das vendas entre fevereiro e abril foi 2,6% superior ao verificado no período equivalente do ano anterior.
Os destaques para o mês ficaram com os setores de móveis e eletrodomésticos; supermercados; farmácias; material de construção, além de artigos de uso pessoal e doméstico, aponta a Mastercard em nota.Na mesma base de comparação, o e-commerce registrou alta de 27,5%. No varejo online, diz a empresa, os setores de eletrônicos, móveis e artigos farmacêuticos apresentaram desempenho superior à média do canal de distribuição. Na outra ponta, as vendas de vestuários e hobby & livraria ficaram abaixo do crescimento do canal.
O economista-chefe da Mastercard Advisors no Brasil, César Fukushima, atribuiu o desempenho menos intenso a uma antecipação das compras de Páscoa. “Como comemoramos a Páscoa no início de abril, muitos consumidores adiantaram suas compras em março”, disse, ressaltando o fato do feriado de Tiradentes ter caído num fim de semana.Para a Mastercard, as vendas devem continuar em ritmo “modesto”. “Para os próximos meses, a perspectiva também é de leve crescimento, uma vez que o resultado das vendas no varejo segue impactado pela alta taxa de desemprego no país e pela instabilidade do ambiente econômico atual.”Na análise por regiões, Norte (1,7%), Nordeste (1%), Sul (1,7%) e Sudeste (0,4%) tiveram desempenho acima da média na comparação do resultado interanual O Centro-Oeste foi a única região que ficou abaixo da média e também em terreno negativo (- 3,4%) na mesma base de comparação.

Fonte: DCI

Governo calcula gastos de R$ 30 bi para segurar preço dos combustíveis

Subsidiar o preço do diesel, da gasolina e do gás de cozinha para evitar que os reajustes da Petrobrás sejam repassados totalmente à população custaria R$ 30 bilhões ao Tesouro Nacional até o fim do ano, segundo interlocutores do presidente Michel Temer. Esse é um desejo de parte do governo, que teme que a insatisfação popular com a alta dos combustíveis não acabe mesmo com o desconto no preço do diesel, que atendeu à reivindicação dos caminhoneiros.
A ideia em estudo por uma ala do governo é criar um “colchão tributário” para amortecer aumentos elevados no preço dos combustíveis diante de altas expressivas do barril de petróleo e do dólar. Seria algo semelhante ao que foi feito com o diesel: os reajustes passaram a ser mensais e a Petrobrás deixou de repassar ao consumidor todo o aumento. A diferença – para não prejudicar a estatal – é coberta pela União. Segundo fontes do Palácio do Planalto, no entanto, não há espaço para cobrir essas despesas remanejando recursos do Orçamento.
Do total de R$ 30 bilhões, R$ 13,5 bilhões devem cobrir os subsídios do diesel. Para compensá-los, o governo aumentou o número de setores que voltaram a pagar imposto sobre a folha de pagamento, quase extinguiu incentivos a exportadores e reduziu benefícios tributários à indústria química e de bebidas. Para diminuir o preço da gasolina, seriam necessários outros R$ 13 bilhões. O gás mais barato consumiria R$ 4 bilhões dos cofres públicos.
 O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, defende abertamente esse “seguro” e foi responsável por criar um grupo de trabalho para a criação de uma “política de amortecimento dos preços dos combustíveis ao consumidor”. A primeira reunião do grupo foi feita sexta-feira, 1, quando Pedro Parente pediu demissão do comando da estatal depois de sofrer pressão para alterar a política de preços da companhia.
 O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, admitiu que poderá haver mudanças na periodicidade de repasse para os usuários do preço dos combustíveis. Reiterou, no entanto, que não haverá mudança na política de preços da Petrobrás. “A política de preços da Petrobrás está preservada e não se mexe.
“Segundo Padilha, o grupo de trabalho tem de encontrar uma solução sem que a política de preços dos combustíveis seja alterada, respeitando os parâmetros do preço internacional e do dólar.
Na segunda-feira, 04, em reunião de avaliação no Planalto, o governo reconheceu que a crise foi “muito grave” e, apesar de ela estar equacionada, há uma tensão no ar. O governo teme novas pressões, agora por parte da população em geral, contra os reajustes diários da gasolina. Há uma insatisfação também com o preço do gás, que continua alto para os consumidores, apesar de a estatal ter mudado a periodicidade dos reajustes.
De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), as distribuidoras são as principais responsáveis pela falta de repasses. Com dois cortes promovidos pela Petrobrás neste ano, o preço do produto nas refinarias acumula queda de 9,2% no ano. No período, porém, o preço médio do botijão de 13 kg caiu apenas 0,3%. O preço médio do botijão é de R$ 66,87. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: O Estado de São Paulo

Paralisação reduz expectativa sobre PIB

Economistas de instituições financeiras voltaram a reduzir com força suas expectativas para o crescimento da economia brasileira este ano, após dez dias de greve de caminhoneiros que parou o país, elevando também as projeções para a inflação.

A pesquisa Focus do Banco Central, com mais de cem bancos e consultorias, divulgada ontem, mostrou que a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 caiu de 2,37% na semana anterior para 2,18% agora, na quinta redução seguida. Para o ano que vem, permanece a estimativa de crescimento de 3%.

A greve dos caminhoneiros terminou na semana passada após dez dias de bloqueios e manifestações por rodovias de todo o país, provocando desabastecimento generalizado e afetando diversos setores da economia. Voos foram cancelados, filas gigantescas se formaram em postos de gasolina, e muitas empresas chegaram a interromper a produção. Somam-se a isso os números do primeiro trimestre da economia, que não foram os esperados, depois que o IBGE divulgou o resultado do PIB do início do ano. Houve alta de 0,4% frente ao quarto trimestre de 2017, mas o desempenho frente ao início do ano passado desacelerou. Passou de alta de 2,1% no fim de 2017 para 1,2% no primeiro trimestre de 2018. Boa parte do avanço veio do setor agropecuário, que não deve repetir os resultados nos próximos trimestres.

A paralisação provocou escassez de alimentos e outros insumos, e os preços subiram. Por isso, as previsões para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiram pela terceira semana seguida, chegando a 3,65%. No levantamento anterior, a projeção fora de 3,60%. Para 2019, subiu de 4% para 4,01%.

As estimativas para o dólar também subiram para R$ 3,50, tanto para 2018 quanto para 2019, ante respectivamente R$ 3,48 e R$ 3,47 na semana anterior. Para a taxa básica de juros, mantiveram-se as expectativas de que a Selic termine o ano a 6,5%, indo a 8% no fim de 2019, mesmos cálculos do Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões.

Fonte: O Globo

Mercado reduz projeção para PIB mais uma vez

Em meio à desconfiança na retomada da atividade, os economistas do mercado financeiro voltaram a reduzir suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2018. O Relatório de Mercado Focus do Banco Central, divulgado ontem, mostrou que a projeção de crescimento este ano passou de 2,37% para 2,18%. Foi a quinta semana consecutiva de baixa nas estimativas.

A greve dos caminhoneiros, que provocou desabastecimento e paralisou a atividade em vários setores nas últimas semanas, foi apenas o fator negativo mais recente para o PIB brasileiro. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já havia divulgado um crescimento de apenas 0,4% do PIB no primeiro trimestre deste ano, ante o quarto trimestre de 2017. Com o número sobre a mesa, muitos profissionais passaram a estimar um PIB mais próximo de 2% este ano.

O Sistema de Expectativas de Mercado do Focus mostrou ontem que, entre as instituições que abastecem o relatório com projeções, pelo menos uma delas já trabalha com uma alta de apenas 1,20% do PIB em 2018. Se confirmado, o resultado será decepcionante, já que o governo chegou a citar no ano passado um crescimento de 3% ou mais este ano. Atualmente, a estimativa do Banco Central é de avanço de 2,6%, enquanto o Ministério da Fazenda trabalha com 2,5%.

O Focus mostrou ainda que o horizonte para o PIB não é muito melhor nos próximos anos. Os economistas projetam um crescimento de 3% para a economia em 2019, mas de apenas 2,50% em 2020, 2021 e 2022.

Com a atividade em marcha lenta, as projeções também indicam uma inflação controlada nos próximos anos. A estimativa do mercado para o IPCA – o índice oficial de inflação – em 2018 passou de 3,60% para 3,65%. Apesar da alta, o porcentual projetado ainda está abaixo do centro da meta de inflação perseguida pelo BC este ano, de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (inflação entre 3,0% e 6,0%). No caso de 2019, os economistas projetam um IPCA de 4,01%.

Juros. O relatório Focus mostrou ainda que o mercado financeiro espera que a Selic (a taxa básica da economia), atualmente em 6,50% ao ano, permaneça neste patamar até junho de 2019, quando o BC daria início a um novo ciclo de alta dos juros. A projeção é de que a Selic suba de 6,50% para 6,75% em junho do próximo ano. Depois disso, a taxa passaria para 7,00% em julho, 7,25% em agosto, 7,50% em setembro, 7,75% em outubro e 8,00% em novembro de 2019.

Fonte: O Estado SP

Redação On junho - 5 - 2018
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.