Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2018






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Indústria é que vai pagar contas das medidas tributárias, diz presidente da CNI

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, avaliou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que a indústria é o setor que vai pagar a conta das medidas tributárias anunciadas nesta quinta-feira, 31, para bancar o diesel mais barato para os caminhoneiros.

“O problema é que o governo está querendo pagar a conta do subsídio ao diesel tirando incentivos muito importantes para a indústria. E sempre ela que está sendo penalizada”, afirmou que está em trânsito para Genebra, onde participará de uma reunião da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Robson Andrade ressaltou que a indústria paga 32% dos impostos federais e chegou a sugerir que as medidas atingissem outros setores que pagam menos tributos, como a agricultura.”Temos alertado o governo. A CNI teve uma reunião hoje com o governo mostrando os prejuízos que a indústria teve. Isso (as medidas) vai piorar muito a situação das empresas que exportam”, criticou.Na sua avaliação, as exportações têm contratos de longo prazo e a subida do dólar muitas vezes não impacta como deveria as vendas externas. “Os exportadores não podem fazer o preço de um contrato baseado numa especulação do dólar que subiu um pouco”, disse.

Fonte: DCI

Indústria naval prevê retomada ainda em 2018

 A indústria naval brasileira prevê retomar o fôlego a partir de junho, quando deve ser publicada medida provisória, pelo governo federal, que permitirá a destinação de recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para que a Marinha do Brasil encomende embarcações a estaleiros do país. De acordo com o Sinaval (SIndicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore), há expectativa para a contratação de quatro corvetas e 20 navios patrulha. O FMM, do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, já financiou R$ 9,39 bilhões, de 2010 até hoje, para a construção de 27 embarcações de cabotagem. Atualmente, tem recursos investidos em seis embarcações dessa modalidade que estão em construção.

Outra sinalização positiva veio da Petrobras, em entrevista recente ao jornal O Globo, o diretor de desenvolvimento da produção e tecnologia da Petrobras, Hugo Repsold, apontou que a empresa considera contratar estaleiros nacionais para ter plataformas próprias. “Não estávamos tendo unidades próprias por uma questão financeira. Nossa meta é desalavancar (reduzir a dívida) a companhia, ter um bom fluxo de caixa ano que vem e então vamos voltar a fazer unidades próprias”, disse Repsold.

O reaquecimento da indústria naval e offshore estará no centro dos debates da 15ª Marintec South America, que será realizada de 14 a 16 de agosto, das 13 às 20 horas, no Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro (RJ).

A edição deste ano contará com mais de 80 marcas, de 10 países, representantes dos segmentos de sistemas mecânicos e auxiliares; construção naval, retrofit e manutenção; propulsão e sistema de manobra e curso; eletrônicos, comunicação e equipamentos especiais; plataforma e segurança; serviços marítimos; sistema de movimentação de carga e tecnologia offshore e marítima.

Fonte: Usinagem-Brasil

Após greve, produção de cimento deve se normalizar em três semanas

Distribuição do produto também foi afetada pela paralisação de caminhoneiros, com apenas 5% da produção de cimento entregue nos destinos no auge da manifestação

O Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) estima que a produção nas fábricas cimenteiras leve pelo menos três semanas para voltar ao funcionamento normal após o fim da greve dos caminhoneiros.

Segundo a entidade, o estoque de matérias-primas apresentou baixas e há risco das que estão nos caminhões não poderem ser mais utilizadas, uma vez que necessitam de condições especiais de armazenagem.

A distribuição do produto também foi fortemente afetada pela paralisação nos últimos dias. Segundo o SNIC, somente 5% da produção chegou ao seu destino no auge da manifestação. Cerca de 200 mil toneladas de cimento são distribuídas por dia e cerca de 96% da entrega é feita por transporte rodoviário.

Além dos impactos nas cimenteiras, a instituição alertou para os desdobramentos da paralisação no setor da construção civil, diretamente a manutenção dos empregos da indústria da construção.

Fonte: AECWeb

Montadoras de veículos vão retomar produção de veículos na 2ª-feira, diz Anfavea

As montadoras de veículos do Brasil vão começar a retomar a produção de veículos a partir da próxima segunda-feira, após ficarem paradas pela greve dos caminhoneiros desde o dia 25 deste mês, informou nesta quarta-feira a Anfavea, associação que representa o setor.

“A maioria das empresas retoma a produção de veículos, de maneira gradual, a partir de segunda-feira”, afirmou a entidade em comunicado, sem dar detalhes sobre produção perdida nos dias de paralisação.

A Anfavea representa 27 montadoras de veículos e máquinas agrícolas no país. De janeiro a abril, a produção de veículos tinha subido 21 por cento sobre um ano antes.

Na terça-feira, o presidente da Anfavea, Antonio Megale, estimou que a paralisação deverá reduzir as exportações de veículos do país em 10 mil a 20 mil unidades em maio e comprometer a meta de exportação de 800 mil veículos este ano. O executivo comentou ainda que os números de produção e vendas de modelos novos em maio serão “inevitavelmente impactados pela greve dos caminhoneiros”.

Enquanto isso, os cegonheiros, responsáveis pelo transporte dos veículos prontos a concessionárias ou portos de embarque para exportação, iniciaram nesta quarta-feira a retomada de suas atividades.

O sindicato que representa grande parte da categoria, Sinaceg, informou que os caminhões com veículos “estão rodando nas estradas, especialmente em locais de curta distância e onde há postos de combustível com diesel”. A estimativa da entidade é que as operações voltem ao normal em até 48 horas.

Na véspera, o presidente da entidade, Elias Fazan, afirmou que apenas na região do ABC paulista, grande polo produtor de veículos do Brasil, 1.400 caminhões cegonha carregados com uma média de 11 carros novos cada estavam esperando a normalização das estradas e do abastecimento de combustível para seguirem viagem.

Fonte: Reuters

Acompanhe a transformação das montadoras nas trilhas da Indústria 4.0

Acelerando nas trilhas da Indústria 4.0, as montadoras estão cada vez mais inteligentes e conectadas – ao mesmo tempo, mais produtivas. Robôs executam funções específicas em linhas de montagem desde os anos 80. Não são mais novidade. Hoje, uma nova transformação começa a dar uma “vida digital” a toda fábrica.

Conectados e monitorados por diversos tipos de sensores, os braços robóticos que, no início, tinham funções restritas e muito específicas, agora são capazes de se comunicar entre si trocando dados e informações. Em linhas de montagem como esta, a Internet das Coisas já é realidade há algum tempo.

Voltando um pouco na história, o conceito de linha de produção foi criado por Henry Ford, ainda no início do século 20. Cada estação de trabalho é responsável por uma parte do novo veículo. O conceito continua! Mas mesmo em fábricas gigantescas e antigas como esta da Volkswagen, em Wolfsburg, na Alemanha, grande parte dos humanos foi substituída por máquinas. Ainda assim, mais de 70 mil pessoas trabalham ali dentro. A produção segue a todo vapor: 3000 mil novos carros são produzidos todos os dias!

O primeiro passo dessa transformação começou com a digitalização do chão de fábrica. Um modelo virtual completo da fábrica – incluindo seus processos – é produzido através de softwares específicos de projeção em 3D. Na tela é possível simular virtualmente qualquer etapa da produção; seja um novo produto ou até questões de infraestrutura da fábrica. Tudo em minuciosos detalhes e propriedades físicas idênticas às reais. Testar no virtual garante que a manufatura evite erros. Isso sem contar com o fim da necessidade de parar a linha de produção para realizar qualquer tipo de teste.

Os robôs operam desde o primeiro momento, quando cada peça do carro é produzida. Na funilaria, sem qualquer intervenção humana, esses braços mecânicos dão forma ao aço. Nas montadoras 4.0, mais do que conversar entre si, as máquinas também tomam decisões de forma autônoma. Os robôs quase sempre acertam; e, quando erram, avisam! Cada peça de um veículo que passa pela linha de produção é identificada com sensores de rádio frequência ou códigos bidimensionais. Isso permite que, em tempo real, sem parar a linha, cada carro seja montado diferente de outro dentro de uma mesma linha de produção – tudo sem atraso ou perda de tempo.

Em algumas situações, a automação é tão extrema que o homem sequer chega perto. Um exemplo é o momento da solda das peças do veículo. Cada carro tem, em média, entre 6 e 8 mil pontos de solda. Sensores a laser avaliam cada ponto um a um. As máquinas então “conversam” e cruzam dados; juntas, decidem se o veículo está pronto para a próxima etapa. Se verificarem que sim, ele segue; se não, a linha simplesmente para.

Mesmo nas etapas que o ser humano precisa colocar a mão na massa, a tecnologia está lá não só para facilitar, mas para acompanhar e monitorar todo o processo. Aqui, esta ferramenta inteligente é usada para apertar os parafusos da carroceria. Um monitor mostra ao funcionário exatamente qual é a operação que ele precisa executar. A ferramenta também se calibra automaticamente para aplicar o torque correto a cada parafuso. O operário só precisa levar a ferramenta até o lugar certo e deixar que ela faça o seu trabalho.

Interessante é que modernização das fábricas, além de automatizar e conectar tudo, foca também na qualidade de vida do trabalhador e até facilita seu treinamento. Um modelo 3D do carro ajuda os funcionários a se familiarizarem com os processos de montagem antes mesmo de colocar os pés dentro da fábrica. Já na linha de montagem, quando o operador precisa ficar muito tempo em uma posição desconfortável, exoesqueletos são usados para garantir conforto e ergonomia na hora do trabalho.

Nas montadoras, homens e máquinas inteligentes já aprenderam a conviver em harmonia. Mas se a evolução continuar nesse ritmo, nada impede que, em mais alguns anos, ninguém mais precise sequer entrar em uma fábrica e que automóveis – mais do que autônomos – sejam capazes de se montarem sozinhos. Já pensou?!…

Fonte: Olhar Digital

Regularidade é a expectativa da maioria na indústria de materiais de construção, indica “Termômetro” da ABRAMAT

A ABRAMAT (Associação Brasileira das Indústrias dos Materiais de Construção) divulga nessa segunda-feira nova edição de seu estudo do Termômetro. A pesquisa, feita entre os associados para determinar o grau de otimismo e pretensões de investimento futuras, aponta para uma expectativa regular, ou seja, nem positiva e nem negativa, para a maioria dos entrevistados. As percepções decorrentes das consequências da recente greve dos caminhoneiros devem ser capturadas na próxima edição.

Vendas ao mercado interno:

Nas vendas ao mercado interno, filão que representa a maior parte do faturamento das associadas, a avaliação foi majoritariamente regular. 59% das empresas consideraram maio um mês “regular”. Indicaram o mesmo período como “bom” 27% das empresas, em detrimento de 09% que indicaram vendas “ruins” e de 05% que declararam desempenho “muito ruim”. Para junho, nota-se tendência de diminuição de impressões negativas e aumento na percepção “regular”, sendo essa a resposta de 68% dos entrevistados quando perguntados sobre a expectativa para o próximo mês.

Expectativa das ações governamentais e pretensão de investimentos:

Quando a questão lidava com a expectativa de ações governamentais, a tendência neutra se manteve. 77% das associadas enxerga com “indiferentes” as expectativas sobre ações governamentais para os próximos meses. O cenário eleitoral que leva a uma estagnação das obras de infraestrutura, somada aos recentes resultados positivos das vendas de material de construção no varejo fazem com que o olhar do empresariado esteja mais atento às vendas de reposição de estoque das lojas de materiais de construção do que necessariamente às grandes vendas ao governo, incorporadoras e construtoras.

O arrefecimento das expectativas positivas que eram maiores no início do ano se refletem na expectativa de investimento no médio prazo. Em maio de 2018, 55% das empresas que compõem a ABRAMAT indicaram ter pretensão de investir em sua capacidade produtiva, seja pela expansão, ou modernização dos meios de produção. O resultado é 10 pontos percentuais menor do que o observado mês passado, registrando o primeiro resultado mensal do ano abaixo dos 60%.

Fonte: CIMM

Redação On junho - 4 - 2018
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