Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 18 de Dezembro de 2018






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Montadoras seguem sem produzir

 As montadoras continuam paradas por causa da falta de peças provocada pelo movimento dos caminhoneiros, o que afeta a distribuição de veículos e peças para as redes de concessionárias e também as vendas externas. A Toyota, por exemplo, informa que paralisou as operações de exportação.
Outras empresas também confirmam que os negócios externos estão prejudicados, como a General Motors, sem revelar, no entanto, maiores detalhes. A Mercedes-Benz, que enfrentou greve em sua planta de São Bernardo do Campo, SP, até quarta-feira, 23, concedeu licença remunerada aos que trabalham nas áreas ligadas à produção nesta segunda-feira, 28.

A Scania, com fábrica também em São Bernardo do Campo, está paralisada desde a quinta-feira, 24. A montadora informa que fará uso do acordo de flexibilidade firmado com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC para compensar os dias parados. A Iveco revelou que optou por parada técnica na manufatura em Sete Lagoas, MG, “com compensação futura”.

No caso da Toyota, a produção já tinha sido suspensa nas plantas de Sorocaba e Indaiatuba, no interior paulista, na semana passada e na segunda-feira, 28, foram afetadas as operações de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e da unidade de motores de Porto Feliz (SP).

A Hyundai também está parada. A ideia da empresa, segundo nota divulgada ontem, é voltar na quarta-feira, 30, caso seja reestabelecido o fluxo de abastecimento. A Anfavea reafirmou ontem que todas as montadoras foram afetadas e que não há produção de veículos no País.

A entidade não revela números relativos à produção. Mas considerando as vendas de veículos produzidos internamente e as exportações de abril, saíram das linhas de montagem cerca de 260 mil unidades no mês. Por dia útil, a média é de quase 12,4 mil veículos. Considerando três dias de paralisação, seriam mais de 37 mil unidades.

Com relação ao varejo, fonte do setor informa que assim como no comércio em geral o movimento caiu drasticamente nas concessionárias, tanto nas lojas como nas oficinas. Quem tem combustível está preferindo economizar, adiando tudo que não for essencial no momento.

Mesmo quem adquiriu um carro novo e já conseguiu emplacá-lo não tem como retirá-lo da concessionária por falta de condições de encher o tanque. O número de emplacamentos, que estava entre 10 mil e 11 mil por dia, caiu para 8 mil na sexta-feira, 25.

Fonte: AutoIndústria

CSN quer vender fábrica em Portugal

A brasileira Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) quer vender os activos que tem em Portugal. Em causa está a Lusosider, uma fábrica em Paio Pires, no Seixal

“Estamos em negociações para vender os nossos activos portugueses”, revelou o presidente executiva da CSN, Benjamin Steinbruch, em entrevista telefónica à Bloomberg. O responsável reafirma assim o que já tinha indicado no dia 15 de Maio.

Em causa está a Lusosider, com sede e fábrica em Paio Pires, no Seixal. A venda desta unidade poderá render à CSN entre 300 milhões e 500 milhões de dólares, de acordo com o Valor Econômico, que cita cálculos da XP Investimentos.

O objectivo é que a venda da unidade esteja concluída até ao final do ano.

A unidade portuguesa, de acordo com a informação que consta no site, tem “uma capacidade de produção de 500 mil toneladas por ano de produtos planos”. Estes produtos são usados na construção civil, na indústria de mobiliário metálico, na indústria de embalagens e no sector automóvel. A Lusosider foi criada em 1996 e “a única indústria portuguesa do sector siderúrgico que produz e comercializa aços planos com revestimento anti-corrosão”.

Benjamin Steinbruch está a pôr em prática um plano de desinvestimentos, que inclui a venda da operação nos EUA à Steel Dynamics, por cerca de 400 milhões de dólares.

O responsável revelou ainda à Bloomberg que a CSN vai vender as acções preferenciais que detém na rival Usiminas “assim que o preço for adequado”. Segundo o Valor Econômico, a CSN detém 1,3 mil milhões de reais em capital da Usiminas.

Fonte: Jornal de Negócios

 

Gerdau: Ágio resultante de reorganização societária pode ser abatido de impostos

 É lícito que uma empresa use da reorganização societária para diminuir seu passivo tributário. Com este entendimento, o juiz Thiago Scherer, da 16ª Vara Federal de Porto Alegre, acolheu recurso da siderúrgica Gerdau e anulou sanção imposta pelo Conselho Administrativo dos Recursos Fiscais (Carf) à empresa. “O cidadão e as empresas são, perante a lei, contribuintes, e não devotos do Estado, a ponto de se submeterem a quaisquer imposições ilegítimas”, escreveu o juiz.

A empresa registrou como prejuízo a “receita” gerada pelo ágio resultante da incorporação de uma empresa do mesmo grupo societário. Nesses casos, ágio é o valor pago a mais numa operação de fusão ou aquisição com base na expectativa de valorização da companhia comprada. Essa operação pode ser registrada como despesa, o que reduz o valor de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido.

A decisão é um capítulo favorável aos contribuintes na disputa da Receita Federal contra a Lei 9.532/1997. A norma, editada durante o governo Fernando Henrique Cardoso para estimular a privatização de estatais, permite que empresas abatam de IRPJ e CSLL o ágio pago nas compras das estatais, com base no cálculo da valorização.

Pelo menos desde 2008, o Fisco vem defendendo que esse abatimento só seria permitido em operações de compras, e não de incorporações com o objetivo de reorganização societária. Nesses casos, diz a Receita, o que há é “ágio interno”, uma operação “sem fim negocial”, feita apenas para pagar menos impostos.

Tributaristas, entretanto, afirmam que a tese da Receita declara ilegal o que a lei não proíbe, e por isso não faz sentido.

O Conselho Superior de Recursos Fiscais, última instância interna do Carf, já decidiu a favor da tese da Fazenda. Mas, segundo o juiz Scherer, as empresas são livres para utilizar brechas e lacunas da lei que possibilitem manobras legais para pagar menos impostos.

Na opinião do magistrado, a Receita pretende, com a tese, confundir elisão fiscal (planejamento para pagar menos tributos) com evasão (deixar de cumprir obrigações tributárias por desídia) para aumentar a arrecadação. “Não se pode confundir elisão com evasão fiscal, diferenciadas pela adoção de uma conduta lícita ou ilícita, respectivamente, para atenuar o passivo tributário”, explicou. “Tampouco se poderia admitir tributação por uma interpretação tendenciosa ou voluntarista da legislação tributária.”

“Pelo contrário, o nosso sistema jurídico resguarda liberdade empresarial para a organização dos negócios, inclusive para a exploração de lacunas ou brechas legais que possibilitem economia lícita de tributos. Ao mesmo tempo que o contribuinte não pode se esquivar da cogência da lei tributária, utilizando-se de artimanhas, malícias, fraudes, simulações, dissimulações ou abuso, também não é exigido que pague mais tributos do que legalmente exigido.”

clique aqui para ler a decisão

A decisão teve repercussão no meio empresarial e tributaristas analisaram a sentença e as implicações do caso:

Fernando Moura, do Sacha Calmon-Misabel Derzi Consultores e Advogados 
“A decisão é duplamente importante. De um lado, porque estabelece a juridicidade do conceito de ágio para fins tributários, afastando considerações de ordem econômica e/ou contábil. De outro lado, porque reconhece o direito do contribuir de melhor organizar as suas atividades, ainda que com a finalidade de reduzir os tributos incidentes sobre a sua operação.”

Geraldo Mascarenhas Diniz, Chenut Oliveira Santiago Advogados 
“O processo administrativo da Gerdau é amplamente conhecido, em função dos debates que despertou no CARF, que decidiu por voto de qualidade em desfavor do contribuinte. A sentença judicial tem grande relevância não somente porque favorável aos contribuintes, mas por trazer por fundamento principal o entendimento segundo o qual bastaria não haver práticas reconhecidamente ilícitas nas operações societárias, mesmo quando realizadas entre partes “dependentes”, para que seja juridicamente possível a amortização do ágio “interno” no saldo devedor do IRPJ e da CSLL. Fato é que o tema ainda despertará grandes debates em sede judicial, tendo em vista sua relevância nas operações societárias e a variedade de estruturas de cada uma delas.”

Ricardo Maitto Silveira, Rayes & Fagundes Advogados Associados
“O aspecto mais positivo da decisão, porém, é reforçar a ideia de que os contribuintes têm o direito de adotar práticas de planejamento tributário para reduzir o seu passivo tributário, desde que tais práticas não representem violação frontal à lei (fraude, simulação etc.). Essa linha de pensamento é muito importante para o debate em torno do aproveitamento fiscal do ágio, já que esclarece que a realização de operações com motivação exclusivamente tributária, mesmo sem propósito negocial, não são contrárias à lei.”

José Henrique Longo, PLKC Advogados
“A decisão se mostra de grande relevância, sendo um verdadeiro marco para o deslinde de uma questão que certamente representa um dos maiores contenciosos tributários do Brasil. Felizmente, parece que o Judiciário, ao contrário da prática reiterada do CARF, irá aplicar o comando da Lei.”

Rafael Palma Bifano, PLKC Advogados
“A Lei 9.532/97 trouxe uma regra tributária que permitiu antecipar a dedução de ágio pago, implicando em redução da carga tributária temporal. Descontente com reflexo tributário, a RFB buscou limitar as vantagens concedidas pela norma por meio de critérios extralegais. O CARF vem mantendo os lançamentos de ofício elaborados pela RFB sem base legal. É sofrível que tenha levado mais de vinte anos para que a confirmação de algo que é claro no  dispositivo legal. Isso certamente prejudicou muitos contribuintes que acreditaram no benefício legal e abalou a segurança jurídica no ambiente econômico brasileiro.”

Leonardo Castro, Costa Tavares Paes Advogados
“Excetuado o objetivo arrecadatório da Fazenda Nacional, não há fundamentação jurídica suficiente para suportar entendimento contrário ao da decisão da Vara Federal de Porto Alegre no caso em questão, que agiu bem no julgamento do mérito. Resta esperar que o Poder Judiciário, mas instâncias superiores, também aplique a Constituição Federal de forma correta neste caso.”

Fonte: Consultor Jurídico

GM aposta em carros que rodam no Brasil e na Argentina com mesmo motor

Spin será o primeiro modelo brasileiro apto a rodar com gasolina brasileira e argentina. E se depender de Carlos Zarlenga, presidente da General Motors Mercosul, essa tecnologia será estendida aos futuros modelos da marca.

“Estamos impulsionando a unificação das normas no Mercosul, até porque vemos isso como requisito para melhorar nossa competitividade, além de ajudar na produção e exportação”, declarou o executivo.

Otimista com um desfecho positivo para a empresa, Zarlenga disse que o presidente da Argentina está trabalhando em conjunto com as associações de fabricantes de Brasil e Argentina para chegar a um consenso rapidamente.

“Estamos apenas discutindo a padronização das normas de emissões, permitindo que um carro feito na Argentina possa ser vendido no Brasil e vice-versa. Diria que o presidente (Mauricio) Macri já falou sobre a importância disso, e o governo daqui nos apoia, assim como a Anfavea, Adefa (associação das fabricantes argentinas) e demais montadoras. Nossa ideia é que os próximos lançamentos sejam unificados para o Mercosul, e, se isso não acontecer em breve, será para um futuro próximo”, garantiu.

Velho conhecido

Além de facilitar a comercialização dos veículos em diversos mercados, a venda de veículos com motores unificados para países do Mercosul representa maior economia de custos e possibilidade de aumento na demanda, principalmente no país vizinho.

Motor será o veterano 1.8 SPE/4 Eco (antigamente chamado de EconoFlex), mas sua central eletrônica agora estará apta a funcionar com qualquer gasolina ou mistura de gasolina e etanol oficiais, seja no Brasil ou em outro país do Mercosul, notadamente a Argentina, destino prioritário em termos de exportação.

Assim, haverá calibração automática para receber tanto E10 (padrão argentino de gasolina, com 10% de etanol) quanto E27 (padrão brasileiro, com adição de 27% de etanol), além do etanol E95 (etanol hidratado).

Potência deve ser mantida próxima aos atuais 106/111 cv para o mercado brasileiro (gasolina/etanol), sendo 16,8/17,7 kgfm de torque. Na Argentina, onde o teor maior de gasolina reduz índices de desempenho, dados são de 105 cv e 16,4 kgfm.

Fonte: UOL

WEG anuncia investimento milionário em Linhares

Com a ampliação e modernização do complexo fabril, a estimativa é que sejam gerados 500 postos de trabalho diretos, além dos indiretos

A empresa WEG Motores anunciou na manhã desta terça-feira (29) um investimento de R$ 140 milhões, no período de 2018 a 2022, na filial localizada em Linhares. Com a ampliação e modernização do complexo, a estimativa é que sejam gerados 500 postos de trabalho diretos, além dos indiretos. O anúncio foi realizado durante o evento Road Show Investimento e Desenvolvimento Regional, no município.

O projeto de ampliação da empresa contempla a construção de dois novos prédios de 12 mil metros quadrados — cada um — aquisição de máquinas e equipamentos, treinamento e recursos humanos.

A empresa, que foi fundada em 1961, em Santa Catarina, possui filiais em 29 países e fábricas em outros 12 países, uma delas construída em Linhares. Em 2017 o faturamento no município foi de R$ 9,5 bilhões.

Fonte: Gazeta Online

Cadeia de sucata de ferro já perde R$ 200 milhões com greve dos caminhoneiros

 Com protestos de caminhoneiros chegando ao nono dia, empresas que processam e vendem sucata ferrosa para usinas siderúrgicas no Sul e Sudeste do País já calculam um prejuízo equivalente a um terço de seu faturamento mensal, ou cerca de R$ 200 milhões. Desde o início da greve, todo o material carregado nos caminhões e encaminhados às usinas ficou parado na estrada, segundo Clineu Alvarenga, presidente do Instituto Nacional das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Inesfa).

“As sucatas de ferro andam em média 600 km para sair de São Paulo e atender a demanda de usinas de aço nos Estados vizinhos, como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina”, conta Alvarenga, ao explicar que tanto as manifestações nas estradas, quanto a falta de combustível têm afetado o transporte de sucatas até o destino final e deixam toneladas do produto estocadas.

O presidente também ressalta que o dano causado pela greve não está apenas no material que não é escoado para as usinas, mas que as empresas também estão com problema no próprio processo de reciclagem. Ou seja, a coleta de sucatas nos pequenos depósitos de materiais, nas indústrias metalúrgicas e automobilísticas, por exemplo, não estão ocorrendo. “Parte desses pequenos depósitos estão na periferia da cidade e precisaríamos utilizar o Rodoanel para chegar até eles.”

Cerca de 400 mil toneladas de sucata ferrosa são recolhidas ao mês pelas empresas, para serem adensadas, processadas e enviadas às usinas, de acordo com Alvarenga. São as chamadas sucatas de obsolescência, encontradas nos pequenos depósitos de catadores, como geladeiras, fogões e peças de carro em desuso, e as sucatas de geração, aquelas que vêm das rebarbas do que é produzido pelas indústrias.

Fonte: Repórter Diário

Greve tirou R$ 2,9 bi da construção

Efeito financeiro dos oito dias de paralisação é grande, mas mercado estima que atrasos em calendário de entrega terá um impacto ainda maior no setor

Uma estimativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) revela que os oito dias de greve dos caminhoneiros causaram perdas na ordem de R$ 2,9 bilhões ao setor. Para além das perdas imediatas, o mercado estima que a falta dos produtos nos canteiros de obras pode postergar o calendário de entregas do setor neste ano.

“Depois de tirar os trens do trilho, colocar ele de volta não é fácil”, resume o presidente da Cbic, José Carlos Martins. De acordo com o executivo, o setor também tem sentido o efeito da nova politica de preços da Petrobras, já que o segmento sente a forte oscilação na compra de materiais asfálticos.

“Os aumentos também tiveram impacto considerável sobre todos os contratos de empreendimentos que utilizam esses produtos: obras rodoviárias, pavimentações urbanas, reposições de pavimentos em obras de saneamento, serviços complementares em loteamentos, obras do Minha Casa, Minha Vida, entre outros”, conta.

Canteiro de obras

Dentro das construções em andamento, a falta de produtos atrapalhou o calendário de obras por todo País. “Com a entrega dos insumos completamente parada, soube de obras sem atividade nenhuma em vários locais do Brasil”, contou ao DCI, o engenheiro civil e conselheiro do Sindicato da Construção de Minas Gerais (Sinduscon MG), José Francisco Rodrigues Montes.

O engenheiro estima que os atrasos, principalmente na entrega de concreto e cimento, compromete todo o calendário de entrega da construtora. “Os lançamentos já estão menores que o ideal para o mercado ter uma retomada, e com esses atrasos muito possivelmente o fim das obras será jogado mais para frente”, comenta.

Segundo uma estimativa do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC) até o último domingo apenas 5% da produção nacional chegou aos seus destinos. A estimativa é que a situação se normalize apenas em mês. “Como as fábricas funcionam em regime de operação contínua, cimenteiras de todo o País estão sofrendo impactos, tanto na distribuição do produto como nas entregas dos insumos necessários à sua fabricação”, disse o sindicato em nota.

Em média, a indústria de cimento distribui diariamente 200 mil toneladas de cimento no País, com o transporte rodoviário respondendo por 96% da distribuição.

Ligado fortemente à construção, a empresa de locação de equipamento LocaMais, que fica na região do Ipiranga, em São Paulo, precisou cancelar boa parte das entregas.

“Nossas máquinas são movidas a combustível, e não conseguimos reabastecer. Como a locação é feita por contrato, terei que ressarcir os locadores”, comenta o gerente geral da empresa, Gustavo Pina.

De acordo com ele, alguns contratantes entraram em acordo para evitar multas, uma vez que os canteiros já estavam parados. “Temos quase que 90% das máquinas paradas hoje. Muito possivelmente até o fim da semana só teremos como fazer locação de pequenos equipamentos, como furadeiras”, lamenta.

Fonte: DCI

Com agricultura 4.0, produtores rurais vão ter acesso integral a internet para utilizar diversas tecnologias no campo

Com o sistema de gerenciamento de dados, os agricultores vão alcançar mais produtividade e conectividade entre as máquinas agrícolas com o operation center.

Através da agricultura 4.0, os produtores rurais podem ter acesso integral a internet, alta tecnologia, conectividade e alcançar uma boa produtividade. Para isso, John Deere fez uma parceria junto com a  Trópico Sistemas e Comunicações em que leva conectividade e um sistema de gerenciamento de dados até o produtor rural.

De acordo com o Diretor Nacional de Vendas da John Deere, Rodrigo Bonato, a fabricante tem como missão de trazer mais inteligência e tecnologia nas operações de campo. “Nós estamos materializando o que significa essa inteligência e a conectividade em tempo real com esse sistema ao agricultor brasileiro”, afirma.

O sistema operation center proporciona o melhor monitoramento da lavoura e identifica os principais resultados de manejo com redução de custos operacionais.

Fonte: Notícias Agrícolas / Infomet

Indústria naval ganha fôlego ainda em 2018

Os preparativos já começaram para o principal evento da América do Sul dedicado aos setores da construção naval, manutenção e operações, a Marintec South America, que chega à sua 15ª edição, em 2018, com o objetivo de debater soluções e diretrizes para reaquecer a atividade da indústria naval e offshore no Brasil e no continente sulamericano. O evento acontece de 14 a 16 de agosto, das 13h às 20h, no Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro (RJ).

A indústria naval brasileira deve ganhar fôlego a partir da publicação de uma medida provisória pelo governo federal, com apostas de que deve acontecer até junho deste ano, com a destinação de recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para que a Marinha do Brasil encomende embarcações a estaleiros do país.

De acordo com o SIndicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), há uma expectativa para a contratação de quatro corvetas e 20 navios patrulha. O FMM já financiou R$ 9,39 bilhões, de 2010 até hoje, para a construção de 27 embarcações de cabotagem. Atualmente, tem recursos investidos em seis embarcações dessa modalidade que estão em construção.

Para fomentar a discussão e a interação entre toda a cadeia da indústria naval, a Marintec definiu uma programação para o ciclo de palestras que acontece durante o evento. Os temas abrangem o cenário atual do setor de Oil & Gas; agronegócios, portos e terminais, políticas públicas, a situação dos estaleiros brasileiros, conteúdo local, gestão ambiental e o novo Repetro, entre outros. Além de abordar o mercado e a sua dinâmica, a programação também tem uma vertente técnica, com seminários profissionalizantes e treinamentos exclusivos — todos com certificado — para capacitar e atualizar profissionais do setor.

Mais antiga feira de negócios do setor naval, a Marintec é reconhecida por reunir um exclusivo grupo de empresas nacionais e internacionais e por oferecer um ambiente exclusivamente organizado para “networking” entre armadores, estaleiros, fabricantes e fornecedores com a finalidade de gerar novas prospecções e negócios.

Este ano, o evento conta com mais de 80 marcas, de 10 países, representantes dos segmentos de sistemas mecânicos e auxiliares; construção naval, retrofit e manutenção; propulsão e sistema de manobra e curso; eletrônicos, comunicação e equipamentos especiais; plataforma e segurança; serviços marítimos; sistema de movimentação de carga e tecnologia offshore e marítima.

“A feira e todos os debates que o evento promove funcionam como uma plataforma de negócios para alavancar inovações e conectar a comunidade marítima do continente. O mercado vem se reestruturando em torno de uma diversificação do escopo de serviços oferecidos, o que mostra uma enorme capacidade de resiliência de todas as empresas”, diz o diretor do portfólio de Infraestrutura da UBM Brazil, Renan Joel.

Man.U.Tec

Em paralelo à Marintec acontece a Man.U.Tec, feira de Manutenção e Utilidades Industriais, lançada em agosto do ano passado. O evento repercutiu positivamente entre os expositores da Marintec e o mercado em geral, que perceberam uma oportunidade mais ampla de geração de negócios durante o encontro.

Idealizada para atender a demanda das empresas por produtividade e eficiência, a Man.U.Tec abre espaço junto a Marintec para a cadeia de fornecedores de peças, suprimentos, tecnologia e soluções industriais capazes de dar suporte a todos os tipos de produção, oferecendo o que há de mais moderno para a gestão de água, resíduos, energia, além dos todas as vertentes da manutenção em plantas industriais.

Sobre a Marintec South America

A Marintec South America é a principal plataforma de negócios para alavancar inovações e conectar-se com a comunidade marítima da América do Sul. Ponto de encontro desta indústria, reúne armadores, estaleiros, fabricantes e fornecedores, nacionais e internacionais, em prol do aumento da produtividade, da qualificação profissional, do fomento de novas tecnologias, de investimentos e da demanda e oferta para toda a cadeia. Em sua última edição, reuniu mais de 100 expositores de 7 países e com a circulação de 5.500 mil profissionais. A 15ª edição em 2018, acontece de 14 a 16 de agosto, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro (RJ).

Sobre a UBM Brazil 

A UBM é a maior empresa organizadora de eventos B2B no mundo. Seu profundo conhecimento e paixão pelos setores da indústria que atende lhe permite criar experiências valiosas onde as pessoas atingem seu sucesso. Em seus eventos, as pessoas criam relacionamentos, fecham acordos e crescem seus negócios. Seus mais de 3.750 funcionários, com sede em mais de 20 países, atendem mais de 50 diferentes setores da indústria. No Brasil, atua nos segmentos da saúde, logística, energia, ingredientes alimentícios, construção civil, construção naval e metroferroviária. Essa rede de relacionamento global, especializada, pessoas apaixonadas e líderes de eventos oferecem oportunidades únicas para que os empresários alcancem suas ambições.

Fonte: Portos e Navios

Redação On maio - 30 - 2018
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