Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018






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Movimento impacta economia, mas é cedo para rever projeção do PIB, diz Guardia

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, admitiu nesta segunda-feira, 28, que a paralisação dos caminhoneiros, que hoje completa oito dias, tem impacto na economia, mas disse que ainda é cedo para rever a projeção oficial do Produto Interno Bruto (PIB), recentemente reduzida de 2,97% para 2,5%. “Tivemos problema grave com greve de caminhoneiros e economia estava paralisada”, disse em entrevista ao “Bom dia Brasil”, telejornal da TV Globo.
Durante toda a entrevista, Guardia reconheceu os impactos da greve na economia e sobre a população em geral, mas, ao ser perguntado diretamente sobre o assunto, o ministro disse que é difícil dizer qual é o efeito exato dos oito dias de paralisação na atividade para efeitos de estimativa de PIB.

Fonte: O Estado de São Paulo

Confiança de serviços no Brasil recua em maio pelo terceiro mês consecutivo, diz FGV

As expectativas do empresariado se deterioraram e a confiança de serviços no Brasil recuou pelo terceiro mês seguido em maio, mostrou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.
Após queda de 2,4 ponto, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) atingiu em maio 88,8 pontos.
“Os indicadores de maio sinalizam, sobretudo, um movimento de ajuste nas expectativas empresariais. A frustração com a moderação no ritmo de atividade corrente e a influência do cenário de incerteza que marca o processo eleitoral vêm resultando numa contínua calibragem nas expectativas do setor”, explicou em nota o consultor da FGV Silvio Sales.
“Novamente, é a leitura das empresas sobre os negócios nos próximos seis meses o aspecto que mais pressiona a queda na curva de confiança. Esses resultados reforçam a perspectiva de continuidade da trajetória de tímida recuperação do setor.”
O resultado reflete principalmente o recuo de 3,9 ponto do Índice de Expectativas (IE-S), pressionado pela queda na tendência de negócios. Enquanto o Índice da Situação Atual (ISA-S) perdeu 0,6 por cento, por conta da queda no indicador de situação atual dos negócios.
Nesta segunda-feira, a FGV divulgou também que a confiança da indústria subiu 0,1 ponto, em um ambiente no país marcado pelas incertezas políticas.

Fonte: Reuters

 

IPCA para 2018 sobe de 3,50% para 3,60%, aponta Focus

Os economistas do mercado financeiro elevaram a previsão para a inflação de 2018. O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, 28, pelo Banco Central (BC), mostra que a mediana para o IPCA este ano foi de 3,50% para 3,60%. Há um mês, estava em 3,49%. Já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,01% para 4,00%. Quatro semanas atrás, estava em 4,03%.
A projeção dos economistas para a inflação em 2018 está próxima do piso da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). Para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%).
Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2018 no Focus passou de 3,27% para 3,24%. Para 2019, a estimativa do Top 5 seguiu em 3,75%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,56% e 4,00%, respectivamente.
Em 10 de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) havia informado que o IPCA subiu apenas 0,22% em abril, abaixo do que era esperado pelo mercado. No acumulado do ano, o índice de preços avançou 0,92%.
Também com influência sobre as projeções de inflação do mercado, o dólar à vista acumula alta de 4,55% em maio e de 10,50% em 2018. Em meio ao avanço do dólar, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC manteve a Selic (a taxa básica de juros) em 6,50% ao ano no dia 16 de maio.
Na semana passada, um novo fator começou a pesar sobre as projeções de preços: a greve dos caminhoneiros, que tem provocado desabastecimento em todo o País.
No Focus agora divulgado, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 4,21% para 4,32% de uma semana para outra – há um mês, estava em 4,08%.
Entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para maio de 2018 foi de 0,32% para 0,30%. Um mês antes, estava em 0,32%. No caso de junho, a projeção passou de 0,30% para 0,35%, ante 0,26% de quatro semanas antes.
Preços administrados
O Relatório de Mercado Focus indicou, ainda, elevação na projeção para os preços administrados em 2018. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador este ano foi de alta de 5,40% para aumento de 5,50%. Para 2019, a mediana seguiu com elevação de 4,50%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 5,00% para os preços administrados neste ano e elevação de 4,44% no próximo ano.
As projeções atuais do BC para os preços administrados indicam elevações de 5,7% em 2018 e 4,2% em 2019. Estes porcentuais foram atualizados na ata do último encontro do Copom divulgada na última Terça-feira.
Outros índices
O relatório do BC revelou que a mediana das projeções do IGP-DI de 2018 passou de 5,55% para 5,81%. Há um mês, estava em 4,52%. No caso de 2019, o IGP-DI projetado foi de 4,27% para 4,30%, ante 4,25% de quatro semanas antes.
Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante afetados pelo desempenho do câmbio e pelos produtos de atacado, em especial os agrícolas. Nas últimas semanas, estes indicadores têm sido especialmente impactados pelo avanço firme do dólar ante o real.
Outro índice, o IGP-M, que é referência para o reajuste dos contratos de aluguel, foi de 5,36% para 5,53% nas projeções dos analistas para 2018. Quatro levantamentos antes, estava em 4,78%. Para 2019, a projeção foi de 4,45% para 4,46%, ante 4,44% de quatro semanas atrás.
Já a mediana das previsões para o IPC-Fipe de 2018 foi de 2,58% para 2,54% no Focus. Um mês antes, a mediana das projeções do mercado para o IPC era de 3,09%. No caso de 2019, a projeção foi de 4,08% para 4,09%, ante 4,00% de um mês antes.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

IPC-Fipe sobe 0,01% na 3ª quadrissemana de maio

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, teve alta marginal de 0,01% na terceira quadrissemana de maio, revertendo a ligeira queda de 0,01% observada na segunda quadrissemana deste mês, segundo dados publicados nesta segunda-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
Na terceira prévia de maio, ganharam força ou migraram para inflação os segmentos de Alimentação (de 0,01% na segunda quadrissemana para 0,07% na terceira quadrissemana), Transportes (de 0,09% para 0,19%), Despesas Pessoais (de -0,03% para 0,19%) e Educação (de 0,04% para 0,06%).
Por outro lado, ampliaram deflação, subiram com menos intensidade ou passaram a cair as categorias Habitação (de -0,24% para -0,30%), Saúde (de 0,70% para 0,60%) e Vestuário (de 0,06% para -0,11%).
Veja abaixo como ficaram os itens que compõem o IPC-Fipe na terceira quadrissemana de maio:
– Habitação: -0,30%
– Alimentação: 0,07%
– Transportes: 0,19%
– Despesas Pessoais: 0,19%
– Saúde: 0,60%
– Vestuário: -0,11%
– Educação: 0,06%
– Índice Geral: 0,01%

Fonte: O Estado de São Paulo

 

 

 

Mercado vê recuperação mais lenta e projeções apontam para PIB ‘frustrante’ no 1º trimestre

Os indicadores de atividade econômica dos primeiros meses do ano decepcionaram, apontando para uma recuperação mais lenta do que o esperado. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) passaram a ser revisadas seguidamente para baixo, e o próprio governo reduziu de 2,97% para 2,5% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2018.
Levantamento do G1 com 10 bancos, consultorias e institutos aponta para uma alta entre 0,1% e 0,5% do PIB no 1º trimestre, na comparação com o 4º trimestre, o que sugere uma perda de fôlego da economia neste início de ano, em meio ao elevado desemprego e incerteza política, que têm afetando a confiança e o consumo. Veja gráfico abaixo:
Apesar da surpresa provocada pelo resultado do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, espécie de “prévia” do PIB, que apontou retração de 0,13% no 1º trimestre, a maioria do mercado ainda aposta em PIB acima de zero nos 3 primeiros meses de 2018.
Os números oficiais do PIB do primeiro trimestre serão divulgados nesta quarta-feira (30).
Para 2018, o mercado baixou previsão de alta do PIB para 2018 de 2,50% para 2,37%, segundo pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira (28).
O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2017, o PIB teve uma alta de 1%, após dois anos consecutivos de retração. A variação trimestre a trimestre no ano passado foi de 1,3%, 0,6%, 0,2% e 0,1%, do primeiro para o quarto trimestre, respectivamente.
O que mais decepcionou
A economista Alessandra Ribeiro, da Tendências, trabalha com a estimativa de alta de 0,2% do PIB no 1º trimestre. Segundo ela, a perda de velocidade da atividade econômica fica mais explícita na projeção de alta de 1% estimada para a comparação anual, ante o avanço de 2,1% observado no último trimestre de 2017.
“O menor crescimento esperado está calcado, sobretudo, na redução do consumo das famílias, o que interromperia a sequência de quatro altas consecutivas. Tal projeção está associada à desaceleração na trajetória de crescimento da massa de rendimentos, influenciada, principalmente, pelo menor ritmo de geração de vagas no mercado de trabalho, apesar da ampliação da concessão de crédito às pessoas físicas”, afirma.
A economista Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro/Ibre, da FGV, reduziu a projeção para o PIB do 1º trimestre, de alta de 0,3% para 0,2%. Para a analista, “a maior frustação” foi em serviços e na construção civil. “Já estava ruim e não melhorou no primeiro trimestre. Continuou contraindo”, destaca.
O Ibre/FGV estima queda de 0,5% no PIB da indústria, alta de 0,2% em serviços e avanço de 1,6% na agropecuária.
A Tendência, por sua vez, projeta PIB negativo para indústria (-0,2%) e serviços (-0,3%), e alta de 1,3% da agropecuária.
“A frustração quanto ao ritmo de crescimento esperado coloca viés de baixa para expectativa do ano”, afirma Ribeiro, que aguarda a divulgação dos números do IBGE para revisar novamente as projeções da consultoria para o PIB em 2018.
As projeções apontam também para uma perda do ritmo de recuperação dos investimentos, que seguem em patamares críticos. A Tendência estima alta de 0,4%, ante avanço de 2% no trimestre anterior. Para o Ibre/FGV, a estimativa é mais baixa, de 0,2%.
“A sensação, que vai ficar mais claro com o resultado do PIB, é que a perda de ímpeto da atividade foi um tanto quanto generalizada. Isso é reflexo da recuperação lenta do consumo das famílias e dos investimentos, que apesar da queda expressiva da taxa Selic, ainda não reagiram como o esperado”, afirma Luiz Castelli, economista da consultoria GO Associados.
Entre os principais fatores que ajudam a explicar o ritmo mais fraco da economia, os economistas citam as incertezas políticas e falta de avanço das reformas, o cenário externo menos favorável, o custo do crédito ainda alto mesmo com a queda forte da taxa básica de juros e, sobretudo, o alto desemprego e os 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados.
O economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, destaca que o número de brasileiros ocupados aumentou, mas com características que não sugerem recuperação consistente. Ele cita quatro motivos para isso:
A ocupação tem crescido nas atividades por conta própria e nas atividades informais.
A contratação com carteira assinada continua caindo.
O rendimento da ocupação que está crescendo é mais baixo do que o da que está caindo.
Os indicadores sugerem que as empresas não estão convencidas de que devem contratar.
“A soma de tudo, adicionada ao excesso de capacidade quase que generalizado, explica o fraco desempenho do investimento, mesmo com taxas de juros reais bastante baixas para nossos padrões”, afirma.

Fonte: G1

Redação On maio - 28 - 2018
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