Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sexta-feira, 16 de Novembro de 2018






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Pesquisa indica que oferta de vagas vai aumentar

À medida que a atividade industrial dá sinais de recuperação e estimula investimentos em tecnologias e desenvolvimento de produtos, aumenta a necessidade de mão de obra qualificada para dar conta das exigências do setor. É isso que aponta o Mapa do Trabalho Industrial elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Com projeções até 2020, o documento mostra que o Rio Grande do Sul terá de capacitar 940.852 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis técnico, superior e de qualificação. O mapa que foi elaborado para subsidiar o planejamento de formação profissional da instituição indica ainda que, em todo o Brasil, será necessário qualificar 13 milhões de trabalhadores em ocupações industriais.

Entre as áreas que mais vão demandar formação profissional no Estado aparecem construção (228.827), meio ambiente e produção (164.933), metalmecânica (144.558), vestuário e calçados (114.072), alimentos (105.821), energia (38.926), tecnologias da informação e comunicação (34.054), veículos (30.430), petroquímica e química (26.592), madeira e móveis (26.110), papel e gráfica (12.643), pesquisa, desenvolvimento e design (8.095) e mineração (5.792). Segundo o Senai, a demanda por formação inclui ainda o processo de requalificação de profissionais já empregados e aqueles que precisam de capacitação para ingressar ou se reinserir no mercado.

Nesse cenário, as perspectivas são animadoras para quem se dedicar ao meio ambiente, em especial profissionais com formação técnica. Isso porque as indústrias e empresas de um modo geral passaram a ter maior controle sobre os impactos ambientais dos processos produtivos diante de mudanças recentes na legislação. Além disso, ganhos de produtividade podem ser obtidos com a melhoria na gestão do processo produtivo, medida importante em cenário de lenta recuperação econômica.

Em Santa Cruz do Sul, onde fica o Senai Carlos Tannhauser, um dos mais tradicionais do Estado, funciona um legítimo celeiro de profissionais para a área industrial. Fundado em 1951, o centro de formação oferece cursos de qualificação, iniciação profissional presencial e EAD, aperfeiçoamento e habilitação técnica. Na área técnica são ministrados cursos de Mecatrônica, Qualidade, Manutenção de Máquinas Industriais, Eletromecânica e Eletroeletrônica.

Áreas promissoras
– Meio ambiente e produção
– Energia
– Construção
– Metalmecânica
– Tecnologia de Informação e Comunicação

Fonte: Serasa Experian / Infomet

Mercedes-Benz concede aumento real e termina a greve no ABC

A Mercedes-Benz do Brasil fechou acordo com os trabalhadores da fábrica de São Bernardo do Campo (SP) ontem, válido para este ano e o próximo. A empresa concedeu reajuste integral do INPC e mais aumento real de 3%, dividido igualmente em 2018 e 2019 (data-base maio) e PLR, Participação nos Lucros e Resultados, em duas parcelas – junho e dezembro –, sem valor revelado.

Também concordou em conceder abono de R$ 2.500,00 em 2018 e R$ 2.500,00 em 2019, acertando compensação dos dias parados. A greve, encerrada na quinta-feira, 24, durou oito dias úteis. Em nota, a Mercedes-Benz reforçou a importância do acordo para a retomada da produção em sua unidade do ABC paulista.

A proposta feita pela montadora foi aprovada pela manhã em assembleia em frente à fábrica conduzida por representantes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Segundo a entidade, ficou acertada também uma correção no valor da PLR para o próximo ano.

“A empresa abrirá um PDV aos mensalistas e não haverá a redução da jornada e do salário, conforme havia sido cogitado pela empresa em proposta rejeitada ainda na mesa de negociação”, informou o sindicato.

As negociações entre a entidade e a empresa foram retomadas na tarde de quarta-feira, 23, quando acabou havendo o consenso que gerou o fim da greve.

“A mobilização dos trabalhadores demonstrou à direção da empresa o quanto estávamos unidos e fortes. Com certeza foi o que nos permitiu avançar na proposta e garantir um acordo que contemplasse a reivindicação dos companheiros”, destacou o secretário-geral do Sindicato e trabalhador na Mercedes-Benz, Aroaldo Oliveira da Silva.

Com a aprovação da proposta, fica cancelada a audiência no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, que estava marcada para hoje, sexta-feira 25/5, após decisão da Mercedes-Benz de entrar na Justiça do Trabalho com pedido de dissídio coletivo na terça-feira, 22.

A fábrica da Mercedes-Benz no ABC paulista emprega cerca de 8 mil trabalhadores e a empresa não comentou as perdas geradas pela greve de oito dias. O movimento dos trabalhadores por aumento real e maior valor da PLR ocorreu em momento de vendas aquecidas. A procura por caminhões está em alta e há previsão até de falta de produto no mercado. O problema pode ser agravado com a greve dos caminhoneiros que está afetando a produção da maioria das montadoras instaladas no País.

Fonte: AutoIndústria

Indústria na região de Campinas interrompe ‘sobe e desce’ e registra 4º mês positivo de emprego, aponta Ciesp

Depois de oscilar em 2017, setor tem saldo de 2.950 contratações em 2018. Abril contabilizou o segundo melhor desempenho deste ano

O nível de emprego na indústria na região de Campinas (SP) interrompeu o ‘sobe e desce’ de 2017 e registrou em abril deste ano o quarto mês seguido com números positivos, destacou o balanço do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

Com 700 contratações em abril, o segundo melhor mês em 2018, a região registrou saldo de 2.950 novos empregos no ano. Em 2017, o setor teve seis meses com contratações e seis com demissões, com saldo final de 500 vagas.

Segundo o Ciesp, os setores que mais contribuíram para o resultado positivo em abril foram os de veículos e autopeças (1,63%), produtos químicos (0,76%), equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (0,70%) e produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (1,33%).

A regional do Ciesp em Campinas atende 500 empresas instaladas em Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Conchal, Estiva Gerbi, Holambra, Hortolândia, Itapira, Jaguariúna, Lindóia, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Paulínia, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Sumaré e Valinhos. Entre elas, há 58 multinacionais e 442 nacionais, que faturam, em média, R$ 37 bilhões por ano.

Fonte: G1

Sem insumos, Whirlpool concede férias coletivas

Fabricante das marcas Consul e Brastemp deu férias de cinco dias para funcionários de fábricas em SC e SP

A partir de hoje a fabricante de eletrodomésticos Whirlpool, dona das marcas Consul e Brastemp, dará férias coletivas de cinco dias aos trabalhadores das fábricas Joinville (SC) e Rio Claro (SP). O motivo é a falta de insumos, como aço e resinas, para as linhas de produção.

Com a greve dos caminhoneiros, a entrega desses materiais, que é diária, começou a falhar. A saída de produtos acabados também está prejudicada pela falta de transporte. O estoque de geladeiras e fogões da companhia, por exemplo, é de 20 dias.

A fábrica de Joinville produz refrigeradores e freezers. A unidade de Rio Claro fabrica fogões e lavadoras de roupas. A planta de Manaus (AM), que produz aparelhos de ar condicionado, lava-louças e forno micro-ondas, já estava em férias coletivas que normalmente ocorrem nesta época por causa da redução sazonal da procura por ar condicionado.

Ao todo são 12 mil trabalhadores diretos e indiretos de braços cruzados nas três fábricas. Os funcionários dos escritórios da companhia continuarão a trabalhando normalmente.

Setor. Com as férias coletivas, a Whirlpool engrossa a lista de fábricas paradas do setor de eletrodomésticos e eletrônicos que já estão paradas. No fim da semana passada, a Eletros, associação que reúne a indústria do setor, informou que oito fábricas tinham suspendido a produção total ou parcialmente.

O presidente da Eletros, José Jorge do Nascimento Júnior, disse que os produtos mais afetados são os televisores, refrigeradores, fogões e geladeiras. Segundo ele, a greve foi um balde de água fria para a indústria, que começava a recuperar as vendas, após três anos de crise.

No primeiro trimestre, as vendas de TVs para o varejo cresceram 46% em relação ao ano passado. Na linha branca, que inclui geladeiras, fogões e lavadoras, a alta foi de 3%.

Fonte: Estadão

Guia gratuito para engenheiros, projetistas e estudantes será reimpresso

O guia Be-a-Bá da Elétrica prepara-se para ter mais uma tiragem distribuída gratuitamente em todo o Brasil.

“Já estamos com uma lista de mais de três mil profissionais aguardando um exemplar do guia, que esgotou a sua tiragem inicial em apenas alguns meses. Agora serão reimpressos mais 20 mil exemplares a serem disponibilizados para todo o país”, conta o autor Fábio Amaral, diretor da Engerey Painéis Elétricos, empresa que lançou o guia em parceria da Reymaster Materiais Elétricos. Com esta nova impressão, o Be-a-Bá da Elétrica chegará aos 70 mil exemplares distribuídos.

O Be-a-Bá da Elétrica consiste em guia prático de consulta rápida que reúne conceitos e normas, além de apresentar diagramas e tabelas prontas de equivalências e especificações, que cruzam dados e facilitam os cálculos frequentes. O guia apresenta informações confiáveis, todas com citação da fonte pesquisada. “O profissional não precisa entrar nos sites dos fabricantes, acessar diversas normas para assim cruzar informações e efetuar seus cálculos. É possível encontrar tudo pronto no Be-a-Bá”, conta Amaral.

O guia é destinado a eletricistas, engenheiros, projetistas, estudantes da área técnica de segundo e terceiro graus, professores e vendedores.

O guia Be-a-Bá da Elétrica é distribuído gratuitamente. Aos interessados em recebê-lo em casa basta acessar o link: www.engerey.com.br/be-a-ba-da-eletrica/impresso e preencher seus dados básicos.

A nova tiragem estará disponível para envio a partir do mês de julho de 2018.

Se você ainda não possui o App, fique atento a essas informações:

A sexta edição Be-a-Bá da Elétrica possui também uma versão Mobile, que registra mais de 96 mil usuários em 170 países.

Com download gratuito, o app conta ainda com uma ferramenta exclusiva para cálculos elétricos, o que contribui para que ele fique no topo da lista dos mais baixados da categoria no Google Play, com nota 4,6.

“Recebemos a feliz notícia de que até uma engenheira da Lego na Alemanha utiliza o app. Este é um exemplo concreto de que a tecnologia ampliou o acesso à cultura e à informação desenvolvida no Brasil”, conclui Fábio Amaral.

Como ter o seu Be-a-Bá da Elétrica Mobile: Caso queira manter o Be-a-Bá da Elétrica no celular, receber artigos semanais e ainda ter uma ferramenta automática para dimensionamentos (Be-a-Bá Pro) basta baixar o app através do link: www.engerey.com.br/be-a-ba-da-eletrica/mobile

Fonte: Obra24Horas

Associação pede que grevistas ‘levantem acampamento’

O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, pediu que motoristas que protestam nas rodovias em todo o Brasil “levantem acampamento e sigam a vida” após a publicação das medidas anunciadas pelo presidente Michel Temer no Diário Oficial da União. Para Fonseca, com as medidas publicadas, a regularização do abastecimento ocorrerá “de oito a dez dias para normalizar, para fluir a oferta de carga”.

“Peço aos que estão nos mais de 500 pontos na estradas que, se amanhã (hoje) todos os pontos estiverem publicados no Diário Oficial, que os companheiros levantem acampamento e sigam a vida”, disse o presidente da Abcam após a reunião no Palácio do Planalto. Fonseca Lopes foi um dos dois líderes dos caminhoneiros que abandonaram a reunião na quinta-feira que resultou no primeiro acordo – insuficiente para acabar com o protesto nas estradas.

Questionado sobre como assegura a saída dos caminhoneiros das estradas, Fonseca disse que a “decisão depende dos motoristas”. “Mas quero fazer um apelo a todo mundo que segurou o movimento até agora”, disse. “Eles sabem que chegou o momento de fazer isso”, completou, ao lembrar que o acordo firmado no domingo foi maior que o pedido, já que terá a redução de R$ 0,46 por litro de diesel por 60 dias. Depois, os reajustes serão mensais.

Bloqueios. Ao contrário dos dias anteriores, a Polícia Rodoviária Federal não informou no domingo o número de bloqueios nas rodovias. O órgão atualizava duas vezes por dia os pontos interrompidos, principal indicador sobre a força da paralisação. Segundo a PRF, os dados passariam a ser divulgados pelo Ministério da Segurança Pública. A pasta, porém, não apresentou nenhum número até o fim da noite de domingo.

Fonte: O Estado SP

Falta de liderança formal entre os caminhoneiros dificulta um acordo

A ausência de uma liderança formal pode complicar o desfecho das negociações com o governo para encerrar as paralisações dos caminhoneiros. O caráter difuso dos protestos que tomaram o país ficou evidente na reunião de ontem entre representantes da categoria e o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), que terminou sem acordo. Houve divergência entre os participantes do encontro e surgiram demandas novas em relação a um encontro que havia acontecido na véspera, segundo aliados do governador.

— O problema é que você negocia com dois e depois falam que um terceiro também precisa ser consultado para validar o que foi combinado. Acaba ficando inviável — contou um dos participantes da reunião organizada por França na sede do governo paulista.

As lideranças que comparecem às reuniões são escolhidas entre os grupos concentrados nas estradas. Há um revezamento, e as demandas dos caminhoneiros são reforçadas entre os grupos de WhatsApp, divididos por regiões. A dificuldade de um acordo acontece porque os grupos nas estradas não se sentem representados pelas associações em Brasília. E, mesmo entre os grupos de São Paulo, há discordâncias.

Sindicatos percorrem pontos

Alguns grupos no WhatsApp convocam a adesão da população a uma greve hoje, o que não é visto com bons olhos por correntes mais favoráveis a um acordo que leve ao fim da greve.

De acordo com França, foram chamados para a reunião de ontem “nove representantes de grupos que estão em cada uma das pontas diferentes do estado de São Paulo”. Outros caminhoneiros foram ao local para dar apoio. A entrada no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, era controlada por uma lista. Um grupo de motoristas que transportam caçambas, conhecidos como caçambeiros, também apareceu. O governador afirma que as lideranças que participaram do encontro tinham representatividade porque, em uma reunião na véspera, haviam se comprometido a reduzir as paralisações em 90% e isso aconteceu:

— Hoje não tem mais uma liderança formal, naquele formato sindical, em que falando com um está falando com todo mundo. É uma liderança de WhatsApp, de Facebook, de comunicação direta. Mas tem efetividade.

França acredita que os líderes têm um “controle razoável” das manifestações, mas reconhece que pode haver problema com os grupos que mantêm os 10% restantes de paralisações em São Paulo.

— No meio desses 10%, tem de tudo. Pode ser que um pessoal fale: eu não vou sair daqui porque quero intervenção militar — disse o governador.

Comunicação pelo celular

Um dos presentes ao encontro em São Paulo se identificou apenas como José Roberto (sem informar o sobrenome), se dizia representantes dos autônomos e fazer parte da ANTB (Associação Nacional de Transporte do Brasil). A entidade possui um site simples na internet e tem sede em Santo André, no ABC paulista. Ele relatou ter sido contatado para a reunião por “pessoas que sabem da sua liderança”. Mas se recusou a dizer quem o localizou, se limitando a informar que não foram funcionários do governo.

As propostas em reuniões com o governo costumam ser passadas entre os grupos de WhatsApp, mas lideranças informais reconhecem a dificuldade em responder por todos os grupos espalhados pelo país.

Membros de sindicatos de caminhoneiros têm percorrido discretamente os pontos de concentração de motoristas parados nas estradas, em busca do apoio de lideranças e a presença em reuniões oficiais. Desde o início da greve, caminhoneiros têm dito que os sindicatos representam as transportadoras, mas não têm influência nas estradas.

Fonte: O Globo

Redação On maio - 28 - 2018
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