Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 17 de Julho de 2018






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Produção mensal de veículos pode recuar pela primeira vez em 2018

A produção de veículos leves e pesados em maio corre o risco de ser menor do que as 250,7 mil unidades do mesmo mês do ano passado. Seria a primeira vez em 2018 que a comparação mês a mês indicaria decréscimo com relação a 2017. A razão: falta de componentes nas linhas de montagem em virtude da greve dos caminhoneiros e fábricas absolutamente inativas.

Com o abastecimento de peças prejudicado, a maioria das montadoras manteve sua linhas paralisadas nesta quinta-feira, 24. Algumas já estão sem produzir há dois dias e outras admitem que não devem retomar a operação antes de segunda-feira.

É o caso da FCA, Fiat Chrysler Automobiles. As fábricas de Betim (MG) e Goiana (PE) suspenderam a produção nesta quinta-feira por irregularidades no fluxo logístico decorrentes de bloqueio da malha viária no entorno das unidades.

A planta mineira fica exatamente às margens da Rodovia Fernão Dias, principal ligação com o Estado de São Paulo e palco de diversos bloqueios dos caminhoneiros ao longo dos últimos dias.

A empresa também decidiu antecipar para hoje e amanhã, 24 e 25 de maio, o inventário de peças e componentes em Betim. A prática, realizada semestralmente, afirma a FCA, demandaria exatos dois dias de paralisação das linhas de montagem.

Na Renault o cálculo é de que cerca de 2,6 mil veículos não foram produzidos nos dois dias em que a fábrica de São José dos Pinhais (PR), que conta com mais de 7,3 mil funcionários, está com as linhas de montagem paralisadas por deficiência no abastecimento de componentes.

Ontem foi a vez da planta de motores da montadora desligar as máquinas até que a logística produtiva seja restabelecida. A unidade fica no próprio complexo industrial Ayrton Senna em São José dos Pinhais, erguido à beira da rodovia que liga a região metropolitana de Curitiba ao Porto de Paranaguá. Na planta são fabricados diariamente 1,4 mil motores, perto de 30% para exportação.

Já a PSA, que produz veículos Peugeot e Citroën em Porto Real (RJ), permaneceu sem atividades novamente nesta quinta-feira. A montadora já havia interrompido a produção na quarta-feira e diz não saber ainda quando terá condição de retomar a produção.

Quase vizinha de muro da PSA, mas localizada em Resende, a MAN afirma que não produzirá seus caminhões e ônibus nesta sexta-feira por problemas no abastecimento de peças. “As áreas não ligadas à produção trabalharão normalmente”, acrescenta em nota.

Outra fabricante de caminhões e ônibus, a Scania paralisou por completo suas linhas em São Bernardo do Campo nesta quinta-feira e também não vai operar na sexta-feira. Em nota, a empresa informou que acompanha de perto os desdobramentos da greve e que fará uso do acordo de flexibilidade firmado com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC para compensação dos dias parados.

A Toyota também paralisou a produção nas fábricas de Sorocaba e Indaiatuba, ambas no interior paulista. As operações nas também paulistas Porto Feliz e São Bernardo do Campo estão mantidas. A montadora afirma que o movimento grevista já impactou a distribuição de veículos e autopeças para a rede de concessionárias e paralisou as operações de exportação.

Assim como a Toyota, a General Motors enfrenta dificuldades para distribuir seus veículos para a rede Chevrolet. Segundo nota da montadora, a greve prejudicou o fluxo logístico em suas fábricas, com reflexo nas exportações. “Com a falta de componentes, as linhas de produção começam a ser paralisadas”, acrescentou.

A Ford está com suas três fábricas de São Bernardo do Campo e Taubaté (SP) e Camaçari (BA) totalmente paralisadas. A Nissan admite apenas que o abastecimento de peças da fábrica da Nissan em Resende, RJ, foi comprometido e que “está envidando todos os esforços para minimizar o impacto na produção”. Já a Volkswagen afirma que “está avaliando os impactos e fazendo ajustes em seu programa de produção”.

Fonte: AutoIndústria

Confiança da indústria do Brasil tem leve melhora em maio, mas ainda mostra perda de fôlego, diz FGV

A confiança da indústria do Brasil registrou ligeira melhora em maio, porém insuficiente para recuperar as perdas vistas no mês anterior e ainda aponta perda de fôlego do setor, de acordo com dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.
O Índice da Confiança da Indústria (ICI) registrou avanço de 0,1 ponto e atingiu 101,1 pontos em maio na comparação com abril, quando houve perda de 0,7 ponto em relação ao mês anterior.
“O resultado reflete em boa medida a piora das expectativas em relação ao desempenho da economia brasileira em 2018, motivada pelo aumento de riscos no mercado externo e pelo elevado nível de incerteza econômica e política”, disse a coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV/IBRE, Tabi Thuler Santos, em nota.
No mês, tanto o Índice da Situação Atual (ISA) quanto o Índice de Expectativas (IE) avançaram 0,1 ponto, para respectivamente 100,6 e 101,6 pontos.
Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada permaneceu em 76,5 por cento, nível mais alto desde maio de 2015 (76,6 por cento).
Nesta segunda-feira, a FGV também informou que a confiança de serviços recuou 2,4 pontos em maio, chegando a 88,8 pontos, na terceira queda seguida.
A indústria brasileira encerrou o primeiro trimestre estagnada após queda inesperada de 0,1 por cento na produção em março, em sinal de que a economia vem mostrando desempenho aquém do esperado.

Fonte: Reuters

 

 

 

Indústria prevê mais investimentos em 2018

A maioria (81%) das empresas industriais do País planeja investir neste ano, segundo a pesquisa Investimentos na Indústria, divulgada semana passada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). A intenção de investimento em 2018 é 14 pontos porcentuais superior à do ano passado, e é a maior desde 2014. As empresas investirão em melhoria do processo produtivo (29%), aumento da capacidade da linha atual (27%) e lançamento de novos produtos (19%).
PIB paulista em alta
O Produto Interno Bruto do Estado de São Paulo apresentou crescimento de 2,3% nos 12 meses encerrados no primeiro trimestre de 2018. Na comparação com o primeiro trimestre de 2017 e o acumulado ao longo do ano, o PIB paulista ampliou-se em 2,4%. No acumulado dos últimos quatro trimestres, o valor adicionado elevou-se em 2,1% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios registraram crescimento de 3,3%. O resultado apresentado pelo valor adicionado, nesse tipo de comparação, deveu-se ao desempenho positivo dos serviços (2%), da indústria (2,4%) e da agropecuária (2,3%). No caso da indústria, tiveram bons desempenhos a indústria de transformação (3,9%) e a extrativa mineral (7,9%), enquanto a construção civil permanece com retração (-2,8%). As informações são da Fundação Seade.
Rumo a São Pedro
A Suporte Sondagens e Investigações iniciou a transferência de suas operações da Capital paulista para o município de São Pedro, próximo a Piracicaba. O objetivo é ampliar as atividades de monitoramento, sondagem, ensaios de laboratório e controle tecnológico do solo que a empresa realiza para diversos setores. A ideia da empresa é tornar-se, a longo prazo, o maior laboratório geotécnico do Brasil. Entre obras e equipamentos, a Suporte vai investir R$ 1,4 milhão e contratar uma equipe de engenheiros, geólogos e técnicos especializados que trabalharão em sondagens, estudos geotécnicos e controle tecnológico de obras. O objetivo é atender construtoras, projetistas, concessionárias e órgãos públicos.
Gigante em Jundiaí
A Omron Healthcare, grupo japonês do ramo de dispositivos e equipamentos de cuidados para a Saúde, acaba de anunciar a construção de sua terceira fábrica no Brasil. A unidade será instalada em Jundiaí. O anúncio foi realizado pela empresa em cerimônia semana passada. A nova fábrica deve começar a operar no fim de 2019 e será construída em um terreno de 22 mil metros quadrados, sendo a metade de área construída. A nova unidade passa a ser a de maior capacidade produtiva no País, o dobro da unidade da Capital. A Omron focará a produção especialmente no tens, um produto destinado para a fisioterapia doméstica e para o tratamento de dores na coluna, artrose ou artrite. A expectativa da empresa é de dar um salto de produção de 1,2 milhão de unidades ao ano para 5,4 milhões até 2022.
Biotecnologia no Interior
A empresa norte-americana de biotecnologia Amyris, que produz a molécula esqualano, substância cosmética para a hidratação da pele obtida a partir da cana-de-açúcar, anunciou investimentos para construir duas fábricas no Interior paulista, e dessa forma ampliar a oferta da matéria-prima usada no segmento de estética e beleza. A primeira delas será em Brotas, na região central do Estado, em parceria com a Raízen, onde serão investidos US$ 70 milhões, com previsão de ficar pronta em 2019. Em 2020, será a vez da unidade de Sertãozinho, na região de Ribeirão Preto, o que implicará em mais US$ 75 milhões. Ambas terão capacidade para produzir 9 milhões de toneladas por ano. A empresa já produz o esqualano a partir do farneseno, uma molécula de hidrocarboneto extraída da cana, em Campinas
No Vale
A Avibras Indústria Aeroespacial vai investir R$ 72 milhões na sua planta de Lorena, na região de São José dos Campos, na construção de nova fábrica para produção de PBHT, insumo fundamental na produção de combustível sólido, segundo o jornal O Vale, da Rede APJ. Essa capacitação é imprescindível para os foguetes do novo Programa Espacial Brasileiro. Com início das operações previsto para o fim de 2019, a fábrica estará capacitada para produzir até 2.000 toneladas por ano. A Avibras participa do Programa Espacial Brasileiro desde a década de 1960, quando fabricou os primeiros foguetes Sonda e Sonda 2. Nos últimos anos a Avibras fabricou mais de 500 foguetes de treinamento para serem lançados do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Atualmente participa do desenvolvimento e da fabricação dos motores foguetes S50 do VLM-1 (Veículo Lançador de Microssatélites), contratada pela Funcate (Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais) e IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço) no âmbito do Programa Nacional de Atividades Espaciais da Agência.

Fonte: O Diário do Grande ABC

Linhas de produção de veículos estão paradas

Todas as montadoras de veículos no Brasil estão com suas linhas de produção paradas, confirmou, na sexta-feira, 25, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A interrupção, enfatiza a entidade em nota, é uma medida exclusivamente tomada devido à paralização dos caminhoneiros que persiste desde a última segunda-feira em ao menos 24 estados e, também, no Distrito Federal.

Paradas, as linhas de produção instaladas no Brasil trarão impactos à indústria automobilística, que gera de impostos mais de R$ 250 milhões por dia, conforme aponta a Anfavea no comunicado.

Além disso, o setor automotivo representa 4% do PIB e 20% da indústria. Ao todo, são mais de 20 fábricas de carros e caminhões que estão com as atividades suspensas desde sexta.

Os protestos nas estradas e marginais em todo o país promovido tanto por caminhoneiros autônomos como por funcionários de transportadores e, em alguns locais, engrossados por motoristas de vans e até motoboys, interrompem o escoamento de peças para as linhas de montagens.

A medida vai interromper uma produção média diária de 12,6 mil unidades, segundo a associação. “A greve dos caminhoneiros afetará significativamente nossos resultados, tanto para as vendas quanto para a fabricação e exportação”, completa em nota.

A maioria das montadoras já está sem produzir e outras estão com os pátios lotados, sem o transporte das cegonhas, e, como afirma a Anfavea, não há como estocar veículos.

Suspensão

As primeiras fábricas suspenderam as atividades na linha de montagem já na terça-feira passada, confirma a Anfavea, como as plantas da Ford em Camaçari (BA) e Taubaté (SP), mais as da General Motors em Gravataí (RS) e em São Caetano (SP).

Na sequência, no dia seguinte, mais 11 unidades pararam ao menos um turno: Betim (MG), da Fiat, Porto Real (RJ), da PSA Peugeot Citroen, São Bernardo (SP) da Ford, Ponta Grossa (PR), da DAF Caminhões, Piracicaba (SP), da Caterpillar, Curitiba (PR), da Volvo, e em São José dos Campos (SP), da General Motors. Também pararam quatro fábricas da Volkswagen, todas elas no interior de São Paulo: São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José dos Pinhais (SP) e Taubaté (SP).

Fonte: A Tarde Online / Infomet

Eaton produz transmissões e engrenagens em 3 turnos

Desde o início do ano, as unidades de Valinhos e Mogi Mirim, da Eaton, que fabricam transmissões e engrenagens para caixas de câmbio, já trabalham em três turnos. “Não estamos em capacidade total porque algumas linhas ainda estão em operação parcial, enquanto outras áreas estão a pleno vapor. Mas sentimos que houve melhoria significativa dos negócios e precisamos voltar a contratar”, disse Marcos Janasi, diretor de Negócios de Componentes de Powertrain da Eaton em entrevista ao site Automotive Business.

“Um conjunto de fatores empurra a produção para cima: a retomada do mercado doméstico de caminhões, a conquista de novos fornecimentos de transmissões automatizadas e as exportações de componentes para os Estados Unidos, que deram um grande salto este ano”, explicou.

As transmissões produzidas em Valinhos atendem os fabricantes de caminhões, ônibus e picapes, com destaque para a produção de caixas automáticas – iniciada em 2016 – e que hoje equipam cerca de 95% dos caminhões pesados novos e mais de 60% dos semipesados vendidos no País.

Mas são as exportações que respondem por mais de 60% das peças produzidas na planta. As engrenagens são forjadas (a unidade abriga a segunda maior forjaria do País) e usinadas em Valinhos, de onde seguem para a fábrica da Eaton nos Estados Unidos. “O crescimento do mercado norte-americano de caminhões Classe 8 já passa de 25% este ano. Por isso estamos trabalhando muito para atender os pedidos de transmissões usadas por esses modelos, que são montadas lá com peças feitas aqui”, informou.

Na mesma unidade, a planta de transmissões para caminhões leves e picapes também começou este ano a surfar a onda das caixas automatizadas. No fim de 2017 MAN e Mercedes-Benz fecharam contrato para comprar o câmbio automatizado de seis velocidades aplicado a novas versões dos modelos leves e médios VW New Delivery e Accelo. A caixa foi projetada no centro de pesquisa e desenvolvimento da Eaton em Valinhos, que é responsável mundial da empresa por projetos de transmissões para comerciais leves.

A planta de transmissões leves também exporta bastante, pois é a única fábrica no mundo que fornece o câmbio manual da picape S10, produzida pela GM no Brasil e também na Tailândia, para onde segue boa parte das caixas feitas na unidade.

Já a fábrica de Mogi Mirim faz componentes sob encomenda para fabricantes de veículos que fazem suas próprias transmissões. A verticalização da Eaton, que produz não só as transmissões mas também todas as engrenagens, eixos e sincronizados que vão dentro das caixas, abriu uma nova frente de negócios para a empresa no Brasil. General Motors e Mercedes-Benz, que montam suas próprias transmissões no País, compram os componentes feitos pela Eaton atualmente em Mogi Mirim.

Com processos bastante automatizados, as duas linhas de produção espelhadas de Mogi Mirim trabalham em três turnos com cerca de 600 funcionários. De um lado, são usinados e temperados 12 componentes mecânicos das caixas manuais de cinco e seis marchas da GM, usadas pela maioria dos carros feitos no Brasil. Depois de prontas as peças são embaladas na ordem de montagem em kits CKD que são enviados à fábrica de transmissões da GM em São José dos Campos (SP).

A outra linha de Mogi Mirim é dedicada a usinar e temperar 26 componentes de transmissões manuais da Mercedes-Benz usadas pelos caminhões Accelo, Atego e Atron. Também embaladas em kits, são enviadas para montagem em São Bernardo do Campo (SP).

NOVA LINHA DE PRODUÇÃO – Existe espaço no terreno para montar mais uma ou duas fábricas de engrenagens para atender qualquer tipo de cliente de transmissões. “Temos conversas, nada fechado ainda. Mas se conseguirmos um novo contrato, já estamos com a área pronta para construir uma nova linha”, afirmou Janasi, acrescentando que a unidade poderia também produzir componentes de câmbio automático, caso algum fabricante decida produzir essas caixas no Brasil.

A planta de componentes de transmissões sob encomenda da Eaton nasceu como extensão moderna da unidade de Valinhos, distante 70 km, assim incorporou desde o princípio avançados e eficientes processos de manufatura. Em 2016 Mogi se tornou uma das poucas plantas modelo do grupo globalmente, levando em conta critérios de produtividade, qualidade, segurança, logística/entrega e estoques. No ano passado a classificação foi novamente confirmada, desta vez junto com Valinhos, que também entrou para o reduzido grupo de quatro fábricas modelo da Eaton no mundo, duas delas agora no Brasil.

Fonte: Automotive Business / Infomet

Setor de autopeças investirá R$ 2,47 bilhões em 2018

Os fabricantes de autopeças devem investir R$ 2,47 bilhões em 2018, montante 33,5% superior ao realizado no ano passado (R$ 1,85 bilhão). Essa é a estimativa do Sindipeças, entidade que reúne a indústria nacional, durante o lançamento da feira Automec 2019, na semana passada em São Paulo, no Encontro de Líderes, com participação das principais entidades do setor, como o Sindirepa, Sincopeças, Andap, Sicap, além do Sindipeças, todas apoiadoras do evento.

Ainda segundo o Sindipeças, a previsão de faturamento para 2018 é de R$ 89,4 bilhões, montante cerca de 15% superior aos R$ 78,2 bilhões registrados no ano passado. Outra informação divulgada no evento foi a de um estudo da consultoria Roland Berger que estima que o mercado de reposição irá movimentar R$ 142 bilhões até 2020 (montante que inclui serviços, peças, impostos, custos operacionais e margens na cadeia de reparação automotiva).

Segundo Paulo Octavio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed Exhibitions, a Automec é um importante termômetro para o setor na América Latina. “A reposição teve papel importante quando a venda de veículos novos diminuiu e sentimos isso na edição 2017. Na edição 2019, veremos um evento impressionante com muito conteúdo e experiências para toda a cadeia”, comentou.

A próxima edição da Automec, que será realizada de 25 a 29 de abril de 2019, já está com 90% dos espaços vendidos, segundo a Reed Exhibitions. A feira irá reunir cerca de 1.500 marcas nacionais e internacionais em 90 mil m² de área de exposição.

Fonte: Usinagem-Brasil

Atividade e emprego continuam em queda na indústria da construção

Pesquisa da CNI mostra que setor operou em 40% de ociosidade em abril. Mas expectativas dos empresários para os próximos seis meses são positivas

Atividade e emprego continuam em queda na indústria da construção

O nível de atividade e o emprego continuam em queda na indústria da construção. O indicador de nível de atividade caiu para 46,9 pontos e o de número de empregados recuou para 44,6 pontos em abril. As informações são da Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta sexta-feira, 25 de maio, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo de 50 mostram recuo da atividade e do emprego.

A pesquisa mostra ainda que o nível de utilização da capacidade de operação ficou em 60% no mês passado. Isso significa que o setor operou com 40% das máquinas, dos equipamentos e do pessoal parados. No entanto, os empresários estão otimistas com o desempenho do setor nos próximos meses. Todos os índices de expectativas estão acima dos 50 pontos, indicando que os industriais apostam no aumento da atividade, dos novos empreendimentos e serviços, da compra de matérias-primas e no número de empregados nos próximos seis meses.

De acordo com o levantamento, o índice de confiança do empresário da construção (ICEI-Construção) diminuiu um pouco e ficou em 53,8 pontos em maio, acima da média histórica de 52,9 pontos e da linha divisória dos 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança. Isso é resultado do otimismo dos empresários em relação ao desempenho das empresas e da economia nos próximos seis meses.

O indicador de expectativas para os próximos seis meses ficou em 57,3 pontos em maio. Mas a percepção sobre a situação presente dos negócios piorou. O indicador de condições atuais caiu para 46,7 pontos e ficou abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo.

A pesquisa mostra ainda que a disposição dos empresários para investir também diminuiu. O índice de intenção de investimentos recuou 1,9 ponto em relação a abril e ficou em 33,3 pontos em maio. No entanto, está 4,8 pontos acima do registrado em maio de 2017.

Esta edição da Sondagem Indústria da Construção ouviu 541 empresas do setor entre os dias 1º e 14 de maio.

Fonte: CNI

Confiança da construção avança em maio, mostra FGV

A confiança da construção aumentou em maio e registrou o maior nível desde o início de 2018, apontou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança da Construção (ICST) teve alta de 0,4 ponto em relação a abril, alcançando 82,4 pontos

A ligeira alta do ICST decorre da melhora das perspectivas de curto prazo compensando a piora das avaliações atuais dos empresários do setor, detalha a FGV. O Índice de Expectativas (IE-CST) subiu 2,1 pontos, para 94,8 pontos, o maior nível desde janeiro de 2018 (95,9 pontos).

No entanto, o Índice da Situação Atual (ISA-CST) recuou em maio, em 1,2 ponto, para 70,5 pontos, ficando no mesmo patamar de fevereiro de 2018.

“Após três meses seguidos de alta, a percepção empresarial em relação à situação atual dos negócios teve piora”, comentou a coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo. Essa movimentação, segundo ela, não significa uma mudança de tendência, mas uma confirmação de que a melhora da atividade está sendo muito lenta. Se, por um lado, as expectativas mostram que o empresário continua acreditando na alta da demanda para os próximos meses, o ritmo de crescimento indica que a volta do setor ao patamar anterior à crise não ocorrerá no curto ou no médio prazo, acrescenta.

De acordo com os empresários da construção ouvidos pela FGV, a demanda insuficiente é a principal limitação enfrentada pelas empresas desde julho de 2014, percentual que chegou a ser apontado por quase 60% em julho de 2016. Em maio, a demanda (ou a falta de) se mantém no topo da lista das queixas, mas foi 51% das assinalações, confirmando o lento avanço da atividade. Além das questões relacionadas ao acesso ao crédito mais caro e difícil, o empresariado aponta outros fatores como o cenário macroeconômico agravado pela incerteza política.

O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) do setor caiu em 0,3 ponto percentual, para 64,7%. Os indicadores desagregados para Mão de Obra e Máquinas e Equipamentos também acompanharam esta queda, com baixa de 0,3 e 0,4 ponto percentual, respectivamente.

Fonte: UOL

Ferramentas Atlas Copco ganham prêmio mundial de design

Três produtos projetados e fabricados pela área de negócios Industrial Technique da Atlas Copco foram premiados pelo Red Dot Design Award, um dos mais importantes prêmios de design do cenário mundial. A entrega oficial acontecerá em Essen, na Alemanha, no dia 9 de julho.

O Red Dot Design Award 2018 reconheceu o seletor de soquete sem fio, um acessório inteligente de relatórios para operações de montagem em ambiente industrial; o ETD 21 e 41, uma série de chaves de fenda inteligentes usadas para a montagem de microparafusos em produtos eletrônicos e o sistema FlexDrive, um novo sistema de controle otimizado para automação baseada em robôs.

“Estamos orgulhosos de sermos reconhecidos por este importante prêmio de designl”, disse Henrik Elmin, presidente da área de negócios Industrial Technique da Atlas Copco. “Os produtos são projetados para serem ergonômicos e proporcionam benefícios ao cliente, reduzindo o peso, aumentando a durabilidade e sendo mais intuitivos e fáceis de usar”.

Fonte: Usinagem-Brasil

Dez setores industriais que se beneficiam com alta do dólar

Desde o início do ano, o dólar alcançou valorização de quase 15% sobre o real e a moeda americana estava avaliada em R$ 3,26. Segundo projeção da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, pelo menos dez setores podem ter vantagens competitivas com a alta da moeda norte-americana. A indústria da celulose, da metalurgia e a extrativa de madeira estão entre os setores com possibilidades de ganhos maiores no curto e médio prazos.

De acordo com o coordenador de inteligência da ABDI, Rogério Araújo, commodities e produtos menos complexos saem ganhando quando o real está desvalorizado. Exemplos: madeira e celulose, cuja confecção não exige muitos componentes, o que torna mais barato produzir e exportar. Outro setor que ganha com a alta do dólar, apesar de envolver um processo de produção mais elaborado, é o calçadista, que tem forte vocação exportadora.

A projeção da ABDI é feita com base em alguns dados gerados pelo mercado como o coeficiente de exportações líquidas da CNI, do índice de produtividade do IBGE e análise da balança comercial da FGV – Fundação Getúlio Vargas.

Não é apenas o real que tem acumulado quedas sucessivas em relação à divisa norte-americana, o fenômeno está ocorrendo em diversos países. No Brasil, a taxa de câmbio efetiva real – quando são descontados outros fatores como a inflação – já acumula uma desvalorização de 7%, segundo a FGV. O especialista da ABDI aponta que, se a desvalorização se consolidar, um incremento das exportações da indústria nacional deve ocorrer. O complicador, no entanto, está justamente na volatilidade da moeda, que pode atrapalhar o fechamento de negócios. “Quando o empresário confirma uma venda para o exterior, ele precisa projetar o câmbio. Com alterações repentinas essa estimativa fica comprometida”, explica Rogério.

Os produtos de maior valor agregado, como eletrônicos, fármacos e químicos, têm muitos componentes vindos do exterior, por isso esses setores saem perdendo com o aumento do dólar, que ocasiona um aumento do custo de produção no curto e médio prazos. Por isso é fundamental uma qualificação e modernização da indústria nacional. “Quando o componente é complexo como equipamentos de informática, onde quase 50% dos materiais são importados, o setor é prejudicado com a valorização da moeda norte-americana. Por mais que a indústria possa vender por maior valor, o custo de produção também aumenta. Uma saída é aumentar o tecido industrial para depender menos do produto importado. A ideia é tornar o produto brasileiro mais valioso, ou seja, investir em inovação e qualificação. Assim, os produtos que saem das fábricas nacionais têm maior valor agregado”, observa o coordenador.

Entre os setores industriais que podem ser beneficiados com o aumento do dólar no curto e médio prazos estão:

– Produtos têxteis;

– Couro, artigos para viagem e calçados;

– Produtos de madeira;

– Celulose, papel e produtos de papel;

– Produtos de minerais não metálicos;

– Metalurgia;

– Produtos de metal (exceto máquinas e equipamentos);

– Máquinas e equipamentos;

– Veículos automotores, reboques e carrocerias;

– Outros equipamentos de transporte.

Fonte: Usinagem-Brasil

Redação On maio - 28 - 2018
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