Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Crescimento de investimentos da indústria em 2017 aponta para o fim da recessão, afirma CNI

Em queda desde 2014, os investimentos da indústria brasileira voltaram a crescer em 2017, e a previsão é que a trajetória positiva continue em 2018. Esse é o resultado de pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, 76% das empresas fizeram algum tipo de investimento durante o ano passado, o maior percentual desde 2015 – dado que confirma o fim da recessão. Além disso, 81% das grandes indústrias afirmaram que pretendem fazer algum tipo de incremento em 2018 – o maior percentual desde 2014.

O resultado poderia ser ainda mais expressivo se o setor industrial tivesse contado com mais crédito bancário. Segundo a pesquisa, 75% dos investimentos feitos no ano passado foram custeados pelo capital próprio das empresas.

A participação dos financiamentos de bancos de desenvolvimento caiu para 10% em 2017, o menor percentual desde 2010, início da série histórica. Na avaliação da CNI, a falta de financiamento em longo prazo limitou os investimentos.

Mesmo assim, apenas 6% das grandes empresas cancelaram planos de incrementos em 2017. Na avaliação do gerente executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, o quadro “confirma a retomada gradual da economia”. A pesquisa foi feita com 632 empresas de grande porte, com 250 ou mais empregados, entre os dias 24 de janeiro e 19 de março.

Investimentos

Máquinas e equipamentos foram a principal aquisição dos industriais em 2017, seguida da compra de novas tecnologias. A preocupação com a concorrência, voltada sobretudo para o reaquecimento do mercado interno, levou os empresários, segundo a CNI, a privilegiar a inovação de processos e produtos.

Ainda sob reflexo da crise, apenas 22% das empresas investiram no aumento da capacidade de produção. “A capacidade ociosa da indústria ainda é grande”, justificou Castelo Branco.

Para 2018, 81% das empresas afirmaram que têm planos de investimento, boa parte deles voltada para novos projetos. Como em 2017, a compra de máquinas e equipamentos continuará sendo o principal item, seguido das novas tecnologias digitais e de automação. A CNI observa que a recente valorização do dólar, contida pelo Banco Central esta semana, e, sobretudo, as incertezas sobre as eleições podem alterar os planos otimistas dos empresários.

Fonte: EaeMáquinas / Infomet

Mais indústrias investiram em 2017

Com a retomada, ainda que lenta, do crescimento econômico, a indústria brasileira voltou a investir. É a conclusão da pesquisa “Investimento Anual”, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada ontem.

De acordo com a CNI, 76% das empresas investiram em 2017, melhor resultado desde 2014, quando foi de 81%. Em 2016, a proporção foi de apenas 67%. A pesquisa também informa que 47% das empresas realizaram investimentos como tinham planejado, o maior percentual desde 2012 (57%). “Isso confirma a retomada gradual da economia”, avalia o gerenteexecutivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.

O principal investimento feito pelas indústrias em 2017 foi a compra de máquinas e equipamentos, com 64% das respostas. Compra de novas tecnologias, incluindo automação, veio em segundo lugar, com 14%. Em terceiro lugar está a melhoria da gestão do negócio, com 7%.

A pesquisa mostra ainda que 75% do investimento foram feitos com recursos próprios, o que denota a dificuldade de as empresas obterem crédito. Empréstimos foram a fonte de recursos em apenas 10% dos casos, o menor percentual desde 2010. “Como a rentabilidade das empresas ficou comprometida pela crise, a falta de fontes de financiamentos limita os investimentos do setor”, diz a CNI.

Quanto a 2018, a pesquisa mostra que 81% das grandes indústrias pretendem investir, o melhor resultado desde 2014. “A compra de máquinas e equipamentos, com 60% das menções, será o principal investimento no ano. Em seguida, com 18% das respostas, está a aquisição de novas tecnologias.

Ao todo, 632 empresas de grande porte, com 250 ou mais empregados, responderam a pesquisa, entre os dias 24 de janeiro e 19 de março deste ano.

Fonte: Valor

Sem autopeças, montadoras param

A indústria automotiva sentiu o baque da paralisação dos caminhoneiros, que impediu a chegada de peças para a montagem de veículos, suspendendo atividades nas fábricas.

Em São Paulo, Volkswagen, Ford e Scania, no ABC Paulista, dispensaram trabalhadores, e pelo menos 17 mil metalúrgicos aguardam a retomada em casa. A Toyota, em Sorocaba (SP), e as unidades da Honda, em Sumaré e em Itirapina, também pararam. Em Resende (RJ), a fabricante de carros Nissan e a MAN Latin America, de caminhões, seguiram o movimento.

Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação que reúne as montadoras, disse que a continuidade da greve dos caminhoneiros é “preocupante” e, se for mantida, terá efeitos ainda piores na cadeia de produção.

— Muitas fábricas já pararam suas linhas de montagem, e, se a greve continuar até o fim de semana, é certo que todas pararão — disse.

Megale informou que não há uma contagem das perdas, mas garantiu que haverá “queda na produção, nas vendas e nas exportações de veículos, tendo como consequência impacto na balança comercial e na arrecadação de tributos”. O setor automotivo representa 4% do PIB e 20% da indústria.

A Ford ressaltou que suas fábricas de Camaçari (BA) e Taubaté também estão paradas. A Nissan informou que “o abastecimento de peças na fábrica em Resende foi comprometido”.

Já a Fiat Chrysler Automobiles, com fábricas em Betim (MG), disse que a “paralisação dos caminhoneiros e o bloqueio parcial da BR-381 acentuaram problemas de fluxo logístico que a empresa começou a sentir ontem (terça-feira). Devido ao atraso na entrega de peças, já há reflexos na produção.” Mas ressaltou que ainda não calculou o impacto.

Os problemas no setor ilustraram a preocupação dos empresários com o impacto do movimento na produção industrial do país. A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) manifestou “preocupação e indignação em relação à greve dos caminhoneiros que já está gerando prejuízos importantes para a indústria”.

Fonte: O Globo

Indústria reduz atividade

A paralisação dos caminhoneiros preocupa entidades representativas da indústria. Até ontem, 18 fábricas de automóveis no país tiveram que suspender ou reduzir as atividades — entre elas, quatro da Volkswagen, três da Ford, três da General Motors e duas da Toyota. Se a greve continuar até o fim de semana, “é certo que todas as fábricas vão parar”, alertou Antônio Megale, presidente da Anfavea, entidade que representa as montadoras. O resultado, segundo ele, será queda na produção, nas vendas e nas exportações, “tendo como consequência impacto direto na balança comercial brasileira e na arrecadação de tributos”.

O presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte, afirmou, em nota, que os bloqueios podem “rapidamente trazer implicações para indústria, varejo e para toda a sociedade”. “Esperamos que governo e caminhoneiros cheguem a uma rápida solução para o impasse, a fim de evitar vultosos prejuízos à indústria e ao país”, disse.

De acordo com a Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), mais de 3,7 mil indústrias do estado paralisaram a produção nos últimos três dias. O número equivale a 60% dos 6.201 estabelecimentos industriais do estado. O presidente da entidade, Sérgio Longen, disse que haverá atraso no pagamento dos salários de mais de 120 mil trabalhadores.

Fonte: Correio Braziliense

Além da Volks, Ford paralisa produção

Greve dos caminhoneiros gera consequências nas fábricas de Taubaté e região

Além de redução de frota no transporte, caos nos postos de gasolina e estoques prejudicados nos supermercados, a paralisação nacional dos caminhoneiros atinge outro importante setor da economia da RMVale: a indústria.

Em consequência da greve, que nesta terça completou seu terceiro dia, importantes fábricas da região diminuíram ou paralisaram suas atividades até que a situação seja normalizada.

Em São José dos Campos, a greve já impacta na produção da GM (General Motors). A empresa informou que, com a falta de componentes, as linhas de produção começaram a ser paralisadas, e que também há dificuldades na distribuição de veículos.

Havia também a expectativa que a Chery paralisasse suas atividades, mas a informação não foi confirmada pela empresa.

As principais montadoras de Taubaté também foram afetadas. A Ford confirmou que a paralisação impactou a produção na planta da cidade e também em Camaçari, na Bahia, fábrica que usa peças produzidas na RMVale.

O Sindicato dos Metalúrgicos da cidade afirmou que os três turnos da Volkswagen não trabalharam, e que 3.500 trabalhadores estão com as atividades suspensas.

O jornal apurou que a situação deve continuar. Em nota, a empresa afirmou que está ‘avaliando impactos e fazendo ajustes’ em seu programa de produção.

Anfavea prevê problemas em todo o setor industrial se greve não acabar

Presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), entidade que reúne montadoras de veículos de todo o Brasil, Antonio Megale mostra preocupação. “Se a situação não se resolver até o fim desta semana, teremos um problema setorial grave”, afirmou, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Fonte: Gazeta de Taubaté / Infomet

Com greve, quatro montadoras no Paraná suspendem produção

O impacto da greve nacional dos caminhoneiros, que completa três dias nesta quarta-feira (23), já prejudicou a produção de 17 fábricas de carros e caminhões, conforme balanço da Anfavea, entidade que reúne as montadoras, obtido pela reportagem. No Paraná, quatro montadoras já suspenderam a produção: a Renault e a Volkswagen, em São José dos Pinhais, a Volvo, em Curitiba, e a DAF Caminhões, em Ponta Grossa.

Hoje (23) já parou a Renault por falta de peças, o dia inteiro. Ontem já faltaram peças e a produção foi prejudicada. Só volta a trabalhar quando normatizar o transporte.  Na Volvo, ontem o segundo turno parou por falta de peças – foram todos para casa. e a produção está zerada.

Na Volvo, hoje, o primeiro turno foi trabalhar, atuou até hora do almoço, quando acabaram as peças. Dispensados, metalúrgicos foram para casa e aguardam informe da montadora sobre possiblidade de retornar produção. Diretoria da Volvo vai informar nesta quinta cedo se terá ou não produção no primeiro turno.  As informações são do Sindicato dos Metalúrgicos.

Desde terça-feira (22), já vinham paralisadas as plantas da Ford, em Camaçari (BA) e Taubaté (SP), e da General Motors, em Gravataí (RS) e São Caetano (SP). Com a continuidade da greve, no entanto, o problema se agravou muito. Nesta quarta-feira (23), mais 11 fábricas pararam pelo menos um turno.

São elas:  Betim (MG), da Fiat, Porto Real (RJ), da PSA Peugeot Citroen, São Bernardo (SP) da Ford, Ponta Grossa (PR), da DAF Caminhões, Piracicaba (SP), da Caterpillar, Curitiba (PR), da Volvo, São José dos Campos (SP), da General Motors, além de quatro plantas da Volkswagen -São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José dos Pinhais (SP) e Taubaté (SP).

A fábrica da Honda em Sumaré (SP) também deve interromper as atividades nesta quinta-feira (24). “Se a situação não se resolver nos próximos dois dias, teremos praticamente todo o setor paralisado”, diz Antônio Megale, presidente da Anfavea.

O executivo ainda não sabe precisar qual será o tamanho do prejuízo provocado pela greve, mas acredita que tem potencial para reduzir não só a produção mensal de veículos, mas também as vendas internas e as exportações. Há relatos de milhares de carros que não conseguem chegar aos portos.

O setor automotivo, que representa 4% do PIB e 20% da indústria, é extremamente dependente do transporte por caminhões não só para o recebimento de peças para as linhas de montagem, mas também para o desembaraço de carros e caminhões prontos para as concessionárias e para a exportação.

A maior parte das montadoras de veículos está paralisada por falta de peças, mas também já ocorre um efeito em cascata. Fábricas de motores e transmissões -como Taubaté (SP), da Ford, ou São Carlos (SP) da General Motors- também acabam parando porque não conseguem entregar o que produzem.

Os caminhoneiros estão em greve por conta do reajuste do preço do óleo diesel, que passou a subir com vigor após à guinada das cotações do petróleo no mercado internacional e a mudança na política de preços da Petrobras, que deixou de absorver o impacto após os prejuízos que sofreu no governo Dilma.

Fonte: Bem Paraná

REPORTAGEM ESPECIAL: Melhora na produtividade brasileira depende de ação das empresas

O Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022 aponta quatro eixos diretamente relacionados à produtividade e inovação: gestão empresarial, inovação, qualificação profissional e internacionalização

A Bosch quase dispensa introduções. Junto a outras gigantes alemãs, está na linha de frente da transformação digital da indústria, da produção agrícola e da vida cotidiana de milhares de pessoas que usufruem das tecnologias criadas pela empresa.

Operando desde 1954 no Brasil, onde emprega mais de 8 mil pessoas, como boa desenvolvedora, a Bosch é também grande usuária da inovação que ajuda a construir. É que, como explica o presidente da Bosch América Latina, Besaliel Botelho, a tecnologia aplicada ao processo produtivo e à gestão dos negócios é um trunfo na busca pela produtividade.

Diante dos desafios impostos pelo ambiente brasileiro – o famoso custo Brasil – o azeitamento dos processos produtivos se tornou um equalizador das dificuldades enfrentadas da porta da fábrica para fora. “A Bosch trabalhou fortemente a sua produtividade porque, sem isso, não teria sobrevivido à crise. Buscamos superar os reveses recentes do país com o aumento da produtividade. Acho que fomos bem-sucedidos”, afima Botelho.

A tecnologia foi fundamental. A empresa utilizou sensoreamento, digitalização e coleta de dados das máquinas em tempo real para otimizar processos. Os resultados podem ser resumidos em dois dados: a empresa reduziu em 40% seus custos de manutenção e ganhou até 10% de eficiência nas máquinas.

A demanda não é só da subsidiária alemã. Entre 2000 e 2016, a produtividade do trabalho na indústria cresceu 8,8% no país, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para se ter ideia do espaço a percorrer, no mesmo período, a Coreia do Sul registrou aumento de 118,4% nesse quesito.

Mesmo países em desenvolvimento, como México e Argentina, obtiveram resultados significativamente melhores que o Brasil, com 29,3% e 27,7%, respectivamente. E o alerta vale em dobro na corrida tecnológica.

Fonte: CNI

 

Redação On maio - 24 - 2018
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.