Sindicato Nacional da Indústria de
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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018






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IPC-S acelera em 4 das 7 capitais avaliadas na 4ª quadrissemana de abril, diz FGV

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), acelerou em quatro das sete capitais pesquisadas na quarta quadrissemana de abril em relação à terceira leitura do mês, divulgou a instituição nesta quinta-feira, 3. No geral, o IPC-S avançou de 0,32% para 0,34% entre os dois períodos. Em março, o indicador fora de 0,17%.
Por região, o IPC-S apresentou acréscimo nas taxas de variação de preços em Salvador (-0,12% para 0,09%), Brasília (0,22% para 0,24%), Recife (0,20% para 0,27%) e Porto Alegre (0,46% para 0,55%).
Por outro lado, em três outras cidades o indicador da FGV registrou desaceleração: Belo Horizonte (0,35% para 0,17%), Rio de Janeiro (0,60% para 0,53%) e São Paulo (0,27% para 0,25%).

Fonte: O Estado de São Paulo

 

Varejo estima avanço de 6% ao mês até maio

As variáveis que sustentam o consumo, como maior poder de compra do brasileiro e acesso ao crédito, devem se mostrar melhores nos próximos três meses. A estimativa é que o setor cresça 6% em março, sobre um ano antes, e apresente incremento de 6,13% e abril e 5,3% em maio, na mesma base de comparação.
A estimativa foi pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) e leva em conta os setores do comércio avaliados mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).
O ritmo crescente do setor se daria após uma desaceleração do crescimento apresentada em fevereiro, quando o comércio varejista apresentou incremento de 1,3% na comparação interanual e um recuo de 0,2% ante a janeiro.
Os destaques para sustentar o incremento deste ano são os bens duráveis, principalmente as vendas de móveis e eletrodomésticos, que após apresentarem três anos consecutivos de queda no faturamento, deverá crescer apoiado na maior demanda em função do Dia das Mães este mês e, a partir de junho, a Copa do Mundo na Rússia.
“Há perspectiva de melhora das vendas de bens duráveis este ano, as varejistas estão com promoções agressivas, e a melhora das condições de crédito – tanto na concessão quanto nos juros – também estão mais convidativas”, afirmou ao DCI, em entrevista recente, o professor de economia e especialista em varejo, Sérgio Bóia.
De acordo com o Ibevar, a estimativa é que as vendas de móveis e eletrodomésticos subam 8,9% em março, sobre um ano antes, com crescimentos estimados de 2,5% e 4% nos dois meses seguintes.
Apesar das projeções mais otimistas, os economistas do Ibevar pontuam que o crescimento ainda é pequeno, e os sinais de retomada da economia, com melhoria do mercado de trabalho e juros mais alongados, são necessários para que o setor retorne aos patamares de antes da crise.
No setor de hipermercados e supermercados, a expectativa é de crescimento de 1,1% em março, com alta prevista de 4,8% e 4,4% em abril e maio.
Já para o setor de tecidos, vestuário e calçados as expectativas ainda são de queda: Retração de 3,2% em março ante igual mês de 2017. Em abril e maio, há perspectiva de queda de 4,1% e 6,2%, na ordem.
Nem tão otimista
Ainda que o Ibevar estime um incremento de 6% em março no varejo ampliado – recorte do IBGE que inclui as vendas de material de construção, veículos e peças – no restrito, o SpendingPulse, Indicador de Varejo da Mastercard, mostrou um número bem menor: 2,6% de ata na comparação com o mesmo período de 2017.
Em linha com as projeções do mercado os setores em destaque foram móveis e eletrodomésticos, supermercados, artigos farmacêuticos, material de construção e artigos de uso pessoal e doméstico.
“Feriados como a Sexta-feira Santa e Páscoa, impactaram positivamente nas vendas totais no mês de março, apresentando expansão de 4,2% em relação ao mesmo período do ano passado”, comenta o economista-chefe da Mastercard Advisors no Brasil, César Fukushima, lembrando que o único resultado menor que o esperado se deu na venda de vestuário e combustíveis.
Fukushima ressalta ainda o bom resultado do e-commerce, com 18,4% em março. Os setores de eletrônicos e móveis também demonstraram alta superior à média do canal de distribuição, enquanto os setores de artigos farmacêuticos, vestuários e livraria ficaram abaixo do avanço do canal.

Fonte: DCI

Simplificação tributária abre espaço para aumentar investimentos, emprego e renda

Para a CNI, é possível reduzir as distorções na estrutura de impostos e acabar com a cumulatividade nos próximos quatros anos. A recuperação do equilíbrio fiscal, combinada com maior eficiência do gasto público, permite também a redução da carga tributária

De cada 10 carros produzidos no Brasil, nove têm alguma peça da Thyssenkrupp. A empresa também fabrica uma em cada três escadas rolantes instaladas no país e tem negócios nos segmentos de energia, infraestrutura, mineração, cimento, construção civil, química, petroquímica e defesa. O grupo está presente em diversas etapas da cadeia industrial e é impactado diariamente pela complexidade do sistema tributário brasileiro. A Thyssenkrupp emprega 158 mil pessoas em 79 países.

O gerente tributário da Thyssenkrupp para a América Latina, Vinicius Bentolila, define o sistema tributário brasileiro como “bastante desafiador”. Em entrevista à Agência CNI de Notícias, ele explica que a empresa no Brasil precisa lidar com mais de 80 espécies tributárias e 90 obrigações acessórias, etapa administrativa para documentar o pagamento de impostos. Além disso, diz, precisa administrar o pagamento de impostos nas três esferas tributárias: União, estados e municípios.

“Essa é a parte tangível. Mas há o intangível que é o ambiente de incerteza e insegurança. Como as normas mudam constantemente, as empresas precisam ter departamentos inteiros para lidar com a tributação e não correr o risco de serem multadas por um imposto que deveria ter sido pago em um estado, mas foi recolhido em outro, por exemplo”, diz Bentolila.

No Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a simplificação tributária com redução do número de tributos. A meta é reduzir os atuais oito tributos sobre circulação de bens e serviços para apenas dois, em quatro anos. Além disso, o objetivo é acabar com as distorções tributárias.

SAIBA MAIS – Leia a reportagem completa no site do Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022.

Fonte: CNI

Vendas de carros crescem 38,5% em abril

Juros mais baixos para financiamento e queda na inadimplência, somados à recuperação econômica, continuam favorecendo o mercado de veículos novos. Em abril, as vendas somaram 217,3 mil unidades, 38,5% a mais em relação a igual mês de 2017, quando o mercado ainda sentia os efeitos da crise econômica. Na comparação com março, a alta foi de 4,8%.

Foi o melhor abril em vendas desde 2015. No acumulado dos quatro meses, foram vendidos 762,9 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, alta de 21,3% ante o mesmo intervalo do ano passado. Também foi o quadrimestre mais forte dos últimos três anos.

A participação das vendas diretas (feitas pelas próprias montadoras para frotistas, locadoras e pessoas com deficiência, a preços especiais) segue em alta e representa 38,3% dos negócios no ano.

Crédito. Segundo o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção Júnior, “a queda na inadimplência, aliada à queda da taxa de juros, vem favorecendo o setor como um todo”.

Ele informou, por meio de nota, que a inadimplência da carteira de crédito para pessoas físicas está em 2,5% e, para pessoas jurídicas, em 3,6%. “Esses resultados são os menores desde abril de 2011”, disse, favorecendo a oferta de crédito por parte das instituições financeiras.

Entre os segmentos, as vendas de automóveis e comerciais leves em abril cresceram 37,8% em relação a um ano atrás, para 210 mil unidades. No acumulado, o aumento foi de 20,4%, com 737,3 mil unidades.

Em porcentual, a maior alta foi para o segmento de caminhões, que cresceu 78,4% na comparação interanual (5.968 unidades) e 58,6% em relação ao primeiro quadrimestre do ano passado (20,8 mil). As vendas de ônibus subiram 7,4% e 30,4% respectivamente, para 1.141 unidades e 4.676.

O mercado de motocicletas também tem reagido e acumula alta de 9,3% no ano, somando 301,5 mil unidades.

A General Motors segue na liderança de vendas de automóveis e comerciais leves, com 17% de participação no acumulado do ano. Na sequência estão Volkswagen, com 14,6%, e Fiat, com 12,5%. O quarto lugar é da Ford (9,4%), seguida por Hyundai (8,8%), Toyota (8,2%), Renault (8,1%), Honda (6%), Nissan (4,3%) e Jeep (4,2%).

Os cinco carros mais vendidos no ano são Chevrolet Onix (58,4 mil), Hyundai HB20 (33,6 mil), Ford Ka (32,8 mil), Volkswagen Polo (23,5 mil) e Chevrolet Prisma (23 mil).

Fonte: O Estado SP

Incertezas afetam gestão da dívida pública

O aumento das incertezas políticas em ano eleitoral parece dificultar a administração da dívida pública federal em títulos. Em março, houve uma ligeira diminuição dos prazos de vencimento da dívida, uma redução das aplicações de investidores estrangeiros e de pessoas físicas via Tesouro Direto e uma elevação do custo da dívida em moeda estrangeira, que se acentuou em abril.

O porcentual de títulos vencíveis nos próximos 12 meses aumentou de 17,79% em fevereiro para 18,07% em março, segundo o Relatório Mensal da Dívida Pública Federal. O prazo médio da dívida também apresentou uma leve redução, de 4,27 anos em fevereiro para 4,25 anos em março. Isso significa que um elevado porcentual da dívida terá vencido antes do término do próximo governo.

Os fundos de previdência foram os que mais venderam suas posições em títulos federais, que caíram de R$ 844,4 bilhões em fevereiro (24,43% do total) para R$ 799,7 bilhões em março (22,8%). A queda foi ainda mais acentuada em relação a dezembro, quando a participação alcançou 25,46%.

No primeiro trimestre, as instituições previdenciárias diminuíram em quase R$ 75 bilhões suas carteiras de papéis federais. Essa posição foi ocupada pelos fundos de investimento, que elevaram em cerca de R$ 160 bilhões suas carteiras em papéis governamentais. Isso parece se dever à falta de emissões privadas em volume satisfatório. Os investidores estrangeiros mantiveram a política de redução – no caso, gradual – da participação na dívida mobiliária. Após se aproximar de 19% em 2015 e início de 2016, hoje o peso do investidor estrangeiro é de 11,8%.

O custo médio anual do estoque da dívida mobiliária vem caindo de forma expressiva, de 9,93% em fevereiro para 9,66% em março, mas a valorização do dólar de 2,43% em março provocou uma pequena elevação do custo da dívida em moeda estrangeira, de 12,09% em fevereiro para 12,19%. O custo médio das emissões da dívida mobiliária no mercado doméstico caiu de 9,12% em fevereiro para 8,8% em março.

A dívida mobiliária interna cresceu 1,47% entre fevereiro e março e atingiu R$ 3,5 trilhões. O valor está nos limites do Plano Anual de Financiamento (PAF), dentro do esperado pelo governo, portanto. Mas não é confortável ter uma dívida crescente cujos prazos de vencimento encolhem, à espera de ajustes fiscais abrangentes.

Fonte: O Estado SP

Vendas sobem 4,5% no varejo paulistano

A atividade no varejo paulistano cresceu 4,5% em abril, na comparação com igual mês do ano passado, segundo medição divulgada hoje pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A expansão foi impulsionada pelas vendas a prazo, que avançaram 11,2% em igual intervalo, enquanto as transações à vista caíram 2,3%.

Segundo a ACSP, as vendas parceladas subiram principalmente devido à aquisição de bens duráveis, que estão respondendo à queda dos juros, ao aumento dos prazos e, também, à demanda reprimida por esses itens durante a crise. “De acordo com relatos de varejistas, o destaque ficou por conta dos televisores, beneficiados pela Copa do Mundo, e também dos eletroportáteis”, disse em nota Alencar Burti, presidente da ACSP.

Fonte: Valor

Pequeno empresário está desconfiado

O Indicador de Confiança dos Micro e Pequenos Empresários (MPE) atingiu 52,7 pontos em abril, 2,6 pontos abaixo dos 55,3 pontos de março, quando atingiu maior resultado desde que a série começou a ser medida, em maio de 2015. Os dados do SPC Brasil e da CNDL, porém, ficaram, pela sétima vez consecutiva, acima dos 50 pontos e indicam que 62% dos entrevistados ainda estão otimistas.

Fonte: DCI

Queda das taxas nos bancos vai demorar

A economia está iniciando seu processo de recuperação, a inadimplência cede e os juros nunca estiveram tão baixos. Uma combinação de fatores ideal para a redução dos spreads, que são a diferença entre o custo de captação de recursos pelos bancos e o juro efetivamente cobrado dos clientes. Só que, ao menos nos grandes bancos de varejo, a esperada redução do spread tem sido lenta, o que vem garantindo fortes lucros às instituições financeiras, como pode ser observado nos balanços relativos ao primeiro trimestre, divulgados recentemente. Essa estratégia de redução gradual, segundo analistas, visa a manter a margem de ganhos enquanto novas concessões não ganham força.

—O spread deve começar a ceder, mas não na velocidade em que a Selic e o CDI caíram. O estreitamento desse spread só vai começar a aparecer no segundo semestre, quando o volume de empréstimos para pessoas físicas, e pequenas e médias empresas, ficar maior — argumenta João Augusto Salles, economista da Lopes & Filho Consultoria.

A taxa básica de juros da economia, a Selic, saiu de um patamar de 14,25% ao ano, em outubro de 2016, para os atuais 6,50%, com chance de ao menos mais um corte este ano. O CDI, que serve de referência nas operações interbancárias, acompanha de perto a Selic e, por isso, também sofreu forte redução. Como os spreads não recuaram na mesma proporção, passaram a pesar mais na taxa final paga pelo tomador de crédito.

Selic baixa restringe ganho no mercado

De acordo com dados do Banco Central (BC), a taxa de juros média no Brasil era de 26,2% ao ano em março, considerando-se operações a consumidores e empresas. Desse total, o spread representava 20 pontos percentuais. Em 12 meses, houve queda de 3,8 pontos percentuais, enquanto a Selic recuou 5,75 pontos nesse período.

Os analistas lembram que, apesar da retomada da economia, os bancos continuam seletivos na hora de emprestar dinheiro, o que faz com que a expansão do crédito demore a ganhar tração. Com os juros elevados, isso não é um problema, porque eles deixam de emprestar o dinheiro e fazem operações no mercado, por meio da tesouraria, o que garantia parte dos lucros bilionários. Mas a Selic em um dígito não permite que esses os ganhos de tesouraria cresçam — por isso a queda dos spreads é adiada em um ambiente de concentração bancária ainda elevada.

Luis Miguel Santacreu, analista da Austin Rating, espera que os spreads caiam um pouco até o fim do ano, mas não de forma abrupta. Isso porque os bancos argumentam que, para que isso ocorra, são necessárias algumas reformas microeconômicas, como a aprovação do cadastro positivo.

— O que temos é um cenário de pouco crédito e juros altos, o que é desfavorável ao crescimento. E mesmo com o crédito patinando há três anos e a economia ruim, os lucros dos bancos cresceram, o que mostra o peso do spread e das receitas de serviços — avalia.

Foco em linhas mais caras

Os três maiores bancos privados do país apresentaram crescimento do lucro no terceiro trimestre. Em comum, tiveram leve aumento na carteira de crédito e uma forte queda nas despesas com provisões para devedores duvidosos — reserva para lidar com uma eventual inadimplência. Já sobre os spreads ,asinalização foi de queda lenta. No Santander, o spread médio chegou a subir entre janeiro e março.

O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, afirma que o spread deve diminuir, o que será compensado pela ampliação da concessão de crédito, com mudança do mix de produtos. Ou seja, o banco espera dar mais crédito para pessoas físicas e pequenas e médias empresas, cujas linhas têm o maior spread.

— A redução dos spreads deve se intensificar de maneira individual durante o ano. Eles devem cair em cada linha, como cheque especial e cartão de crédito. Mas, de maneira geral, o aumento na demanda e a mudança de mix devem compensar a queda de spread em cada linha — afirmou o presidente do banco, Cândido Bracher, em teleconferência a analistas para detalhar o crescimento de 3,8% do lucro da instituição, para R$ 6,28 bilhões.

Segundo ele, o spread do consignado, uma das linhas mais baratas para pessoas físicas, é de 18 pontos percentuais. Já o crédito para grandes empresas tem spread de dois pontos percentuais.

O Santander, que elevou em 54,5% seus ganhos entre janeiro e março, informou em seu balanço na semana passada que os spreads de seus financiamentos subiram a 10%, contra 8,9% no final de março de 2017.

— No Brasil tem muito custo que não é visível — justificou o presidente do Santander, Sergio Rial, na ocasião em que comentou os resultados do banco. — Não tem ação de canetada. É algo estrutural e exige que o país siga uma rota reformista que permita conviver com inflação e juros baixos por muito tempo.

Ele citou como causa da elevação dos spreads o peso da inadimplência (55,7%) e dos impostos (15,6%). Já o lucro responde por 23% do lucro do spread bancário no país.

— A Selic não tem nada a ver com spread, tem que falar do que o compõe — insistiu Rial.

‘Ainda estamos em situação de risco’

O Bradesco, que elevou em 9,7% seu lucro no mesmo período, chegando a R$ 5,1 bilhões, não abre a evolução de seus spreads. Ao comentar o balanço, Octávio Lazari Jr., presidente do banco, disse que os spreads estão caindo, mas ressaltou:

— Ainda estamos em uma situação de risco elevado.

Ele ecoou o discurso de Rial, de que a não é a Selic que determina os spreads.

— Além disso, quando se fala de linhas mais longas, de quatro anos, como nas de veículos, a base de precificação não é a Selic, mas a curva de juros (futuros) que está em torno de 9% ao ano — disse Lazari.

O presidente do Bradesco afirmou ainda que considera natural que a população esteja ansiosa para que o spread caia mais rapidamente.

Fonte: O Globo

Redação On maio - 3 - 2018
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