Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Tera-feira, 25 de Setembro de 2018






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Confiança da indústria cai 0,7 ponto em abril ante março, diz prévia da FGV

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da sondagem de abril teve um recuo de 0,7 ponto em relação ao resultado fechado de março, para 101,1 pontos, informou nesta quinta-feira, 19, a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Sob a métrica de médias móveis trimestrais, o ICI mantém a tendência de alta iniciada no segundo semestre do ano passado, com um avanço previsto de 0,5 ponto em abril.
Após duas altas consecutivas, o Índice de Expectativas (IE) caiu 1,6 ponto em abril, para 101,2 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA) permaneceu relativamente estável, com ligeira alta de 0,1 ponto, para 100,7 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria indicou uma estabilidade na prévia de abril ante o fechamento de março, permanecendo em 76,1%, o maior patamar desde maio de 2015, quando estava em 76,6%.
A prévia dos resultados da Sondagem da Indústria abrange a consulta a 794 empresas entre os dias 2 e 18 de abril. O resultado final da pesquisa será divulgado no próximo dia 26.

Fonte: O Estado de São Paulo

Desemprego eleva ‘negócio próprio’ na pequena indústria

A recessão aumentou o número de pessoas que abriram o seu próprio negócio após perder o emprego, o chamado “empreendedorismo por necessidade”, também na micro e pequena indústria. Segundo o Perfil do Empreendedor – que integra a 61ª rodada do Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria de São Paulo – 45% dos empresários deste ramo no Estado estavam desempregados quando iniciaram suas atividades. Em 2014, esse percentual era de 35%, de acordo com a pesquisa encomendada ao Datafolha pelo Simpi-SP, o sindicato que representa essas companhias.

Na contramão, a fatia daqueles que saíram da ocupação anterior para abrir uma micro e pequena indústria diminuiu de 62% para 51% em quatro anos. A maioria dos micro e pequenos industriais paulistas ainda avalia que sua situação financeira melhorou após ter se tornado empreendedor, mas essa proporção também recuou entre 2014 e 2018, de 68% para 58%. Já aqueles para quem a situação financeira está pior do que antes avançou em igual comparação, de 14% para 26%.

Para tentar compensar a piora, os donos das empresas estão trabalhando mais do que no período anterior à crise. Ao todo, 55% trabalham nove horas ou mais por dia, sete pontos percentuais a mais do que em 2014. Outros 49% trabalham seis ou sete dias por semana atualmente, mesma proporção registrada na edição anterior da enquete.

Em 2014, 69% dos pesquisados afirmaram que a vida havia melhorado após a abertura de suas empresas, parcela que recuou para 54% este ano. Na visão de Couri, as dificuldades impostas pela crise, que reduziu a demanda por bens industriais e o acesso do empresariado ao crédito, explicam a percepção mais comedida sobre o impacto dos negócios na vida pessoal.

Na próxima rodada do indicador, o Simpi-SP vai divulgar um perfil mais detalhado do micro e pequeno empresário industrial de São Paulo, observa o presidente da entidade. Por ora, é possível afirmar que empreender foi uma tentativa de sobrevivência para muitas pessoas que perderam o emprego durante a crise.

Os dados de curto prazo que compõem o Indicador de Atividade regularmente mostraram situação um pouco mais favorável das empresas. A percepção dos industriais ouvidos sobre faturamento, margem de lucro e nível de atividade melhorou na passagem mensal, o que se refletiu em alta do Índice de Satisfação das indústrias pesquisadas, de 91 pontos em fevereiro para 102 pontos em março.

A maior expansão ocorreu no índice de faturamento, que subiu 15 pontos na passagem mensal, para 96 pontos. O indicador que mede a satisfação do empresariado com a margem de lucro passou de 80 para 92 pontos em igual comparação, enquanto a avaliação sobre a situação da empresa aumentou para 102 pontos no mês passado, ante 91 pontos na medição anterior.

Para Couri, os dados de março apontam um quadro de recuperação das empresas, mas a custo de demissões e cortes de despesas. O índice referente ao nível de emprego ficou praticamente estável ante fevereiro, ao recuar um ponto, para 96 pontos. No entanto, a parcela de indústrias que relatou ter dispensado funcionários no mês anterior à pesquisa avançou de 13% para 17%.

“O aquecimento econômico não está vindo e por isso as empresas precisam se adequar”, diz. Na avaliação do presidente do Simpi, o principal problema enfrentado pelos micro e pequenos industriais no momento ainda é a falta de demanda, seguida do acesso ao crédito, ainda restrito.

Em março, 11% dos empresários consultados tentaram contratar empréstimos e/ou financiamentos. Desses, 59% não conseguiram. Para 43% do total de empresas, a maior dificuldade na obtenção de crédito ainda reside na taxa de juros. Como reflexo dessa restrição, 52% das micro e pequenas indústrias paulistas avaliam o nível de capital de giro atual como insuficiente.

Fonte: Valor

Segunda explosão na CSN em menos de um mês preocupa trabalhadores

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), confirmou nesta terça-feira (17) que uma falha mecânica causou um incêndio na unidade de Volta Redonda, no sul do estado do Rio de Janeiro,  na noite de segunda-feira (16). Não houve feridos. Em nota, a companhia explicou que a falha foi em um dos quatro regeneradores do Alto-Forno 3, que foi consertado e voltou a funcionar na madrugada de hoje.

Apesar de o incêndio já ter sido controlado, o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda, José Eli, alertou que explosões na siderúrgica estão se tornando frequentes. Lembrou que, há 20 dias, outro incêndio ocorreu no setor da aciaria (onde o ferro-gusa é transformando em aço), deixando operários feridos, embora sem gravidade.

“Foram duas explosões significativas, isso não é normal”, disse José Elias. “Na prevenção de acidentes, a gente fala o seguinte: quando começam a ocorrer fatos dessa natureza, é sinal de que algo pior está por vir”, alertou. “Isso não é normal, a siderúrgica tem que tomar as providências para saber o que está acontecendo”, completou.

Em relação ao acidente ocorrido há 20 dias, José Eli cobrou respostas. As causas ainda estão sendo investigadas, mas indicam a possibilidade de ser contaminação na sucata, segundo ele. Na avaliação do sindicato, os trabalhadores estão sendo expostos a risco duplo. “As duas explosões foram seguidas de muita sorte, só por isso não houve feridos [graves]”, disse.

Na explosão de ontem à noite, o diretor do sindicato contou que o forte estrondo da explosão foi seguido por um cheiro de queimado, deixando moradores de Volta Redonda “alarmados”. No momento, o sindicato inspeciona os altos-fornos averiguando eventuais riscos.

Fonte: Agência Brasil

“Frente parlamentar defende aprovação de propostas favoráveis ao setor de indústria de máquinas”

O deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) foi escolhido o novo coordenador da frente parlamentar que defende a indústria de máquinas e equipamentos, segmento responsável pela geração de cerca de dois milhões de empregos diretos e indiretos.
Segundo ele, o setor encolheu no país nos últimos anos e é necessário que os deputados se mobilizem para garantir ações de apoio que contribuam para o desenvolvimento nacional.
“Este é um setor exportador que precisa dos olhos do governo e do Congresso Nacional. Precisamos atuar para essa indústria crescer e dar condições para que a economia brasileira possa deslanchar de maneira definitiva”.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Marchesan, lamentou que o Brasil tem sofrido com a desindustrialização nos últimos 30 anos, gerando prejuízos econômicos e sociais.”Não pode um país prescindir da indústria de bens de capital. Esse é o parque mais importante, porque gera emprego, renda, impostos. Hoje, há 12,5 milhões de brasileiros desempregados, quase 20 milhões entre desempregados e subempregados. Isso gera a insegurança que a gente vê na rua. E dignidade a gente consegue com empregos, com carteira assinada.”
O secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério da Indústria e Comércio, Igor Calvet, considera que as principais dificuldades da indústria nacional são a alta tributação e a velocidade dos avanços tecnológicos. Ele destaca a importância de o setor se organizar em parceria com o Congresso.
“País forte precisa de uma indústria forte. Cada vez que a indústria se organiza é melhor para o país. Os melhores empregos, os salários mais altos, a cadeia produtiva envolvida, tudo isso importa para o desenvolvimento do país.”
Entre os projetos considerados prioritários pela Frente, segundo Vanderlei Macris, estão o que acaba com a desoneração da folha de pagamento de alguns setores da indústria (PL 8456/17); o que estabelece a política de conteúdo local, para as atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural (PL 9302/17); e o que trata da criação de norma geral para regular licitações e contratos públicos (PL 6814/17).

Fonte: Folha Pantanal de MT

Arcelor lança kits para construção de casas

Companhia adota a estratégia com foco no consumidor final e nas vendas no comércio varejista

Conhecida por seu potencial de produção de aço no Brasil e por sua responsabilidade de abastecer grandes indústrias, como a de construção civil, a ArcelorMittal inova ao adotar uma estratégia diferenciada: o foco no consumidor final e na venda no varejo. Há poucos dias, a empresa anunciou um novo produto que segue essa tendência: o Kit Casa, que inclui peças industrializadas e prontas para a aplicação na etapa estrutural de construção de uma casa de 60 metros quadrados. O produto foi desenvolvido durante seis meses e acaba de chegar ao mercado por meio da venda em lojas próprias e e-commerce.

A gerente de Varejo da ArcelorMittal Aços Longos, Silmara Vernucio, explica que o lançamento segue a estratégia da empresa de atender as demandas e expectativas do consumidor final do aço no Brasil. Segundo ela, a ArcelorMittal tem priorizado um atendimento mais pessoal nos pontos de venda, seja em suas lojas físicas ou na internet. “Proporcionar experiências no ponto de vendas e atender os consumidores com as facilidades da compra on-line é uma forte propensão no mercado de varejo. Com o lançamento do Kit Casa, estaremos alinhados a essa tendência, atendendo o consumidor de maneira especializada, inovadora e ágil”, afirma.

Ela não divulga o valor investido pela empresa no desenvolvimento do produto, que foi criado internamente em um período de seis meses. A gerente também não compartilha metas de vendas, mas destaca que o produto despertou a curiosidade dos participantes da Feicon, maior evento da construção civil e da arquitetura da América Latina, realizado no início do mês, em São Paulo. Ela acredita na boa recepção do produto junto ao consumidor final, destacando as vantagens que ele traz, como redução de desperdício do aço e consequente economia para o cliente.

A economia acontece porque o Kit Casa foi desenvolvido de forma personalizada para a fundação de uma casa de 60 metros quadrados, como explica o gerente de Desenvolvimento de Produtos e Mercado de Construção Civil da ArcelorMittal Aços Longos, Antonio Pereira Filho. “Na fase estrutural da construção de uma casa usa-se aço em várias estruturas, como coluna, fundação, lage e reforço de piso. Na forma tradicional de construir uma casa, compra-se a barra de aço, que precisa ser cortada, dobrada, amarrada, tudo de uma forma bem artesanal. Já no Kit Casa, essas estruturas estão prontas, o que traz otimização e economia para o processo construtivo”, detalha.

Eficiência – De acordo com o gerente, a utilização do Kit Casa no lugar do processo tradicional gera uma redução de 10% a 14% na utilização de aço. Além disso, a obra ganha velocidade, uma vez que o pedreiro não precisa realizar toda a etapa de manuseio do aço.

Filho lembra que o kit ainda é acompanhado por um projeto construtivo, que detalha a execução da obra. “Isso não elimina a necessidade de contratação de um profissional que será o responsável técnico pela construção, mas facilita muito”, diz. O kit pode ser comprado nas 18 lojas físicas da ArcelorMittal no Brasil, sendo quatro em Minas Gerais, e também no e-commerce da empresa.

O executivo explica que a escolha de desenvolver um kit específico para casas com 60 metros quadrados foi para atender uma demanda maior de moradia no País. De acordo com estudo divulgado pela Fundação Getulio Vargas em maio do ano passado, o déficit habitacional no Brasil é de cerca de 7,7 milhões de domicílios. A pesquisa foi encomendada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), a partir das Pesquisas Nacionais de Amostra Domiciliar do IBGE. Dados importantes desta pesquisa apontam que 91% do déficit habitacional está entre as famílias que ganham até três salários mínimos.

Fonte: Diário do Comércio

Renault torna sua produção mais eficiente ao investir na indústria 4.0

Impressão 3D e realidade aumentada geram grandes expectativas para montadora

A quarta revolução industrial, também chamada indústria 4.0, aos poucos vai ganhando espaço no Brasil. Novas tecnologias começam a ser usadas em todas as etapas do processo produtivo de indústrias que buscam aumento da produtividade e redução de custos, como é o caso do setor automotivo.

A multinacional Renault, por exemplo, tem conquistado muitos ganhos após transformar recentemente seus processos com o uso da impressão 3D para fabricação de peças e implantação de etiquetas de radiofrequência nos carros. Em processo de implementação, a realidade aumentada também gera grandes expectativas à montadora.

As iniciativas foram projetadas por um grupo criado com foco na análise de tecnologias que possam gerar mais produtividade na indústria 4.0. “Temos uma grande necessidade de otimização dos custos, com ganho de eficiência operacional. Ou seja, fazer mais com menos e a tecnologia pode ajudar nisso”, salienta Angelo Figaro, CIO IS/IT da Aliança Renault-Nissan para a América Latina.

Ainda segundo o executivo, os projetos foram desenvolvidos com total alinhamento entre a área de TI e de finanças da montadora. O trabalho em conjunto foi fundamental para a correta análise e verificação dos custos e ganhos com cada tecnologia implementada.

Novas tecnologias
A primeira das iniciativas da Renault na jornada 4.0, criada há dois anos, foi a adoção de impressoras 3D para a produção de componentes para engenharia e manutenção da fábrica localizada em São José dos Pinhais (PR).

“Antes isso, era feito por fornecedores externos e o processo todo consumia até 45 dias, entre cotação, autorização de compra e tempo de execução. Agora, alcançamos uma economia substancial tanto em custo como em prazo”, comenta.

Figaro ressalta também que a fábrica brasileira da Renault é a primeira no mundo a implementar nos automóveis etiquetas identificadas por radiofrequência, a chamada tecnologia de RFID ― que utilizam a frequência de rádio para captura de dados. Dessa forma, as informações de cada carro podem ser lidas automaticamente por sensores, dispensando o trabalho manual e individual de leitura dos códigos de barras, como era feito anteriormente.

Já a realidade aumentada está em fase de testes na fábrica da companhia. Um dos casos de implementação é o plano de manutenção autônomo, o qual é esperado reduzir em 60% o tempo de manutenção das máquinas. “Um operador hoje na fábrica, toda vez que vai iniciar seu turno, tem de fazer uma série de verificações para iniciar suas atividades, o que antes era feito manualmente e anotado em um papel. Agora, por meio de um celular ou tablet, é possível ler os QR codes no posto de trabalho e gerar insights do que está dando certo ou errado em tempo real”, conta.

Fonte: CIMM

Para Abimaq surge um novo alento para a indústria de máquinas e equipamentos

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Resolução 726 da ANP, do dia 11 de abril de 2018, que estabelece critérios de isenção de cumprimento da obrigação de Conteúdo Local a partir da sétima rodada de exploração de blocos exploratórios, realizada em 2005, e faculta às concessionárias a possibilidade de realização de aditamentos a contratos referentes ao citado período, representa um significativo avanço nas condições estabelecidas desde o estabelecimento da cartilha que antes regulamentava aqueles leilões.

“Se, por um lado permite o destravamento de projetos represados devido ao “fantasma” das multas pelo não atendimento do Conteúdo Local contratual, viabilizando a geração de demanda por bens e serviços, por outro lado atribui índices aceitáveis, com boa margem de segurança e compatíveis com a capacidade de atendimento da indústria nacional”, ressalta ABIMAQ.

Cabe destacar que os avanços são significativos também em termos de simplificação dos processos, de flexibilização das operadoras em poderem arbitrar como obter os novos índices e quanto ao ponto mais crucial para a indústria de bens de capital, qual seja o de separar índices individualizados para engenharia de projeto, máquinas e equipamentos e construção, integração e montagem, na Unidades Estacionárias de Produção (plataformas e FPSOs).

O mérito da referida Resolução não para por aí. Foram incorporados importantes avanços que certamente contribuirão para o aumento da competitividade da indústria nacional. São exemplos: a obrigatoriedade de comprovação da inexistência de fornecedor brasileiro, a demonstração de que os fornecedores locais foram tratados em de condições isonômicas com os fornecedores estrangeiros nos aspectos técnico, jurídico e econômico. Define ainda pontos como a caracterização de preço excessivo e estabelece condições simétricas nas comparações de atendimento a prazos, que passam a ser comparados nas mesmas bases em termos de informações fornecidas, real necessidade de cumprimento e tempos para resposta.

Segundo a entidade, sem dúvida, esse novo instrumento representa um importante alento para a indústria brasileira e uma real possibilidade de utilização das demandas de bens e serviços geradas pelo setor de petróleo e gás em prol do desenvolvimento nacional. Para as rodadas futuras ainda cabem aprimoramentos que cujas sugestões serão encaminhadas oportunamente para avaliação no âmbito do Pedefor.

Fonte: Portal Fator

Honda decide, enfim, ativar sua 2ª fábrica no País

Mais de dois anos após a sua conclusão, a fábrica da Honda de Itirapina (SP) – que recebeu cerca de R$ 1 bilhão em investimentos – vai finalmente entrar em operação. A montadora comunicou no início deste mês que irá transferir a partir de 2019 a produção de automóveis de Sumaré (SP) para a nova planta. A fábrica de Sumaré irá concentrar a produção de motores e componentes, desenvolvimento de automóveis, estratégia e gestão dos negócios do grupo Honda.

Por meio dessa reestruturação, a Honda Automóveis passará a produzir todos os modelos locais na planta de Itirapina (SP), equipada com tecnologia mais atualizada. “A nova unidade é o resultado de um projeto mais moderno e, consequentemente, mais eficiente do ponto de vista de produtividade, com melhor flexibilidade para atender às demandas tecnológicas para atualizações em nossa linha de automóveis”, informa a montadora em comunicado de imprensa. A mudança deve ocorrer gradativamente, com conclusão prevista para 2021.

De acordo com a Honda, a mudança irá reforçar a competitividade do negócio para os próximos anos. “Apesar de o mercado local apresentar uma recente recuperação, as perspectivas de crescimento permanecem abaixo do volume projetado anteriormente. Com base no cenário atual, será preciso fortalecer a estrutura de produção de automóveis para garantir a sustentabilidade do negócio para o futuro”, informa.

Quando anunciada a construção da nova fábrica, cinco anos atrás, o objetivo era o de dobrar a capacidade de produção da montadora. A crise econômica, iniciada em meio às obras, alterou os planos da montadora.

Com capacidade produtiva nominal de 120 mil unidades por ano, em dois turnos, a fábrica iniciará as atividades com a produção do modelo Fit e contará com a experiência de colaboradores da planta de Sumaré, que serão transferidos para Itirapina.

Em Sumaré permanecerão atividades que receberam investimentos recentes: produção do conjunto motor, incluindo Fundição e Usinagem; Injeção Plástica; Ferramentaria; Engenharia da Qualidade; Planejamento Industrial e Logística. A unidade também mantém a sede administrativa da Honda South America, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Automóveis, a Divisão de Peças e o Centro de Treinamento Técnico para concessionárias.

Fonte: Usinagem-Brasil

Redação On abril - 19 - 2018
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.