Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018






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A recuperação motorizada

O setor automobilístico segue na liderança da recuperação industrial

Com 267,5 mil veículos fabricados em março, 13,5% mais que um ano antes, o setor automobilístico segue na frente na recuperação industrial. No mês passado a produção de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foi a maior desde outubro de 2014, quando o buraco negro da recessão começava a engolir a economia brasileira. Na maior parte da indústria, a crise havia começado no meio do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. A recuperação começou no ano passado, principalmente a partir do segundo trimestre, e continua em 2018, mas em ritmo um tanto vagaroso na maioria dos segmentos. Depois de uma fase de reativação vigorosa, a produção geral da indústria diminuiu 2,2% em janeiro e aumentou apenas 0,2% em fevereiro.

Os números do bimestre foram qualificados como abaixo da expectativa por vários analistas do mercado. Mas a melhora em relação aos números do ano anterior continuou de forma inequívoca. Em janeiro e fevereiro, o volume produzido foi 4,3% maior que o acumulado nos dois primeiros meses de 2017. No caso dos bens duráveis de consumo, a diferença foi de 17,9%, explicável em boa parte pelo desempenho da indústria automobilística.

No bimestre, a fabricação de automóveis superou por 14,4% a do período correspondente do ano anterior. No caso dos eletrodomésticos, a diferença chegou a 26,5%. O avanço na produção dos dois grupos de bens dificilmente ocorreria sem a melhora das condições do crédito ao consumidor.

A inflação bem abaixo da meta contribuiu duplamente, portanto, para o aumento dos gastos de consumo e para a maior procura de bens industriais. A primeira contribuição foi direta. Quando os preços aumentam mais lentamente a renda familiar é menos corroída.

O efeito é ainda mais sensível quando o custo de bens essenciais, como os alimentos, evolui de modo mais favorável: sobra mais dinheiro para diversificação dos gastos. Mas a inflação baixa também contribui de forma indireta para a reativação. Preços contidos deixam espaço para redução dos juros e para condições de crédito mais suportáveis.

A reativação da procura tem favorecido todas as linhas de fabricação. Em março, foram produzidas 254,6 mil unidades de automóveis e comerciais leves, 11,7% mais que um ano antes, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). As 668,3 mil unidades fabricadas no trimestre ultrapassaram por 13,1% as de janeiro a março de 2017. Foram montados 9,9 mil caminhões em março e 24,4 mil em três meses, com avanços de 67,1% e 55,1% sobre as bases de comparação – o terceiro mês e o primeiro trimestre de 2017.

Esses números tanto refletem a demanda final dos consumidores como as necessidades maiores de transporte numa economia em recuperação. A retomada pode ser mais lenta do que se poderia desejar ou do que haviam previsto analistas do setor financeiro e de consultorias, mas a tendência positiva parece inegável.

Também o comércio exterior tem contribuído para a reativação da indústria e, de modo especial, para o aumento da produção do setor automobilístico. As exportações de veículos e máquinas agrícolas proporcionaram receita de US$ 4,09 bilhões nos primeiros três meses. Esse valor é 22,3% maior que o faturamento conseguido um ano antes com as vendas externas. O número de unidades embarcadas, 180,2 mil, foi 3,3% maior que o do mesmo trimestre de 2017.

A reativação terá no entanto alcance limitado para a indústria automobilística e, de fato, para a maior parte do setor de manufaturas, se os investimentos em capacidade produtiva, modernização e inovação forem insuficientes. Algum investimento têm ocorrido, como indicam a produção e a importação de máquinas e equipamentos. Mas é preciso ir muito além, se se quiser atingir padrões globais de competitividade. Uns poucos setores industriais seguiram esse caminho. O exemplo mais notável é o da indústria aeronáutica, atuante em mercados de todo o mundo. O rumo é esse. O esgotamento das velhas estratégias está mais que comprovado.

Fonte: Estadão

Montadoras japonesas querem acabar com domínio das 4 grandes no comando da Anfavea

Com 27 fabricantes, a Anfavea é a entidade mais antiga no setor automotivo nacional, tendo mais de 60 anos de existência e surgindo nos primórdios do setor no país. Atualmente, as montadoras reunidas em torno dela respondem por 22% do PIB do Brasil, mas nos últimos anos, ela deixou de ser exclusividade na indústria automotiva em relação à concentração das empresas que produzem veículos no Brasil.

Dos importados que se uniram na antiga Abeiva, alguns passaram a produzir veículos no Brasil e isso transformou a associação de importadores em uma associação também de fabricantes, mudando o nome para Abeifa e que hoje reúne BMW, Land Rover, Suzuki, BYD e Chery. Mas, é a Anfavea que ainda tem o peso maior como influência junto ao governo e sobre a indústria brasileira no geral.

De acordo com executivos do setor, o poder de influência da Anfavea junto ao governo federal não só ajuda o setor como um todo, mas até consegue vantagens individuais para as montadoras, confessam. Mas, quem comanda isso? Atualmente é Antônio Megale, que é da Volkswagen. Nos últimos 30 anos, além da montadora sediada na Anchieta, a entidade foi comandada por executivos de General Motors, Fiat, Mercedes-Benz e Ford.

E como funciona isso? Até existe um processo eleitoral, mas é apenas um protocolo, já que as cinco empresas combinaram informalmente um sistema de rodízio no comando da Anfavea, cuja vigência é de três anos. Assim, das 27 companhias, apenas cinco de fato detém o poder na associação. Na troca, o vice-presidente em gestão será o próximo presidente. No entanto, esse esquema montado para gerir a organização não está agradando alguns membros.

As montadoras japonesas Toyota e Honda, mais a sul-coreana Hyundai, estão liderando um grupo de oposição para acabar com o poder das quatro grandes e da Mercedes no comando da Anfavea. As três são apoiadas também pela Renault e por fabricantes de tratores, segundo fontes ouvidas. Ricardo Augusto Martins, diretor de relações governamentais da Hyundai, seria um candidato ao cargo máximo da entidade, mas também se fala em Ricardo Bastos, que ocupa cargo parecido na Toyota.

Mesmo presentes na mesma associação, existem divergências entre as marcas e a Anfavea precisa lidar com tudo isso ao mesmo tempo em que negocia com o governo. O Rota 2030 é o assunto mais próximo e nele, carros híbridos e elétricos é uma pauta de interesse da Toyota, por exemplo. Já Ford, FCA, CAOA/Hyundai e Mitsubishi (mesmo com a Suzuki), possuem interesses na renovação de incentivos fiscais para produção nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que vence em 2020.

E qual é o poder da Anfavea? Ele gere um setor que, além dos 22% do PIB industrial do país, representa 4% do PIB nacional, engloba 65 fábricas em 10 estados, congrega fabricantes desde automóveis até de máquinas de construção, é responsável por uma cadeia produtiva de 5 milhões de veículos leves e 109 mil máquinas rodoviárias e agrícolas, bem como 131,2 mil empregos diretos e mais 1,3 milhão indiretos. Em 2016, as empresas da associação tiveram receita de US$ 46,9 bilhões e a arrecadação de impostos girou em torno de R$ 45 bilhões no mesmo ano.

Fonte: Notícias Automotivas / Infomet

Rota sinuosa

Programa de subsídios concebido para substituir o Inovar-Auto é questionável

Em meio a disputas internas a respeito da amplitude de novos incentivos fiscais, o governo Michel Temer (MDB) dá sinais de que vai anunciar nas próximas semanas o novo programa de apoio ao setor automotivo, o Rota 2030.

Concebido para substituir o Inovar-Auto —adotado em 2013 e que expirou no final do ano passado após ter sido considerado parcialmente ilegal pela Organização Mundial do Comércio—, o Rota 2030 deverá deixar de lado a prática anterior de impor requisitos de nacionalização de componentes em troca de impostos menores.

Tudo indica que desta vez o foco será mais restrito, com metas de investimento em inovação e eficiência energética para a obtenção dos descontos tributários.

A controvérsia agora se dá em torno de como as empresas poderiam obter o benefício.

A equipe da Fazenda quer limitar a redução ao Imposto de Renda e à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

As montadoras, porém, acham pouco. Argumentam que não tiveram lucros nos últimos anos em razão da forte queda nas vendas; por isso, o desconto nesses moldes seria inócuo.

Por sua vez, o Ministério da Indústria se mostra mais sensível aos apelos do setor e propõe ampliar a possibilidade de incentivos também aos impostos indiretos, incidentes sobre a produção e a comercialização (PIS, Cofins e IPI).

Em qualquer caso, contudo, é preciso reconhecer que novos subsídios são altamente questionáveis a esta altura, a começar pelas limitações orçamentárias.

Já se vão décadas de incentivos sem que a indústria nacional tenha se tornado competitiva em âmbito global. Em parte, o problema decorre dos custos elevados impostos à produção no país, mas o protecionismo tem papel importante.

Há que romper esse ciclo. O mundo caminha para uma revolução na área de mobilidade, a ponto de várias empresas já terem decretado a morte em poucos anos dos motores de combustão. Como se preparar para tal cenário?

A resposta não está em mais restrições à concorrência externa, mas em abertura e integração. Se o Rota 2030 também contiver tais objetivos, até pode ser justificado como uma (última) transição.

A indústria automobilística brasileira deve aprender a andar com as próprias pernas —ou rodas.

Fonte: Folha de São Paulo

Volkswagen do Brasil investe R$ 20 milhões na criação de sala de pintura tecnológica e sustentável

Com investimento de R$ 20 milhões, o novo espaço de 1.600 m², na fábrica Anchieta, localizada em São Bernardo do Campo (SP), além de ser um exemplo em inovação, também possibilitará oferecer futuramente uma gama ainda mais variada de cores aos veículos da Marca.

“A Volkswagen do Brasil investe e desenvolve estudos para tornar seus processos produtivos cada vez mais tecnológicos, inovadores, seguros e sustentáveis, com foco na satisfação do cliente e na robustez operacional. A Sala de Mistura de Tintas tem o que há de mais moderno em equipamentos e foi projetada com auxílio do software GaBi, que dimensiona os processos industriais mais ecológicos. E desta vez, ampliamos o uso dessa simulação virtual de forma inédita: também para definir o local onde a sala seria construída, levando em conta aspectos ambientais”, afirmou o Diretor de Engenharia de Manufatura da Volkswagen do Brasil, Celso Placeres.

“A nova Sala de Mistura de Tintas Automotivas da fábrica Anchieta tem como grandes diferenciais o alto nível de segurança, com os sistemas mais avançados e modernos de prevenção a incêndio e controle de acesso restrito a profissionais autorizados. Além disso, seus processos são sustentáveis, em linha com o programa ambiental da Marca Volkswagen ‘Think Blue. Factory.’”, afirma o Plant Manager da fábrica Anchieta, Mário Rodrigues.

Sustentabilidade e alto nível de qualidade

A nova sala da Pintura, onde as tintas automotivas recebidas do fornecedor são preparadas para seguir para o processo produtivo, está alinhada ao programa global de sustentabilidade da Volkswagen “Think Blue. Factory.”, o qual estabelece que todas as fábricas da Marca Volkswagen no mundo devem melhorar seus indicadores ambientais.

Um exemplo de sustentabilidade, que também garante o alto nível de qualidade do processo, é o Sistema de Tratamento de Ar inédito nas unidades da Volkswagen na América do Sul. A cada 3 minutos todo ar da sala é trocado. Dentro da sala, o ar já é livre de impurezas, para manter a qualidade das tintas.

Outra solução que alia sustentabilidade e tecnologia é a Bacia de Contenção aérea a distância. Trata-se de uma iniciativa de prevenção desenvolvida pela Engenharia de Manufatura da Volkswagen do Brasil: caso ocorra um vazamento de tinta, o produto fica retido nesse reservatório, em um local abaixo do nível da sala. Dessa forma, não afeta o solo e nem tubulações da empresa.

Todo controle de umidade e temperatura da Sala de Mistura de Tintas é feito com gás ecológico (R410). A iluminação em LED e os motores de alto rendimento permitem economizar energia elétrica.

Para garantir a qualidade no aspecto de sujidade e segurança de acesso à nova sala, as entradas são controladas por meio de coletores eletrônicos de identificação, de forma que só pessoas autorizadas conseguem entrar.

Estudo ambiental definiu o local da obra

A nova Sala de Mistura de Tintas da fábrica Anchieta já nasceu ecológica. Para definir o local onde ela seria construída, foi realizado previamente um estudo por meio do software alemão GaBi, utilizado para alcançar excelência no desempenho ambiental. Esse software de Análise do Ciclo de Vida no Processo Industrial já é utilizado para fazer avaliação completa de uma nova instalação ou processo industrial, antes de sua implantação. Dessa forma, é possível trabalhar preventivamente, evitando e minimizando os impactos ambientais.

O software GaBi calcula os potenciais de impacto ambiental da atividade operacional, como o possível consumo de recursos naturais e os potenciais de emissões relativos a gases de efeito estufa, chuva ácida, eutrofização e camada de ozônio decorrentes da geração de energia, além das emissões geradas a partir de processos agregados. Em seguida, o GaBi demonstra qual seria o processo industrial mais adequado em termos ambientais.

A novidade agora, é que pela primeira vez a Volkswagen do Brasil também utilizou o GaBi para definir o local onde deveria ser feita a nova construção. No caso da nova Sala de Mistura de Tintas da Anchieta, o software também considerou aspectos como a energia elétrica gasta na operação, entre outros.

Em complementação à Análise do Ciclo de Vida, também foi feita a avaliação ambiental do projeto e o mesmo teve 100% de atendimento aos Princípios Ambientais do Grupo Volkswagen.

Segurança máxima com inteligência eletrônica

A nova Sala de Mistura de Tintas também conta com o que há de mais moderno em termos de segurança, com sistemas que trabalham com inteligência eletrônica.

Os ambientes são monitorados por detectores de temperatura de alta precisão e softwares desenvolvidos e homologados internacionalmente. Em caso de foco de incêndio, o sistema inteligente libera espuma biodegradável que “invade” o ambiente, combatendo o fogo sem poluir e nem deixar resíduos.

“Os sensores também conseguem detectar um possível vazamento. Se isso ocorrer, o sistema inteligente já aciona por meio de alarme a unidade do Corpo de Bombeiros localizada dentro da fábrica Anchieta. Se for preciso, o próprio sistema desliga automaticamente o processo de bombeamento de tinta para as cabines de Pintura”, ressalta Alencar Frizzas, responsável pela área de Prevenção Contra Incêndios da fábrica Anchieta.

Fonte: O Brasil Sobre Rodas

Usiminas avalia venda de fábrica de tubos no Sul

A diretoria da Usiminas começou a avaliar a possibilidade de vender uma fábrica de tubos com costura no Sul do País, a ex-Zamprogna, adquirida em 2009. O ativo, que pode render alguns milhões à empresa, faz parte da subsidiária da Soluções Usiminas, que além da siderúrgica mineira tem como sócias a companhia asiática Metal One (20%) e a família Sleumer (11,1%). Os minoritários da Soluções Usiminas já se posicionaram a favor da venda, diante da percepção de que esse ativo tem pressionado para baixo o resultado da empresa. Na Usiminas, entre os que se colocam contra a venda, a justificativa é de que o ativo contempla também um relevante polo de distribuição de aço na região Sul do País, importante comercialmente para a Usiminas.

Nada certo

Nenhuma decisão foi tomada até agora e a discussão ainda está na diretoria. No balanço da Usiminas há uma provisão de R$ 67 milhões, para perdas prováveis na Justiça referentes à compra desse ativo. Nas notas explicativas em seu demonstrativo financeiro, a empresa diz que esse processo judicial decorre de “divergências em relação ao valor pago pelas ações da aquisição”. Quando anunciado, em dezembro de 2008, o valor da compra foi de R$ 160 milhões, mas quando o negócio foi concluído, no ano seguinte, o valor pago foi da ordem de R$ 91 milhões. Procurada, a Usiminas não comentou.

Fonte: Estadão

Produção da indústria eletrônica cresce 15% no primeiro bimestre

O resultado de fevereiro é o décimo crescimento consecutivo em relação ao mesmo mês do ano anterior

A produção industrial do setor eletroeletrônico apontou crescimento de 15,6% nos dois primeiros meses do ano, em relação ao igual período de 2017. É o que mostram os dados divulgados pelo IBGE e agregados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O desempenho do setor teve papel decisivo para as expansões da indústria geral (+4,3%) e de transformação (+5,3%) no primeiro bimestre, em comparação com igual período de 2017.

O resultado foi estimulado principalmente pelo incremento de 30,4% na área eletrônica, enquanto a área elétrica avançou 3,2%. No segmento eletrônico, foram expressivos os acréscimos de 48% na produção de equipamentos de informática e de 45,1% de aparelhos de áudio e vídeo.

Fevereiro

A produção industrial do setor elétrico e eletrônico cresceu 13,6% no mês de fevereiro de 2018 em relação ao mesmo mês do ano passado, conforme dados do IBGE, resultado do incremento de 29,2% na indústria eletrônica e acréscimo de 0,6% na elétrica. O resultado de fevereiro aponta para a décima alta consecutiva da produção em relação ao mesmo mês do ano anterior. Na opinião do presidente da Abinee, Humberto Barbato, trata-se de uma indicação da tendência de recuperação da indústria. “Temos observado bons resultados do nível de emprego e na produção do setor, indicando uma retomada da atividade industrial, embora ainda tenhamos um longo caminho a ser percorrido”, afirma.

Especificamente na área eletrônica, com exceção de instrumentos de medida (-9,4%), os demais segmentos apontaram elevação em fevereiro. Também se destacaram a produção de equipamentos de informática e periféricos (+56,0%) e aparelhos de áudio e vídeo (+41,0%).

Em relação ao mês imediatamente anterior, com ajuste sazonal, a produção do setor eletroeletrônico teve expansão de 2,4%, com comportamentos similares tanto da área elétrica (+2,6%) como da eletrônica (+2,1%).

Fonte: CIMM

Redação On abril - 10 - 2018
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