Sindicato Nacional da Indústria de
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2018






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Para salvar Rota 2030, Mdic reduz incentivos

Na tentativa de salvar o Rota 2030, programa automotivo em discussão pelo governo de Michel Temer, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviço (Mdic) apresentou proposta reduzindo o valor da renúncia tributária para investimento das montadoras em pesquisa e desenvolvimento (P&D). A redução é um aceno à equipe econômica, que se opõe ao programa.

Segundo o secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial, Igor Calvet, a nova proposta prevê renúncia tributária em 2018 e 2019 em torno de R$ 1 bilhão ao ano, ante R$ 1,5 bilhão do Inovar-Auto, programa que acabou em dezembro. Ele foi questionado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) por cobrar imposto maior de carros importados, medida não incluída no Rota.

“O Mdic já fez todas as concessões que poderia fazer, não há

mais o que ceder. Além desse ponto seria uma proposta de estímulo ao emprego em outros países, e isso não podemos aceitar”, diz Calvet. Dirigentes do setor automotivo já chegaram a dizer que, sem o Rota, algumas fabricantes podem rever investimentos ou até deixar de produzir localmente. O Inovar-Auto estabelecia deduções fiscais nos investimentos em P&D.

Segundo a reportagem apurou, no início de abril o presidente Temer deve se reunir com executivos de montadoras e anunciar sua decisão sobre o Rota – prazo já adiado várias vezes.

A equipe econômica quer que os investimentos em P&D sejam enquadrados na Lei do Bem, que prevê o abatimento desses recursos no Imposto de Renda e na CSLL. As montadoras preferem que os recursos gerem créditos tributários a serem abatidos no pagamento de outros tributos. Alegam que têm tido prejuízos nos últimos anos, por isso não pagam IR.

O Mdic concordou em enquadrar o Rota na Lei do Bem por quatro anos, a partir de 2022, o que seria um segundo aceno ao Ministério da Fazenda. “É necessário um período de transição”, diz Calvet. Os abatimentos passariam a valer a partir de 2019, pois não há previsão para esse gasto no orçamento de 2018.

Pela proposta do Mdic, cada R$ 3,30 investidos em P&D gera R$ 1 em crédito tributário. O investimento das montadoras seria maior do que no Inovar-Auto, que previa R$ 1 em crédito para cada R$ 3 investido.

Fonte: O Estado SP

Setor de grandes obras só deve ter retomada no próximo ano

Fortemente afetada pela crise no setor imobiliário, a indústria de materiais de construção começa a se recuperar em 2018. Mas, obras de infraestrutura e o mercado de imóveis devem demorar a apresentar resultados mais contundentes, deixando o crescimento a cargo do varejo.

“O mercado vinha apresentando evolução gradual, porém, foi afetado pela crise econômica, que se refletiu na produção e no estímulo à construção, reformas e ampliações”, declara o diretor executivo da Tramontina Eletrik, Roberto Aimi.

Para ele, o mercado já dá sinais de melhora, mas os negócios ainda precisam ganhar volume. “Estamos atentos às possibilidades e teremos lançamentos que ampliarão a variedade de produtos oferecida, o que deve gerar um aumento das vendas.”

O diretor de vendas da divisão de ferramentas elétricas da Robert Bosch Brasil, Matheus Contiero, avalia que em 2017 já houve uma retomada do setor e que as expectativas são mais otimistas para este ano.

“Ocorreu uma injeção de ânimo e a construção civil já apresenta uma certa retomada, com investimentos das construtoras”, afirma. “O pior já passou. O varejo teve um desempenho muito forte e segurou o mercado”, afirma Navarro. “A Bosch cresceu acima de 10% em quase todas as regiões do Brasil”.

O vice-presidente da Starrett Brasil, Christian Arntsen, aponta que nas vendas totais do mercado interno, o ano foi sem crescimento, em volumes de vendas, para a fabricante de serras, ferramentas e instrumentos de medição. “O incremento que tivemos foi por causa de novos produtos e aumento de preços. No canal construção, tivemos um avanço modesto de volume por volta de 3% e um acréscimo total de faturamento de quase 10%, levando em conta aumentos de preços, volume e novos produtos”, pontua.

Dados da Associação das Indústrias de Material de Construção (Abramat), referentes ao primeiro bimestre de 2018, apontam crescimento de faturamento em materiais de base (2%) e de acabamento (1,2%). As vendas caíram 0,9% no período em comparação ao mesmo período do ano passado.

Para a entidade, a expectativa de crescimento das vendas é de 1,5% em 2018, interrompendo uma sequência de três anos de queda. “Projetamos para esse ano uma recuperação, invertendo a situação de queda do ano passado. Mas ao longo de 2018 podem ocorrer algumas oscilações”, afirma o presidente da Abramat, Rodrigo Navarro.

A entidade trabalha com a projeção de crescimento puxado pelo varejo, que sofreu com o adiamento das pequenas reformas. “Ainda não há perspectiva de demanda para grandes obras, que devem retomar só no segundo semestre. Ainda existe muito estoque para o segmento”, diz.

A Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) prevê crescimento de 8,5% do varejo sobre o resultado de 2017.

Política x economia
Já a retomada de grandes obras de infraestrutura deve ficar para 2019. “Existem indefinições de cenário e de segurança jurídica. Vivemos um ano eleitoral”, analisa Navarro. Christian Arntsen tem uma leitura semelhante: “O crescimento começa pelo setor residencial, em reformas e pequenas obras; ainda não chegou à grande construtora e à construção civil pesada, industrial ou de infraestrutura. Acredito que esta área ainda vai demorar um pouco para reagir”.

Navarro aponta que, apesar do cenário, a Abramat atua para contornar as incertezas políticas. “Temos feito um trabalho de contribuir para que essa expectativa de melhora se concretize. Apresentamos proposições ao governo e trabalhamos em conjunto com outras entidades. Buscaremos conversar com futuros candidatos e novos ministros. É ano de eleição, mas o País não fica parado”.

Arntsen acredita que a economia está tentando se descolar das indefinições políticas. “O País tem que voltar a crescer e não dá para esperar mais. O mercado está reagindo. Sem dúvida, o crescimento está aqui, embora seja ainda tímido e não muito estável.”

Matheus Contiero segue raciocínio parecido. “Hoje vemos que os empresários entenderam que quem faz a economia girar é a indústria. O mercado está menos preocupado com que o pode ocorrer. O Brasil é um dos maiores mercados do mundo, tem uma demanda enorme e isso não pode parar”.

A gerente de produtos da Feicon Batimat, salão internacional da construção e arquitetura, nota uma maior movimentação do mercado. “Neste ano, teremos o retorno de marcas ao salão que não estiveram na última edição. Acompanhamos dados positivos no setor e sentimos otimismo das empresas.” A feira ocorre no mês de abril, em São Paulo, e espera receber cerca de 700 expositores. “A Feicon é uma oportunidade para incrementar os negócios e mostrar que a empresa está preparada para acompanhar o crescimento que virá”, garante Arntsen.

Fonte: DCI

Volkswagen: um escândalo que vai, outro que vem

Nesta terça, a montadora realiza uma conferência em meio à persistência dos escândalos de emissão de gases que abalaram a empresa nos últimos anos

A montadora alemã Volkswagen realiza nesta terça-feira sua conferência global anual com a imprensa e com acionistas para divulgar os resultados consolidados do grupo em 2017.

O evento acontece em meio à persistência dos escândalos de emissão de gases que abalaram a empresa nos últimos anos, depois que ficou conhecido que carros da Volkswagen tinham softwares específicos que detectavam quando estavam sendo testados e reduziam as emissões de gases poluentes.

A montadora chegou a ser multada em 26 bilhões de dólares nos Estados Unidos pela prática, que, segundo a própria Volkswagen, aconteceu em mais de 11 milhões de carros pelo mundo.

O presidente da empresa, Matthias Müller, e o corpo executivo devem tentar se desvincilhar do passado e focar em pontos positivos hoje, como a melhora nos resultados. Segundo dados preliminares divulgados pela montadora, o lucro operacional cresceu 16,5% no último ano, para 20,9 bilhões de dólares.

A empresa vendeu mais carros em 2016 e 2017 do que qualquer outra montadora, o lucro voltou, os valores para lidar com processos e custos legais diminuíram.

O pagamento das multas ambientais impactou as contas de 2016 e 2015, quando a empresa teve de reservar 18 bilhões de dólares para pagar as multas do escândalo e apresentou um prejuízo de 6,2 bilhões de dólares, o maior de sua história.

A montadora também deve tentar focar no sedan Vizzion, um modelo espaçoso movido a eletricidade, que está em exposição na Feira Automobilística de Genebra até o dia 18 de março — uma promessa da Volkswagen após os escândalos explodirem em 2015. O carro deve começar a ser vendido oficialmente em 2022.

Mas o foco de jornalistas e analistas da empresa deve ir para os 3,95 bilhões de dólares que a Volkswagen reservou para arcar com “itens especiais” no ano passado, incluindo “despesas de recompra” e “grandes riscos legais”.

Há novos problemas no radar: no início do ano surgiram denúncias de que a Volkswagen e outras montadoras alemãs pagaram por testes que analisaram gases de carros movidos a diesel, alegando que as últimas tecnologias desses automóveis deixavam-nos menos nocivos.

Os automóveis fornecidos para os experimentos eram feitos para produzir menos poluição do que fariam na rua. Desse jeito fica difícil focar só na divulgação dos resultados.

Fonte: Exame / Infomet

Projeto amplia prazo para empresas de máquinas e equipamentos pagarem tributos federais

 A Câmara dos Deputados analisa projeto que amplia para 90 dias o prazo para que empresas do setor  fabricante de máquinas e equipamentos paguem tributos federais administrados pela ReceitaFederal e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (PL 8645/17). Atualmente, esses tributos vencem no mês imediatamente subsequente ao da ocorrência do fato gerador: o IPI e PIS / Cofins devem ser pagos até o 25º dia; o INSS do empregador até o 20º dia; e o FGTS até o 7º dia.
De acordo com a proposta do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), esse novo prazo vai vigorar até 2019 como medida anticíclica. Segundo o parlamentar, a empresa brasileira, em especial, a do setorda indústria de transformação, é obrigada a pagar os tributos e a financiar o estado brasileiro em razão dos curtos prazos.

“O prazo médio de 90 dias proposto pode parecer excessivo se comprarmos com o exíguo tempo que o contribuinte tem hoje. Mas, quando analisamos o fluxo de capital do fabricante máquinas e equipamentos, cujo ciclo de produção é particularmente longo, vemos que o prazo proposto é apenas o que ele necessita para não depender de capital de terceiros para recolher os tributos que incidem sobre o faturamento dos produtos fabricados e vendidos”, explica Goergen.

Tramitação 
O projeto, que tramita de forma conclusiva , será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Jornal Floripa / Infomet

Empresa cria tijolo de isopor mais sustentável

O “tijopor”, um tijolo de construção civil fabricado com gesso, isopor de reuso, aditivos e água, é uma das cinco ideias finalistas da HackBrazil, competição de inovação e tecnologia da Brazil Conference at Harvard & MIT, que acontece nos dias 6 e 7 de abril em Boston, Massachusetts (EUA). As equipes foram escolhidas para apresentar os projetos para um júri especial, e o vencedor será premiado com R$ 50 mil. A iniciativa nasceu no segundo semestre de 2016, a partir de uma ideia de criar uma plataforma para transformação da realidade brasileira usando a tecnologia.

O grande apelo do produto da DPQ Engenharia, claro, é a contribuição com o meio ambiente, pois a fabricação do tijopor ajuda na retirada do isopor da natureza. “Os tijolos tradicionais cerâmicos, que existem em grande parte das edificações brasileiras, passam por uma etapa de queima em fornalhas. Por não precisar desse processo na sua fabricação, o tijopor ajuda na redução da quantidade de madeira extraída para ser queimada e, por consequência, na emissão de CO2 para atmosfera”, conta o fundador da empresa, Daniel Pessanha.

Além disso, esse produto traz um melhor custo-benefício, já que reduz cerca de 30% do valor final da edificação; aumenta a praticidade na construção das edificações e possui funções de isolamento o térmico e acústico.

O protótipo do tijopor está em desenvolvimento e a expectativa é disponibilizá-lo no mercado ainda no segundo semestre de 2018. Pessanha comenta que, na primeira etapa, a empresa pretende comercializar o Tijopor apenas nas regiões Norte e Nordeste. Mas, com o tempo, por ser um produto que abrange todos os tipos de edificações, um dos objetivos é disponibilizá-lo em todas as regiões do Brasil. “No momento a operação é mantida apenas com recursos próprios, mas estamos buscando recursos para essa segunda fase”, relata.

A DPQ Engenharia foi criada em 2015 enquanto Pessanha cursava Engenharia Civil. “Eu queria criar algo que contribuísse de alguma maneira com o meio ambiente e, com o tijopor, tenho a oportunidade de fazer isso em larga escala”, destaca. O jovem nasceu em Tucuruí, interior do Pará, e atualmente mora na cidade de Porto, em Portugal. É na Europa que ele está dando continuidade na graduação e nas pesquisas sobre o tijopor. “Acredito que podemos inovar, empreender e, por consequência, contribuir com a sociedade por meio de pesquisas acadêmicas”, conta.

Estão abertas as inscrições para a nova edição do Braskem Labs Scale, programa de aceleração para empreendedores da Braskem. Além da busca por empresas que utilizem a química ou o plástico em soluções sustentáveis e inovadoras, neste ano há também uma categoria especial para negócios que reduzam a perda de alimentos.

Os interessados em participar têm até 31 de março para se inscrever no www.braskemlabs.com. Entre os critérios de seleção estão inovação, potencial de mercado, perfil do empreendedor e da equipe envolvida, modelo de negócio e impacto socioambiental.

Após a avaliação das inscrições, uma banca selecionará até 12 empresas para quatro meses de capacitação personalizada de acordo com suas maiores dificuldades, incluindo mentorias individuais e coletivas com executivos da Braskem e especialistas da ACE, empresa de investimento em startups e inovação corporativa eleita por três vezes consecutivas como a melhor aceleradora da América Latina.

O programa será concluído em um Demo Day, quando os participantes poderão fazer um pitch para um grupo de empresários, investidores, bancos de investimento e outros players do mercado.

Criado em 2015, o Braskem Labs Scale já acelerou 41 empreendedores de todo o Brasil e gerou mais de 70 conexões de negócios relevantes. Na edição de 2017, a avaliação dos participantes foi unânime: a iniciativa contribuiu para o crescimento de seus negócios. Considerando apenas a edição do ano passado, 60% das empresas receberam investimento ou estão em conversas avançadas.

Fonte: Jornal do Comércio / Infomet

Crédito semeando a safra

Com maior oferta de volume de financiamento, o produtor precisa ficar de olho na comercialização para garantir a saúde financeira

Os motores do campo estarão acelerados nesse final de janeiro e início de fevereiro, especialmente os das colhedeiras de grãos e não é por acaso. O plantio da soja foi atrasado em grande parte das fazendas do País por falta de chuva. Isso aconteceu em Mato Grosso, maior produtor de soja do País, responsável pelo cultivo de 9,5 milhões de hectares, 27,3% da área plantada com a oleaginosa nacionalmente, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). “Apesar dos atrasos, o produtor conseguiu fazer seus plantios na janela ideal”, afirma o engenheiro agrícola Glauco Monte, diretor de Commodities da consultoria INTL FCStone. Agora, o produtor deve acelerar para não perder o tempo da colheita da safra verão, nem postergar o plantio da segunda safra, além de estar atento à comercialização, e sem deixar de lado os investimentos.

Ao longo dessa safra o crédito ao produtor será maior. O valor destinado pelo governo federal, através do Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018, é de R$ 200 bilhões, 24,3% maior ante a safra 2016/2017. Desse montante, R$ 64,6 bilhões já foram liberados aos produtores, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), sendo que R$ 12,3
bilhões foram concentrados em investimentos, como aquisição de máquinas e implementos agrícolas novos e R$ 52,3 bilhões destinados ao custeio, industrialização e comercialização da produção. Restam ainda R$ 135,4 bilhões que podem ser acessados até junho deste ano.

Com o crédito em mãos, é importante que o produtor não se esqueça de reservar recursos para quitar todos os empréstimos contraídos, seja com os recursos subsidiados pelo governo, por instituição financeira ou ainda em operações de troca (barter) com revendas agrícolas ou indústrias de insumos, como defensivos e fertilizantes, possibilitando a manutenção de disponibilidade de crédito para a próxima safra. “Se o produtor toma um financiamento, faz alguma troca ou assume qualquer
dívida, ele tem de trabalhar com ferramentas de gestão de risco”, diz Monte. Segundo ele, existem políticas de  comercialização que o produtor deve começar a utilizar mais, como preços mínimos, além de ferramentas de mercado futuro, como o mercado de opções, facilmente acessadas através das tradings de grãos.

Essa preocupação não é à toa. Apesar do País caminhar para um ano de crescimento de 3,1% da área plantada de soja, chegando a 35 milhões de hectares, a produção deve ser menor. A Conab prevê 109,2 milhões de toneladas do grão, uma redução de 4,3% frente à safra passada. Segundo o zootecnista Rafael Ribeiro, coordenador da área de grãos da Scot Consultoria, a ocorrência da La Niña, fenômeno que pode provocar uma grande variação do ciclo de chuvas, causa incertezas quanto ao clima e é responsável pelo cenário pessimista. “Espera-se uma produção menor em função de uma produtividade menor. Isso tudo está relacionado a esse clima”, diz Ribeiro. “Por isso, todo cuidado é pouco para o produtor e é importante que ele faça operação de venda futura.” Porém, nem todos estão utilizando essa alternativa, segundo os analistas. Em Mato Grosso, por exemplo, até dezembro do ano passado, foi estimado que 38,6% da produção de soja já tinha sido vendida, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). No mesmo período em 2016, as vendas futuras da soja atingiam 47,4% da produção. “Os produtores estão ainda aguardando o melhor momento para fazer a venda”, diz Monte. Um dos caminhos recomendados é investir na aquisição de insumos superiores, como sementes com maior potencial produtivo e agroquímicos com melhor resposta no campo. Em anos de incertezas climáticas, a aposta deve ser na qualidade para superar os desafios. “É justamente nessa hora que o produtor precisa ser mais eficiente, por isso é importante que ele mantenha o foco na produtividade”, diz Ribeiro.

“Se o produtor toma um financiamento, faz alguma troca ou assume qualquer dívida, ele tem de trabalhar com ferramentas
de gestão de risco.” Glauco Monte

“De nada adianta um custo reduzido na lavoura, se lá na frente ele vai colher menos sacas por hectare.” Assim, o crédito é uma das ferramentas para que a rentabilidade da safra 2017/2018 alcance números positivos e o produtor rural deve aproveitar o momento sem se descuidar do equilíbrio financeiro, pois os campos brasileiros vão continuar, por muito tempo, movimentando a economia nacional.

Fonte: Dinheiro Rural / Infomet

Nissan confirma a chegada do elétrico LEAF no Brasil

O veículo 100% elétrico da montadora estará à venda em uma primeira etapa na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Uruguai e Porto Rico durante o próximo ano fiscal, anunciou a Nissan no evento Nissan Futures, que aconteceu em São Paulo, Brasil.

A empresa também está considerando a introdução do Nissan LEAF em outros mercados da região, incluindo Peru e Panamá.

A chegada do novo Nissan LEAF à América Latina faz parte do compromisso da marca japonesa de trazer os veículos elétricos para mais mercados em todo o mundo sob seu plano de negócios global, o “Nissan M.O.V.E. to 2022”. O Nissan LEAF é o veículo ícone do Nissan Intelligent Mobility, visão da marca que busca proporcionar maior autonomia, mais eletrificação e mais conectividade ao portfólio de produtos para mover as pessoas para um mundo melhor.

“Como líderes globais na eletrificação de veículos e no desenvolvimento da condução autônoma, estamos convencidos de trazer essas inovações ao mundo todo. A introdução do Nissan LEAF na América Latina é um sinal claro do nosso compromisso global com a proteção do meio ambiente e da nossa visão corporativa para continuar melhorando a qualidade de vida das pessoas com veículos cada vez mais integrados à sociedade, através de tecnologias que são limpas, conectadas e inteligentes”, comentou José Luis Valls, chairman da Nissan América Latina.

A nova geração do Nissan LEAF foi revelada no Japão em setembro de 2017 e estará disponível em mais de 60 mercados no mundo todo. Mundialmente, a Nissan vendeu mais de 300.000 unidades do LEAF desde que o modelo foi lançado pela primeira vez, em 2010.

O novo Nissan LEAF foi completamente renovado para oferecer um design mais dinâmico, maior potência e autonomia, bem como o que há de mais inovador em termos de tecnologia de assistência de condução, como o sistema e-Pedal, que reduz o estresse do condutor, permitindo dirigir com um só pedal.

Fonte: Secco Consultoria de Comunicação

Redação On março - 13 - 2018
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