Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018






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Indicador Antecedente de Emprego avança

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) avançou 1,9 ponto em fevereiro ante janeiro, para 109,6 pontos, informou ontem (8) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado, o indicador alcança o maior nível da série histórica, sinalizando um possível cenário de aceleração no ritmo de recuperação do mercado de trabalho nos próximos meses, segundo a FGV.

“O otimismo com o maior crescimento da economia ao longo deste ano e a perspectiva de uma maior contratação ao longo de 2018 explicam o elevado nível do Indicador Antecedente de Emprego”, avaliou o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial divulgada à imprensa.

Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 0,4 ponto em fevereiro ante janeiro, para 97,1 pontos.

“Apesar da perspectiva de melhora futura, da criação de vagas e da expectativa de forte geração de empregos formais em 2018, a taxa de desemprego permanece em nível elevado. O ICD reflete a elevada taxa de desemprego do País.

Apesar da geração de vagas, a expectativa é que a taxa de desemprego permaneça em níveis elevados”, disse.

Fonte: DCI

Piso salarial do Rio sobe mais que o dobro da inflação

Com o Estado do Rio em crise econômica e fiscal, o governador Pezão sancionou aumento de 5% para o piso salarial regional, mais que o dobro do INPC em 2017, que foi de 2,07%. O novo valor é de R$ 1.193,36. A Firjan, que recorreu à Justiça contra a imposição de que o mínimo regional prevaleça sobre as negociações coletivas, estima que a medida causará o corte de 25 mil vagas. O Rio tem uma das mais altas taxas de desemprego do país, 15,1%, e um dos maiores pisos salariais. O índice de 5% foi aprovado pela Alerj, cujo presidente em exercício, André Ceciliano (PT), disse que “em ano eleitoral os deputados querem faturar”.

Em meio a uma das piores crises fiscais e econômicas por que passa o estado, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, sancionou ontem reajuste de 5% do piso regional. O aumento é mais que o dobro da inflação medida pelo INPC — índice de referência para reajustes salariais — de 2017 (2,07%) e tende a piorar a já combalida situação do mercado de trabalho fluminense, segundo especialistas, com elevação do desemprego e da informalidade. A Firjan estima que o novo mínimo leve ao corte de 25 mil empregos este ano, num cenário de fechamento de vagas. A taxa de desemprego do Estado do Rio já estava em 15,1% da força de trabalho no último trimestre de 2017, bem acima da média nacional, de 11,8%. A federação da indústria recorreu à Justiça ontem, questionando a nova lei.

— As pessoas têm que entender que não se cria riqueza com canetada. Quando há crescimento econômico, os empresários conseguem absorver aumentos de custos. Numa economia frágil como a do Rio, a tendência é haver resistência a qualquer pressão sobre as despesas. Para burlar (o novo mínimo), os empresários poderão demitir os empregados e recontratá-los sem carteira assinada — avalia Bruno Ottoni, especialistas em mercado de trabalho da FGV.

Em janeiro, enquanto o país dava sinais de recuperação do mercado de trabalho, com a criação de 77.800 vagas formais, o Estado do Rio fechou 9.800 postos de trabalho.

‘Irresponsabilidade dos deputados’

O reajuste de 5% havia sido aprovado na Alerj há um mês e vai beneficiar cerca de dois milhões de trabalhadores de 170 categorias profissionais. São seis faixas salariais, começando com o piso de R$ 1.193,36 (doméstica e auxiliar de escritório, por exemplo). A última faixa, que inclui advogados e assistentes sociais, é de R$ 3.044,78. A lei prevê em um de seus artigos que o piso regional prevaleça sobre negociações coletivas. Ou seja, nenhum trabalhador pode ganhar menos que o mínimo de cada uma das faixas. É justamente este artigo que foi alvo de questionamento da Firjan, sob o argumento de que ele descumpre as regras trabalhistas.

— A Firjan questiona isso há anos. Ele (o artigo), de fato, é inconstitucional. Isso visa a limitar a negociação entre os sindicatos e os empregadores. A partir do momento em que eles colocam a expressão “que fixe o maior”, o piso regional tem que ser respeitado. O piso só deve prevalecer quando não existir a negociação (entre patrão e empregado) — comentou Gisela Gadelha, gerente-geral do Jurídico da Firjan.

Para José Márcio Camargo, economista da gestora Opus, a aprovação do novo mínimo “é uma irresponsabilidade do governador e dos deputados”. Ele lembra que o Rio tem uma das mais altas taxas de desemprego do país e um dos maiores pisos salariais — o federal é de R$ 954. O mínimo nacional segue uma fórmula que considera o resultado do PIB dos últimos dois anos mais a inflação do ano anterior. Como o Brasil enfrentou uma de suas maiores recessões, o reajuste federal foi de apenas 1,81%, o menor em 24 anos.

— Não existe pior consequência de um salário mínimo alto que a informalidade — afirmou Camargo.

O discurso de preocupação é reforçado pelo Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio). Para o presidente Fernando Blower, a tendência de aumento de vagas no setor nos últimos meses não deve se sustentar com o novo cenário:

— A partir de agora, a tendência é que tenhamos mais demissões, menos contratações e aumento do comércio ilegal.

Bruno Sobral, professor de Economia da Uerj, pondera que o aumento não necessariamente aumentará o desemprego ou reduzirá o número de vagas formais. Para ele, o mínimo pode funcionar como um motor da recuperação econômica fluminense, ao favorecer o aumento do consumo das famílias.

— O aumento acima da inflação é uma espécie de salvaguarda para o trabalhador — disse Sobral, ressaltando que o reajuste, sozinho, não é capaz de tirar o Rio da crise.

IMPACTO DE 0,4% SOBRE A FOLHA A negociação do piso regional é feita pelo Conselho Estadual de Trabalho, Emprego e Geração de Renda do Estado do Rio de Janeiro (Ceterj). Ele é composto por representantes das centrais sindicais e das federações empresariais e tem mediação do Estado. Para o piso de 2018, os sindicatos pediram reajuste de 5,05%. Já as empresas propuseram correção nula.

Sem acordo, Pezão enviou à Alerj proposta de alta de 2,52%. Mas nem o Estado nem os empregadores esperavam que os deputados aprovassem 5% de reajuste. Pezão defendeu a sanção, dizendo o veto ao projeto atrasaria a aplicação do aumento, já que a Alerj teria de rediscuti-lo.

O efeito sobre as contas públicas será ínfimo, segundo a Secretaria estadual da Fazenda. A estimativa é de alta de R$ 9,6 milhões por mês, ou 0,4% da folha de pagamento, considerando ativos, inativos e pensionistas.

“Não se cria riqueza com canetada. Para burlar (o novo mínimo), os empresários poderão demitir os empregados e recontratá-los sem carteira” Bruno Ottoni Especialistas em mercado de trabalho da FGV.

Fonte: O Globo

O Ministério do Trabalho divulgou ontem (8) que nos primeiros dois meses de 2018, foram ofertadas 178.631 mil novas vagas de emprego pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine), um crescimento de 10,4% comparado ao mesmo período de 2017.

“Esse resultado é importante, demonstra que as mudanças políticas de governo estão impactando positivamente o mercado de trabalho. Mais confiante, a classe empresarial retoma os investimentos no país e volta a contratar. É um dado positivo para se comemorar”, afirmou o ministro interino do Trabalho, Helton Yomura, em nota.

De acordo com o levantamento, São Paulo foi o estado brasileiro com maior número de vagas ofertadas, com 44.881 em janeiro e fevereiro deste ano. Foram 6.965 a mais que o resultado de igual período em 2017, quando foram abertos 37.916 postos no Sine.

Já em segundo lugar no ranking nacional vem o Paraná, com 31.508 vagas cadastradas no sistema, seguido do Rio Grande do Sul (+16.424), Rio de Janeiro (+9.690), Ceará (+9.394) e Bahia (+7.744).

No acumulado de 2017, o Sine registrou 1.024.570 vagas para 3.161.179 trabalhadores inscritos no sistema.

Fonte: DCI

 

 

 

São Bernardo amplia tempo de licença-paternidade

Após aprovação da Câmara, a Prefeitura de São Bernardo ampliou o direito aos servidores públicos de estender de cinco para 20 dias a licença-paternidade. A medida, que faz parte das garantias estipuladas às políticas públicas para a primeira infância, visa prioritariamente o bem-estar do bebê e maior proximidade do pai aos cuidados com mãe e filho.

Na cidade, a proposta de iniciativa do Prefeito Orlando Morando (PSDB) descreve que o direito assegurado aos pais, baseado na lei federal 13.357 de 8 de março de 2016, é válido a partir do nascimento do filho, da guarda judicial para adoção ou da adoção, conforme a certidão de nascimento, termo de guarda judicial ou termo de adoção.

A Administração reforça ainda que o aumento da licença não acarretará em prejuízos administrativos, uma vez que o quadro comporta o cumprimento da medida de bem-estar familiar, enfatizando, inclusive, a valorização dos servidores do Executivo.

São Caetano aderiu à iniciativa há dois anos, também passando para 20 dias o período de afastamento dos pais do trabalho para acompanhar o nascimento do filho.

Em Ribeirão Pires o período de afastamento do pai é de cinco dias, sendo o primeiro dia contado a partir do nascimento do bebê, conforme espitulado na lei municipal 4.217 de dezembro de 1998. do Estatuto dos Funcionários Públicos e do Magistério de Ribeirão Pires.

O governo do Estado de São Paulo, governo Federal e o Tribunal de Justiça de São Paulo já colocam em prática as novas regras para seus funcionários públicos. A iniciativa faz parte do programa Empresa Cidadã, garantindo a remuneração integral do salário para o empregado durante o período de afastamento.

Até o fechamento desta reportagem, Santo André, Diadema, Mauá e Rio Grande da Serra não se manifestaram sobre o período aplicado para licença-paternidade.

Fonte: DGAB

 

 

 

Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo entra na campanha mundial da IndustriAll contra a violência à mulher

A campanha é da entidade IndustriALL (www.industriall-union.org/es) e foi apresentada no evento pela companheira Mônica Veloso, vice-presidente da CNTM e presidente do Comitê de Mulheres da IndustriAll.

Na abertura do encontro Março Mulher Metalúrgica, realizado nesta sexta, 9 de março, no auditório do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, o presidente Miguel Torres, também presidente da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) e vice da Força Sindical, assinou um documento, com aprovação de todas as participantes do evento, em que o Sindicato assume o compromisso de colocar em prática na base metalúrgica novas ações efetivas de combate à violência e ao assédio contra as trabalhadoras.

O encontro Março Mulher Metalúrgica foi organizado pelo departamento da Mulher do Sindicato, coordenado pela diretora Maria Euzilene Nogueira, a Leninha, com palestras sobre os impactos da reforma governista da Previdência na vida das mulheres, debates e atividades culturais.

Fonte: Força Sindical

 

 

Imposto sindical é mantido pela Justiça

Tribunal em SP deu liminar a sindicato mandando empresa descontar imposto de todos os saláriosO TRT 2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região SP) decidiu manter a obrigatoriedade do imposto sindical nos salários de trabalhadores ligados ao sindicato da alimentação de São Paulo.

O tribunal considerou inconstitucionais os artigos da reforma trabalhista que tinham definido o recolhimento como voluntário.

A liminar –ordem judicial provisória– é a primeira do tipo no país.

Ela beneficia o Sindeeia-SP (sindicato dos trabalhadores em indústrias de alimentos de São Paulo), ligado à Força Sindical.

A audiência sobre o tema está marcada para 16 de maio. Esta decisão vale apenas para 900 trabalhadores da Mondelez em São Paulo.

O sindicato, porém, entrou com ações para manter o desconto obrigatório nos salários de trabalhadores de 200 empresas da sua base, de acordo com as informações do diretor do Sindeeia-SP, José Ferreira Alves.

O imposto sindical corresponde a um dia de remuneração por ano e é divido entre os órgãos sindicais e o Ministério do Trabalho.

Segundo o juiz Daniel Rocha Mendes, da 75ª Vara do Trabalho da capital, o fim da contribuição sindical obrigatória fere a Constituição, já que a reforma trabalhista foi feita por lei ordinária. Segundo ele, a mudança de tributos precisa ser feita por meio de lei complementar.

No STF(Supremo Tribunal Federal) existem pelo menos 12 ações contra o fim da contribuição sindical.

Em nota, a Mondelez disse que ainda não foi notificada sobre a decisão e que “Atua em conformidade com a legislação nacional em vigor”.

Fonte: Força Sindial

 

 

Metade dos jovens brasileiros tem futuro ameaçado, alerta Banco Mundial

Documento diz que 52% da população jovem brasileira, quase 25 milhões de pessoas, está desengajada da produtividade

Um em cada dois jovens brasileiros com idade entre 19 e 25 anos corre sério risco de ficar fora do circuito dos bons empregos no País e, com isso, está mais vulnerável à pobreza. É o que aponta o relatório “Competências e Empregos: Uma Agenda para a Juventude”, divulgado nesta quarta-feira, 7, pelo Banco Mundial.

O documento diz que 52% da população jovem brasileira, quase 25 milhões de pessoas, está desengajada da produtividade. Nessa conta, estão os 11 milhões dos chamados “nem-nem”, aqueles que nem trabalham, nem estudam. A eles, foram somados aqueles que estão estudando, mas com atraso em sua formação. E os que trabalham, mas estão na informalidade.

“É uma população que vai ser vulnerável, vai ter mais dificuldade de achar emprego, corre maior risco de cair na pobreza”, disse o diretor da instituição para o Brasil, Martin Raiser.

Além da ameaça ao futuro desses jovens, essa situação leva a outra consequência séria: ela põe em risco o crescimento da economia brasileira. Isso porque o País vai depender do trabalho deles para continuar produzindo. Mais ainda, vai precisar que eles sejam mais produtivos do que seus pais para reverter uma tendência de queda na taxa de crescimento do Brasil.

A urgência na adoção de uma agenda para que o Brasil produza melhor com os recursos que possui foi analisada em outro relatório: “Emprego e Crescimento: a Agenda da Produtividade”, também divulgado nesta quarta pelo Banco Mundial. No entendimento dos economistas do organismo, os dois temas estão profundamente relacionados. A melhora na formação de jovens e sua preparação para o mercado de trabalho é um dos itens da agenda da produtividade.

O relatório traz evidências de que a educação no País é falha e não se traduz em aumento de produtividade. Na Malásia, por exemplo, um ano a mais na escola resulta numa elevação de US$ 3.000,00 no salário. Na Turquia, US$ 4.000,00. Na Coreia do Sul, US$ 7.000,00. No Brasil, o ganho é próximo a zero. “Precisamos de uma educação de qualidade que cumpra sua missão de dar competência aos jovens”, disse a economista do Banco Mundial Rita Almeida.

A economista avalia que a reforma do ensino médio de 2017 atacou alguns pontos críticos, mas ainda falta ver como será sua implementação. Além disso, seria necessário dar um foco político mais forte ao problema da evasão escolar. No Brasil, apenas 43% da população acima de 25 anos concluiu o ensino médio. Nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o índice é de 90%.

Mais grave do que constatar que há pouca gente com formação de nível médio é verificar que essa tendência se mantém. Hoje, um de cada três jovens de 19 anos já está fora da escola.

Entre as ideias trazidas pelo relatório, está a criação de programas para redução da gravidez na adolescência. Os programas de transferência de renda poderiam ser direcionados para estimular a conclusão do ensino médio. Além disso, seria necessário informar melhor os jovens sobre os benefícios do estudo.

Fonte: FS

Redação On março - 9 - 2018
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