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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2018






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Mercado dá como certo que taxa básica de juros cairá para 6,5%

Diante de uma inflação abaixo do patamar esperado para o começo deste ano, o mercado já dá como certo que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai diminuir a taxa básica de juros (Selic) de 6,75% para 6,5% em sua próxima reunião, marcada para os dias 20 e 21 de março. Caso a redução se confirme, será o 12.º corte consecutivo na taxa, que voltará a bater mínima histórica. O resultado do IPCA de fevereiro, que será divulgado hoje, poderá indicar se haverá espaço para mais um corte da Selic em maio, de acordo com economistas.

A possibilidade de a taxa cair a 6,5% neste mês chegou a 88% ontem, conforme precificação feita pelo mercado nos contratos de juros futuros de curto prazo. Há um mês, logo após a última reunião do Copom, essa probabilidade era de 30%. No dia em que a ata do Copom foi divulgada, porém, o porcentual já subiu para 45%, em decorrência de o documento afirmar que um novo corte não estava descartado e que poderia ocorrer caso a inflação se mantivesse “em níveis confortáveis”.

No início desta semana, o mercado elevou ainda mais suas apostas em uma nova redução da Selic após o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmar que os últimos resultados da inflação vieram abaixo do esperado. No fim do ano passado, o Banco Central projetava uma inflação de 0,53% em janeiro, mas o IPCA veio em 0,29%.

A Tendências Consultoria Integrada e o Banco Pine estão entre os que reviram, depois da fala de Ilan, suas projeções para a Selic. “Vínhamos trabalhando com a expectativa de 6,75%, mas, nas últimas semanas, a inflação surpreendeu para baixo. Até o Banco Central se mostrou surpreendido”, disse Silvio Campos Neto, da consultoria Tendências.

Maio. Para o economista Marco Caruso, do Banco Pine, há ainda chances de que, na reunião deste mês, o Copom sinalize que poderá haver um novo corte em maio. “Apesar da recuperação da atividade econômica, a velocidade está menor do que se esperava. Também há um descolamento da inflação esperada em relação à meta. Isso justifica manter essa possibilidade (de redução da Selic em maio)”, destacou.

O economista Daniel Silva, da Modal Asset, também acredita que o Copom poderá deixar as portas abertas para outro corte, apesar de não trabalhar com esse cenário como base. Essa decisão do Copom dependerá dos próximos resultados da inflação, lembra Silva. O Modal vem prevendo uma Selic a 6,5% há cerca de duas semanas.

Já para a economista Tatiana Pinheiro, do Santander, a redução na taxa de juros que deverá ocorrer em março marcará o fim do ciclo de quedas. “Projetamos que a Selic se mantenha em 6,5% até meados deste ano”, afirmou. “Acho pouco provável estender esse ciclo, dado que sua trajetória já é bastante longa. Uma redução em maio só acontecerá se houver mais uma surpresa inflacionária”, acrescentou.

Os economistas também reduziram, nas últimas semanas, suas projeções para a taxa de inflação de 2018. A Tendências, por exemplo, previa que os preços avançassem 4,1% neste ano; agora, estima uma alta de 3,8%. A Modal Asset diminuiu sua projeção de 3,7% para 3,4%. “Pode ser que fique até abaixo disso (3,4%). Os alimentos continuam surpreendendo e recuando”, afirmou Silva.

Fonte: O Estado SP

Cheque especial vai ter nova fórmula

Bancos vão oferecer uma porta de saída ao cheque especial para clientes que usarem 15% do limite da conta por 30 dias e a adesão a essa nova operação mais barata não será obrigatória, como acontece com quem usa o rotativo do cartão de crédito. O modelo desenhado para reduzir o juro cobrado no cheque especial foi apresentado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ao Banco Central e deve ser anunciado ainda em março para vigorar no segundo semestre, talvez em julho.

Duas fontes que acompanham as discussões disseram ao Estadão/Broadcast que o modelo de autorregulação do cheque especial está praticamente pronto e já conta com o aval do Banco Central para a maioria dos pontos. Proposta pelos bancos, mas sob supervisão do BC, a nova regra tem como objetivo reduzir o custo do crédito cuja taxa média ficou em 324,7% ao ano em janeiro, pouco abaixo do rotativo do cartão que cobrou 327,9%. A iniciativa foi antecipada pelo Estadão/Broadcast em janeiro.

A principal característica do novo modelo é que a adesão ao crédito mais barato não será obrigatória. Quando o correntista usar ao menos 15% do limite da conta por 30 dias, o banco vai propor linhas de crédito alternativas com juros menores. A oferta, segundo as fontes, será feita de “forma enfática”.

Clientes que não aderirem à operação de crédito proposta não sofrerão nenhum tipo de punição e o uso do limite da conta seguirá normalmente, segundo as fontes. A adesão não obrigatória é diferente do adotada no cartão de crédito, onde o cliente que usar o rotativo por mais de 30 dias deve obrigatoriamente pagar a conta ou aderir a uma nova operação mais barata. Se não fizer nada no cartão, entra na lista de inadimplentes.

Durante as negociações sobre o novo modelo, bancos e o próprio BC chegaram ao entendimento de que o modelo ideal não deveria ser o de adesão obrigatória porque a solução aplicada ao rotativo sofreu críticas e questionamentos legais de entidades de defesa do consumidor e até do Ministério Público.

Regras. A Febraban pretende anunciar o novo modelo ainda este mês e o calendário proposto prevê início de funcionamento das regras em julho. Há, porém, alguns pontos a serem desenvolvidos pelos bancos. O principal deles é um sistema que permita às instituições financeiras comprovar ao BC que foi feita oferta de crédito mais barato ao cliente que estiver pendurado no especial.

Bancos estão desenvolvendo plataformas para conseguir comprovar a oferta ao BC. Se esse trabalho para criação dos sistemas atrasar, o início das novas regras poderia ser postergado em algumas semanas, talvez para agosto ou setembro.

Algumas instituições também estão preocupadas com os chamados clientes “não digitais”. Correntistas com relacionamento tradicional que têm contato com o banco apenas por meio da agência, por exemplo, terão dificuldade em serem avisados com rapidez de que estão usando mais de 15% do limite da conta.

Procurado, o BC informou que o assunto está na alçada da Febraban. A reportagem não conseguiu contato com a Febraban.

Fonte: O Estado SP

Fazenda negocia com a Câmara uma data para o fim da desoneração da folha de pagamentos

Sem conseguir aprovar um projeto de lei da reoneração da folha de pagamentos nos moldes que deseja, a área econômica tenta negociar com líderes da Câmara a fixação de uma data para o fim completo da desoneração. Os técnicos do Ministério a Fazenda defendem que o benefício termine em dezembro de 2019. Parlamentares, no entanto, falem em prazo maior: até 2020.

Atualmente, não há prazo estabelecido por lei. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, no relatório do deputado Orlando Silva (PC do B-SP) ainda não há definição de data para o fim da desoneração.

Após uma tentativa frustrada de tratar a matéria por medida provisória, o governo encaminhou um projeto de lei para reonerar a folha de pagamento de vários setores. Na proposta original, seriam preservados alguns segmentos, como o de comunicação, construção civil e transporte de passageiros. Inicialmente, o governo esperava uma economia de R$ 8,3 bilhões com o fim da desoneração.

O relator da matéria, no entanto, ampliou o número de setores que continuariam sendo beneficiados Não há nova estimativa da Receita Federal sobre o impacto dessas mudanças na economia projetada pelo governo, mas a previsão já caiu para R$ 6 bilhões com a reoneração. A ideia é avançar na negociação nos próximos dias para que seja possível colocar a matéria em votação no plenário da Câmara na próxima semana.

A desoneração da folha foi adotada em 2011 com o objetivo de aumentar a competitividade da indústria exportadora. Na época, o benefício era restrito aos setores de tecnologia da informação e comunicação, com alíquota de 2,5% e vigência de pouco mais de um ano; e a produtos industrializados dos setores têxtil, calçadista, moveleiro e de couro, com alíquota de 1,5%.

Em 2015, o Executivo propôs ao Congresso a redução dos benefícios. A Lei 13.161/2015 elevou as alíquotas (passaram a variar até 4,5%) e deu às empresas a opção de escolher entre a tributação sobre a folha ou sobre o faturamento. Após o aumento das alíquotas para a contribuição com base no faturamento, muitas empresas migraram de regime, ou seja, voltaram a pagar o tributo com base em 20% da folha.

A desoneração da folha chegou a atender 84 mil empresas em 2014. Segundo a Receita, 34.288 eram beneficiadas em outubro do ano passado. A despesa do governo com a desoneração deve chegar a R$ 12,332 bilhões neste ano.

O relator do projeto afirmou que estabeleceu regra mais clara sobre quais setores devem ser continuar sendo beneficiados. Sobre as empresas estarem abandonando a desoneração da folha, Silva disse que isso ocorre devido à insegurança jurídica sobre quais setores continuarão sendo atendidos.

Fonte: Valor

Economistas projetam IPCA de 0,32% em fevereiro

Os reajustes de mensalidades escolares e cursos pressionaram a inflação em fevereiro, avaliam economistas, mas o comportamento mais benigno dos alimentos e de outros serviços manteve os preços em patamar comportado.

Segundo a estimativa média de 26 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,32% no mês passado, pouco acima da alta observada em janeiro, de 0,29%.

Se confirmada a média, esta será a menor taxa do IPCA em meses de fevereiro desde 2000, quando o índice ficou em 0,13%. As projeções para o indicador oficial de inflação, que será divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), vão de aumento de 0,26% até 0,39%. Na medida acumulada em 12 meses, a expectativa é que a inflação fique praticamente estável, em 2,84%, vindo de 2,86% na medição anterior.

Pela metodologia do IBGE, as correções de mensalidades escolares são computadas no segundo mês do ano, quando os novos valores são cobrados dos consumidores, observa Patrícia Pereira, economista da Mongeral Aegon Investimentos. Por isso, em seus cálculos, o grupo educação acelerou de 0,22% para 3,91% na passagem mensal, principal pressão sobre o IPCA, que deve ter ficado em 0,32%, estima Patrícia.

Mesmo com a variação maior em relação a janeiro, a parte de educação está bem comportada se consideradas as altas em iguais meses de anos anteriores, destaca a economista. “Há uma dificuldade em fazer repasses no setor como víamos antes”, afirma Patrícia.

Os alimentos também seguem registrando comportamento bastante atípico, considerando as pressões sazonais observadas no início do ano, acrescenta a economista da Mongeral. Após alta de 0,74% no primeiro mês do ano, ela estima que o grupo alimentação e bebidas recuou 0,19% em fevereiro.

De acordo com a economista, a conjunção de um clima favorável com estoques elevados remanescentes das safras do ano anterior está moderando a inflação de alimentos, tendência que deve permanecer no primeiro semestre.

Segundo a equipe econômica do Itaú Unibanco, os itens educação e transportes devem ser os principais impactos de alta no IPCA de fevereiro, com contribuições de 0,19 ponto e 0,15 ponto percentual no mês, respectivamente. Já o IPCA acelerou para 0,35% no período.

“Será especialmente importante monitorar a tendência dos núcleos de inflação para determinar se o Copom pode optar por outro corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic na reunião de março”, afirmam os economistas do Itaú em relatório.

Os analistas do banco UBS destacam que os núcleos de inflação, que excluem ou diminuem o impacto de preços voláteis sobre o IPCA, seguem rodando entre 3% e 4% ao ano. Para fevereiro, a instituição trabalha com uma alta mensal de 0,32%, o que resultaria em avanço de 2,8% em 12 meses.

“A inflação baixa é explicada pela capacidade ociosa ainda elevada na economia e pelo real estável ante o dólar. Embora o PIB esteja se recuperando, a atividade econômica terminou 2017 em nível quase 6% abaixo do de 2014”, comenta o departamento econômico do UBS, que prevê alta de 3,7% para a inflação oficial em 2018.

O ambiente de inflação comportada, de acordo com o banco, implica uma decisão difícil para o Copom em seu próximo encontro. Na reunião de março, a autoridade monetária pode manter a taxa básica de juros em 6,75% ao ano, nível já baixo, ou cortar a Selic em mais 0,25 ponto, cenário adotado pelo UBS.

Fonte: Valor

Empresários elevam otimismo com economia

Os empresários estão otimistas com o cenário econômico e com a obtenção de crédito. Conforme entrevistas feitas pelo DCI e pesquisa realizada ontem durante evento do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE), esse sentimento abrange todos os setores.

No almoço-debate com o tema “Visão Brasil 2035: O Desenvolvimento do País” – com apresentação do presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Paulo Rabello de Castro –, foram discutidas as principais necessidades do País e quais os rumos a seguir para alavancar o crescimento e o avanço da economia.

Para o CEO da Autopass – empresa de tecnologia voltada para a área de mobilidade urbana – Rubens Fernandes Gil Filho, a recente estabilidade econômica tem favorecido o surgimento de novas oportunidades e a recuperação do setor que sofreu com a crise nos últimos dois anos. “Em 2018, poderemos continuar investindo”, disse ao DCI.

Neste cenário, o empresário Fábio Marques, gerente de canais da MGI Tech – do setor de mobilidade – falou sobre projeções para o mercado de crédito. “Acredito que este é um bom momento para solicitar crédito, inclusive com o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], até porque a economia está mostrando sinais de recuperação. Agora é o momento das empresas começarem a se planejar para o segundo semestre e o início de 2019.”

A 128º pesquisa sobre o clima empresarial, realizada pelo Lide durante o evento dessa quinta-feira, confirmou a volta desse otimismo.

Coordenado por Fernando Meirelles, presidente do LIDE Conteúdo, o levantamento foi feito com 402 empresários. A nota geral foi avaliada em 6,4. Em 2017 o resultado foi de 5,5 e em 2015 chegou ao seu nível mais baixo, de 2,2.

Questionados sobre a situação atual dos negócios de suas empresas, 60% dos executivos presentes responderam que houve melhora. Para 37%, a situação esta igual e apenas 3% disseram que está pior. Contudo, 75% deles acreditam na melhora da receita.

Sobre emprego, 48% disseram estar contratando ou que irão contratar, 46% vão manter o atual quadro e só 6% disseram que fizeram ou irão fazer demissões em 2018.

Entre os fatores que impedem o avanço das empresas, o cenário político é o principal deles, com 41%, mas já está quase no nível da carga tributária, que teve 39% dos votos.

Em relação à economia do País, a previsão é de crescimento de 2% no Produto Interno Bruto (PIB), mas 33% dos presentes acreditam que a alta será de 3% e 19%, + 1%.

BNDES
Sobre as novas políticas operacionais do BNDES, os executivos estão divididos. Na avaliação do CEO da Autopass, a retomada da demanda da empresa por empréstimos é “circunstancial”. “Depende do projeto. Mas é um canal que estamos sempre atentos, sempre avaliando”, entende.

O gerente de canais da MGI Tech entende que para áreas voltadas para a tecnologia “é um bom ano”. “Já para outras, como a de infraestrutura, talvez o segundo semestre seja mais positivo”, comentou Fábio Marques ao DCI.

Já outro executivo, participante do evento, que preferiu não ser identificado disse que as perspectivas são negativas. “A demanda por investimento em infraestrutura e construção está bem baixa”, disse.

Fonte: DCI

Brasil fica em 41º lugar em ranking de riqueza global, segundo estudo

O Brasil ficou em 41º lugar no ranking de riqueza global, de acordo com a 8ª edição do Relatório de Riqueza Global do Grupo Allianz. O estudo analisa a situação de ativos e dívidas das famílias de mais de 50 países em 2016. O País conta com 4.980 euros de ativos financeiros líquidos per capita e ficou atrás do México, mas ainda está à frente da Colômbia e Peru. Os ativos financeiros brutos dos brasileiros cresceram 12%, atingindo aproximadamente 1,7 trilhão de euros. Após a dedução da taxa média da inflação de quase 9%, as famílias tiveram crescimento bem modesto.

Em termos mundiais, os ativos financeiros cresceram 7,1% em 2016, em comparação a 2015, e atingiram recorde de 170 trilhões de euros. Já os passivos aumentaram 5,5%, a taxa mais alta desde 2007. Apesar da elevação substancial da dívida, os ativos financeiros líquidos – ativos financeiros brutos menos a dívida – alcançaram a marca inédita de 125 trilhões de euros no final de 2016. A aceleração do crescimento de 2016 veio principalmente de países industrializados, onde duplicou e atingiu a marca de 5,2%. A Ásia (excluindo o Japão) foi a líder, com um crescimento de 15%.

Fonte: DCI

Redação On março - 9 - 2018
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