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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018






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UE avalia sobretaxar € 2,8 bi em produtos americanos, incluindo suco de laranja

A União Europeia (UE) está preparando tarifas punitivas contra marcas americanas icônicas fabricadas em redutos eleitorais fundamentais para os republicanos. A medida eleva a pressão sobre o presidente Donald Trump para que recue do plano de taxar importações de aço e de alumínio.

Voltada contra € 2,8 bilhões de euros (US$ 3,5 bilhões) em produtos americanos, a UE pretende aplicar tarifa idêntica de 25% sobre uma série de produtos de consumo, agrícolas e siderúrgicos importados dos EUA, caso Trump leve a cabo sua ameaça tarifária, de acordo com uma lista formulada pela Comissão Europeia a que a Bloomberg News teve acesso.

A lista de produtos americanos visados – como motocicletas, jeans e o uísque bourbon – envia um recado político a Washington sobre os potenciais custos econômicos domésticos de concretizar a ameaça do presidente. O republicano Paul Ryan, presidente da Câmara dos Deputados, provém de Wisconsin, sede da fabricante de motocicletas Harley-Davidson. No segunda-feira, Ryan disse estar “extremamente preocupado com as consequências de uma guerra comercial” e pediu a Trump que desista das tarifas propostas.

Outros políticos americanos também sentirão a pressão. O uísque bourbon vem de Kentucky, Estado do líder da maioria no Senado, Mitch McConnel. A sede da fabricante de jeans Levi Strauss, em São Francisco, fica no bairro em que mora a líder democrata na Câmara, Nancy Pelosi.

A UE manifestou preocupação crescente em torno da postura protecionista de Trump, e o aço tem importância política para o bloco, que nasceu da Comunidade Europeia de Carvão e Aço, na década de 1950. O setor continua a ter influência econômica, gerando vendas anuais de cerca de € 170 bilhões, o que corresponde a mais de 1% do PIB da UE, além de empregar mais de 300 mil pessoas.

A lista europeia de retaliação é voltada para produtos importados dos EUA no valor de cerca de € 1 bilhão; suco de laranja, uísque bourbon, milho e outros produtos agrícolas num total de € 951 milhões; e aço e outros produtos industriais avaliados em € 854 milhões.

A Comissão Europeia, o braço executivo da UE, discutiu as medidas de retaliação com representantes dos governos do bloco em reunião na noite de segunda-feira. A UE poderá ampliar o grupo de produtos americanos visados caso Trump também cumpra a promessa semelhante de impor uma tarifa de 10% ao alumínio estrangeiro.

A lista a que a Bloomberg teve acesso ontem envolve apenas contramedidas à taxação do aço. “Essas tarifas, neste momento, são apenas discussão, mas têm o potencial de se tornar bastante incendiárias e de afetar o crescimento econômico [dos EUA]”, disse Kristina Hooper, estrategista-chefe de mercado mundial da Invesco. “Tarifas geram mais tarifas”, afirmou.

A promessa de Trump de sobretaxar as importações de aço e alumínio suscitou oposição no seu Partido Republicano e se baseia no argumento de segurança nacional, desqualificado pela UE. A ameaça da Casa Branca corre o risco de gerar retaliações no mundo inteiro e uma enorme quantidade de reclamações na Organização Mundial de Comércio (OMC), que nunca julgou uma disputa com base em motivos de segurança nacional.

As tarifas incluídas na lista preliminar podem ser adotadas sem esperar os trâmites da OMC, diz a Comissão, ou seja, podem ser impostas imediatamente.

Fonte: Abinee – Valor

Zona do euro tem em 2017 ritmo de crescimento mais forte em uma década

A economia da zona do euro cresceu 0,6 por cento no último trimestre do ano passado, confirmou nesta quarta-feira a agência de estatísticas europeia, reforçando que o bloco de moeda única expandiu no ritmo mais rápido em uma década em 2017.
A Eurostat confirmou a estimativa preliminar de que a economia dos 19 países que usam o euro cresceu 0,6 por cento na comparação trimestral e 2,7 por cento na base anual.
Isso após expansão de 0,7 e 2,7 por cento respectivamente no terceiro trimestre.
Em 2017, o Produto Interno Bruto da zona do euro cresceu 2,3 por cento, disse a Eurostat, o ritmo mais rápido desde os 3 por cento vistos em 2007. A estimativa anterior era de 2,5 por cento, e a Eurostat disse que a revisão se deveu à retirada de ajustes de calendário.

Fonte: Reuters

Alta de juros em breve nos EUA

O presidente do Federal Reserve de Dallas, Robert Kaplan, disse que ainda espera que o BC dos EUA aumente a taxa de juros de referência em três ocasiões neste ano e que as autoridades monetárias comecem a atuar em “breve” na elevação dos custos de crédito. Em entrevista à “CNBC”, Kaplan disse que o mercado de trabalho parece estar no ou além do “pleno emprego” e que as autoridades do Fed esperam que a taxa de desemprego caia abaixo de 4% em 2018. Isso resultaria em pressão de alta sobre os salários, criando também mais postos. “Devemos começar antes cedo do que tarde, e veremos ao longo do ano se é o caso de três aumentos, ou um número maior ou menor”, afirmou ele, que este ano não tem direito a voto no Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc). “No momento, eu diria que o caso é de três aumentos, e precisamos começar logo.”

Fonte: Valor

EUA apoiam cúpula nuclear com Coreia do Norte

As duas Coreias concordaram com uma cúpula em abril para debater desnuclearização. Sul-coreanos dizem que o vizinho do norte suspenderá os testes nucleares para as negociações com os EUA. Trump saudou decisão.

Após meses de tensão entre as Coreias, a aproximação entre os dois países, iniciada nos Jogos Olímpicos de Inverno, parece ter dado os primeiros resultados. O presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu ontem “avanços” no diálogo com o regime norte-coreano e elogiou o esforço diplomático. As declarações de Trump foram dadas horas depois de o governo sul-coreano anunciar uma cúpula com a Coreia do Norte em abril.

De acordo com informações de Seul, o regime norte-coreano manifestou disposição de conversar com os EUA a respeito da desnuclearização do país, caso seja garantida a segurança do regime. Ainda segundo os sul-coreanos, que passaram dois dias reunidos com Kim Jong-un, a Coreia do Norte também afirmou que suspenderá os testes nucleares e de mísseis durante as negociações.

O aparente recuo da Coreia do Norte pode ser considerado a primeira vitória da política externa de Trump. Alguns especialistas dizem que a “abordagem maluca” de Trump com relação à Coreia do Norte – além das sanções impostas por seu governo – pode ter levado o regime de Pyongyang a mudar de posição e considerar a possibilidade de desnuclearização. Trump e Kim trocaram insultos e ameaças de guerra em meio às promessas da Coreia do Norte de jamais abdicar de seu programa nuclear.

“Ele merece crédito”, disse Iam Bremmer, diretor do Eurasia Group e crítico de Trump. “Acho que a participação da Coreia do Norte nos Jogos Olímpicos, o encontro de Kim com os sul-coreanos e as possíveis conversações diretas com os EUA são resultado da abordagem de Trump.”

Antes dos Jogos de Inverno, o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, disse que Trump ajudou a abrir a porta para a participação de atletas norte-coreanos. No entanto, Bremmer e outros analistas destacam que a abordagem de Trump pode ser tanto bem-sucedida quanto profundamente arriscada.

O encontro, que significaria a terceira cúpula da história entre as duas Coreias, será realizado na aldeia de Panmunjom, na fronteira entre os dois países. A Coreia do Norte não impôs nenhuma precondição para se sentar à mesa de negociações, mas ressaltou que quer “ser tratada de forma séria”, disse o líder da delegação sul-coreana, Chung Eui-yong. As Coreias também concordaram em criar uma linha direta de comunicação entre seus dois líderes “para permitir um diálogo e a redução das tensões militares”.

Posição. “O Norte expressou claramente seu compromisso com a desnuclearização da Península Coreana e disse que não teria nenhuma razão para possuir armas nucleares se a segurança do regime for garantida e as ameaças militares contra a Coreia do Norte, eliminadas”, disse Chung.

A viagem da delegação sul-coreana a Pyongyang foi uma resposta à histórica visita de Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano, à Coreia do Sul, em fevereiro, durante a Olimpíada de Inverno. Em um dos encontros com Moon, a irmã do líder norte-coreano fez o convite para uma reunião com Kim Jong-un em Pyongyang.

Fonte: O Estado SP

Redação On março - 7 - 2018
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