Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018






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Em 16 setores da indústria, avanço supera dois dígitos

Além de mais disseminado no fim do ano passado, o crescimento da produção industrial brasileira superou dois dígitos em 16 dos 93 segmentos da indústria.
“Quem cresce mais hoje na verdade é quem mais caiu ao longo da crise”, diz o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rafael Cagnin.
A indústria automobilística, uma das principais alavancas desse crescimento, teve três anos seguidos de queda na produção até começar a se recuperar no ano passado, quando registrou alta de 25,2% no total de veículos produzidos em comparação a 2016.
Boa parte desse crescimento veio das exportações, que aumentaram 46,5%, totalizando 762 mil unidades, quase 30% dos 2,699 milhões de veículos que saíram das linhas de montagem no ano passado, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
O impulso da indústria automobilística continuou em janeiro. As fabricantes de veículos produziram 216,8 mil unidades no mês passado, alta de 24,6% em relação a igual mês de 2016, mostra o balanço da Anfavea.
Após três anos operando com até 50% de ociosidade nas fábricas em razão da crise econômica, o setor viu nos últimos meses anúncios de aumentos na produção e de retomada de operações em dois turnos de trabalho, desativados a partir de 2014. Foram os casos da Nissan, da Volvo, da Volkswagen e da MAN Latin America.
Entre as líderes em vendas do mercado nacional de automóveis, a americana General Motors foi a que teve o maior crescimento na produção em 2017, com avanço de 41,7%.
Neste mês, a direção da GM anunciou que está investindo R$ 1,2 bilhão para expandir a fábrica do grupo em São Caetano do Sul, no ABC paulista. A capacidade produtiva da unidade aumentará de 250 mil unidades ao ano para 330 mil.
Demanda
No cenário traçado pelo economista Leonardo Carvalho, do Grupo de Conjuntura do Ipea, os sinais que apontam para crescimento da demanda doméstica ao longo de 2018 ajudam a sustentar a perspectiva de manutenção da recuperação da indústria como um todo.
Os sinais são a inflação controlada e o cenário mais favorável para a tomada de crédito, com taxas de juros menores e famílias com menos dívidas. Os primeiros dados de melhora no mercado de trabalho também servem para aumentar a confiança do consumidor e impulsionar o consumo.
“O que permanece como restrição é o excesso de capacidade (ociosa)” de muitas fábricas, afirma o economista do Ipea.
Quando utilizam pouco de sua capacidade total, as indústrias adiam investimentos em expansão, diminuindo a demanda por um importante segmento industrial, o de fabricação de bens de capital.
A prévia de fevereiro da Sondagem da Indústria da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicou que, na média nacional, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) ficará em 75,3%. Se confirmado, será o maior patamar desde junho de 2015.
No caso das montadoras, a previsão para o ano é de mais um crescimento de 13,2% na produção, para cerca de 3 milhões de unidades. As vendas devem crescer 11,7% (2,5 milhões de veículos) e as exportações 5%, para 800 mil unidades – um volume recorde em vendas externas de veículos (sem incluir os carros desmontados).

Fonte: DCI

 

 

 

Produção global de aço avança 0,8%

Apesar da queda na China, grandes países produtores puxaram alta

A produção global de aço bruto em janeiro subiu 0,8% na comparação anual, para 139 milhões de toneladas, informou nesta segunda-feira (26) a Associação Mundial do Aço (Worldsteel, na sigla em inglês). O desempenho se deve ao avanço de países em todo o mundo, exceto a China.

O país asiático vem intensificando as restrições ambientais, o que impacta diretamente a sua indústria siderúrgica, que responde por cerca de 50% da oferta global de aço. Neste cenário, a produção chinesa vem caindo gradualmente.

Conforme estimativa da Worldsteel, a produção de aço bruto da China em janeiro foi de 67 milhões de toneladas, queda de 0,9% na comparação anual.

Em contrapartida, os volumes produzidos em outros importantes players mundiais estão em trajetória de crescimento. No Japão, por exemplo, a produção no mês passado atingiu 9 milhões de toneladas, aumento de 0,9% na comparação anual; na Turquia, houve avanço de 7,6% na mesma base, para 3,2 milhões de toneladas; Itália (+5,3%); França (+3,0%).

Já os Estados Unidos tiveram um ligeiro declínio da produção de 2,2% em janeiro, para 6,8 milhões de toneladas. A Espanha também reportou queda de 1% na mesma base, para 1,1 milhão de toneladas. A indústria brasileira, conforme dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil (IABr) na semana passada, teve alta de 1,3% da produção em janeiro, para 2,9 milhões de toneladas.

A utilização da capacidade global de aço bruto, segundo a Worldsteel, atingiu 70% em janeiro, alta de 0,2 ponto percentual em relação a igual período do ano passado. Comparado a dezembro, houve alta de 0,7 ponto, informa a entidade.

Fonte: DCI

Bilionário chinês dono da Volvo compra empresa dona da Mercedes

A transação foi avaliada em 7,2 bilhões de euros

A fabricante automobilística alemã Daimler anunciou, na sexta-feira (23), que o industrial chinês Li Shufu, adquiriu 9,69% de participação na empresa, e com isso se tornou o maior acionista do grupo, detentor da Mercedes-Benz.

Dono do grupo Geely, o bilionário chinês, supera assim um fundo público do Kuwait, que até agora tinha 6,8% da Daimler, bem como os 3,1% da Renault-Nissan. A transação foi avaliada em 7,2 bilhões de euros, segundo comunicado da Bolsa de Frankfurt.

Em 2010, o industrial chinês de 54 anos e dono da 10ª maior fortuna da China, de acordo com a revista Forbes, comprou a sueca Volvo Cars. Durante várias semanas, houve rumores sobre sua possível chegada à Daimler na imprensa econômica alemã.

Mas apenas nesta sexta-feira, pela primeira vez, a participação acionária da Geely no capital da Daimler superou os 3%, forçando a fabricante alemã a informar à Bolsa de Valores de Frankfurt.

Fonte: Meio Norte / Infomet

Interior terá fábrica indiana de autopeças

Santa Gertrudes, cidade de 21 mil habitantes do Interior, se prepara para receber investimento de US$ 30 milhões (cerca de R$ 96 milhões) da empresa indiana de componentes automotivos PCL (Precision Camshafts Limited), que construirá no município a sua primeira fábrica nas Américas. Além de Rio Claro, que fica a apenas 7 quilômetros de distância, serão impactadas as economias das regiões de Limeira, Piracicaba e Americana, situadas num raio de 50 quilômetros. São Carlos fica a 71 quilômetros. A unidade contratará 70 funcionários até o final de 2018 e até o seu terceiro ano de operação terá gerado 250 empregos.

Confiança
O principal produto vendido pela PCL em todo o mundo são eixos de comando de válvula, atualmente produzidos em oito fábricas na Índia e duas na China. A decisão escolher o Interior é estratégica. Uma das grandes montadoras de automóveis que opera no Estado de São Paulo solicitou a nacionalização da fábrica para que possa lançar uma nova linha de motores. “Diversas empresas como essa tem percebido que a tendência desse mercado nos próximos anos é crescer, e que estar em solo brasileiro é dar um passo à frente da concorrência”, diz Sérgio Costa, da agência Investe SP.

Expansão
A PCL deve iniciar em Santa Gertrudes uma plataforma de fornecimento de peças para atender fabricantes de motor do México e outros países da América Latina. De acordo com a reação do mercado, é possível que outras linhas de produção também sejam trazidas pelo grupo para o Brasil no futuro. Com sede em Solapur, Maharashtra, na Índia, a PCL foi criada em 1992. Cresceu com a participação acionária de um grupo britânico e duas joint-ventures na China. Seu objetivo é alcançar 20% no mercado global de válvulas de comando.

GM no Grande ABC
A General Motors Mercosul apresentou na terça-feira as obras de expansão do complexo industrial de São Caetano, que resultam dos novos investimentos de R$ 1,2 bilhão na unidade. A unidade ganha novo prédio construído com telhas translúcidas, luzes de LED com automação de dimer, ventilação natural, entre outros conceitos de construção sustentável e passa a ocupar 432,3 mil metros quadrados de área construída. Como parte do projeto, a unidade terá todas as suas instalações internas redesenhadas e vai incorporar novas tecnologias de manufatura 4.0. As informações são Diário do Grande ABC, da Rede APJ (Associação Paulista de Jornais). A fábrica terá sua capacidade anual ampliada de 250 mil para mais de 330 mil veículos por ano.

Empregos
Para a nova instalação, a GM estima a contratação de 2.000 pessoas no auge das obras, entre fevereiro e março deste ano. A montadora tem registrados 13 mil funcionários no Estado em seis instalações: duas em São Caetano (Complexo Industrial e Centro Tecnológico); Complexo Industrial de São José dos Campos; fábrica de componentes em Mogi das Cruzes; Centro Logístico em Sorocaba e Campo de Provas em Indaiatuba.

Energia solar
Sorocaba deverá ampliar a geração de energia fotovoltaica. Parceria nesse sentido foi firmada pela Secretaria estadual de Energia e Mineração, a prefeitura e a empresa de transportes local. A ideia é aumentar a eficiência energética em terminais urbanos. Prédios e áreas públicos também serão beneficiados.

Agilidade para dupla cidadania
A dupla cidadania é um dos temas de campanha de Fausto Longo, paulista de Amparo, candidato ao Parlamento italiano nas eleições de 4 de março. Eleito senador em 2013, Longo defendeu a ampliação e eficiência da rede de consulados no Brasil, que em 2018 vai receber recursos para viabilizar, segundo ele, a contratação de pessoal, agilizar os serviços e minimizar as enormes filas da cidadania. Esse direito deve ser ampliado, garante. “Vamos continuar nossa luta pela transmissão de cidadania pelas mulheres, independentemente do ano de nascimento, visando eliminar os obstáculos e estabelecer um processo menos burocrático e mais eficiente no tratamento dessa questão”, diz Longo. “Além disso, nosso trabalho para que seja reconhecida a transmissão de cidadania italiana pelos trentinos será reforçado agora na Câmara dos Deputados”.

Fonte: Diário do Grande ABC / Infomet

Recalls batem recorde em 2017; indústria automobilística lidera

Este é o quinto ano consecutivo em que número de recalls aumenta em relação ao ano anterior, de acordo com o relatório da Senacon

O Ministério da Justiça informou na última quarta-feira (21) que, em 2017, houve recorde no número de recalls de produtos de consumo feitos pela indústria e fornecedores nacionais.

Foram 139 chamamentos destinados a repor ou consertar produtos entregues ao consumidor com falha ou defeito de origem, o maior número desde 2003, quando a contagem teve início. As informações são da Agência Brasil.

Este é o quinto ano consecutivo em que número de recalls aumenta em relação ao ano anterior, de acordo com o relatório da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon/MJ). Em 2017, 2.539.399 itens foram considerados defeituosos por fabricantes ou pelas autoridades federais e foram submetidos a revisão ou correção determinadas pela legislação.

Dois produtos somaram 1 milhão do total dos itens convocados em 2017. Quinhentos mil foram embalagens de páprica da marca Kitano, recolhidas por fugirem ao padrão permitido, e outros 500 mil foram veículos da marca Toyota. O setor que liderou os recalls em 2017 foi a indústria automobilística, com 109 chamamentos, seguido pelo segmento de motocicletas, que fez 12 recalls.

As outras 18 convocações foram feitas por outros oito segmentos: o de alimentos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, eletrônicos, esporte e lazer, peças e componentes mecânicos, produtos infantis e saúde. A convocação de recalls se justificativa no direito ao consumo seguro e à preservação da saúde do consumidor, previstos no Código de Defesa do Consumidor.

Há dois tipos de chamamento. Um deles é voluntário, feito pelo próprio fabricante que aciona espontaneamente autoridades e o público para avisar e corrigir falhas detectadas. O recall “determinado” é resultado de investigação das autoridades ao analisar processos administrativos. Para convocar os consumidores, são usados os dados pessoais contidos na nota fiscal de compra.

Fonte: Folha de Pernambuco / Infomet

Redação On fevereiro - 27 - 2018
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