Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 21 de Julho de 2018






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Indústria cobra mais conteúdo local

O conteúdo local voltou a ser tema de debate no setor petrolífero. Representantes da indústria nacional cobraram em audiência pública da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que os editais das próximas rodadas tenham exigências maiores do que aquelas realizadas no ano passado.
As rodadas sob o regime de partilha realizadas em 2017 já tiveram exigências menores do que o primeiro leilão do pré-sal, em 2013, o que causou polêmica entre fornecedores da cadeia.
Nesta quinta-feira (22), representantes exigiram que o governo adote os porcentuais aprovados no âmbito do Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do setor de petróleo e gás natural (Pedefor), que estipulam em 40% o conteúdo local global, contra os 25% utilizados nos últimos leilões.
Segundo o representante do Ministério de Minas e Energia (MME) na audiência pública da ANP, o gerente de projetos Adriano Sousa, é possível que sejam feitas mudanças no edital, previsto para ser publicado em 29 de março, já que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) terá uma reunião extraordinária em março para possivelmente aprovar o leilão do excedente da cessão onerosa, área concedida pelo governo à Petrobras em 2010 em troca indireta por ações da companhia.
“É possível [mudança no edital], porém, isso depende do Pedefor mandar para o CNPE, mas é possível”, disse Sousa após a audiência pública.
De acordo com o diretor da ANP, Dirceu Amorelli, todos os pleitos propostos na audiência pública serão analisados e, no caso dos leilões de partilha, qualquer sugestão de alteração no edital terá que ser aprovado antes pelo MME. “A 4ª rodada já foi definida pelo CNPE, mas a audiência pública é justamente para que haja manifestação e todos os pleitos sejam analisados”, disse o dirigente.
Presentes na audiência pública, representantes dos setores de máquinas e equipamentos e da indústria naval reclamaram do baixo índice de conteúdo local nos leilões.

Fonte: DCI

 

 

Rota 2030, novo regime automotivo, sai nos próximos dias, diz ministro

O Rota 2030, novo regime automotivo, deverá ser anunciado “nos próximos dias”, disse o ministro interino da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Jorge de Lima, na última terça-feira (20).

Ele participou de um evento sobre a ampliação da fábrica da General Motors em São Caetano do Sul (SP).

O Brasil está sem política para o setor automotivo desde o fim do ano passado, quando terminou o Inovar Auto. Trata-se do conjunto de regras que montadoras e importadoras deverão seguir, englobando metas de eficiência de consumo de combustível, incentivo à pesquisa, segurança, entre outros itens.

O impasse

O atraso no Rota 2030 se deve, principalmente, à falta de consenso entre o MDIC e o Ministério da Fazenda sobre o aumento ou redução de impostos e a forma de fazer a renúncia fiscal, que deve ficar em torno de R$ 1,5 bilhão ao ano, mesmo montante do regime anterior.

Lima disse que ainda não houve consenso. As discussões em torno do assunto já duram 9 meses.

No Inovar Auto, as marcas podiam, por exemplo, conseguir benefícios ao superar a meta de eficiência energética dos carros ou pelo fato de passarem a produzir no Brasil. Por outro lado, quem não tinha fábrica no país ficou penalizado.

O ministro interino confirmou que o novo regime dará “condições de igualdade” às marcas que tenham ou não produção local, corrigindo a falha no Inovar-Auto que levou o Brasil a ser condenado na Organização Mundial do Comércio (OMC), no ano passado.

Fonte: AutoIndústria

 

 

 

 

Prévia da confiança da indústria sobe em fevereiro ao maior patamar em mais de 4 anos, diz FGV

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) apontou melhora em fevereiro, o melhor desempenho em mais de quatro anos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.
Em fevereiro, a prévia do ICI subiu 0,2 ponto, para 99,6 pontos, após estabilidade da confiança em janeiro e marcando o melhor resultado desde outubro de 2013, quando esteve em 99,9 pontos.
Segundo a FGV, “a ligeira alta da confiança combinaria melhora das expectativas com piora das avaliações sobre o momento presente”.
O Índice de Expectativas (IE) subiu 2,6 pontos neste mês, para 100,6 pontos, o maior desde setembro de 2013. Já o Índice da Situação Atual (ISA) recuou a 98,5 pontos, mesmo nível de dezembro passado, ao reverter a alta de 2,4 pontos de janeiro.
A FGV informou ainda que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria teria avanço de 0,6 ponto percentual segundo o resultado preliminar de fevereiro, para 75,3 por cento, o melhor resultado desde junho de 2015 (75,8 por cento).
Em 2017, a produção industrial do Brasil registrou alta de 2,5 por cento e terminou no azul após três anos de perdas, com destaque para a recuperação dos investimentos.

Fonte: Reuters

Mercado de aço da América Latina cresce em 2017, diz Alacero

América Latina teve uma produção de 63,9 milhões de toneladas (Mt) de aço bruto em 2017, 7% mais do que em 2016. Brasil é o principal produtor com 54% do total regional (34,4 Mt), apresentando um crescimento interanual de 10%. Aço laminado. A região produziu 52,9 Mt de aço laminado, 4% superior ao atingido em 2016. Brasil é o principal produtor com 22,4 Mt, 42% do total latino-americano. O México fcou em segundo lugar com 18,7 Mt, com 35%. América Latina 2017: .63,9 milhões de toneladas a produção de aço bruto, 52,9 milhões de toneladas a produção de aço laminado, 67,3 milhões de toneladas o consumo aparente de aço, 4% aumentou as importações de aço latino-americano, 12% aumentou as exportações de aço latino-americano.

Santiago, Chile — Os números de produção, consumo e comércio de 2017 fecharam com aumentos em relação ao ano anterior, re?etindo a recuperação da indústria siderúrgica latino-americana. O consumo de aço laminadoaumento 4% e a produção de aço bruto e de aço laminado cresceram 7% e 4%, respectivamente, versus 2016.

O consumo regional é abastecido em 30% pelas importações, crescendo um ponto versus 2016 (31%). A balança comercial manteve-se negativa, embora em 2017 o défcit em toneladas diminuiu 2% vs 2016.

Produção — Aço bruto. América Latina teve uma produção de 63,9 milhões de toneladas (Mt) de aço bruto em 2017, 7% mais do que em 2016. Brasil é o principal produtor com 54% do total regional (34,4 Mt), apresentando um crescimento interanual de 10%.

Aço laminado — A região produziu 52,9 Mt de aço laminado, 4% superior ao atingido em 2016. Brasil é o principal produtor com 22,4 Mt, 42% do total latino-americano. O México fcou em segundo lugar com 18,7 Mt, com 35%.

Produção Janeiro 2018 — De acordo com o Alacero, janeiro 2018, indica que a produção de aço bruto atingiu 5,4 Mt no mês, 5% maior que em dezembro 2017 e 4% mais que em janeiro 2017. A produção de laminados fechou em 4,4 Mt, 3% maior que em dezembro 2017 e 4% mais que janeiro 2017.

Asociación Latinoamericana del Acero(Alacero) — é uma entidade civil sem fns lucrativos que reúne a cadeia de valor do aço da América Latina para fomentar os valores de integração regional, inovação tecnológica, excelência em recursos humanos, responsabilidade empresarial e sustentabilidade sócioambiental. Fundada em 1959, é formada por 49 empresas de 20 países, cuja produção é de aproximadamente 70 milhões anuais — representando 95% do aço fabricado na América Latina. Alacero é reconhecida como Organismo Consultor Especial para as Nações unidas e como Organismo Internacional Não Governamental por parte do Governo da República do Chile, país sede da direcção geral.

Fonte: Portal Fator

Brasil alcança posição de destaque em produção de energia eólica

Com 539 GW de capacidade instalada, País supera o Canadá no ranking Global Wind Statistic 2017. Saiba qual a posição brasileira entre os maiores produtores mundiais

O Brasil é o oitavo país do mundo em produção de energia eólica segundo o Global Wind Statistic 2017, ranking anual com dados mundiais de energia eólica produzido pelo Global Wind Energy Council (GWEC).

No ano passado, o país estava na nona posição, mas atingiu a marca de 12,7 GW de capacidade instalada e ultrapassou o Canadá (12,2 GW). O ranking é liderado por China (188,2 GW), Estados Unidos (89 GW) e Alemanha (56,1 GW). Índia, Espanha, Reino Unido e França também têm capacidade instalada superior à brasileira. A lista dos dez maiores produtores mundiais é fechada pela Itália (9,4 GW).

Segundo Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica), no ranking de nova capacidade instalada o Brasil caiu uma posição, e ficou em sexto lugar em 2017, tendo instalado 2 GW de nova capacidade.

Panorama da energia eólica no Brasil  

Os dados do ranking mostram que o setor eólico brasileiro está em crescimento. Atualmente, o segmento é responsável por 8,3% da energia produzida no Brasil. Somente na região Nordeste, a energia eólica chegou a ser responsável por 64% da energia consumida no dia 14 de setembro do ano passado. Três estados nordestinos – Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará – somam 302 parques eólicos e mais de 8 GW de capacidade instalada.

A expectativa é que nos próximos seis anos, sejam adicionados mais de 1,45 GW de capacidade eólica no país, derivados de leilões de energia realizados no ano passado. A Abeeolica prevê que 18 milhões de residências sejam abastecidas com energia eólica durante esse período.

Fonte: AECWeb

Redação On fevereiro - 23 - 2018
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