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Domingo, 16 de Dezembro de 2018






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FGV: IPC-S acelera em 6 das 7 capitais pesquisadas na 2ª quadrissemana de janeiro

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), acelerou em seis das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de janeiro em relação à primeira leitura do mês, divulgou a instituição nesta quarta-feira, 17. No geral, o IPC-S avançou de 0,31% para 0,47% entre os dois períodos.
Por região, o IPC-S apresentou acréscimo na taxa de variação de preços em Salvador (-0,17% para -0,13%), Belo Horizonte (0,07% para 0,28%), Recife (0,30% para 0,37%), Rio de Janeiro (0,61% para 0,65%), Porto Alegre (0,33% para 0,74%) e São Paulo (0,39% para 0,58%).
A única exceção, de acordo com a FGV, foi Brasília, capital na qual a taxa de variação arrefeceu de 0,18% para 0,14% no período.

Fonte: O Estado de São Paulo

Monitor do PIB da FGV aponta alta de 0,3% em novembro ante outubro

O Produto Interno Bruto (PIB) Brasileiro cresceu 0,3% em novembro ante outubro, estima o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), por meio do Monitor do PIB, divulgado nesta quarta-feira, 17. No trimestre móvel encerrado em novembro, a alta foi de 0,6% ante o trimestre móvel terminado em agosto.
“No mês de novembro, a economia continuou a crescer alcançando 0,8% na taxa acumulada em 12 meses, fazendo crer que as previsões de crescimento de 1% para o ano poderão ser ultrapassadas. Mais uma vez, o consumo das famílias e a Formação Bruta de Capital Fixo se destacam tanto na comparação mensal interanual (+4,2% e +4,9%, respectivamente), quanto na comparação mensal de novembro, com relação a outubro, na série ajustada sazonalmente (ambas com 0,5%)”, apontou Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, em nota oficial.
A agropecuária impulsionou o desempenho positivo da taxa acumulada em 12 meses encerrados em novembro. Por outro lado, a indústria registrou leve recuo de 0,1% no período, e os serviços cresceram apenas 0,1%.
O indicador antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.
Pela ótica da demanda, a taxa acumulada em 12 meses até novembro pelo consumo das famílias foi positiva em 0,7%. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos do PIB) teve recuo de 2,1%, a despeito do forte crescimento do componente de máquinas e equipamentos (+6,6%).
Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o PIB apresentou crescimento de 2,6% no mês de novembro. O PIB acumulado em 2017 até o mês de novembro totalizou R$ 5,968 trilhões em valores correntes.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

Balança registrou superávit de US$ 67 bilhões em 2017, revela Icomex da FGV

O superávit da balança comercial atingiu o montante recorde de US$ 67 bilhões em 2017, segundo os dados do Indicador do Comércio Exterior – Icomex, divulgado nesta quarta-feira, 17, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Diferentemente do que ocorreu nos anos de 2015 e 2016, quando o superávit foi liderado por uma queda nas importações acima do recuo das exportações, o resultado de 2017 foi puxado por um aumento das exportações (17,6%) acima da elevação das importações (9,6%). Para 2018, o superávit será menor, com aumento das importações e menor crescimento das exportações, previu a FGV.
O índice tem como objetivo contribuir para a avaliação do nível de atividade econômica do País, por meio da análise mais aprofundada dos resultados das importações e exportações.
No ano passado, as 23 principais commodities exportadas pelo Brasil contribuíram em 77% para o aumento das exportações em relação a 2016 e representaram 52% do total exportado. As exportações de não commodities tiveram crescimento de 8,8% em valor, inferior ao das commodities. Segundo a FGV, o bom desempenho das commodities é explicado tanto pelo aumento nos preços (13,8%) como do volume (10,5%).
Em volume, as exportações cresceram 9,4%, lideradas pelo setor agropecuário (24,3%), e os preços subiram 9,5%, com destaque para a indústria extrativa (aumento de 34%).
O setor agropecuário aumentou suas importações de bens de capital em 39,7% em 2017. As importações de bens intermediários pela indústria de transformação, que estavam em queda desde 2013, voltaram a crescer (7,4%) confirmando a recuperação da indústria.
Quanto ao petróleo e derivados, os preços aumentaram 32% em 2017 e o volume, 19,6%. Desde 2010, não tinha sido registrada variação positiva conjunta dos dois índices.
“Não se espera que os preços e o volume das commodities registrem aumentos como de 2017, que foi uma recuperação em relação aos níveis baixos de 2015/2016, em especial para o minério de ferro e o petróleo. O aumento do volume depende do crescimento do comércio mundial que deverá ser menor em 2018 do que o previsto para 2017 (ao redor de 3,5%)”, avaliou a pesquisadora Lia Valls, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

Fonte: O Estado de São Paulo

Redação On janeiro - 17 - 2018
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