Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 21 de Julho de 2018






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Metroviários confirmam greve para 5ª

Os metroviários de São Paulo marcaram para quinta-feira (18), uma paralisação de 24 horas. A proposta ainda passará por referendo em assembleia nesta quarta-feira (17).

De acordo com o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, o ato é contra a concessão das Linhas 5-Lilás e 17-Ouro á iniciativa privada, a exemplo do que já ocorre com a Linha 4-Amarela. O leilão de está previsto para ocorrer no dia seguinte, na sexta-feira (19).

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) não havia se manifestado sobre o protesto até o fechamento desta edição. Na manhã de ontem (16), os funcionários do metrô entregaram panfletos aos passageiros, chamados de carta aberta à população.

Segundo a categoria, a privatização diminui o número de metroviários. A greve também acontece contra a terceirização das bilheterias do metrô e o aumento das tarifas.

Em abril de 2017, uma greve dos metroviários prejudicou a rotina de trabalhadores porque a estação Corinthians-Itaquera, Linha 3-Vermelha, não abriu os portões no horário de costume, às 4h30. Na ocasião, a categoria aderiu ao dia de greve geral, organizado por centrais.

Fonte: DCI

Com retomada das vendas do setor, Fiat planeja contratações

Expectativa das montadoras é de crescimento de 13,2% da produção neste ano no Brasil

Animada com a retomada das vendas em 2017 e com as boas perspectivas para este ano, a Fiat Chrysler Automotive (FCA) já está planejando contratações em sua unidade de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, para atender a crescente demanda, segundo fontes do mercado. O volume de admissões deve ser anunciado em breve. A empresa encerrou o ano passado com mais de 380 mil veículos comercializados no Brasil, um aumento de 145 mil unidades em relação a 2016, e com participação no mercado de 17,25%. Mesmo sem confirmação oficial, a implantação de um terceiro turno de produção é algo que pode acontecer.

A FCA tem apresentado bons sinais da retomada. Desde outubro de 2017, a empresa adota horas extras aos sábados e está mantendo o turno extra em 2018. Em nota, a montadora informou: “As horas extras estão sendo praticadas neste momento, enquanto observamos se a retomada no mercado é sustentável. É sinal positivo que a queda parou, e o mercado começa a reagir. Estamos esperando que esses bons sinais do mercado se confirmem para ampliar o quadro de pessoal”.

Em 2017, o setor automotivo brasileiro respirou com aumento de 9,2% nas vendas de veículos leves em comparação com o ano anterior, depois de quatro anos seguidos de baixas. Isso injetou otimismo em um mercado que pretende crescer 13,2% na produção e 11,7% nas vendas em 2018, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Tanto no Brasil como em Minas Gerais, o setor de veículos voltou a gerar um saldo positivo de postos de trabalho entre janeiro e novembro de 2017, segundo o Caged. No Estado, foram 344 vagas geradas, sendo que, no mesmo período de 2016, o saldo negativo foi de 7.944 vagas. No país, o setor gerou 14.073 postos no ano passado, enquanto apresentou uma queda de 27.326 vagas em 2016. “O crescimento de produção e vendas impulsionam a geração de emprego, e já estamos vendo o desemprego sendo revertido no setor automotivo”, avalia a gerente de estudos econômicos da Fiemg, Daniela Britto.

Cadeia produtiva. Para Daniela Britto, a retomada do setor automotivo também gera oportunidade de empregos ao longo da cadeia de produção, como nos setores de autopeças, metalurgia, borracha, química e madeira. “No setor automotivo, o maior empregador é o segmento de peças e acessórios. Portanto, os empregos podem surgir, de forma indireta, nos fornecedores”, avalia Daniela.

INVESTIMENTO

Betim. A fábrica de Betim da Fiat recebeu, nos últimos cinco anos, entre 2013 e 2017, um investimento em modernização, automação e desenvolvimento de produtos de R$ 7 bilhões.

EXPORTAÇÕES EM ALTA TAMBÉM MOTIVAM

A conjunção de fatores internos e externos explicam o aumento das vendas de veículos leves pelas montadoras brasileiras, segundo a gerente de estudos econômicos da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Daniela Britto. Para ela, o aumento das exportações é explicado pelo crescimento do mercado na Argentina.

Segundo dados da Anfavea, 2017 foi o ano em que o Brasil mais exportou automóveis em toda a história, com 762 mil unidades exportadas, alta de 46,5% na comparação com 2016.

No mercado interno, Daniela salienta que a baixa de juros, que facilitou o acesso ao crédito, e o controle da inflação, que aumentou a renda disponível da população, foram determinantes. “O cenário econômico ajudou o aumento do consumo de bens duráveis”, avalia a economista.

MAIS FATORES POSITIVOS

Retomada. As montadoras brasileiras apresentam crescimento nas vendas e dão sinais de otimismo ao mercado.

Volkswagen. Teve exportação recorde em 2017, com um aumento de 52,16% em relação ao ano anterior. As vendas da montadora cresceram 19,1% em 2017. O Gol é o modelo mais exportado da marca, com 73.848 unidades embarcadas no ano passado.

Chevrolet. A montadora está investindo R$ 13 bilhões no país em um projeto que começou em 2014 e vai até 2020. As vendas cresceram em mais de 48 mil unidades em 2017 frente 2016.

CEO DESCARTA VENDA DE ATIVOS

O CEO do conglomerado Fiat Chrysler Automotive (FCA), o italiano Sergio Marchionne, afirmou que a empresa não pretende vender a marca Jeep. A declaração foi feita na última segunda-feira, no Salão de Detroit 2018.

A expectativa da venda surgiu após um informe do banco Morgan Stanley sobre possíveis venda de ativos da montadora. O executivo também negou que tenha negociado com o fundo chinês GAC a compra do grupo FCA. “O GAC nunca escondeu suas ambições de entrar no mercado norte-americano”, disse, acrescentando que “discutimos com ele se e como podemos ajudá-los”. Marchionne também afirmou que vai deixar o cargo de CEO em 2019.

Fonte: Infomet

 

 

Saldo de vagas no comércio de SP em 2017 será negativo

O comércio varejista do Estado de São Paulo criou 15.206 postos de trabalho em novembro. Apesar de ter sido o melhor desempenho em 2017, não será o bastante para evitar que, na soma do ano, o setor registre um saldo negativo de postos de trabalho.

Segundo dados da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o setor registrou 15.206 postos de trabalho, resultado de 81.615 admissões e 66.409 desligamentos. Foi o quinto mês consecutivo de geração de empregos formais. Com isso, o varejo paulista encerrou o mês com um estoque ativo de 2.088.284 trabalhadores formais, alta de 0,01% ante o mesmo período de 2016.

Como resultado, o saldo entre contratações de janeiro a novembro, foi positivo com 5.401 novos empregos; número impulsionado pelo setor de supermercados.

Dentre as nove atividades analisadas, cinco obtiveram saldo positivo em novembro, com destaque para os setores de lojas de vestuário, tecidos e calçados (8.626 vagas); supermercados (4.189); e eletrodomésticos, eletrônicos e departamentos (2.876). Por outro lado, os segmentos de autopeças e acessórios e de materiais de construção perderam 502 e 929 postos de trabalho, respectivamente.

De janeiro a novembro de 2017, o varejo do Estado registrou um saldo positivo de 5.401 empregos, influenciado pelo setor de supermercados, com 7.545 vagas geradas.

Para a assessoria econômica da entidade, o resultado na geração de empregos formais em novembro é devido a necessidade de reforço no quadro de funcionários para atender à demanda do Natal.

Fonte: DCI / Infomet

Mais postos na indústria

A recuperação da economia começa a refletir no mercado de trabalho da indústria. Em novembro de 2017, houve crescimento de 0,3% nas contratações em relação ao mês anterior, de acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). É a maior evolução desde fevereiro de 2014, quando houve alta de 0,7%. Para o economista da CNI Marcelo Azedo, a tendência é de elevações modestas nos níveis de emprego durante o ano, com quedas esporádicas. “As quedas, entretanto, não caracterizam uma tendência e o crescimento será maior daqui para frente”, sinalizou.

“Esse crescimento vai ser maior daqui para frente”, aponta Azevedo. O otimismo vem a partir da perspectiva de que os números negativos devem parar de aparecer nos próximos dados. “Acaba que a tendência de alta fica mais clara”, informa e prevê que, “quando fecharem as apurações de 2017, provavelmente, ainda haverá alguns dados negativos. Porém, sem quedas pontuais, o crescimento se mostrará mais forte”.

De acordo com a pesquisa Indicadores Industriais da confederação, outro destaque positivo no setor foi a utilização da capacidade instalada, que subiu 0,6 ponto percentual e alcançou 78,3% em novembro. Entretanto, houve queda no faturamento real das indústrias de 0,6% em relação a outubro, após dois meses de alta. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 5,3%.

Fonte: Correio Braziliense

Setor de serviços deve puxar retomada do emprego em SP

A recuperação do mercado de trabalho paulista deve ganhar força em 2018, sendo puxada pelo aumento do número de vagas no setor de serviços. É o que afirmam especialistas consultados pelo DCI.

Na opinião deles, a melhora do emprego ainda deve ser lenta, acompanhando o ritmo da retomada econômica, mas pode ter maior intensidade em algumas áreas específicas.

“O setor de serviços responde mais rapidamente ao fortalecimento da atividade e deve ser favorecido pelas eleições, que ampliam o número de postos para profissionais de comunicação, por exemplo”, diz Antônio Carlos Alves dos Santos, professor de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), Fernando de Holanda Barbosa segue a mesma linha. “Devemos ter uma boa geração de vagas para serviços, mas ela não deve ser o suficiente para causar uma redução significativa do desemprego, que está em nível muito alto.”

O especialista estima que mais de 10 milhões de pessoas ainda estarão desempregadas no final deste ano. O último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que 12,571 milhões de trabalhadores não encontraram emprego entre setembro e novembro de 2017. O Estado de São Paulo costuma reunir cerca de 25% dessas pessoas.

Ainda de acordo com Barbosa, o estágio mais avançado da recuperação econômica na região pode favorecer a retomada do emprego. “A crise no mercado de trabalho paulista começou em 2014 e já víamos dados melhores no estado no ano passado. É diferente do Rio de Janeiro, por exemplo, onde a crise começou só em 2016 e deve demorar mais para passar”, compara ele.

Dificuldade na indústria
Já a recuperação nos ramos industriais deve ser mais lenta, afirmam os entrevistados. “Além da crise, nós estamos passando por um processo estrutural de desindustrialização que não deve ser revertido”, diz Barbosa. “Ainda assim, o emprego no setor deve crescer nos próximos meses.”

Para Santos, a melhora do emprego na indústria deve ser apenas pontual. “A participação desse setor no PIB [Produto Interno Bruto] de São Paulo deve continuar em um nível mais baixo, mesmo com a recuperação da economia”, diz ele.

Por outro lado, a construção civil pode se fortalecer nos próximos meses, aponta Santos. Segundo ele, a manutenção da taxa de juros em um patamar menor deve favorecer empreiteiras e compradores em São Paulo.

Para a agropecuária, o especialista também projeta resultados positivos. “Entretanto, esse setor não tem um peso tão grande em São Paulo, então o impacto para os níveis de emprego será menor”, pondera ele.

Dados de 2017
As estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam que o setor de serviços teve a geração líquida de 65.920 vagas formais entre janeiro e novembro de 2017, o melhor resultado do período.

O segundo melhor desempenho foi marcado pela agropecuária, com o acréscimo de 38.395 postos durante os 11 meses. Em seguida, apareceram a indústria de transformação (16.659 vagas), o comércio (11.543) e a administração pública (8.944). Na ponta oposta da tabela, a construção civil teve saldo negativo de 29.161 postos no período.

Dessa forma, o resultado geral de São Paulo ficou no azul, com o ganho de 109.056 vagas entre janeiro e novembro.

Fonte: DCI

Trabalho

Sétimo lote do Abono Salarial 2016 começa a ser pago manhã, dia 18.O Ministério do Trabalho informou ontem que vai liberar um total de R$ 2.671.304.769,64, para um número estimado de 3.599.072 abonos. Quem nasceu em janeiro e fevereiro e trabalha na iniciativa privada será contemplado com o recurso e recebe pela Caixa. Já os servidores públicos com inscrições de final cinco (5) recebem pelo Banco do Brasil (BB). O pagamento obedece a um calendário baseado no mês de nascimento de cada trabalhador.

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País tem mais de 418 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho O Ministério do Trabalho informou também ontem que no total foram registradas 418.521 pessoas com deficiências e reabilitadas (PcDs) no mercado em 2016, um crescimento 3,79% em relação a 2015, quando havia 403.255 PcDs com vínculo empregatício. Os dados fazem parte da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e incluem empregadores da iniciativa privada, empresas públicas diretas e indiretas e órgãos públicos.

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São Paulo lidera contratações pessoas com deficiência, segundo governo. Foram 127.464 trabalhadores registrado no estado em 2016. No ranking, após São Paulo, aparece Minas Gerais (42.295), Rio de Janeiro (33.115), Rio Grande do Sul (32.366) e Paraná (28.560).

Fonte: DCI

Redação On janeiro - 17 - 2018
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