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Tera-feira, 25 de Setembro de 2018






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‘Prévia’ do PIB do Banco Central registra crescimento de 0,49% em novembro

O nível de atividade da economia brasileira continuou a registrar crescimento em novembro, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta segunda-feira (15).
O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) teve expansão de 0,49% em novembro, na comparação com outubro. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes).
Quando comparado a novembro de 2016, o IBC-Br cresceu 2,82% (neste caso, sem ajuste sazonal).
Novembro foi o terceiro mês seguido de alta do indicador. O IBC-Br registrou crescimento em sete dos onze meses de 2017 (o resultado de dezembro será conhecido apenas em fevereiro de 2018).
Os números do BC mostram ainda que, de janeiro a novembro de 2017, o indicador do nível de atividade registrou uma expansão de 0,97%, sem o ajuste sazonal. Com o ajuste, o aumento foi de 1,06%.
No acumulado em 12 meses até novembro, a prévia do PIB (indicador dessazonalizado) do Banco Central registrou crescimento de 0,73% (sem ajuste, a alta é de 0,68%).
Produto Interno Bruto
O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,6%, mas registrou alta nos três primeiros meses de 2017 (+1,3%), no segundo trimestre (+0,7%) e também no período de julho a setembro (+0,1%).
O governo estima atualmente que a economia brasileira vai registrar crescimento de 1,1% em 2017 e de 3% em 2018.
IBC-Br
O IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB.
O cálculo dos dois é um pouco diferente – o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.
Definição dos juros
O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.
Atualmente, a taxa Selic está em 7% ao ano, na mínima histórica, e a estimativa do mercado é de que recue para 6,75% ao ano em fevereiro.
Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.
Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

Fonte: G1

Metade das pequenas espera avanço das vendas no primeiro trimestre

Metade das pequenas e médias empresas brasileiras (49,55%) espera aumento das vendas no primeiro trimestre, enquanto outra parcela de 39,90% prevê estabilidade no volume de saídas de mercadorias e de prestação de serviços.
Por outro lado, 10,56% dos negócios ainda contam com uma redução das vendas até março. A sondagem faz parte do Índice de Confiança do Pequeno e Médio (IC-PMN), elaborado pelo Insper e pelo Banco Santander. O levantamento abrange empresas dos três principais setores: comércio, serviços e indústria.
O professor e pesquisador do Insper, Gino Olivares, avalia que os números apontam para um quadro positivo da recuperação da confiança, impactado, principalmente, pela redução da inflação e da taxa básica de juros da economia (Selic), fatores que contribuíram para uma recomposição da renda das famílias.
“Depois de [três] trimestres consecutivos de crescimento, com inflação e juros baixos fica claro para todos – particularmente para os pequenos e médios, pois eles têm uma sensibilidade maior em relação ao ritmo da atividade – que a economia está efetivamente melhorando. Por isso eles estão esperando uma recuperação das vendas”, diz Olivares.
Ele pondera, por outro lado, que os cerca de 40% que esperam estabilidade no volume de saídas são reflexo de uma retomada mais gradual e de um receio dos empreendedores com o ambiente político e fiscal.
Já o superintendente executivo do segmento Negócios & Empresas do Santander, Alexandre Teixeira de Araújo, lê essa expectativa de estabilidade como positiva, uma vez que ela indica que uma boa parte das empresas já se ajustou (ou seja, reduziram gastos, inadimplência, entre outros).
“Os 40% que esperam estabilidade apontam um cenário muito mais confiante do que foi o período anterior, quando os empreendedores estavam preocupados se as vendas iriam cair mais”, diz Araújo.
O superintendente acrescenta que as empresas que já se ajustaram irão conseguir aproveitar melhor este período de inflação e de juros baixos para elevar a margem de lucro.
Eleições gerais
Para Olivares, a expectativa de venda pode ter redução caso a incerteza com relação às eleições seja muito elevada. “No entanto, no final do dia, o ambiente macroeconômico deve controlar os riscos”, destaca.
Na avaliação de Araújo, as pequenas e médias empresas sofrem menos influência de aspectos políticos do que as grandes. “A atividade da pequena depende mais do seu ambiente mais próximo, da renda das pessoas de um bairro, do contexto econômico de seu entorno”, considera.
Olivares destaca que os dados da expectativa de vendas por setor e região mostram que a expansão da confiança está bastante disseminada. Uma parcela de 48,71% das pequenas e médias do comércio esperam aumento das vendas no primeiro trimestre, enquanto nos serviços e na indústria, essas proporções são de 53,41% e de 45,68%, respectivamente. No Centro-Oeste, essa parcela é de 49,49%, no Nordeste, de 51,96% e no Norte, de 48,89%. Já no Sudeste e no Sul, as parcelas são de 50% e 47,25%, respectivamente.

Fonte: DCI

Confiança do consumidor avança em janeiro

A confiança do consumidor do Brasil subiu pelo segundo mês consecutivo e fechou janeiro no maior patamar em quase três anos, com a forte melhora na percepção das condições atuais, de acordo com o indicador da Thomson Reuters/Ipsos.
O Índice Primário de Sentimento do Consumidor (PCSI, nasigla em inglês) avançou 4,5 pontos percentuais na comparação com dezembro e foi a 45,6 pontos. Trata-se do maior nível desde fevereiro de 2015, quando ficou em 45,8 pontos.
Com aumento de 8,2 pontos, o subíndice que mede as condições atuais, que mensura as finanças pessoais dos brasileiros, chegou a 39,4 pontos em janeiro na comparação com o mês anterior. Com alta de 7,3 pontos, a 48,6 pontos, o subíndice de percepção sobre o ambiente de investimentos teve o segundo maior crescimento no período.
Já o subíndice de confiança relacionado ao mercado de trabalho, que avalia segurança no emprego atual e perspectivas para o futuro, subiu 3,3 pontos percentuais, marcando 36 pontos em janeiro.
Expectativas
De acordo com o levantamento, o subíndice de expectativas foi o único a ficar estável, em 63,5 pontos, neste mês. A inflação e os juros menores, junto com a lenta recuperação do mercado de trabalho no País, tem ajudado a melhorar a confiança dos consumidores.

Fonte: Reuters

IPCA para 2018 segue em 3,95%, prevê Focus

Os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para o IPCA – o índice oficial de preços – para 2018 e 2019. O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, 15, pelo Banco Central, mostra que a mediana para o IPCA este ano continuou em 3,95%. Há um mês, estava em 4,00%. Já a projeção para o índice de 2019 seguiu em 4,25%, como está já há 40 semanas.
Esta foi a primeira vez em que as projeções para 2019 aparecem incorporadas diretamente ao Focus, e não apenas ao Sistema de Expectativas de Mercado do BC.
Na prática, as projeções de mercado divulgadas nesta segunda no Focus indicam que a expectativa é de que a inflação em 2018 fique dentro da meta, de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). Para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%).
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na última quarta-feira, 10, o IPCA de dezembro e de 2017. A inflação ficou em 0,44% no mês passado e em 2,95% no acumulado do ano.
Em dezembro, o Banco Central atualizou, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), suas projeções para o IPCA: 4,2% em 2018, 4,2% em 2019 e 4,1% em 2020. Estes cálculos do BC levam em conta câmbio e juros variáveis, conforme as projeções do Focus.
Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2018 no Focus foi de 3,72% para 3,80%. Para 2019, a estimativa do Top 5 passou de 4,25% para 4,00%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,95% e 4,25%, respectivamente.
Já a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 3,93% para 3,98% de uma semana para outra – há um mês, ela estava em 3,91%.
Entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para janeiro de 2018 foi de 0,39% para 0,37%. Um mês antes, estava em 0,46%. No caso de fevereiro, a projeção manteve-se em 0,43%, ante 0,44% de quatro semanas antes.
No RTI, o BC também atualizou suas projeções de inflação de curto prazo: 0,53% em janeiro e 0,47% em fevereiro.
Preços administrados
O Relatório Focus indicou nesta segunda redução na projeção para os preços administrados em 2018. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador foi de alta de 4,95% para avanço de 4,90%. Para 2019, a mediana foi de 4,30% para 4,25%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 4,90% para os preços administrados em 2018 e elevação de 4,25% em 2019.
As projeções atuais do BC para os preços administrados indicam elevações de 4,9% em 2018, 4,3% em 2019 e 4,2% em 2020. Estes porcentuais foram atualizados no Relatório Trimestral de Inflação divulgado em dezembro.
Outros índices
Os economistas do mercado financeiro revelaram, ainda, que a mediana das projeções do IGP-DI de 2018 passou du 4,44% para 4,45%. Há um mês, estava em 4,47%. No caso de 2019, o IGP-DI projetado continuou em 4,28%, como já estava há quatro semanas.
Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante afetados pelo desempenho do dólar e pelos produtos de atacado, em especial os agrícolas. Conforme divulgado na semana passada, o IGP-DI registrou alta de 0,74% em dezembro e acumulou redução de 0,42% no ano de 2017.
Outro índice, o IGP-M, que é referência para o reajuste dos contratos de aluguel, foi de 4,38% para 4,44% nas projeções dos analistas para 2018. Quatro levantamentos antes, estava em 4,39%. Para 2019, a projeção seguiu em 4,30%, como já estava quatro semanas atrás.
Já a mediana das previsões para o IPC-Fipe de 2018 passou 4,28% para 4,23% no Focus. Um mês antes, a mediana das projeções do mercado para o IPC de 4,28%. No caso de 2019, a projeção seguiu em 4,10%, ante 4,40% de um mês antes.

Fonte: O Estado de São Paulo

Expectativa para taxa de juros em 2018 permanece em 6,75%, com inflação a 3,95%

A expectativa para a taxa básica de juros em 2018 permaneceu em 6,75 por cento na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, mas foi reduzida para o ano que vem, com as projeções para a inflação sendo mantidas após o IPCA ficar abaixo do piso da meta no ano passado.
A estimativa para a alta do IPCA em 2018 continua sendo de 3,95 por cento, ante meta de 4,5 por cento com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para 2019, a conta dos economistas consultados é de 4,25 por cento, sendo que nesse caso o objetivo é de 4,25 por cento, com margem também de 1,5 ponto.
O IPCA acumulou no ano passado alta de 2,95 por cento, nível mais baixo desde 1998 e depois de ter encerrado 2016 com avanço de 6,29 por cento. O nível baixo da alta dos preços mantém o caminho aberto para mais redução dos juros básicos. Porém, sinais de mais pressão inflacionária, reduziram as apostas no mercado de um novo corte neste ano.
Os especialistas consultados na pesquisa semanal do BC continuam vendo um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na reunião de fevereiro do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, para 6,75 por cento, após fechar o ano passado na mínima histórica de 7 por cento.
Para 2019 a expectativa para a Selic caiu no Focus a 8,0 por cento, de 8,13 por cento na mediana das projeções no levantamento anterior.
Por outro lado os economistas que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, veem os juros básicos a 6,5 por cento ao final deste ano, com dois cortes de 0,25 ponto, em fevereiro e março, e a 8,0 por cento em 2019.
Para a atividade econômica, o Focus trouxe ainda que o Produto Interno Bruto deve ter crescido 1,01 por cento em 2017, sem alterações. Para 2018 a expectativa é de expansão de 2,70 por cento, 0,01 ponto percentual a mais do que antes, e para 2019 é de 2,80 por cento, sem alterações.

Fonte: Reuters

Após rebaixar País, S&P revisa notas de empresas e bancos

Depois de rebaixar a nota de crédito soberano do Brasil de BB para BB– na quinta-feira (11), a agência internacional de classificação de risco S&P Global rebaixou os ratings de empresas e instituições financeiras na sexta-feira (12).

Entre as empresas, a S&P rebaixou de BB para BB-, os ratings de Eletrobras, Sabesp, Cesp, Cyrela e Cosan, no mesmo patamar de risco atribuído ao País. A Ambev manteve o conceito de grau de investimento (selo de bom pagador), mas foi classificada da categoria BBB+ para BBB no rating para emissões em moeda estrangeira, e alterou a perspectiva de negativa para estável, ou seja, essa nota potencialmente não deverá ser alterada no curto prazo.

Já entre as instituições financeiras, a S&P Global rebaixou em cascata, os ratings de longo prazo e em escala de global dos principais bancos brasileiros, de BB para BB-.

Nessa lista estão: Banco do Brasil, Bradesco, Santander Brasil, Itaú Unibanco Holding, Itaú, Citibank (no Brasil), ABC Brasil, Banco do Nordeste do Brasil, China Construction Bank (Brasil), Banco Votorantim, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), B3 e Caixa Econômica.

Fonte: DCI

Redação On janeiro - 15 - 2018
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