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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018






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Departamento de Comércio dos EUA conclui investigação sobre importações de aço

A vice-representante de imprensa da Casa Branca, Lindsay Walters, afirmou em comunicado que Trump anunciará sua decisão “no momento apropriado”.

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos afirmou que enviou ao presidente norte-americano, Donald Trump, os resultados de investigação sobre se as importações de aço ameaçam a segurança nacional dos Estados Unidos, mas se recusou a revelar qualquer detalhe de suas recomendações.

Em comunicado que não permite qualquer vislumbre sobre as conclusões da investigação, o departamento afirma que Trump tem agora 90 dias para decidir “sobre qualquer potencial ação”.

A investigação pode levar à imposição de amplas tarifas ou cotas de importação.

A vice-representante de imprensa da Casa Branca, Lindsay Walters, afirmou em comunicado que Trump anunciará sua decisão “no momento apropriado”.

Trump iniciou a investigação em abril do ano passado. O secretário de Comércio, Wilbur Ross, tinha definido prazo até o final de junho para anunciar suas recomendações, mas o anúncio foi adiado por ocasião da cúpula do G20 e negociações bilaterais com a China, maior produtor mundial de aço, em julho.

Trump afirmou depois, em julho, que uma decisão final sobre o inquérito poderia esperar até que outras questões mais importantes sobre sua agenda fossem resolvidas, incluindo o sistema de saúde e reforma tributária.

A investigação foi mantida sob sigilo no Departamento do Comércio, mas a pasta teve que respeitar o prazo final na segunda-feira para apresentar seu relatório à CasaBranca. Uma investigação similar envolvendo importações de alumínio invocou a mesma legislação da época da Guerra Fria e tem prazo para ser concluída em 22 de janeiro.

“Apesar do relatório não ser público, acreditamos que os resultados da investigação vão confirmar o que as siderúrgicas domésticas já sabem. As importações de certos tipos de aço para os EUA devem ser restringidas por questões de segurança nacional”, disse Philip Bell, presidente da Associação dos Fabricantes de Aço.

Em comunicado, Bell pediu remédios “amplos, significativos e impactantes” para reduzir os volumes de produtos siderúrgicos estrangeiros.

Trump prometeu que tomaria medidas para proteger os trabalhadores do setorsiderúrgico norte-americano das importações. Mas a imposição de amplas tarifas ou cotas sobre aço e alumínio têm sido motivo de intenso debate na Casa Branca, entre autoridades favoráveis a restrições mais agressivas e setores que defendem uma postura mais cautelosa para se evitar alta nos preços do aço ou problemas para os aliados dos EUA.

Fonte: Reuters

 

 

 

Zona do euro: Superávit comercial sobe a 26,3 bi de euros em novembro

O superávit comercial da zona do euro avançou para 26,3 bilhões de euros em novembro, ante 23,8 bilhões de euros no mesmo mês do ano anterior, de acordo com dados oficiais divulgados nesta segunda-feira.
Com ajuste, o saldo comercial subiu a 22,5 bilhões de euros em novembro, ante 19,0 bilhões em outubro, refletindo alta de 3,4% para as exportações e de 1,6% para as importações.

Fonte: Valor Econômico

França: PIB tende a ir além de projeção do governo em 2018, vê ministro

O ministro de Finanças da França, Bruno Le Maire, disse nesta segunda-feira que a economia do país tende a superar as expectativas do governo para 2018. Com crescimento do PIB próximo a 2% no ano passado pela primeira vez desde 2011, o ministro afirmou, em discurso, que a economia francesa deve avançar mais do que a projeção do governo para este ano, de 1,7%.
Le Maire a chamou atenção para o nível de confiança das empresas, no maior patamar em dez anos, e que o aumento dos investimentos corporativos está impulsionado a geração de empregos.
Fonte: Abimaq

No primeiro ano de Trump, política externa reduz influência dos EUA, e mundo fica mais instável

De perfil errante, a política externa do primeiro ano do governo de Donald Trump — a ser completado no próximo sábado — tornou o mundo mais instável, mais próximo hoje de uma guerra nuclear do que antes da posse do republicano. Muitas vezes contrariando preceitos históricos dos EUA, o presidente atacou o multilateralismo, deu as costas a aliados e contemporizou com ditadores e ameaças. Para especialistas, a maior potência mundial se isolou e perdeu influência.

A relação com a América Latina é marcada pelo desprezo. Trump apenas se volta para a região para tratar de imigração e comércio, tendo o México como grande ponto de tensão. Sua gestão congelou a aproximação com Cuba e adotou uma retórica beligerante com a Venezuela, à qual ameaçou invadir militarmente e impôs sanções. No entanto, Nicolás Maduro segue mais firme que nunca.

— É verdade que muitos governos americanos tinham desinteresse pela América Latina, mas com Trump isso assumiu um outro nível, bateu recordes — afirmou Michael Shifter, presidente do Inter-American Dialogue, lembrando o fato de que nem o secretário de Estado visitou a região e segue vaga a posição de subsecretário para o Hemisfério Ocidental. — Seu governo só trata da região para assuntos de sua agenda interna, e quase sempre de forma pejorativa.

Crise brasileira evitou aproximação

Shifter lembra que o governo americano chegou a ensaiar uma mudança na relação dos EUA com a Colômbia no combate às drogas, mas os laços fortes entre os dois países devem manter a cooperação. Outras nações, como Argentina e Peru, tentaram se aproximar dos EUA, mas sem resultado. Shifter diz que a crise política interna do Brasil evitou uma aproximação maior entre Trump e Temer, que só se encontraram em eventos globais, sem nenhuma reunião bilateral.

Ainda há dúvidas sobre se Trump irá à reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA), em abril, em Lima. Para Shifter, os países da região tampouco adotaram uma postura comum estratégica junto aos EUA sob Trump, exceto para criticar a proposta do muro na fronteira com o México e rechaçar a ameaça de invasão na Venezuela:

— No fim, o governo adotou sanções contra o regime de Maduro que foram copiadas por outros países, mas mesmo assim não há estratégia clara.

A situação não foi diferente com o restante do mundo. Declarações e atos de Trump ampliaram a insegurança do mundo. O tom quase sempre foi de ameaça e depreciação, seja chamando alguns países “de merda”, prometendo invasão e guerra nuclear com a Coreia do Norte, retirando os EUA de organismos multilaterais ou ameaçando países para que seguissem sua decisão unilateral de reconhecer Jerusalém como capital de Israel. Ao mesmo tempo, evitou rusgas com Rússia e China — anunciada como principal ameaça econômica aos EUA na campanha —, mas listou os dois países como potências rivais em sua nova Estratégia de Segurança Nacional, divulgada em dezembro.

Para analistas, o abandono de aliados históricos, como o México e a Europa, é o mais grave porque enfraqueceu e isolou os EUA. Para Michael Traugott, professor da Universidade de Michigan, Trump faz sua política externa pensando muito nas questões domésticas, sem ter uma estratégia clara. O fato de até agora ter deixado diversos postos sem embaixador demonstra a falta de prioridade com a diplomacia — refletida também em seu orçamento, que elevou os gastos militares e cortou muito os recursos de ajuda humanitária e do Departamento de Estado.

— Trump é muito mais propenso a acordos bilaterais do que multilaterais — avalia Traugott. — Não está claro quão permanentes serão os danos para as relações dos EUA após o seu governo.

No Departamento de Estado, o clima é de desolação. Não apenas pelas muitas vezes em que Trump pessoalmente decide contra posicionamentos históricos, mas pela falta de prestígio. A forma como se relaciona com Rex Tillerson, seu chanceler, chega a parecer doentia: Trump já disse publicamente que não sabe até quando ele ficará no governo — informações vazadas pela imprensa indicam que essa troca de comando da diplomacia americana pode ser breve — e o desafiou a fazer um teste de Q.I, depois que jornais americanos publicaram que Tillerson teria chamado Trump de “idiota” após a decisão de tirar os EUA do Acordo climático de Paris. Trump atuou para reduzir entidades multilaterais — criadas no pós-Guerra dentro da arquitetura americana. Decidiu sair da Unesco, boicota a indicação de nomes para a Organização Mundial de Comércio (OMC), critica e desacata as Nações Unidas (ONU) e reclama de injustiça na Otan — Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Está forçando uma renegociação do Nafta, área de livre comércio com México e Canadá que corre o risco de ser extinto, e tirou os EUA da Parceria Transpacífica (TPP), maior acordo comercial do mundo que rivalizaria com o poder comercial da China. Na política externa de Trump, o slogan “America first” (EUA em primeiro lugar) cada vez mais se aproxima de “American alone” (EUA sozinhos).

Fonte: O Globo

China continuará sustentando rali das commodities em 2018

Demanda aquecida do gigante asiático impulsionará o mercado este ano

A China continua abocanhando as commodities do mundo e batendo novos recordes de consumo de tudo, do petróleo bruto à soja. Em um ano de mudanças constantes marcadas por cortes da capacidade industrial, restrições ambientais e desalavancagem financeira, a demanda por matérias-primas continuou a crescer no maior consumidor do mundo, ajudando a impulsionar o segundo aumento anual dos retornos globais das commodities.

O Índice Bloomberg de Commodities avançava 0,2 por cento às 9h55, horário de Londres, o quarto dia consecutivo de alta. O indicador dos retornos de matérias-primas subiu 0,8 por cento no ano passado após avançar 11,4 por cento em 2016.

O presidente Xi Jinping está consolidando seu poder com uma economia que pode ter registrado sua primeira aceleração em um ano completo desde 2010 e há poucos sinais de que o gigante chinês das commodities desacelere entrando em 2018.

“A expansão econômica da China tem superado as expectativas desde o segundo semestre do ano passado, o que aumentou a demanda por todo tipo de commodities”, disse em entrevista por telefone Guo Chaohui, analista da China International Capital, com sede em Pequim. “Estimamos que o crescimento econômico continuará sendo forte em 2018, o que manterá o apetite do país por importações.”

Petróleo
A coroa de maior importador de petróleo do mundo agora pertence à China porque as importações anuais do país superaram as dos EUA pela primeira vez na história. E o que é mais importante, o país é um dos principais compradores de petróleo bruto americano.

As importações provenientes do mundo inteiro — da Rússia e da Arábia Saudita à Venezuela — deram um salto de cerca de 10 por cento em 2017, para uma média de 8,43 milhões de barris por dia, segundo dados da Administração Geral de Alfândegas da China nesta sexta-feira.

Minério de ferro e soja
A segunda maior economia do mundo também está se dando conta de que a chave para ganhar a guerra contra a poluição poderia estar no exterior. Estão sendo usadas quantidades recordes de minério de ferro com densidades menos poluentes — normalmente não disponíveis dentro da China — para alimentar o colossal setor de aço do país, e as importações importaram 5 por cento em 2017, para 1,07 bilhão de toneladas.

Ao mesmo tempo em que a China tenta limpar seu ar, também busca mais alimento para os suínos de seus estabelecimentos agrícolas de larga escala em expansão. A explosão do crescimento econômico das últimas décadas enriqueceu a população do país e padrões de vida melhores estimulam o consumo de carne.

Fonte: Infomoney / Infomet

Mapa mostra o principal destino das exportações de cada estado

Quase metade dos estados brasileiros tem a China como principal destino das suas exportações, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O Mdic divulgou na última terça-feira (09) um mapa que mostra de forma clara o principal importador de cada uma das unidades da Federação.

A China é a principal parceira comercial do Brasil e compra principalmente soja (43% do valor), minério de ferro e concentrados (22%) e óleos brutos de petróleo (15%).

Ela é a principal importadora de 12 estados, incluindo Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e a maior parte do centro do país.

Em seguida vem os Estados Unidos, maior importador de 6 estados: São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo, Ceará, Amapá, Paraíba.

Sua pauta de importação é mais diversificada, com destaque para aviões (8,1%), óleos brutos de petróleo (9%) e produtos semimanufaturados de ferro ou aços (6,9%).

A Argentina é a principal compradora de Amazonas e Pernambuco, Holanda lidera em Rio Grande do Norte e Sergipe e Hong Kong é o maior importador de Acre e Rondônia.

O Canadá é o principal comprador do Maranhão e a Venezuela é a principal compradora de Roraima.

A recuperação dos preços internacionais de commodities e uma safra recorde ajudaram a balança comercial brasileira a fechar 2017 com o melhor saldo positivo registrado até hoje.

O Brasil exportou US$ 67 bilhões a mais do que importou em 2017, o melhor resultado desde o início da série histórica, em 1989.

Mais informações detalhadas sobre a pauta e os parceiros comerciais do país podem ser vistas no site do Ministério.

Fonte: Exame / Infomet

China pressiona empresas estrangeiras por questões políticas

A China está intensificando a vigilância sobre companhias internacionais como a Zara, controlada pela Inditex, e a Delta Air Lines. O país exige que respeitem a posição de seu governo sobre questões territoriais de longa data, que envolvem desde Taiwan até o Tibete.

O Departamento de Ciberadministração de Xangai disse na sexta-feira que a Zara cita Taiwan – uma ilha que a China diz ser sua – como um país distinto em seu site. No mesmo dia, o Departamento de Aviação Civil da China convocou executivos da Delta pelo fato de a companhia aérea indicar Taiwan e o Tibete, localizado no oeste da China, como países em seu site. As empresa foram solicitadas a alterar o conteúdo “ilegal”.

A China, encorajada por sua crescente influência econômica e geopolítica, está mostrando menos tolerância com o que vê como violações por empresas estrangeiras de questões políticas que considera vitais. As advertências sinalizam que o país poderá criar novos obstáculos para empresas estrangeiras, que não podem correr o risco de perder negócios na segunda maior economia do mundo.

“O clima político nestes tempos é de que ninguém pode ficar do lado errado em questões de soberania no governo Xi Jinping”, disse Ether Yin, sócio da empresa de pesquisa Trivium China, de Pequim. “O governo reagiu muito rápido.”

Empresas internacionais que operam na China devem respeitar sua soberania e integridade territorial, disse a emissora estatal CCTV, citando declaração do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang.

A Delta pediu desculpas por registrar o Tibete e Taiwan como países e disse ter corrigido os equívocos, segundo nota divulgada na sexta-feira em seu site em chinês. A Inditex não comentou o caso.

Nos primeiros dias da semana passada, órgãos governamentais de Xangai convocaram executivos do grupo de hoteleiro Marriott International da China, após o site em língua chinesa da empresa ter citado o Tibete e Taiwan na rubrica “país”, desencadeando intenso movimento de críticas on-line. A empresa pediu desculpas pelas redes sociais chinesas. Os órgãos reguladores do país abriram uma investigação sobre o Marriott, por infração das leis do país em segurança e publicidade pela internet.

“A nova lei de cibersegurança também determinou que não se pode fazer na internet algo que comprometa a soberania do país”, disse Yin. “Esse caso representa uma boa oportunidade de mostrar que eles podem usar essa lei.”

O governo chinês vem tentando pressionar a presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, que se recusou a aceitar que ambos os lados pertencem a “Uma China”, o pré-requisito de Pequim para estabelecer relações. Desde a posse da presidente, as visitas chinesas a Taiwan caíram significativamente e alguns países romperam relações diplomáticas com Taiwan em favor de Pequim.

A China impôs controles sobre empresas de varejo e turismo sul-coreanas, e consumidores chineses passaram a boicotar produtos sul-coreanos. O Ctrip.com International, o maior site de viagens da China, disse em outubro que o número de turistas chineses que visitam a Coreia do Sul despencou.

As relações entre a China e a Coreia do Sul ficaram tensas depois que o governo de Seul concordou, em 2016, em permitir que os EUA instalassem um escudo antimíssil para proteger o país de possíveis foguetes disparados pela Coreia do Norte. A China vê o sistema antimísseis Defesa de Área a Grande Altitude (THAAD, na sigla em inglês) como ameaça ao “equilíbrio estratégico na região”. Nos últimos meses houve sinais de melhora nas relações entre os dois países.

Fonte: Abinee / Valor

Lei anticorrupção chinesa traz riscos para empresas

Uma mudança legislativa que passará a valer em alguns meses intensificará a aplicação da lei contra corrupção na China, elevando os riscos para as empresas estrangeiras com negócios no país, disseram advogados especializados.

Para combater a corrupção, o governo está criando uma Comissão Nacional de Supervisão que terá status equivalente aos poderes Judiciário, Executivo e Legislativo chineses. Na prática, a Comissão será um “quarto poder” do governo, segundo nota da Blackpeak, empresa de investigações, inteligência de negócios e due diligence na Ásia. A equipe da Comissão trabalhará em conjunto com a Comissão Central para Inspeção Disciplinar (CCID), grupo que investiga e pune crimes cometidas por membros do Partido Comunista.

“Isso assegurará que a supervisão abranja todos os que trabalham no setor público e exercem poder público”, disse o presidente Xi Jinping em outubro passado.

Uma lei que estabelece a nova entidade deverá ser ratificada quando o Congresso Nacional do Povo se reunir, em março.

“Isso é significativo porque expandirá amplamente o alcance do que era anteriormente um processo de inspeção disciplinar do partido, o CCDI, que se concentrava só em membros do partido”, disse Kelly S Austin, sócia-diretora do escritório de advocacia da Gibson Dunn & Crutcher, em Hong Kong.

A nova comissão cobrirá todos os funcionários públicos, e “todos os funcionários públicos” é uma definição bastante ampla, disse Austin na semana passada, numa webcast em que analisou tendências da aplicação de políticas antissuborno em países emergentes.

“À medida que a Comissão Nacional de Supervisão ou uma comissão de supervisão local comece a lidar com quaisquer funcionários do governo, o lado da demanda por suborno, ela também passará a examinar a fonte dos pagamentos de propina, o que gera riscos nos casos em que multinacionais estejam fazendo tais pagamentos – seja diretamente ou por meio de terceiros”, disse Austin.

Em entrevista, Chucheng Feng, analista da Blackpeak, previu riscos operacionais e de reputação para as empresas. Embora a nova comissão não tenha poder de investigar ou deter pessoas do setor privado, disse ele, poderá visitar e investigar escritórios de empresas não-governamentais ao dar prosseguimento a suas investigações, num processo que pode desenterrar malfeitos dessas empresas.

A comissão poderá congelar ativos ou confiscar propriedades, disse Austin. “Esse é um processo inteiramente extrajudicial e não inteiramente transparente.”

Detalhes sobre a comissão ficarão mais claros quando o projeto que a institui for aprovada, disse Mimi Yang, sócia do escritório de de advocacia Ropes & Grey, em Hong Kong. Isso definirá claramente os poderes da comissão, disse ela, acrescentando que os primeiros casos tratados deverão receber considerável atenção.

Uma questão chave, segundo Melvin Sng, chefe da unidade de resolução de disputas na Grande China (China Continental, Hong Kong, Macao e Taiwan) na Linklaters, é como a nova comissão definirá o que considera “funcionário do governo”, tendo em vista o profundo envolvimento do governo na economia e o grande número de empresas estatais.

Para se prepararem, Sng disse que as empresas ocidentais que se relacionam com estatais chinesas precisam rever sas uas políticas em relação a qualquer coisa que possa ser considerada suborno, incluindo entretenimento de clientes.

Fonte: Abinee / Valor

Redação On janeiro - 15 - 2018
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