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Tera-feira, 17 de Julho de 2018






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Exportações da China sobem mais do que o esperado em dezembro

As exportações da China aumentaram pelo décimo mês consecutivo em dezembro, à medida que a demanda externa por bens da segunda maior economia do mundo manteve-se robusta.
No mês passado, as exportações chinesas medidas em dólares tiveram expansão anual de 10,9%, depois de crescerem 12,3% em novembro, segundo dados da Administração Geral de Alfândega do país. O resultado superou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam acréscimo de 9,5% nas exportações.
As importações da China, por sua vez, aumentaram 4,5% em dezembro ante igual mês do ano anterior, após saltarem 17,7% em novembro. A projeção do mercado, no entanto, era de ganho significativamente maior, de 15%. Até novembro, as importações chinesas vinham exibindo crescimento de dois dígitos.
Já o superávit comercial da China aumentou para US$ 54,69 bilhões em dezembro, de US$ 40,21 bilhões em novembro, vindo bem acima da previsão de analistas, que era de saldo positivo de US$ 38,5 bilhões.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

 

Economistas americanos estão otimistas com os EUA

Economistas ouvidos pelo “The Wall Street Journal” preveem um crescimento sólido dos EUA neste ano e dizem que o presidente Donald Trump teve, de modo geral, efeito positivo sobre a economia, as contratações e o desempenho do mercado de capitais dos EUA no seu primeiro ano de governo.

Os economistas preveem ainda uma persistência da queda da taxa de desemprego neste ano. Um dos fatores: os cortes de impostos sancionado por Trump em dezembro, que, segundo a maioria dos entrevistados, vão impulsionar a economia por ao menos alguns anos.

Num quadro mais amplo, a maioria dos especialistas em previsão econômica consultados sugeriu que a vitória de Trump merece pelo menos algum reconhecimento pela recente solidez da economia americana.

Solicitados a atribuir um conceito às políticas e medidas adotadas por Trump até o momento, a maioria dos economistas disse que ele foi razoavelmente ou fortemente positivo para a criação de empregos, para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e para o mercado de capitais. A maioria também disse que ele foi neutro ou positivo para a trajetória de longo prazo do crescimento do país, enquanto sua influência na estabilidade financeira foi vista, em boa medida, como neutra.

“Há, sem dúvida, uma sensação na comunidade empresarial de que as medidas do presidente sobre impostos e regulamentações levaram a um ambiente mais pró-crescimento”, disse Chad Moutray, economista-chefe da National Association of Manufacturers.

Mesmo assim, ainda é cedo para avaliar o desempenho de Trump. Ele herdou uma economia que já vinha passando por anos de queda do desemprego e por um crescimento estável, embora lento.

“Temos de ser cautelosos em atribuir mérito excessivo a Trump pela solidez da economia”, disse Bernard Baumohl, da Economic Outlook Group. “A criação de empregos e os investimentos das empresas em bens de capital estavam em alta antes de seu governo. Ainda não se sabe o quanto suas medidas fizeram a economia avançar.”

Há um ano, o presidente Barack Obama obteve avaliações conflitantes quando estava para deixar o governo, após oito anos. A maioria dos economistas consultados então pelo “The Wall Street Journal” considerou suas políticas como positivas para a estabilidade financeira, positivas ou neutras para a criação de empregos, negativas ou neutras para o crescimento do PIB e negativas para o crescimento potencial de longo prazo.

Quanto ao futuro, os economistas ouvidos nos últimos dias têm elevadas expectativas para 2018.

Na média, eles consideram que o PIB americano vai se expandir à saudável taxa de 2,7% neste ano. Vislumbram a queda da taxa de desemprego, de 4,1% em dezembro, para 3,9% em meados do ano e para 3,8% em dezembro. O ritmo das contratações deverá desacelerar mais, para 165 mil novos postos de trabalho em média em 2018. Os empregos cresceram em média, 171 mil por mês em 2017 e em 187 mil em 2016, de acordo com o Departamento de Trabalho.

O risco de uma recessão nos próximos doze meses caiu em janeiro para 13%, a média mais baixa desde setembro de 2015. Mais de dois terços dos economistas disseram ver um potencial de expansão nas perspectivas de crescimento.

Um dos motivos para as previsões róseas para 2018 é o pacote de reforma tributária aprovado no mês passado. Mais de 90% de economistas consultados disseram que os cortes de impostos aumentarão o crescimento do PIB nos próximos dois anos, opinião similar à que tinham meses atrás, quando detalhes sobre a reforma ainda estavam nebulosos.

Ainda assim, os economistas não estão confiantes de que o impulso será duradouro. Em média, o crescimento esperado do PIB é de 2,2% em 2019 e 2% em 2020 – em relação a uma média de 2,1% no longo prazo. Metade dos economistas disse que a reforma tributária aquecerá a tendência de longo prazo da economia, ao menos modestamente, enquanto a outra metade disse que não terá efeito nenhum ou deixará a expansão um pouco abaixo da trajetória atual.

“O corte de impostos das empresas poderá teoricamente aquecer o ritmo da tendência, mas sou cético quanto a haver muita demanda reprimida por investimentos”, disse Rajeev Dhawan, diretor do Centro de Previsões Econômicas da Universidade Estadual de Geórgia.

As autoridades econômicas vêm debatendo quem colherá os benefícios de uma grande mudança tributária: a redução da alíquota de imposto de renda das empresas americanas de 35% para 21%.

Os economistas da Casa Branca disseram que os trabalhadores deverão ver sua renda crescer como resultado do corte de impostos, ao passo que uma análise do Tesouro, em 2012, concluiu que a maior parte da carga tributária das empresas recai sobre os donos do capital e não sobre os trabalhadores.

Cerca de três em cada quatro economistas ouvidos disseram que acionistas, e não funcionários, serão mais beneficiados pelo corte dos impostos das empresas. “Ainda veremos que grande parte dos lucros irão para recompras de ações, aumento de dividendos ou para ajudar a financiar” fusões e aquisições, disse Baumohl.

A pesquisa do “WSJ” consultou 68 economistas no meio acadêmico, empresarial e financeiro, entre 5 e 9 de janeiro, embora nem todos os economistas tenham respondido a todas as indagações.

Fonte: Abinee / Valor

Inflação sobe e supera bem a meta na Argentina

A Argentina teve em dezembro a mais alta taxa de inflação de 2017 e encerrou o ano passado acima da meta estabelecida pelo banco central. De acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas e Censo (Indec), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu em dezembro 3,1% em relação a novembro. No acumulado do ano, a inflação de 2017 ficou em 24,8%.
“A inflação subiu principalmente pelo aumento dos preços regulados de serviços públicos, como eletricidade e transporte”, diz Matías Carugati, da consultoria Managment & Fit, em Buenos Aires.
Em dezembro, itens como eletricidade, gás e outros combustíveis tiveram alta de 17,8%, enquanto as tarifas de transporte subiram 3,2%.
Esses itens são alvo de uma política de reajuste de tarifas do governo do presidente Mauricio Macri. O objetivo é reduzir subsídios estatais a alguns serviços, para diminuir o gasto público.
No ano passado, o governo reajustou três vezes os preços de combustíveis, em janeiro, julho e outubro. A terceira alta, de entre 9,5% e 12%, ocorreu em 23 de outubro, um dia após a vitória da coligação de Macri nas eleições legislativas.
Apesar ter ficado abaixo dos 40% registrados em 2016, o IPC de 24,8% do ano passado ficou 7,8 pontos percentuais acima da meta de inflação de 17% estabelecida pelo banco central argentino.
“Não é surpresa que a inflação tenha terminado o ano acima do esperado”, afirma Thomaz Favaro, analista da consultoria Control Risks. “As metas de inflação do governo são ambiciosas, e já era esperado que baixar de 40% para menos de 20% seria praticamente impossível em um ano.”
No fim de dezembro, o banco central elevou a meta de inflação para 2018 para 15%, de um objetivo anterior entre 8% e 12%. A previsão de reduzir a inflação para 5% foi adiada de 2019 para 2020.
Para o economista Fausto Spotorno, da consultoria Orlando J. Ferreres & Associados, o governo dificilmente conseguirá cumprir a meta deste ano porque os reajustes de tarifas públicas devem seguir até 2019. “Esperamos uma inflação de 17% para 2018, e um primeiro trimestre complicado”, diz.
Segundo ele, em janeiro a inflação deve ficar em 1,6%, em fevereiro em 2,5% por conta de um novo reajuste, e em março em 1,7%.

Fonte: DCI / Abimaq

Redação On janeiro - 12 - 2018
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