Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 21 de Julho de 2018






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2018 melhor para o setor de materiais de construção

O que fundamenta o otimismo é a perspectiva de uma retomada econômica marcada por preços estáveis, maior demanda de mão de obra e avanço do poder aquisitivo dos salários, prevê a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat)

Após um ano difícil, em que a receita da indústria de insumos para a construção civil tendia a apresentar recuo de 5% em relação a 2016, os prognósticos para 2018 são positivos, apontando para crescimento de até 2% no faturamento. O que fundamenta o otimismo é a perspectiva de uma retomada econômica marcada por preços estáveis, maior demanda de mão de obra e avanço do poder aquisitivo dos salários, prevê a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Na pior das hipóteses, diz o presidente da entidade, Walter Cover, será interrompida a queda que atingiu o segmento nos últimos três anos.

O setor produz vasta gama de itens, de aços longos a cimento, concreto e fibrocimento, material elétrico, material plástico, metais sanitários e válvulas, produtos cerâmicos, tintas e vernizes, vidro e produtos de vidro, além de máquinas e equipamentos para a construção. As vendas do mês passado caíram 3% em relação a novembro de 2016, mas o indicador não foi visto com apreensão, pois manteve a tendência de queda cada vez menor em relação ao ano anterior.

A construção civil foi um dos segmentos que mais sofreram com a recessão econômica e é o que tende a se recuperar mais lentamente, pois depende de confiança no futuro.

Para 2018, as vendas no varejo deverão apresentar um crescimento expressivo graças à melhora da situação econômica das famílias, mas as incertezas ainda são elevadas no tocante aos investimentos do setor público. Há dúvidas, por exemplo, quanto à oferta de crédito da Caixa Econômica Federal (CEF) e do FGTS, principais fontes de recursos para a habitação popular. Tampouco há certezas quanto à capacidade da União, de Estados e dos municípios de investir em obras de infraestrutura.

Os insumos que mais comprometeram os resultados deste ano foram o cimento e os vergalhões, itens demandados pelas construtoras para a construção de edifícios e obras de infraestrutura. As previsões da área de cimento para 2018 também são positivas, com a expectativa de vendas superiores em 1,5% às de 2017.

Deve-se destacar o fato de que são projeções conservadoras, apropriadas a empresas que enfrentaram uma longa crise e não podem incorrer em grandes riscos. Mais importante é preservar a integridade até que se consolide a recuperação.

Fonte: Estadão

Ford acelera a produção de caminhões

A estimativa de maior demanda por caminhões logo no primeiro trimestre de 2018 fez a Ford Caminhões reprogramar o ritmo de produção da fábrica de São Bernardo do Campo (SP).

A montadora não revela os números, em comunicado se limita a dizer que aumentará em torno de 45% o volume de caminhões montados na comparação com os últimos três meses de 2017.

A decisão da fabricante é baseada nos indicadores de retomada da indústria, como também no ânimo apresentado pelos transportadores durante a Fenatran 2017, realizada há dois meses. Somente na feira, a Ford diz ter negociado 800 caminhões.

“Desde outubro a indústria voltou ao patamar de vendas de 5.000 caminhões por mês e deve fechar o último trimestre com um crescimento de 35% comparado ao mesmo período do ano passado”, estima Carlos Gasquez, gerente nacional de Vendas da Ford Caminhões. “A expectativa é fechar 2017 no mesmo nível do ano passado e voltar a crescer em 2018, o que nos levou a redimensionar o programa de produção.”

Os mercados internacionais também contribuíram com o novo planejamento de produção da companhia. De acordo com a Ford, 35% do volume de caminhões produzidos na fábrica do ABC são exportados, principalmente para Chile, Argentina e Colômbia.

A empresa adianta que o crescimento na produção não implicará em dias a mais de trabalho muito menos horas extras. Desde o ano passado a unidade de São Bernardo do Campo opera a partir de um novo modelo, o chamado Projeto Fusão, no qual os times de colaboradores, em dias alternados, atuam tanto nas linhas de automóveis quanto de caminhões.

Fonte: Estradão / Infomet

Máquinas agrícolas: setor tem alívio em 2017 e deve crescer 10%

Juros mais baixos em relação à safra passada animaram os produtores a fecharem negócios este ano.

O ano de 2017 não deixa um saldo positivo na economia brasileira, com milhões de desempregados em todo o país e empresas fechando as portas. Para o setor de máquinas agrícolas, entretanto, 2017 foi um respiro de alívio. Os juros para o Moderfrota na safra 2017/2018 diminuíram em relação à safra passada, passando para 7,5% ao ano. O programa de modernização da frota de tratores e colheitadeiras injetou R$ 9,2 bilhões no segmento. O total não foi suficiente para atender à demanda, o que levou o governo a fazer um aporte adicional de R$ 3 bilhões.

“É a melhor taxa de juros que tem no mercado. O Moderfrota teve um desempenho importante neste ano, é o grande alavancador das nossas vendas”, diz o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso.

Um dos termômetros do setor de máquinas foram as feiras agropecuárias realizadas ao longo do ano. Nesses eventos, desfilaram equipamentos de alta tecnologia, capazes de elevar a eficiência e a produtividade das propriedades. Prazos de pagamento mais elásticos também atraíram o público. Na Agrishow, uma das principais feiras do país, realizada em Ribeirão Preto (SP), o crescimento dos negócios foi de 13% em relação a 2016, movimentando R$ 2,2 bilhões.

A Expointer, de Esteio (RS), trouxe outro resultado positivo, com a comercialização de R$ 1,9 bilhão em máquinas. De acordo com Tangleder Lambrecht, gerente de vendas da John Deere, os agricultores que foram à exposição gaúcha estavam mais entusiasmados nesta edição, mais positivos.

Investimento

A Mahindra, de origem indiana, escolheu 2017 para anunciar investimentos no Brasil. Serão US$ 70 milhões nos próximos cinco anos. “A perspectiva do mercado brasileiro é de crescimento. Ele naturalmente oscila, mas o que se vê é que o volume de produção cresce cada vez mais”, diz o gerente de Manufatura da empresa, Ingomar Goltz

Devoncir Kuasner, gerente de revenda de tratores em Campinas (SP), acusa uma recuperação nas vendas neste ano. A unidade, que negocia máquinas principalmente com pequenos e médios produtores, amargou uma redução de 30% na comercialização nos últimos 24 meses.

Segundo o gerente, os produtores vêm comprando máquinas num ritmo maior desde o começo do ano. “Inclusive já tenho negócios acertados para o início do ano que vem”, afirma Kuasner.

A expectativa da Associação Nacional dos. Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é de fechar o ano com aumento de 10,4% na produção de máquinas agrícolas; alta de 43,7% nas vendas internas; e crescimento de 34,5% nas exportações. Para José Velloso, da Abimaq, ainda não é possível dizer que o setor industrial brasileiro saiu da crise, já que ela seria muito forte.

“Quando olhamos para o agro, a situação é melhor para a indústria. No agronegócio, nós começamos muito bem o ano com as feiras, chegamos na Agrishow com bons números de vendas e terminamos o primeiro semestre com crescimento de 15%, superior ao mesmo período do ano anterior. No segundo semestre houve uma queda, então vamos terminar o ano com faturamento de 8% a 10% superior ao ano anterior”, diz o presidente-executivo da Abimaq.

Fonte: Canal Rural / Infomet

Mazak registra alta nas vendas no último trimestre

Se ao longo do ano os negócios caminharam em ritmo semelhante ao do ano passado, o último trimestre descortinou um novo cenário para a Mazak Sulamericana, com um bom volume de vendas. “Sentimos neste último trimestre um incremento acentuado no volume de vendas, com um sinal bastante positivo da recuperação da nossa economia”, afirma Francisco Nakasone, gerente de Vendas. “Esperamos que esse movimento permaneça no próximo ano”.

A recuperação no final do ano irá permitir que a filial brasileira da fabricante de máquinas japonesa encerre o exercício com alta na casa dos 20%. O gerente avalia que, em parte, o crescimento se deve à demanda reprimida dos últimos dois anos. Os negócios mais relevantes vieram do setor automotivo, que vive um momento de retomada, com vários novos projetos, mas também de outros segmentos, como o de máquinas agrícolas.

Para o próximo ano, Nakasone diz que a filial está otimista, principalmente com o primeiro semestre, tomando por base os negócios já realizados e o bom volume de consultas e projetos em andamento. Já o segundo semestre, na avaliação da empresa, é mais nebuloso, pois corre-se o risco de a eleição presidencial “contaminar” o processo de recuperação. A expectativa é de crescimento semelhante ao que será obtido em 2017.

INDÚSTRIA 4.0 – O gerente avalia que os investimentos da matriz no desenvolvimento de produtos e sistemas dentro conceito da Indústria 4.0, incluindo a construção de uma Smart Factyory no Japão, tiveram reflexos no desenvolvimento de negócios da filial. “Quando o fabricante demonstra estar em sintonia com a tecnologia, o investidor sente-se mais seguro na hora de comprar a máquina, pois sabe que está comprando algo preparado para o futuro”, explica.

Nesse sentido, Nakasone informa que a filial continuará divulgando a tecnologia de Indústria 4.0, com a realização de eventos no show room, em Vinhedo (SP), a exemplo dos realizados em 2016 e 2017, com demonstrações práticas e interativas. “Temos dado muita ênfase na Indústria 4.0 e a Mazak Sulamericana está bem preparada para difundir essa tecnologia”, diz, destacando como um dos trunfos da empresa o fato de os softwares serem desenvolvidos pela própria Mazak.

Além disso, o show room também ganhará novas máquinas em 2018, com destaque para alguns dos lançamentos realizados na EMO 2017. Entre eles, o centro de usinagem horizontal 5 eixos HCR 5000S, novidade na linha da empresa, preparado para a usinagem high speed de alumínio com altas taxas de remoção. “Trata-se de uma máquina de 30 mil rpm e 100 HP, com cone HSK 63 e compacto”, informa. Outra novidade é o UD 400 / 5x, dedicado para usinagem de moldes com altíssima precisão.

Fonte: Usinagem-Brasil / Infomet

Produção de petróleo no pré-sal atinge novo recorde diário em novembro, afirma Petrobras

A Petrobras informou na última sexta-feira, 15 de dezembro, os valores da produção total de petróleo e gás natural em novembro, que chegou a 2,72 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2,62 milhões boed produzidos no Brasil e 99 mil boed no exterior.

A produção média de petróleo no país foi de 2,13 milhões de barris por dia (bpd), volume 1,5% inferior ao de outubro. Esse resultado se deve, principalmente, à parada programada para manutenção do FPSO Cidade de Niterói, que opera no campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos.

A produção de gás natural no Brasil, excluído o volume liquefeito, foi de 78,4 milhões de m³/d, 2,3% abaixo do mês anterior. Essa redução também foi decorrente da parada do FPSO Cidade de Niterói, além da redução da produção em campos do Amazonas devido à manutenção no sistema de compressão.

Por outro lado, em novembro a produção de petróleo operada pela Petrobras na camada pré-sal atingiu um novo recorde diário, alcançando a marca de 1,45 milhão de barris no dia 30 de novembro.

A produção mensal foi de 1,65 milhão boed, volume 1,5% acima do mês anterior. Esse resultado se deve, principalmente, ao crescimento da produção do campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, por meio da plataforma P-66.

Quanto a produção de petróleo nos campos do exterior, em novembro atingiu a marca de 60 mil bpd, volume 2,8% inferior ao mês anterior. Essa redução deve-se, principalmente, a ocorrências operacionais nos campos produtores de Lucius e Cascade, ambos no Golfo do México.

Já a produção de gás natural foi de 6,8 milhões de m³/d, volume 6,8% inferior ao mês de outubro de 2017, devido à ocorrências operacionais no campo de Hadrian South

Fonte: Abinee / Canal Energia

Redação On dezembro - 19 - 2017
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