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Tera-feira, 17 de Julho de 2018






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Atividade cresce 0,29% em outubro, puxada pela expansão do consumo

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR) avançou 0,29% em outubro ante setembro, surpreendendo positivamente o mercado, que calculava queda de 0,10% para o período.
Em relação a outubro de 2016, o indicador teve alta de 2,33%. O resultado vem na esteira da recuperação do consumo das famílias, o que indica sinais de mais otimismo com a economia, avalia o consultor da GO Associados Luiz Fernando Castelli. Ele estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre tenha expansão de 0,3% em relação ao terceiro (na margem), fechando o ano com alta de 1%. Esse desempenho deixará uma herança estatística positiva de 0,4% para o desempenho do PIB de 2018.
Já o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), Marcel Balassiano, espera aumento de 0,1% do PIB durante o quarto trimestre, na margem. Na comparação anual (em relação ao quarto trimestre de 2016), ele espera que a economia cresça 2,5%, impulsionada pelo avanço de 2,2% do consumo.
Comparado ao período anterior, Balassiano diz que o consumo tende a registrar estabilidade no quarto trimestre, após ter tido alta de 1,2% no terceiro trimestre (na mesma relação), ao passo que os investimentos devem cair 0,2%. Pelo lado da oferta, a previsão é de que os serviços tenham uma ampliação de 0,3%, enquanto a indústria deve ter uma diminuição de 0,1%.
Alta equilibrada
Para Balassiano, a “boa notícia” do PIB de 2018 é que ele vai crescer de forma mais equilibrada, diferentemente do que ocorreu em 2017, quando a agropecuária foi responsável por 60% do avanço do PIB. “Se tirar a agropecuária, o PIB registraria aumento de 0,4% neste ano, ao invés de 1%”, diz.
Já para 2018, a expectativa dele é de que o PIB cresça 2,8%, impulsionado tanto pelo crescimento da indústria (+3,7%), como dos serviços (+2,6%), na via da oferta. Enquanto pelo lado da demanda, a previsão é de alta de 4% no consumo das famílias e de 3,7% nos investimentos.
Ele ressalta que este cenário mais positivo é fruto da redução da taxa básica de juros (Selic) de um patamar de 14,25% em outubro de 2016, para 7% neste mês, e da queda da inflação, foi de 10% em 2015, para quase 3% neste ano, elevando a massa salarial e o poder de compra das pessoas.
O pesquisador ressalta que o aumento de 3,7% esperado para a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, investimentos) é muito tímido, já que as variações deste indicador costumam ser altas durante períodos de recessão e de recuperação. “Em 2016, por exemplo, os investimentos caíram 10,3%”, lembra. No entanto, Balassiano pontua que a reação ainda fraca da FBCF em 2018 será normal, tendo em vista a volatilidade esperada diante das eleições gerais .
Ontem, o mercado revisou de 0,91% para 0,96% a sua projeção para a alta do PIB de 2017. Já para 2018, a previsão passou de 2% para 3%. A Serasa Experian divulgou ainda que o seu indicador de atividade caiu 0,1% em outubro, ante o mês de setembro, com queda da agropecuária (-2,8%).

Fonte: DCI

Mercado prevê inflação a 2,83% no ano

O mercado financeiro reduziu a previsão para a inflação oficial – medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – em 2017, pela quarta vez nesta semana, revelou o Relatório Focus, divulgado ontem pelo Banco Central (BC).
Comparada ao último documento, a mediana das projeções dos analistas consultados pela autoridade monetária passou de alta de 2,88% para 2,83%, ainda menor do que o piso da meta estabelecida para este ano, de crescimento para 3%.
Em 2018, a expectativa atual é de que feche em 4% – contra 4,02% registrados no Focus da semana passada –, patamar mais próximo do centro da meta, de 4,5%.
Entre as instituições que mais acertam as previsões no relatório do BC, o chamado Top 5, a perspectiva é do IPCA atingir +2,80% neste ano, e +3,81% no próximo.
Para este mês, o grupo espera inflação com variação de 0,30%. Em janeiro de 2018, esses mesmos analistas aguardam alta de 0,39%. Na mediana do mercado, para o último mês de 2017, a expectativa foi revista de 0,37% para 0,33%, com relação ao primeiro mês do ano que vem, passou de 0,48% para 0,46%.
IGP-M
Entre os demais índices de inflação analisados pelo mercado no Focus, a projeção para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) – que serve para o reajuste do aluguel e é calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) – passou de deflação de 0,85% para baixa de 0,80% no final deste ano. Para 2018, a expectativa é que esse indicador volte a subir, ao atingir 4,28% (mesma previsão da semana passada).
Ainda ontem, a FGV divulgou à imprensa que o IGP-M subiu 0,8%% na segunda prévia deste mês. Em novembro passado, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,37%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.
Conforme a pesquisa, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 1,20% na segunda leitura de dezembro. No mesmo período do mês anterior, avançou para 0,43%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,31%, ante 0,23%, na mesma base de comparação. E o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de dezembro, variação de 0,27%, contra 0,28%.

Fonte: DCI

IPC-S desacelera em 4 das 7 capitais pesquisadas na 2ª quadrissemana de dezembro

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), desacelerou em quatro das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de dezembro em relação à leitura anterior, divulgou a instituição nesta terça-feira, 19. No geral, o IPC-S teve alívio de 0,05 ponto porcentual, para 0,34% entre os dois períodos.
Por região, a variação do IPC-S desacelerou em Salvador (0,25% para 0,13%), Recife (0,20% para 0,13%), Porto Alegre (0,64% para 0,36%) e São Paulo (0,46% para 0,43%).
Em duas cidades, as taxas de variação foram as mesmas da primeira quadrissemana de dezembro: Brasília, que manteve a taxa de 0,47%, e Belo Horizonte, que repetiu a taxa de 0,15%.
Em contrapartida, diz a FGV, a única cidade avaliada em que a taxa de inflação acelerou foi o Rio de Janeiro, onde o índice passou de 0,28% para 0,42%.

Fonte: O Estado de São Paulo

Prévia do PIB surpreende e tem alta de 0,29%

O processo de recuperação gradual da economia brasileira continuou no início do 4.º trimestre, segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central. O Índice de Atividade da instituição, o IBC-Br, subiu 0,29% em outubro em relação a setembro, o que surpreendeu uma parcela dos economistas do mercado financeiro, já que indicadores importantes, como o desempenho do varejo e dos serviços, registraram queda no mês, pelos dados do IBGE.

No acumulado do ano até outubro, o indicador do BC acumula alta de 0,75%. Considerado uma espécie de “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), o IBC-Br serve como parâmetro para avaliação do ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. Medido em pontos, o indicador passou de 136,04 em setembro para 136,44 em outubro.

O avanço de 0,29% ficou dentro do intervalo esperado pelas instituições financeiras, entre recuo de 0,50% e alta de 0,40%, segundo levantamento do Broadcast Projeções. Mas parte dos economistas demonstrou surpresa com o resultado positivo, porque em outubro os dados do IBGE foram desfavoráveis para alguns setores.

Para o economista sênior do Haitong Banco de Investimento do Brasil, Flávio Serrano, “a indústria pesa menos que o setor de serviços, por exemplo. Só que o IBC-Br não é aberto, não sabemos os dados que serviram de base para o BC”.

O economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luis Otávio Souza Leal, também se disse surpreso. Segundo ele, o resultado alimenta a expectativa de alta para o PIB no 4.º trimestre.

Fonte: O Estado SP

Selic em um dígito estende queda de juros ao médio prazo

Se a volatilidade pontual apresentada na trajetória das taxas finais restringe-se ao curtíssimo prazo, em um período de alguns anos, as perspectivas mudam completamente. “O cenário principal é que a gente volte a entrar num processo longo de redução de taxas finais e, mesmo se a Selic passar a subir em alguns anos, o juro final talvez não suba”, afirma o economista-chefe do Santander, Maurício Molon. O cenário base do banco considera a permanência da taxa básica entre 6,5% e 7% ao ano até 2019.

De acordo com o economista-chefe do Santander, quando se observam os comportamentos históricos da Selic e do juro ao consumidor há, pelo menos desde 2006, uma correlação forte entre os dois. Molon explica que, se a curva da taxa básica for deslocada seis meses para frente, a aderência é grande para a das linhas para famílias. “Essa é a tendência geral da curva das taxas para pessoa física”, afirma.

Conforme a economista-chefe da Rosenberg, Thais Zara, a situação do emprego formal deve apresentar progresso ao longo do próximo ano e, com isso, o cenário macroeconômico pode até mesmo se sobrepor à volatilidade esperada com as eleições.

“Ao longo do ano que vem a melhora no mercado de trabalho deve continuar a se intensificar e, com isso, a gente vai ter impactos positivos para as taxas de juros, mais do que algum aumento de risco por conta de eleições.” Na análise da economista, “parte dessa queda da Selic a gente ainda vai ver sendo refletida nas taxas do crédito livre nos próximos meses e, mesmo se houver um encerramento da flexibilização da taxa básica, a queda vai continuar por algum tempo”.

O professor de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFR), Ernani Teixeira Torres Filho, traça cenário semelhante para a taxa básica. “Todo mundo acha, inclusive eu, surpreendente a inflação ter caído tanto e que a redução da taxa de juros do BC seja um processo que veio para ficar e vai se manter a despeito das eleições e, desse modo, uma taxa nominal de um dígito, que perdure em um prazo, por exemplo, de três anos é uma revolução no Brasil”, diz.

Além das crises econômicas e política, explicam os especialistas, há outros fatores, alguns estruturais, que pressionam as taxas de mercado para cima. Conforme o assessor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), Altamiro Carvalho, a necessidade de financiamento do governo impacta diretamente a oferta de crédito.

O crescimento acelerado da dívida pública drena recursos do mercado, que seriam direcionados aos empréstimos. “O governo recorreu mais intensamente ao mercado nos últimos anos e tirou recursos, tanto que o saldo de financiamentos caiu violentamente entre 2015 e 2016”, afirma.

A concentração bancária é outro fator a atuar contra uma queda mais rápida das taxas. Segundo o economista da LCA, Vitor Velho, “a concentração do setor é muito grande e essa falta de concorrência entra muito na questão da composição do spread no Brasil”, diz.

“No Brasil são apenas cinco grandes bancos”, ressalta Torres Filho, da UFRJ. Para o economista, a concorrência fora do grupo de instituições dominantes do mercado começa a reduzir os “spreads” e, aos poucos, os maiores passam a reduzir esse custo. Mas trata-se de um processo lento. “Foi assim nos 2000 e vai ser agora”, diz.

Fonte: Valor / Abinee

Governo deve liberar mais R$ 4 bi do Orçamento a 2 semanas do fim do ano

Faltando menos de duas semanas para o final do ano, governo pode fazer uma liberação por volta de R$ 4 bilhões de despesas do Orçamento. Um relatório extemporâneo de avaliação de Despesas e Receitas do Orçamento para permitir a liberação está sendo preparado pelo governo e pode ser assinado nesta terça-feira, 19, segundo apurou o Estadão/Broadcast.
Como a arrecadação de dezembro ainda não está fechada, o governo está calibrando o tamanho com base na arrecadação de novembro, que foi muito positiva.
Por isso, o valor só deve ser definido nesta terça-feira. A maior parte da arrecadação de tributos só entra no caixa do governo no último dia útil do mês.
A perspectiva é que, mesmo com o desbloqueio de mais recursos orçamentários, as contas do governo devem fechar com um valor menor do que a meta de déficit de R$ 159 bilhões.
Em agosto, o governo piorou a meta, elevando o déficit previsto de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões. Mas a arrecadação de tributos passou a dar sinais de recuperação, o que vem se confirmando nos últimos meses.
Além disso, o governo conseguiu obter as receitas esperadas com os leilões, entre eles, a venda das usinas da Cemig.
Fonte: Estado SP

País cresce em outubro

A economia manteve-se em crescimento em outubro, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O indicador, que tenta antecipar o comportamento aproximado do Produto Interno Bruto (PIB), mostrou evolução de 0,29% em relação a setembro. Na comparação com outubro de 2016, a alta foi de 2,33%. Considerando períodos de 12 meses, a pesquisa do BC detectou elevação de 0,26%

Segundo o professor de economia da Universidade de Brasília Newton Marques, os números são positivos, mas insatisfatórios. “A economia está em recuperação muito lenta. Por isso, aparecem esses números não tão robustos”, explicou.

Marques afirma que a expectativa é de que o crescimento se mantenha lento nos próximos meses. Segundo o professor, mesmo com a inflação e as taxas de juros baixas, os investimentos ainda não se recuperaram. “Os agentes econômicos não se sentem motivados. A economia tende a crescer vegetativamente”, lamentou.

O economista acrescenta que um crescimento mais acelerado da economia dependerá do maior equilíbrio das contas públicas. “Tudo vai depender da credibilidade do governo para fazer o ajuste fiscal”, argumentou. Ele explicou que o governo está em uma situação vulnerável, tendo de ceder um pouco na profundidade do ajuste para garantir a aprovação das medidas.

O pesquisador na área de economia aplicada da Fundação Getúlio Vargas, Marcel Balassiano, tem visão mais positiva. Para ele, o crescimento é maior do que o esperado e representa uma resposta à forte queda da atividade produtiva que ocorreu no país entre 2014 e 2016. “Esse é o primeiro ano após a recessão”, afirma.

Fonte: Correio Brasiliense

Redação On dezembro - 19 - 2017
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