Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Acordo deve favorecer empresas a partir de 2018

O Acordo de Complementação Econômica (ACE), que amplia as relações comerciais com a Colômbia, assinado pelos países da Mercosul, irá beneficiar as micro e pequenas empresas. A orientação é promover a integração produtiva, a competitividade das empresas e sua participação no comércio recíproco. Além disso, prevê criar mecanismos de cooperação financeira para o desenvolvimento de projetos de infraestrutura e à promoção de investimentos das micro e pequenas empresas. Para Mato Grosso, é uma oportunidade de ampliar o leque de importadores de produtos locais e fazer crescer o número de empresas exportadoras, consequentemente, o volume faturado com as vendas no exterior.

O analista técnico do Sebrae, Darion Souza, explica que os empresários estão se capacitando e se informando cada vez mais para as regras internacionais. Segundo ele, as empresas mato-grossenses têm potencial para atender o mercado internacional. A medida consta no Decreto n 9.230, de 6 de dezembro de 2017, que estabelece o marco jurídico e institucional de cooperação para facilitar a livre circulação de bens e serviços, formando uma área de livre comercio entre os países da Mercosul. Prevê ainda a expansão e a diversificação do intercâmbio comercial e a eliminação das restrições tarifárias e não tarifárias que afetam o comércio recíproco, promovendo o desenvolvimento e a utilização da infraestrutura física que permitam a diminuição de custos e a geração de vantagens competitivas no comércio regional e com terceiros países fora da região.

Segundo o Ministério e Indústria, Comércio Exterior e Serviços, as exportações brasileiras para a Colômbia cresceram 2% em relação ao ano anterior. O Brasil embarcou US$ 2,27 bilhões em produtos de janeiro a novembro deste ano, frente a US$ 2,23 bilhões no mesmo perídio do ano passado. O novo acordo amplia as preferências nas transações comerciais dos setores têxteis e siderúrgicos entre Brasil, Argentina Paraguai e Uruguai e a Colômbia, permitindo a redução total das alíquotas do Imposto de Importação (IPI) aplicadas a esses segmentos. As exportações mato-grossenses para a Colômbia não são expressivas.

Fonte: Diário de Cuiabá / Infomet

Balança tem superávit de US$ 1,268 bi na terceira semana de dezembro

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,268 bilhão na terceira semana de dezembro, informou, nesta segunda-feira (18), o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O valor é resultado de US$ 4,618 bilhões em exportaçõese importações de US$ 3,350 bilhões.

Com o desempenho da terceira semana, o superávit acumulado em dezembro chega a US$ 2,299 bilhões e, no ano, soma US$ 64,302 bilhões.

A média diária de exportações nas três semanas de dezembro cresceu 17,8% em relação a dezembro de 2016 para US$ 853,6 milhões, puxada pelo aumento nas vendasdas três categorias de produtos.

O embarque de básicos aumentou 33,7% para US$ 359 milhões, por conta, principalmente, de milho em grãos, farelo de soja, petróleo em bruto, algodão em bruto e minério de cobre. As vendas de manufaturados subiram 10% para US$ 349,3 milhões, por conta de gasolina, tubos flexíveis de ferro ou aço, máquinas e aparelhospara terraplenagem, laminados de ferro/aço e automóveis de passageiros. A exportação de semimanufaturados também avançou 1,3% para US$ 122,2 milhões, por conta de madeira em estilhas ou partículas, semimanufaturados de ferro ou aço, ferro-ligas, ouro em forma semimanufaturada e celulose.

As importações avançaram 23% nas três semanas de dezembro, quando comparadas a dezembro de 2016, para US$ 644,6 milhões em média, por dia. Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (36,1%), plásticos e obras (32,2%), equipamentos eletroeletrônicos (30,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (29,0%) e veículos e partes (27,0%).

Fonte: Jornal Floripa / Infomet

Trump vê China e Rússia como rivais dos EUA

No anúncio de sua política de segurança nacional, Donald Trump afirmou que uma nova era de competição global está em curso. A estratégia levará em conta um mundo em que os americanos confrontam China e Rússia.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou ontem sua política de segurança nacional afirmando que uma nova era de competição global está em curso. Sua estratégia levará em conta um mundo em que os americanos confrontam dois poderes “revisionistas” – a China e a Rússia – que buscam mudanças frequentemente em detrimento dos interesses americanos.

“Os EUA estão no jogo – e os EUA vencerão”, disse Trump durante o anúncio de sua política, que seguirá a doutrina “America First” (“Os EUA em primeiro lugar”), que ele delineou na campanha à presidência.

Apesar de citar a Rússia como rival global, o documento que descreve a política de segurança nacional americana expõe um detalhado plano para afrontar a ambição econômica da China – e diz pouco sobre como Washington lidará com a guerra de informações online que o Kremlin usou durante as eleições presidenciais de 2016.

Com relação à influência de Pequim e Moscou na América Latina, a crítica americana é semelhante. “A China busca atrair a região (latino-americana) para sua órbita por meio de investimentos e empréstimos. A Rússia continua sua fracassada política da Guerra Fria, dando apoio a seus radicais aliados cubanos, enquanto Cuba continua a reprimir seus cidadãos”, afirma o documento preparado por sua equipe de assessores.

“A competição entre grandes potências retornou”, diz o texto, que tenta dar coerência a um tipo de política externa frequentemente definida pelos tuítes de Trump e pelas impressões do presidente sobre qual líder mundial é forte ou fraco, preparado ou não para estabelecer acordos.

A China e a Rússia, segundo o documento, “estão determinadas a se tornar economias menos livres e menos justas, a expandir suas forças militares e a controlar informações e dados para reprimir suas sociedades e expandir sua influência”.

“Essa competição exige que os EUA repensem sua política das duas últimas décadas – políticas com base no pressuposto de que o engajamento com rivais e sua inclusão em instituições internacionais e comércio global transformariam estes países em atores benignos e parceiros confiáveis”, diz o texto. “Em sua maior parte, essa premissa se revelou falsa.”

Ao discursar ontem em Washington, Trump qualificou Rússia e China como potências rivais “que buscam desafiar a influência americana”.

“Tentaremos construir uma grande parceria com esses e outros países, mas de uma maneira que sempre proteja nossos interesses”, disse o presidente, que citou como exemplo a colaboração da CIA com as autoridades russas para evitar atentados que o grupo terrorista Estado Islâmico planejava realizar em São Petersburgo – e o telefonema que ele recebeu no domingo de seu colega russo, Vladimir Putin, em agradecimento pela ajuda americana.

“Os EUA liderarão novamente. Não buscamos impor nosso estilo de vida sobre ninguém, mas defenderemos esses valores sem nos desculparmos”, declarou Trump.

Américas. “Tanto a China quanto a Rússia apoiam a ditadura na Venezuela e estão buscando expandir suas articulações militares e vendas de armas na região. O Estados democráticos do Hemisfério (Ocidental) têm um interesse compartilhado em confrontar as ameaças à sua soberania”, diz o documento sobre a nova política de segurança nacional americana.

Além de ressaltar a importância de limitar a influência “maligna” de Pequim e de Moscou, Trump citou em seu discurso temas recorrentes da campanha em relação ao continente americano: a construção do muro ao longo da fronteira com o México e a modernização de acordos comerciais, para torná-los “justos” e “recíprocos”. No entanto, a estratégia não se refere explicitamente ao tratado de livre-comércio que os EUA negociam com México e Canadá.

Fonte: O Estado SP

Mercosul poderá aprovar proposta brasileira sobre direito do consumidor

A reunião de cúpula do Mercosul, marcada para a próxima quinta-feira, 20, poderá aprovar uma proposta brasileira que trata do direito do consumidor que adquirir mercadorias de outro país no bloco. Ela abrange, inclusive, as compras online, um tema novo no campo de regulamentos internacionais. Os detalhes deverão ser fechados na quarta-feira pelo Conselho do Mercado Comum, formado pelos ministros de Relações Exteriores do bloco.

O Mercosul tenta adotar um regulamento comum para o direito do consumidor desde 2010. No entanto, havia grande dificuldade de adaptar as propostas às leis da Venezuela. Com a suspensão dela do bloco, abriu-se o caminho para a retomada das negociações.

Seguiram nesta segunda-feira, 18, as negociações para tentar fechar o acordo de compras governamentais do Mercosul, que abrirá um mercado potencial de US$ 80 bilhões para empresas brasileiras, conforme informou o Estado em sua edição de domingo, 17. Para vencer as resistências do Paraguai, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, propôs que o acordo seja assinado nesta reunião de cúpula, com a ressalva de que o país vizinho ingressará nele quando considerar adequado.

“Será um passo importante, dará uma dimensão que faltava ao Mercosul”, disse no domingo o subsecretário-geral de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, Paulo Estivallet de Mesquita. Ele acrescentou que o acordo com a União Europeia também prevê uma abertura para compras governamentais. Assim, o entendimento no âmbito do Mercosul pode funcionar como uma plataforma para as empresas ganharem escala e melhorarem suas condições de competição com as europeias.

Para a reunião de cúpula, deverão vir a Brasília os presidentes dos Estados parte do bloco: da Argentina, Mauricio Macri, do Paraguai, Horácio Cartes, e do Uruguai, Tabaré Vázquez. Também confirmou presença o boliviano Evo Morales. Todos os países da região, exceto a Venezuela, foram convidados.

Nesta segunda-feira, foi realizada uma reunião técnica que discutiu temas políticos. Durante a cúpula será formalizada a aprovação, pelo Brasil, do Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos, ligado ao bloco. O governo brasileiro estava devendo essa resposta a seus sócios havia sete anos. Haverá também uma discussão sobre a criação de uma unidade de participação social e de uma diretoria de Comunicação Social.

A maior concentração do trabalho, porém, é no campo econômico. Ainda que não seja possível assinar o acordo de compras governamentais, a cúpula será marcada pela continuidade de discussão de grandes temas, segundo destacou Estivallet.

O Mercosul é presidido por um sócio a cada seis meses. Até o ano passado, a troca de comando significava muitas vezes a interrupção de discussões de temas que exigem mais fôlego. Agora, porém, há um acordo para dar sequência aos assuntos.

Os países discutem, por exemplo, a uniformização de requisitos técnicos dos produtos. Por exemplo, os automóveis recebem determinados componentes para atender à legislação brasileira e outros, diferentes, para o mercado argentino.

O Brasil pressiona para que os sócios aceitem incluir o açúcar no livre comércio do Mercosul. Esse é o único produto que não pode circular no bloco sem pagar tarifas.

O bloco também busca novos acordos, segundo destacou o embaixador Ronaldo Costa, diretor Departamento de Negociações Comerciais Extrarregionais. O Mercosul tenta fechar um entendimento com o Efta (Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein) e com o Canadá. Já realizou três reuniões com a Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, México e Peru).

Quer, ainda, ampliar a lista de preferências com a Índia. Retomou os entendimentos com Tunísia e Marrocos e iniciou conversas com a Asean (Indonésia, Filipinas, Malásia, Cingapura, Tailândia, Brunei, Mianmar, Camboja, Laos e Vietnã).

Fonte: O Estado SP

EUA pedem que AL resista à influência russa e chinesa

O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu trabalhar com os países latino-americanos para reduzir o poder do crime organização e limitar o que chamou de influência “maligna” de países como China e Rússia.

Na nova estratégia de segurança nacional que apresentou ontem, Trump assinalou como prioridade temas de sua campanha: a construção de um muro na fronteira com o México e a modernização dos acordos comerciais para que sejam mais “justos” e “recíprocos”.

O documento de 68 páginas divulgado ontem pela Casa Branca não menciona o México nenhuma vez, embora informe que os EUA darão apoio aos países latino-americanos para identificar os chefes do narcotráfico e suas empresas, para combater o poder do crime organizado. Os países mais citados no texto são Cuba e Venezuela.

A Casa Branca destaca que a China busca colocar a América Latina em sua órbita de influência, por meio de financiamentos e investimentos. Além disso, junto com a Rússia, a China apoia o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela – de onde os dois países concorrentes dos EUA procuram expandir os contatos militares e a venda de armas para o resto da região.

O governo Trump também convida os países do continente a se juntarem à iniciativa de “isolar os governos que se recusam a atuar como parceiros responsáveis no avanço da paz e prosperidade”.

A estratégia destaca ainda a necessidade de uma reforma nas regras de imigração para os EUA, para que sejam por mérito profissional e sem vínculo familiar.

Fonte: Infomet

Temer recebe presidentes em cúpula do Mercosul

Cinco líderes estrangeiros devem vir a Brasília para a reunião de cúpula do Mercosul, na quinta-feira, que marca o encerramento da presidência rotativa brasileira. O presidente Michel Temer deverá receber Mauricio Macri (Argentina), Tabaré Vásquez (Uruguai) e Horacio Cartes (Paraguai) – quatro sócios plenos do bloco -, além de Evo Morales (Bolívia) e David Granger (Guiana). Chile, Peru, Colômbia e Equador mandarão ministros e vice-ministros.

O subsecretário-geral de América Latina e Caribe do Itamaraty, Paulo Estivallet, destacou que a presidência brasileira no segundo semestre deste ano produziu um “resgate na área econômico-comercial” e uma “superação dos entraves acumulados nos últimos anos”. Além disso, em referência clara à aplicação da cláusula democrática contra a Venezuela, ele ressaltou ainda uma reativação do “compromisso com a democracia e os direitos humanos”.

Para ele, o Mercosul ainda não está “onde gostaríamos que ele estivesse”, mas conseguiu avançar e está melhor do que antes. Os quatro sócios têm a expectativa de anunciar um acordo para a abertura de seus mercados de compras governamentais e puderam eliminar barreiras no comércio. “Foram mais de 300 reuniões no semestre”, disse Estivallet.

“Estamos prontos para lançar formalmente negociações de livre comércio com Canadá e Coreia do Sul”, afirmou o embaixador Ronaldo Costa Filho, diretor do departamento de negociações comerciais.

Fonte: Infomet

Arábia Saudita reduz déficit orçamentário em 2017

A Arábia Saudita informou hoje que conseguiu reduzir seu déficit orçamentário este ano, à medida que esforços de Riad para equilibrar as finanças públicas, pressionadas pelo barateamento do petróleo, geraram resultado antes de um esperado aumento nos gastos públicos.
O déficit de 2017 foi equivalente a 8,9% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 12,8% em 2016, segundo a agência de notícias oficial Saudi Press Agency.
O resultado, porém, ficou acima do déficit de 7,7% do PIB projetado pelo governo saudita no ano passado.

Fonte: O Estado de São Paulo

Japão melhora previsão de crescimento do PIB, inflação ao consumidor deve ficar abaixo da meta do BC

O governo do Japão revisou para cima suas projeções de crescimento para este ano fiscal e o próximo, prevendo que a economia irá expandir 1,9 por cento e 1,8 por cento respectivamente diante da melhora constante da demanda doméstica, disse o Escritório do Gabinete nesta terça-feira.
A inflação ao consumidor foi estimada em 0,7 por cento para este ano fiscal e em 1,1 por cento para o próximo, destacando o desafio para o banco central acelerar a inflação à sua meta de 2 por cento.
As projeções anteriores para o Produto Interno Bruto eram de crescimento de 1,5 e de 1,4 por cento respectivamente para este ano fiscal e para o próximo.
A economia do Japão tem expandido a um ritmo constante neste ano, ajudada pelo crescimento das exportações que tem sustentado o setor industrial. A principal questão para as autoridades continua sendo a inflação persistentemente baixa, o que complica os esforços do banco central para deixar seu forte estímulo.
As estimativas de crescimento do governo são mais altas do que as do banco central e da maior parte dos economistas do setor privado, enquanto as projeções de inflação são mais fracas do que as do Banco do Japão.

Fonte: Reuters

Banco Mundial eleva previsão de crescimento de 2017 para China, mas mantém as de 2018 e 2019

O Banco Mundial elevou nesta terça-feira sua previsão para o crescimento econômico da China em 2017 para 6,8 por cento, de 6,7 por cento projetado em outubro, com o consumo pessoal e o comércio externo sustentando a expansão.
Mas o banco com sede em Washington manteve sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto da China em 2018 e 2019 em 6,4 por cento e 6,3 por cento, respectivamente, devido à política monetária menos expansionista e ao esforço do governo para controlar a alavancagem e o crédito.
Os principais riscos de baixa para a previsão são o aumento da alavancagem do setor não financeiro e a incerteza sobre os preços das moradias.
“Apesar da recente desaceleração, o crédito continua a crescer consideravelmente mais rápido do que o PIB. Os empréstimos bancários em aberto atingiram 150 por cento do PIB em novembro de 2017, ante 103 por cento no final de 2007”, informou o Banco Mundial em sua atualização econômica da China.
A economia chinesa cresceu 6,9 por cento nos primeiros nove meses do ano, mais rápido do que o esperado, mas a campanha de Pequim para reduzir os riscos no setor financeiro aumentou os custos dos empréstimos, elevando as preocupações de que o crescimento do PIB pode ser afetado no próximo ano.
Mas um forte crescimento neste ano deu às autoridades uma oportunidade para acelerar a desalavancagem, que “deve vir ao custo de um crescimento mais lento do PIB no curto prazo, mas vai melhorar as perspectivas econômicas de longo prazo da China”, apontou o relatório do Banco Mundial.
Os riscos externos para a economia da China incluem o potencial para políticas comerciais mais restritivas nas economias avançadas e as tensões geopolíticas, segundo o relatório.

Fonte: Reuters

Redação On dezembro - 19 - 2017
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.