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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018






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Atividade econômica do Brasil cresce 0,29% em outubro, mostra BC

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), teve expansão de 0,29 por cento em outubro na comparação com setembro, informou o BC nesta segunda-feira.
O resultado foi melhor do que a expectativa em pesquisa da Reuters, que apontava recuo de 0,15 por cento, na mediana das projeções dos especialistas consultados.

Fonte: DCI

IGP-M avança 0,88% na 2ª prévia de dezembro com alta dos preços no atacado, diz FGV

O forte avanço dos preços no atacado impulsionou o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) para uma alta de 0,88 por cento na segunda prévia de dezembro, contra 0,37 por cento no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, subiu 1,20 por cento no período depois de avançar 0,43 por cento na segunda prévia de novembro.
As Matérias-Primas Brutas subiram 2,09 por cento, contra queda anterior de 1,34 por cento, dado principalmente o comportamento dos itens minério de ferro, bovinos e leite in natura.
A pressão ao consumidor também contribuiu para o resultado do IGP-M no período, com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, acelerando a alta a 0,31 por cento na segunda leitura de dezembro, de 0,23 por cento no mesmo período do mês anterior.
A maior contribuição para o IPC foi dada pelo grupo Educação, Leitura e Recreação, que avançou no período 0,78 por cento, contra recuo anterior de 0,2 por cento, com destaque para o comportamento do item passagem aérea.
Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,27 por cento, contra alta a 0,28 por cento na segunda leitura de novembro.
O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.
A segunda prévia do IGP-M calculou as variações de preços no período entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Fonte: DCI

IPC-S sobe 0,34% na 2ª quadrissemana de dezembro ante 0,39% na anterior, diz FGV

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,34% na segunda quadrissemana de dezembro, informou nesta segunda-feira, 18, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,05 ponto porcentual abaixo do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador havia apresentado variação de 0,39%.
Das oito classes de despesas analisadas pela FGV, três apresentaram decréscimo em suas taxas de variação no período: Habitação (0,53% para 0,21%), Transportes (0,92% para 0,74%) e Comunicação (0,01% para -0,11%).
Em contrapartida, o grupo Alimentação voltou ao terreno positivo (-0,14% para 0,02%). Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,92% para 1,08%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,35% para 0,36%), Vestuário (0,31% para 0,55%) e Despesas Diversas (0,03% para 0,14%).

Fonte: DCI

‘Prévia’ do PIB do Banco Central tem alta de 0,29% em outubro

O nível de atividade da economia brasileira registrou crescimento em outubro, primeiro mês do quarto trimestre, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta segunda-feira (18).
O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) teve expansão de 0,29% em outubro, na comparação com setembro. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes).
Quando comparado a outubro de 2016, o IBC-Br aumentou 2,92% (neste caso, sem ajuste sazonal).
De acordo com informações da autoridade monetária, outubro foi o segundo mês seguido de alta do indicador de atividade. O IBC-Br registrou crescimento em seis dos dez primeiros meses deste ano.
Houve alta do índice em janeiro (+0,58%), fevereiro (+1,41%), junho (+0,49%), julho (+0,33%), setembro (+0,27%) e outubro (+0,29). Em abril, houve estabilidade e foi registrada queda em março (-0,34%), maio (-0,15%) e agosto (-0,35%).
Os números do BC mostram ainda que, nos dez primeiros meses deste ano, o indicador do nível de atividade registrou uma expansão de 0,75%, sem o ajuste sazonal. Com o ajuste, o aumento foi de 0,85%.
No acumulado em 12 meses até outubro, a prévia do PIB (indicador dessazonalizado) do Banco Central registrou crescimento de 0,26% (sem ajuste, a alta é de 0,21%).
Produto Interno Bruto
O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,6%, mas registrou alta nos três primeiros meses deste ano (+1,3%), no segundo trimestre (+0,7%) e também no período de julho a setembro (+0,1%).
O governo estima atualmente que a economia brasileira vai registrar crescimento de 1,1% em 2017. Para o mercado financeiro, a expectativa é de uma alta da ordem de 0,96% para a economia neste ano.
IBC-Br
O IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB.
O cálculo dos dois é um pouco diferente – o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.
Definição dos juros
O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Atualmente, a taxa Selic está em 7% ao ano, na mínima histórica, e a estimativa do mercado é de que recue para 6,75% ao ano em fevereiro.
Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.
Para 2017 e 2018, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

Fonte: G1

Governo quer divulgar texto da reforma da Previdência o mais rápido possível

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, cobrou que o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), apresente a versão final do texto “o mais rápido possível”.

Segundo o ministro, que participou de uma reunião com o presidente Michel Temer e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), neste domingo, 17, os deputados precisam conhecer o quanto antes o conteúdo do projeto para que possam assimilá-lo e retomar a votação da reforma em fevereiro.

“A expectativa que temos é que se possa ter o mais breve possível a emenda aglutinativa do relator, para que todos tomem conhecimento, porque até agora não se tem”, disse.

Moreira evitou comentar as pressões do funcionalismo público para abrandar a proposta. O Palácio do Planalto resiste em aceitar as modificações que ainda estão sendo negociadas pelos deputados, criação de uma regra de transição mais benéfica para servidores que entraram antes de 2003.

“Partimos do entendimento que não se irá fazer mudanças que comprometam o que foi dito até agora. Por exemplo, tudo que diz respeito ao mundo rural, vai estar fora do texto. E também temos que manter a integridade do combate aos privilégios. Nós não podemos perder o foco, e o foco é o combate aos privilégios”, defendeu Moreira.

Para tentar ampliar o apoio da população à reforma, o governo tem investido na propaganda de que a proposta põe fim aos privilégios. Com a aprovação do texto, servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada seguirão regras iguais para se aposentar.

Com o adiamento da votação para fevereiro, no entanto, os servidores públicos voltaram a protestar e pretendem aumentar as manifestações no próximo mês.

Fonte: O Estado SP

Setor de serviços cai em outubro e acumula queda de 3,4% no ano

O volume de serviços prestados no país recuou 0,8% em outubro, frente a setembro, pela série com ajuste sazonal, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Foi o quarto mês consecutivo de queda do indicador. Em setembro, o setor havia recuado 0,3%, número que não sofreu revisão.

Conforme a pesquisa do IBGE, o volume de serviços recuou 0,3% na comparação a outubro de 2016. No acumulado em 12 meses, o setor registrou baixa de 3,7% no volume. Nos dez primeiros meses do ano, a baixa acumulada foi de 3,4% frente ao mesmo período de 2016.

A receita nominal do setor, por sua vez, recuou 0,2% em outubro, frente ao mês imediatamente anterior. Quando comparado ao mesmo mês do ano passado, porém, houve alta de 5%.

Outros indicadores conjunturais tiveram comportamentos mistos em outubro. A produção da indústria cresceu 0,2% em outubro, frente a setembro. Já as vendas do varejo tiveram queda de 0,9% nessa mesma base de comparação, abaixo do piso das expectativas do mercado.

Fonte: IABr / Infomet


Redação On dezembro - 18 - 2017
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