Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018






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Indústria já vê retomada do consumo

Após a substituição dos produtos caros pelos mais baratos por parte dos consumidores durante a crise, o chamado “downgrade”, agora a indústria de bens de consumo começa a se animar com a possibilidade de retomada da venda de itens de mais valor unitário.
Na área de alimentos, a produção física deverá avançar entre 2,8% e 3% em 2018, após uma expansão de 1,3% neste ano, que reverteu as quedas de 2016 (-0,9%) e de 2015 (-2,9%). “O crescimento da renda tende a alavancar produtos de maior valor, reduzindo a alocação em produtos mais básicos”, diz o economista da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos (Abia), Denis Ribeiro.
Ele se baseia em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam um aumento de 4,2% da massa de rendimento real habitual no trimestre encerrado em outubro sobre igual intervalo do ano passado.
“Deveremos voltar a um ponto médio de consumo”, acrescenta Ribeiro, ponderando que a indústria ainda não retomará os níveis observados anteriormente à crise, mas que haverá em 2018 elevação de volume com recuperação de margem.
Uma área que cresceu muito durante o período de expansão da economia foi a de queijos e seus derivados. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq), Fábio Scarcelli, a produção do setor deverá crescer cerca de 3,6% no ano que vem, após uma expansão entre 1,5% e 2% em 2017. “Mais renda aumenta o consumo de produtos lácteos como um todo”, afirmou, destacando que cada um ponto percentual de expansão da renda eleva em 1,2 ponto percentual a produção de leite e derivados.
Entre os fabricantes de massas e biscoitos também já é observada uma melhora. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Paes (Abimapi), Claudio Zanão, ressaltou que principalmente no segmento de biscoitos, que conta com mais de 1.500 tipos de produtos, espalhados por diversas marcas, se observou muito claramente a opção por marcas mais baratas. “A crise tirou muitos produtos do mercado”, analisa, ponderando que em 2018 a indústria deverá retomar o movimento de lançamentos de forma mais intensa. “Isso é uma questão de sobrevivência. Ao menos uma mudança nas embalagens ou novos sabores precisa ocorrer”, disse.
Engrenando
A expectativa positiva está calçada, sobretudo, nos prognósticos de alta do PIB, que poderá ficar na faixa de 2,5% a 3% em 2017. Particularmente, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) projeta que o PIB será puxado pelo incremento do consumo, com um avanço de aproximadamente 3,9% no próximo ano.
Uma das consequências mais perversas da crise foi a maior seletividade no momento de ir às compras, inclusive até abandonando por completo determinados itens considerados supérfluos. “O consumidor passou a fazer mais escolhas, gastando em algumas categorias e menos em outras. Antes da crise, só se incorporava”, diz a analista sênior de pesquisas da Euromonitor, Angélica Salado.
Ela destaca que 2018 será o momento das indústrias investirem no lançamento de novos produtos, especialmente dos que foram adiados durante a crise. “As indústrias vão tentar fidelizar os consumidores que já tinham durante o movimento de ‘trade down’ e reconquistar as fatias de mercado perdidas pela recessão”, avaliou.
Para o analista da Eleven Financial Raul Grego, as famílias vão voltar gradativamente em 2018 a um consumo de maior valor agregado. Na avaliação dele, parte dessa demanda deverá se concentrar em itens com elementos de “saudabilidade”. “Há uma cultura se enraizando de consumo de maior valor. Isso é algo que já vemos”, destacou.
Ribeiro, da Abia, acrescentou que o próprio passado recente, pré-crise, de consumo de maior qualidade, está na memória dos consumidores. “A vida moderna nas grandes cidades contempla esses produtos de mais valor. Essa é uma dinâmica que veio para ficar”, pontuou.
Bebidas
No segmento de bebidas é onde se observou um dos maiores movimentos de redução das categorias de consumo. Isso se refletiu não só na escolha de marcas mais baratas, mas também na própria diminuição do consumo. Entre as alternativas da indústria para driblar a crise esteve a redução do tamanho das embalagens, como o que ocorreu principalmente com refrigerantes. “O terceiro trimestre já foi marcado por uma melhora do desempenho do setor”, afirma o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Bebidas (Abir), Alexandre Jobim. Segundo ele, para 2018 o setor deve investir e ampliar o portfólio de produtos com menor teor de açúcar e em lançamentos.

Fonte: DCI

 

 

Montadora chinesa chega a Anápolis e vai gerar cinco mil novos empregos

Numa manhã histórica para Goiás e decisiva na consolidação do Estado como um dos maiores polos metais mecânicos do País, o governador Marconi Perillo participou ontem quinta-feira, dia 14, na sede Grupo Caoa, em Anápolis, do lançamento oficial da parceria da companhia com a maior e mais tradicional montadora de veículos da China, a Chery, com previsão de investimentos de R$ 2 bilhões no Brasil e geração de 5 mil empregos diretos só em Goiás.

“Não há nada mais importante que o emprego”, disse Marconi, afirmando que o investimento representa o compromisso de suas gestões com o desenvolvimento econômico e humano de Goiás e de Anápolis.

Além do presidente do Grupo Caoa, Mauro Correia, prestigiaram a solenidade de anúncios dos novos investimentos o prefeito de Anápolis, Roberto Balestra, os secretários Joaquim Mesquita (Gestão e Planejamento), Francisco Pontes (Desenvolvimento). Ao saudar o Grupo Caoa por apostar Goiás, Marconi disse que valeu a pena acreditar na empresa, hoje uma das mais sólidas do País, que passou pela crise econômica, maior que a depressão de 1929, sem promover sequer uma demissão e agora anuncia um investimento que coloca Goiás na vanguarda do setor automobilístico, na medida em que se alia à gigante Chery, a mais tradicional fábrica de automóveis da China.

Marconi lembrou que trabalho pela instalação da Caoa em Goiás, em abril de 2007, muitos duvidavam e hoje a empresa, espelhando o espírito empreendedor de seu fundador, Carlos Alberto de Oliveira, é uma das mais sólidas do País. Sobre a parceria com a Chery, o governador ressaltou que o mais importante é que, a partir de agora, serão seis montadoras em Goiás, duas em Anápolis, fato que consolida o município como grande polo metal mecânico. A nova fábrica vai gerar milhares de novos postos de trabalho. “Mais importantes que os prédios bonitos, as máquinas sofisticadas, com alta tecnologia agregada são os empregos gerados”, disse Marconi, ressaltando que haverá impacto positivo em toda cadeia produtiva.

O governador destacou ainda que Goiás, com seis montadoras, passa a ser um dos mais importantes polos metais mecânicos do País. O novo investimento, ressaltou, consolida o Daia, agrega novos valores à mão de obra goiana e ainda insere definitivamente Goiás entre os estados mais prósperos da federação. “Hoje é uma manhã histórica, um dia para ser lembrado por todos nós”, arrematou Marconi.

Fonte: Goiás Agora

CE: Indústria espera ano melhor, após pequena reação em 2017

Avanço registrado pelo setor cearense nos primeiros nove meses deste ano ficou acima da média nacional

Setor que vem transformando a economia do Ceará, a indústria acumulou de janeiro a setembro um crescimento de 3,6% da produção física, após dois anos consecutivos de quedas significativas. Nos primeiros nove meses deste ano, o setor no Estado apresentou crescimento superior ao do País e ao do Nordeste.

“No que se refere à Produção Física Industrial, verifica-se, de maneira geral, um movimento de recuperação, com a predominância de taxas de variação positivas nos últimos meses”, destacou o Ipece no documento Farol da Economia Cearense, do início deste mês.

Ritmo poderia ser melhor

No entanto, para o presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Beto Studart, a recuperação neste ano foi aquém do que era esperado. “Neste ano, nós sentimos que a economia começou a dar um inflexão e que a indústria começa a dar sinais positivos de crescimento. Não foi no ritmo que a gente esperava, mas temos que agradecer que as coisas estão retomando. E para 2018, acredito que depois do segundo semestre, com um cenário eleitoral mais consolidado, a gente pode ter um céu de brigadeiro”, diz Studart. “Além disso, a empregabilidade é fundamental para essa melhora. E o nível de emprego já está melhorando”, avalia.

No ano, segundo dados do Ipece, o setor da indústria acumula queda de 1,57%, enquanto no acumulado de 12 meses a retração é de 3,46%. Entretanto, o resultado do terceiro trimestre, que registrou alta de 0,38%, já mostra uma sinalização de melhoria para o setor, que nos três trimestres anteriores havia registrado queda. O presidente da Fiec destaca ainda que o impacto da Selic próxima a 7% permite que haja recurso para investimentos. “Com essa taxa a gente tem maior capacidade para suportar o endividamento. E isso é muito importante”.

Destaque e expectativa

A exemplo do que ocorreu em 2017, o grande destaque da indústria cearense será a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), que responde por aproximadamente metade do PIB da indústria do Estado, e por metade do valor exportado pelo Ceará. No entanto, o governo deve fechar em 2018 o contrato para a instalação de uma refinaria de petróleo e de uma empresa petroquímica no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). Investimentos que deverão atrair novas empresas além de estimular o setor da construção civil. Entre os segmentos que devem se destacar no cenário esperado pela Fiec para 2018, Studart cita aqueles cuja produção está voltada para o mercado internacional, como o de calçados e siderúrgico. “Os que dependem mais do mercado interno estão com mais cautela, como é o caso da construção civil, que depende de muita mão de obra e ainda não se posicionou positivamente”, diz.

Much

De acordo com o economista Guilherme Muchale, da Fiec, tanto no Brasil como no Ceará a indústria é o setor mais otimista para o ano que vem. No Estado, a expectativa é de crescimento de 3% para 2018.

Acima de anos anteriores

“A indústria deve conseguir fechar o próximo ano com um bom resultado e trazer esse impacto para o mercado de trabalho, que tiveram em agosto e outubro seus melhores meses”, ele diz. “De todo modo, o grau de confiança do empresário industrial neste ano já está bem acima dos anos anteriores”, considera.

Segundo divulgou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) na última quinta-feira (13), a estimativa para o ano de 2018 é de um crescimento de 3% da indústria do País. Para este ano, a projeção é de um avanço em torno de 0,2%.

Reforma

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, nos últimos três anos, o setor acumulou retração de 10,9%. A CNI ressalta, no entanto, que as projeções levam em consideração a aprovação da Reforma da Previdência, cuja votação no Congresso, o governo adiou para 19 de fevereiro de 2018.

Fonte: Diário do Nordeste / Infomet

Após dois anos de recessão, construção civil reage em Mato Grosso do Sul

Expectativa do segmento é fechar ano com alta de até 1% nas vendas de imóveis

Dados do estudo Indicadores Imobiliários Nacionais, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), apontam que houve melhora de cenário no mercado imobiliário nacional no terceiro trimestre deste ano, em relação a igual período de 2016. Tanto as vendas como lançamentos cresceram 4,2% e 14,7%, respectivamente. Em Mato Grosso do Sul, embora o setor tenha atravessado o terceiro ano seguido de dificuldade por causa da recessão econômica brasileira, também há sinais de reação. Enquanto a entidade projeta tendência de estagnação para o segmento no fechamento de 2017, para Mato Grosso do Sul a expectativa é de crescimento de até 1%, conforme sindicatos da área de construção e habitação locais, consultados pelo Correio do Estado.

Motivos não faltam: de acordo com análise de entidades do setor da construção e imobiliário, o Estado foi um dos poucos que se manteve com a atividade econômica em alta, em função da celulose, da pecuária, agricultura e do ramo sucroalcooleiro. “Foram poucos, mas tivemos lançamentos. Estamos concluindo lançamentos antigos. Neste ano, a Caixa andou balançando nos financiamentos, mas não andamos para trás. Tivemos a maior recessão da história entre 2015 e 2016. Então se registrarmos crescimento de 0,8%, 0,9% ou 15 neste ano, será um sucesso absoluto”, comentou o presidente do Sindicato da Habitação de Mato Grosso do Sul (Secovi-MS), Marcos Augusto Netto.

Ainda conforme o dirigente da entidade, o cenário neste último trimestre de 2017 pode ser considerado ligeiramente positivo para a habitação estadual, se for considerado o mesmo período dos dois anos anteriores. “Houve queda de juros e a queda da inflação. Tudo isso é positivo para a economia e reflete nas taxas de juros do financiamento imobiliário. O financiamento imobiliário está em torno de 9,3% ao ano. Se as nossas taxas ficarem mais baixas, para o mercado imobiliário é ótimo”, comentou.

Fonte: Correio do Estado / Infomet

Montadoras Chery e JAC Motors instalam unidades em Goiás

A implantação das novas unidades acontecerá nos municípios de Anápolis e Itumbiara.

Mesmo em meio ao cenário de crise nacional, o governador Marconi Perillo mantém a economia de Goiás atrativa para os investimentos, entre eles de gigantes mundiais. É o caso das montadoras Chery e JAC Motors, ambas chinesas, que anunciaram a implantação de novas unidades no Estado.

O Grupo SHC confirma os investimentos nesta segunda-feira (18/12), em assinatura de protocolo de intenções com o governador para construção da planta da JAC em Itumbiara. Na semana passada, a Caoa oficializou, em Anápolis, a implantação de linha de montagem da Chery.

O Grupo Caoa vai investir ao todo US$ 2 bilhões no Brasil, a maior parte em Goiás e o restante em sua outra unidade, em Jacareí (SP). O SHC vai anunciar hoje aporte de R$ 160 milhões para implantar a JAC em Itumbiara, no galpão em que estava a Susuki, que transferiu suas operações para Catalão, junto à planta da Mitsubishi.

De acordo com o presidente do Grupo Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, a maior parte dos US$ 2 bilhões irá para a fábrica de Goiás. “Será três vezes maior que a de São Paulo e atrairá novos investimentos e empregos indiretos, porque demandará novas fábricas de peças e de outros fornecedores”, declarou em encontro com o governador Marconi Perillo no dia 12 de dezembro. O protocolo de intenções será assinado na tarde desta segunda-feira, 18, no Palácio das Esmeraldas.

Com a instalação das duas montadoras, Goiás se consolida entre os Estados com o maior número de montadoras de automóveis e máquinas agrícolas, produzindo seis marcas: Hyundai, Chery, Mitsubishi, Suzuki, John Deere e JAC Motors.

Os incentivos fiscais promovidos pelo governo de Goiás, a logística e infraestrutura das rodovias foram fatores determinantes para a vinda dessas duas novas montadoras para Goiás. “São investimentos vultosos que vão transformando Goiás, cada vez mais, num Estado industrial e gerador de empregos”, destaca o governador Marconi Perillo.

Fonte: Jornal Opção / Infomet

Indústria do Paraná fecha o ano com crescimento acima de 5%

O desempenho da indústria paranaense da transformação foi puxado pelos setores de máquinas e equipamentos e automotivo.

Depois da queda registrada em 2016, a indústria de transformação retomou o ritmo e deve encerrar 2017 com avanço na produção acima de 5% no Paraná. É o Estado com maior taxa de crescimento da produção industrial no País neste ano. Em 2016, com a crise econômica, o setor havia registrado uma queda de 4,3%.

A projeção, feita pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), toma como base a retomada do setor, que ganhou fôlego ao longo dos meses. De janeiro a outubro, o crescimento foi de 5%, de acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ficou à frente de Mato Grosso (4,6%), Amazonas (4,4%) e Santa Catarina (4,1%).

O desempenho no acumulado do ano também é bem superior ao do Brasil, de 1,4% no período. Especificamente em outubro, na comparação com o mesmo período do ano passado, a indústria do Paraná cresceu 4,2%.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 

Em dez meses, o desempenho da indústria paranaense da transformação (que não inclui a atividade extrativa) foi puxado pelos setores de máquinas e equipamentos e automotivo, com crescimento de 48,2% e 18%, respectivamente. “O setor de máquinas e equipamentos, especialmente na produção tratores e colheitadeiras, foi beneficiado pelo crescimento do agronegócio, com a boa safra agrícola”, afirma Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Ipardes.

Segundo ele, além do avanço da renda no campo, que permitiu ao produtor investir mais na compra de maquinário, o segmento também vem registrando bons resultados nas exportações.
Com relação aos automóveis, o crescimento é atribuído à retomada do mercado interno, aumento das exportações e o lançamento de novos produtos. “O polo automotivo do Paraná é considerado o segundo maior em valor adicionado, reconhecido pela modernidade das plantas industriais, o que vem atraindo investimentos na produção de novos modelos”, diz.

O setor de minerais não metálicos, que abrange a área de cimento e calcário, recebeu investimentos de várias fábricas nos últimos anos no Estado e registrou o terceiro maior crescimento, de 9%, no acumulado do ano.

Outros destaques foram a fabricação de bebidas (2,5%), de produtos de madeira (1,8%), celulose e papel (2,3%), borracha e material plástico (4,9%), metal, exceto máquinas e equipamentos (1,1%) e móveis (2%).

Fonte: Bem Paraná / Infomet

Intenção de investimentos na indústria avança no trimestre

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria da Fundação Getulio Vargas (FGV) avançou 10,9 pontos no quarto trimestre em relação ao período anterior, atingindo 116,0 pontos, o maior nível desde o registrado nos primeiros três meses de 2014 (116,6).

O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre empresas industriais, o que ajuda prever tendências econômicas.

A edição do quarto trimestre de 2017 da Sondagem de Investimentos coletou dados de 752 empresas entre 2 de outubro a 30 de novembro.

Este é o terceiro trimestre consecutivo em que a proporção de empresas prevendo investir mais nos 12 meses seguintes superou a das que projetam investir menos, algo que não ocorria desde 2014. Entre o terceiro e o quarto trimestres de 2017 houve alta da parcela de empresas que preveem investir mais, de 21,1% para 26,6%, e redução da proporção das que preveem investir menos, de 16% para 10,6%.

Certeza dos planos
As empresas também são consultadas quanto ao grau de certeza em relação à execução do plano de investimentos nos 12 meses seguintes.

No quarto trimestre deste ano, a proporção de empresas certas quanto à execução do plano de investimentos (26,8%) superou a de empresas incertas (25,3%). No trimestre anterior estas proporções haviam sido, respectivamente, de 28,2% e 27,3.

Fonte: DCI

Redação On dezembro - 18 - 2017
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