Sindicato Nacional da Indústria de
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






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PMI composto da zona do euro avança a 55,8 em agosto

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que mede a atividade nos setores industrial e de serviços, teve ligeiro aumento em agosto, para 55,8, de 55,7 em julho, segundo dados preliminares publicados hoje pela IHS Markit.
O avanço acima da marca de 50,0 indica que a atividade econômica do bloco continuou se expandindo neste mês e em ritmo mais forte. O resultado surpreendeu analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam queda do indicador a 55,4.
Somente o PMI industrial da zona do euro subiu para 57,4 em agosto, de 56,6 em julho. Neste caso, a projeção do mercado era de redução do índice a 56,2.
O PMI de serviços do bloco, por outro lado, caiu para 54,9 na prévia de agosto, de 55,4 em julho, atingindo o menor nível em sete meses. A expectativa de analistas era de leve baixa do indicador, a 55,3.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

 

 

PIB do México avança 1,8% no 2º trimestre na comparação anual

O Produto Interno Bruto (PIB) do México cresceu 1,8% no segundo trimestre, na comparação com igual período do ano passado, informou o Instituto Nacional de Estatísticas do país nesta terça-feira. Após ajustes sazonais, a economia mexicana avançou 0,6% no segundo trimestre ante o anterior.
O país registrou seu 16º trimestre consecutivo de crescimento, com a força do setor de serviços compensando a fraqueza da produção industrial. Os números divulgados se traduzem em uma taxa anualizada de crescimento de 2,3%, em linha com a estimativa preliminar do mês passado, mas marcam uma desaceleração ante o crescimento anualizado de 2,7% do trimestre anterior.
O aumento do emprego, apesar do impacto da crescente inflação sobre os salários, tem apoiado o setor de serviços, enquanto a produção industrial ficou estável.
A expansão de 1,8% do PIB em relação ao segundo trimestre de 2016 foi negativamente afetada pelo feriado da Páscoa em abril. Isso levou o crescimento do primeiro semestre a 2,3%, na comparação com igual período do ano passado.
Agora, a expectativa é que a economia mexicana desacelere nos próximos trimestres. Economistas do setor privado e o governo projetam expansão de 2% em todo o ano atual, de 2,3% em 2016.
“Até agora, o crescimento econômico tem sido melhor que o esperado, especialmente considerando-se a perspectiva pessimista no fim do ano passado e no início deste, sobretudo por causa dos riscos de eventual ruptura nas relações comerciais entre México e EUA”, afirmou em nota o Banco Santander.
A primeira rodada de negociações sobre o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês) terminou no domingo em Washington. A próxima rodada ocorrerá a partir de 1º de setembro na Cidade do México.

Fonte: O Estado de São Paulo

China tem mais a perder que EUA em guerra comercial, diz relatório

Matéria publicada nesta terça-feira (22) pelo Financial Times afirma que o impacto imediato de qualquer guerra comercial entre os EUA e a China seria pior para Pequim, de acordo com uma nova análise da exposição das empresas multinacionais ao mercado chinês.
Times diz que nem os setores de exportação dos EUA e outros grandes países desenvolvidos serão significativamente afetados por uma desaceleração econômica na China, de acordo com um relatório da The Conference Board com base nos dados de exportação.
O grupo de pesquisa corporativo baseado em Nova York descobriu que as exportações de valor agregado dos EUA e da UE para a China eram equivalentes a 0,7 por cento e 1,6 por cento, respectivamente, dos resultados econômicos nacionais. Mesmo para o Japão vizinho, o valor era de apenas 2,1 por cento, acrescenta FT.
As exportações de valor agregado da China para os EUA, ao contrário, equivalem a cerca de 3 por cento do seu produto interno bruto, sugerindo que Pequim tem mais a perder em qualquer confronto comercial com a administração Trump, aponta o noticiário.
“Uma guerra comercial entre os EUA e a China, como visto através desses dados, não parece ser uma grande ameaça para a economia dos EUA”, disse Erik Lundh, um dos autores do relatório que é um economista superior do Conference Board.
O senhor Lundh, no entanto, advertiu que os danos colaterais causados pela guerra comercial global entre as duas maiores economias do mundo seriam consideráveis para ambos os lados.
“Uma guerra comercial entre os EUA e a China se espalharia por outras facetas importantes do relacionamento que poderiam ser bastante dolorosas para os EUA”, disse ele, observando que os consumidores americanos seriam atingidos por preços mais altos por bens importados. “Um colapso no comércio dos EUA com a China teria um impacto imediato nos consumidores em relação à inflação”.
Na semana passada, Steve Bannon, o polêmico assessor político do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que foi expulso na sexta-feira, disse que os EUA e a China estavam envolvidos em uma “guerra econômica”, da qual só poderia haver um vencedor.
O Ministério das Relações Exteriores da China respondeu que ambos os lados sofreriam em caso de maior fricção comercial entre as duas maiores economias do mundo, ressalta o diário financeiro.
Em seu relatório divulgado na segunda-feira, The Conference Board quebra os dados comerciais tradicionais que tratam, por exemplo, um trator canadense vendido na China como uma exportação inteiramente canadense, mesmo que seja construído em parte com componentes de origem norte-americana. Os números do Conference Board, em vez disso, contam os componentes norte-americanos do trator canadense como exportações dos EUA para a China.
Da mesma forma, os componentes provenientes da Coréia do Sul e Taiwan para um iPhone fabricado na China que é vendido nos EUA são contados como exportações coreanas e taiwanesas para os EUA, explica FT.
O relatório descobriu que, embora as exposições diretas e indiretas das multinacionais a tudo, desde as políticas cambiais chinesas até o turismo de saída, estão “intensificando em termos de alcance e magnitude”, de uma perspectiva comercial “o mundo, em geral, tem dependências baixas na China”.
Exceções notáveis incluem a Coréia do Sul e os grandes exportadores de recursos naturais, como a Austrália, cujas exportações de valor agregado para a China são equivalentes a 6,8 por cento e 4,4 por cento, respectivamente, da produção econômica anual. Pequim usou sua alavancagem econômica sobre Seul na tentativa de impedir a implantação de um sistema anti-míssil dos EUA.
Os números de comércio que capturam a complexidade das cadeias de abastecimento modernas, ao rastrear a origem dos componentes e não apenas os produtos acabados, tendem a mostrar que os desequilíbrios comerciais bilaterais são muitas vezes exagerados.
Em março, o Conference Board estimou que com base em exportações de bens e serviços de valor agregado, o déficit comercial dos EUA com a China em 2014 foi de US $ 200 bilhões – ou quase metade do déficit de US $ 360 bilhões com base em dados comerciais tradicionais.
A China é o maior importador mundial de alimentos e energia, comprando cerca de 20% das exportações globais em ambos os setores. É também o cliente dominante para muitas nações pequenas e ricas em energia. Em 2015, a China comprou 40-90 por cento do petróleo bruto produzido pelo Congo, Angola, Omã, Iêmen e Sudão do Sul.

Fonte: Jornal do Brasil

Temer admite rever alíquota de incentivo a exportadores

O governo deu sinais, ontem, que pretende ceder em alguns pontos de sua política fiscal. Ao participar de um evento, ontem à noite, com empresários do setor siderúrgico, o presidente Michel Temer disse que poderá rever a manutenção da alíquota de 2% de créditos tributários aos quais têm direitos os exportadores pelo programa Reintegra. O setor empresarial quer que a taxa aumente para 3%, como estava previsto para o ano que vem. No mesmo dia, no fim da manhã, para garantir a aprovação da nova meta de déficit primário para 2017 e 2018, de R$ 159 bilhões, os ministros da equipe econômica acordaram com parlamentares da Comissão Mista de Orçamento (CMO) que será enviado um novo projeto de lei revendo alguns artigos que foram vetados pelo Presidente da República no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2018. A ideia é que a proposta seja encaminhada ao Congresso Nacional até amanhã.

— Devo dizer que a primeira ideia era até eliminar os 2%, mas a ideia que prevaleceu foi manter os 2%. Mas estamos ajustando uma conversa de todos com a área econômica do governo para verificar se é possível ainda alguma modificação em face do que aqui foi dito — disse Temer.

A manutenção da tarifa do Reintegra em 2% foi anunciada, na semana passada, junto com o pacote de medidas fiscais, entre elas o aumento das metas. A ação teria um impacto positivo de R$ 2,6 bilhões nas contas de 2018.

Temer também falou sobre o fato de as contas públicas registrarem rombos fiscais até 2021. E disse que o país enfrenta um déficit assustador:

— A previsão que fizemos é que vai levar tempo para zerar o déficit público. Quando falamos em R$ 179 bilhões (previsão inicial), R$ 159 bilhões, estamos fazendo um déficit assustador. Não se resolve de um dia para o outro, vai se resolvendo ao longo do tempo.

O presidente afirmou que não é possível resolver os problemas do país num “passe de mágica”:

— Queira Deus que possamos fazê-lo em cinco, seis, sete anos. Não vamos ter a ilusão de que em pouquíssimo tempo, em dois, três anos, vamos resolver esse assunto.

No fim da manhã, após um encontro entre os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, e parlamentares da CMO e da base aliada, o líder do governo na Congresso, André Moura (PSC/SE), afirmou que pelo menos sete itens já foram costurados com a equipe econômica. A lista ainda não está fechada, e uma nova reunião deve acontecer hoje para que se chegue ao formato final.

Entre os pontos já acordados estão a diminuição do limite mínimo das emendas parlamentares individuais de R$ 250 mil para R$ 100 mil. Isso permitiria que mais emendas fossem liberadas para conclusão de pequenas obras. Deve entrar nessa lista ainda a permissão para que os vencimentos dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias sejam consignados no Orçamento da União em dotação exclusiva.

Governo quer votar até dia 31

A revisão de alguns vetos é uma estratégia do Palácio do Planalto para tentar acalmar os parlamentares da CMO e viabilizar a votação das novas metas de déficit primário. A equipe econômica quer votar o projeto antes do dia 31 deste mês, quando tem que enviar ao Congresso o Orçamento de 2018. Irritados com a quantidade recorde de vetos à LDO, os deputados e senadores haviam mandado ao governo o recado de que não estavam dispostos a ajudar no trâmite.

Depois de duas horas de reunião com integrantes da CMO para discutir os vetos à LDO, Dyogo Oliveira disse que o governo não vai voltar atrás nas emendas que podem prejudicar ainda mais o equilíbrio fiscal do país:

— O princípio que trabalhamos é que, diante de um resultado negativo elevado, vamos evitar ao máximo qualquer situação que piore esse equilíbrio fiscal. Não estamos abrindo a discussão sobre a parte financeira (da LDO), mas de uma série de questões procedimentais, de regras de divulgação de resultado, de transparência, que estão sendo avaliadas. Não temos capacidade de absorver maiores impactos financeiros.

Fonte: O Globo

Faltam acordos contra a bitributação com 7 dos principais importadores

Os acordos do Brasil para evitar a dupla tributação avançaram nos últimos anos, mas ainda faltam tratados com sete dos 20 principais parceiros comerciais do País neste ano.

Da lista com os principais importadores de produtos brasileiros, divulgada pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), sete países ainda não assinaram acordos para evitar a bitributação nos negócios com o Brasil: Estados Unidos, Alemanha, Cingapura, Irã, Reino Unido, Arábia Saudita e Uruguai.

O caso mais emblemático é o dos EUA, que ocupam a segunda posição entre os maiores compradores de itens brasileiros entre janeiro e julho deste ano. Segundo Linneu de Albuquerque Mello, professor de direito tributário da Fundação Getulio Vargas (FGV), a “cobrança excessiva” causada pela bitributação dificulta a evolução dos negócios com os EUA.

Hoje, um brasileiro que abra uma companhia em território americano poderá ser taxado duas vezes. Isso porque os Estados Unidos, que também são a principal fonte estrangeira de investimento em 2017, não fazem parte do grupo de 33 países que têm acordos com o Brasil para evitar a dupla tributação, segundo a Receita Federal.

Consultor sênior da Barral M Jorge, Alexandre Andrade afirma que os americanos não têm interesse no tratado. “Para eles, esse acordo faz menos falta do que para nós. Esse desenho de cobrança [com a bitributação] já foi inserido nos planos de negócio americanos e não é um grande problema”, explica.

Andrade também lamenta a falta de um acordo com a Alemanha, sexto principal importador durante este ano. O especialista diz que o tratado com o país europeu, suspenso desde 2006, era “muito importante” e “não deve voltar a vigorar tão cedo”.

Segundo Mello, uma das barreiras para o avanço dos compromissos internacionais é o desrespeito de algumas regras no Brasil. “Muitas vezes, os prestadores de serviços que já pagaram impostos no país de origem voltam a ser tributados aqui”. A cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) dos estrangeiros é uma das formas de violar esses acordos, de acordo com o especialista.

Ainda assim, um tratado com os russos foi aprovado no primeiro semestre pelo Congresso brasileiro e uma atualização do compromisso com os argentinos foi assinada no fim do mês passado por representantes dos dois países.

“A tendência é que esses acordos deem força aos investimentos e às trocas comerciais entre os signatários”, afirma Andrade. “Sem o acordo com a Rússia, uma pessoa física que prestasse serviço em Moscou e morasse em São Paulo teria que pagar impostos sobre a renda nas duas cidades”, exemplifica ele.

Em nota enviada para o DCI, a Receita Federal informou que estão sendo apreciadas no Congresso Nacional atualizações para os acordos com África do Sul, Dinamarca, Índia, Coreia do Sul e Noruega.

Evasão fiscal

Um dos principais objetivos dos acordos para evitar a bitributação, hoje, é combater a evasão fiscal e a elisão fiscal. De acordo com o Fisco, a troca de informações decorrente dos tratados ajuda a impedir que pessoas físicas e jurídicas evitem ou minimizem o pagamento de impostos.

“O Brasil está atualizado nesse sentido”, avalia Mello. Segundo ele, a proximidade do País com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que tem priorizado esse mesmo combate tributário, auxilia na criação de acordos que impeçam a elisão e a evasão.

A possível entrada do País na OCDE, que atualmente é estudada pelo órgão internacional, daria mais força a esse trabalho, indica ele.

Tratado com a Argentina

Assinado no dia 21 de julho, em evento que contou com a presença do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, o protocolo que atualiza o acordo para evitar bitributação com a Argentina seguiu para o Congresso Nacional. Se for aprovado pelos parlamentares e sancionado pelo presidente, o acerto trará mudanças importantes para a relação econômica com os argentinos, que ocupam a terceira colocação entre os principais importadores de produtos brasileiros.

Segundo relatório da consultoria Barral M Jorge, a nova legislação adotou “artigo de amplo alcance destinado a combater a elisão fiscal”, além de norma específica “que trata do intercâmbio de informações fiscais entre as respectivas administrações tributárias”.

Já a Receita Federal informou que as novas regras estabelecem limites, antes inexistentes, “ao nível de tributação na fonte em categorias específicas de rendimentos”, além de contar com um artigo para impostos sobre o capital.

Ainda segundo a Receita, o acordo atualizado busca estimular os “fluxos de investimentos produtivos recíprocos entre os países” e fortalecer as relações comerciais bilaterais.

Fonte: DCI

Nova sanção a China e Rússia aumenta tensão com os EUA

Os Estados Unidos decidiram ontem impor sanções contra empresas e indivíduos chineses e russos sob a alegação de que eles apoiam os programas de armamento da Coreia do Norte. A medida, no entanto, não atingiu bancos chineses, como era esperado.

O Departamento do Tesouro dos EUA indicou seis instituições chinesas, uma russa, uma norte-coreana e duas baseadas em Cingapura. Entre elas estão ainda a subsidiária de uma empresa chinesa na Namíbia e uma instituição norte-coreana, que também opera na Namíbia. As sanções atingem seis indivíduos – quatro russos, um chinês e um norte-coreano.

A medida ocorre após sanções mais duras decididas pelas Nações Unidas (ONU) neste mês, depois de a Coreia do Norte testar seus primeiros mísseis balísticos intercontinentais em julho.

A China reagiu com irritação, dizendo que Washington deveria “corrigir seu erro” de impor sanções a companhias e indivíduos chineses, para que isso não prejudique a cooperação bilateral. A embaixada russa nos EUA não respondeu ao pedido de entrevista.

O Tesouro americano disse que as novas sanções miram indivíduos que ajudam a Coreia do Norte em seus programas nuclear de e mísseis balísticos, além do comércio de energia. Elas incluem três importadoras de carvão chinês.

As medidas também visam atingir aqueles que ajudam a Coreia do Norte a enviar trabalhadores para fora do país e permitem a entidades norte-coreanas alvos de sanções terem acesso aos sistemas financeiros internacionais.

“O Tesouro continuará aumentar as pressões sobre a Coreia do Norte, mirando aqueles que apoiam o desenvolvimento dos programas nuclear e de mísseis balísticos, isolando-os do sistema financeiro americano”, disse em comunicado o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin. “É inaceitável que indivíduos e companhias da China, Rússia e outros países ajudem a Coreia do Norte a gerar receita que é usada para desenvolver armas de destruição em massa.”

O Departamento de Justiça também está tentando confiscar US$ 11 milhões de empresas que supostamente lavaram dinheiro para bancos da Coreia do Norte. Essas empresas incluem a Velmur Management e a Transatlantic Partners, sediadas em Cingapura, e a Dandong Chengtai Trading Co. da China, também conhecida como Dandong Zhicheng Metallic Material.

Uma nova rodada de sanções dos EUA já era esperada, mas Washington estava esperando apoio da China e da Rússia às medidas mais duras da ONU.

Segundo autoridades americanas na ONU, a ameaça de “sanções secundárias” dos EUA contra empresas chinesas ligadas à Coreia do Norte, assim como pressões comerciais, ajudaram a convencer a China a desistir da oposição às sanções da ONU.

As últimas iniciativas não afetaram as instituições chinesas que operam com a Coreia do Norte, algo que teria irritado muito Pequim. O governo Trump ainda espera que a China pressione o regime de Kim Jong-un.

“As sanções miram uma série de atividades ilícitas da Coreia do Norte e o foco nos facilitadores chineses é outra mensagem para Pequim”, disse Anthony Ruggiero, diretor da Foundation for Defense of Democracies. “Mas há elementos ausentes. Não há foco nos esforços dos bancos chineses que facilitam essas transações. Além disso, essas redes chinesas provavelmente têm empresas de fachada operando em nome delas e daqueles que não sofreram sanções.”

Especialista em sanções, Joseph DeThomas disse que a iniciativa dos EUA parece elaborada para reforçar sanções da ONU, mirando áreas que cobrem, como exportações de mão de obra e carvão. “A aplicação posterior de sanções a essas entidades poderá causar problemas diplomáticos, mas ajudará a respeitar a resolução da ONU.”

Para Richard Nephew, da Universidade Columbia, parece que o governo dos EUA está “explorando a tolerância ao uso de sanções secundárias”. “O fato de eles ainda não terem avançado sobre nenhum grande banco mostra que estão bastante nervosos com o risco de uma reação”, disse.

Fonte: Valor / Abinee

Redação On agosto - 23 - 2017
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