Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Siderúrgicas não devem elevar os preços

Os distribuidores de aços planos do Brasil avaliam que os preços do material vendido pelas usinas siderúrgicas do País deverão se manter estáveis nos próximos meses, após uma recente rodada de aumentos de entre 12% e 13%, afirmou ontem o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

Após a CSN comunicar distribuidores sobre aumento de 12,75% nos seus preços a partir de 25 de agosto, outras usinas, incluindo Usiminas e ArcelorMittal, fizeram anúncios semelhantes. A Gerdau foi a última do ciclo, informando, na última sexta-feira, aumento de 12,9% para bobinas a quente e chapas grossas para entrada em vigor entre 4 e 9 de setembro, disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro, a jornalistas.

Questionado se o Inda espera novos aumentos adiante, Loureiro afirmou que, após a nova rodada de reajustes, o “prêmio” do aço plano ficou positivo em torno de 3% a 4%. A expressão é usada pelo setor siderúrgico para designar como os preços no mercado estão ante os preços internacionais da liga.

“é muito mais provável que possa ceder um pouco do que subir mais nos próximos meses”, afirmou Loureiro, citando um contexto de fraqueza da economia interna, em que a entidade ainda trabalha com perspectiva das vendas dos distribuidores encerrarem o ano em queda de 5%.

Estoques – A perspectiva ainda negativa foi citada por Loureiro apesar de as vendas dos distribuidores em julho por dia útil terem sido as mais altas desde outubro de 2016 e de os estoques terem caído pela primeira vez neste ano, encerrando o mês passado em 925,7 mil toneladas.

As vendas dos distribuidores, responsáveis por cerca de 30% das vendas das siderúrgicas brasileiras, em julho tiveram alta de 5,7% sobre igual mês do ano passado, para 265,2 mil toneladas. Na comparação com junho, houve alta de 18,8%. Para agosto, a expectativa é de crescimento de cerca de 5% ante julho.

Segundo Loureiro, “há uma certa recuperação da nossa venda. As vendas para o setor automotivo melhoraram um pouco (…) bens de capital e máquinas agrícolas também. é uma recuperação muito tímida e muito em cima da exportação”, avaliou o presidente do Inda. “Definitivamente, poderíamos estar melhor se não houvesse todos os problemas (na política)”, acrescentou.

Fonte: Diário do Comércio

 

 

Distribuidores de aço plano veem estabilidade em preços de usinas após rodada de aumentos

Os distribuidores de aços planos do Brasil avaliam que os preços do material vendido pelas usinas siderúrgicas do país deverão se manter estáveis nos próximos meses, após uma recente rodada de aumentos de entre 12 e 13 por cento, afirmou nesta terça-feira a associação que representa o setor, Inda.

Após a CSN comunicar distribuidores sobre aumento de 12,75 por cento nos seus preços a partir de 25 de agosto, outras usinas, incluindo Usiminas e ArcelorMittal, fizeram anúncios semelhantes. A Gerdau foi a última do ciclo informando na última sexta-feira aumento de 12,9 por cento para bobinas a quente e chapas grossas para entrada em vigor entre 4 e 9 de setembro, disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro, a jornalistas.

Questionado se o Inda espera novos aumentos adiante, Loureiro afirmou que, após a nova rodada de reajustes, o “prêmio” do aço plano ficou positivo em torno de 3 a 4 por cento. A expressão é usada pelo setor siderúrgico para designar como os preços no mercado estão ante os preços internacionais da liga.

“É muito mais provável que possa ceder um pouco do que subir mais nos próximos meses”, afirmou Loureiro, citando um contexto de fraqueza da economia interna, em que a entidade ainda trabalha com perspectiva das vendas dos distribuidores encerrarem o ano em queda de cinco por cento.

A perspectiva ainda negativa foi citada por Loureiro apesar das vendas dos distribuidores em julho por dia útil terem sido as mais altas desde outubro de 2016 e dos estoques terem caído pela primeira vez neste ano, encerrando o mês passado em 925,7 mil toneladas.

As vendas dos distribuidores, responsáveis por cerca de 30 por cento das vendas das siderúrgicas brasileiras, em julho tiveram alta de 5,7 por cento sobre igual mês do ano passado, para 265,2 mil toneladas. Na comparação com junho, houve alta de 18,8 por cento. Para agosto, a expectativa é de crescimento de cerca de 5 por cento ante julho.

Segundo Loureiro, “há uma certa recuperação da nossa venda. As vendas para setor automotivo melhoraram um pouco (…) bens de capital e máquinas agrícolas também. É uma recuperação muito tímida e muito em cima da exportação”, disse o presidente do Inda. “Definitivamente poderíamos estar melhor se não houvesse todos os problemas (na política)”, acrescentou.

Fonte: Reuters

 

 

Linha Branca tem perspectiva melhor para 2018

Em quarto lugar em levantamento do Instituto Aço Brasil de grandes consumidores de aço, com 7,2% do total, o segmento de utilidades domésticas e comerciais tem na chamada linha branca – geladeiras, fogões, lavadoras e outros – o seu ponto forte, e apresenta uma perspectiva positiva para 2018. Mas, para 2017 o quadro ainda não é estimulante para o setor siderúrgico. “A linha branca tem perspectiva melhor para 2018 do que para 2017”, diz o economista Francisco Pessoa, da LCA Consultores.Dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) revelam que nos últimos anos houve forte redução do total de aço vendido para fabricantes de utilidades domésticas e comerciais e mais ainda para os de eletrodomésticos. De janeiro a junho de 2011 o segmento como um todo comprou 168,9 mil toneladas de aço das distribuidoras, equivalentes a 8% das vendas totais dos associados do Inda, sendo que a indústria de eletrodomésticos comprou 102 mil toneladas – 4,8% do que venderam as distribuidoras para todos os clientes e a 60% das compras do segmento de utilidades.

Neste primeiro semestre as vendas computadas pelo Inda somaram 70,7 mil toneladas para utilidades e 22,4 mil para eletrodomésticos. Como resultado dessa queda brusca, mesmo tendo havido queda geral no volume vendido pelos distribuidoras – de 2,12 milhões para 1,39 milhão de toneladas, respectivamente – a participação do segmento de utilidades domésticas e comerciais caiu para 5,1% e a da indústria de eletrodomésticos, para 1,6%, ou menos de um terço do que foi comprado pelo segmento como um todo.Pessoa, da LCA, ressalta que a linha branca é a que tem peso significativo para a indústria de aço entre os eletrodomésticos.

Os números do Inda corroboram as estatísticas do IBGE compiladas pelo Aço Brasil segundo as quais a produção de eletrodomésticos acumulou em 2016 uma queda de 25% em relação a 2013, tendo a queda anual sido de 5% em 2014, de 12% em 2015 e de 7,9% em 2016.Apesar da expectativa de estabilidade em 2017 e melhoria em 2018 para a linha branca, os dados do comércio varejista apurados pelo IBGE sinalizam recuperação do volume de vendas de eletrodomésticos como um todo este ano. Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), as vendas do setor cresceram 5,9% no primeiro semestre, embora permaneçam em 2,7% negativos no acumulado de 12 meses até junho.

Outro segmento importante no consumo aparente de aço, o de tubos com costura de pequeno diâmetro – representa 4,5% do total, segundo o Aço Brasil -, também apresentou queda nas suas compras dos distribuidores, embora, em decorrência da queda generalizada, tenha elevado ligeiramente a participação no total vendido pelos associados do Inda. No primeiro semestre de 2011 o segmento comprou 50,6 mil toneladas de aço, equivalentes a 2,4% das vendas totais do Instituto. No mesmo período deste ano as compras caíram para 37,9 mil toneladas, mas a participação subiu para 2,7%.Os dados da Associação Brasileira das Indústrias de Tubos e Acessórios de Metal (Abitam) mostram uma forte queda nas compras de aços planos (insumo básico do tubo com costura) pelo segmento de tubos de pequeno diâmetro a partir de abril deste ano, após um pico de 41,15 mil toneladas em março. Em julho o total comprado ficou em 25,22 mil toneladas, tanto de origem interna quanto externa.Segundo Hildeu Júnior, vice-presidente da Abitam, o setor sofreu impacto da redução de atividades do setor petróleo e da demanda das empreiteiras envolvidas na Operação Lava-Jato.

Fonte: Inda / Valor

 

 

 

Sindipeças vê com cautela indicadores econômicos

Para a entidade, melhoras pontuais trazem pouca informação sobre o futuro Alguns indicadores econômicos convergem para um 2017 um tanto melhor e é possível que a ideia de a economia se descolar da política se materialize. Ainda assim, as estimativas do Sindipeças, entidade que reúne fabricantes de componentes, permanecem conservadoras. “Estamos realmente torcendo para que as projeções da Anfavea, muito mais positivas, sejam mais realistas do que as nossas”, afirmou George Rugitsky, conselheiro do Sindipeças e palestrante do Workshop Planejamento Automotivo 2018, realizado por Automotive Business em 22 de agosto no Sheraton WTC, em São Paulo.

Para Rugitsky, as boas perspectivas para o fechamento deste ano se baseiam num primeiro trimestre muito forte, com queda da inflação (que puxou para baixo também a taxa Selic), e na liberação das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que alavancou a economia como um todo.

Mas, se tudo caminha bem, qual seria o motivo de tanto conservadorismo por parte da entidade? O conselheiro do Sindipeças é categórico em afirmar que tais eventos não se repetirão conjuntamente. “Temos boas estimativas pela frente, com a tendência de baixa da taxa de juros, com o equilíbrio da inadimplência, mas será preciso acompanhar tudo bem de perto e com muita calma,” afirma Rugitsky.

Motivos não faltam para uma postura cautelosa. Com anos de queda contínua, a indústria de autopeças se segurou nas exportações em detrimento do mercado interno, mas isso não resolveu a questão da rentabilidade do setor. No período, a base de fornecedores foi esfacelada e os investimentos ficaram muito aquém dos das montadoras. Mas, mesmo não sendo possível acompanhar a movimentação dos produtores de veículos, não houve problemas de abastecimento, segundo Rugitsky, porque a indústria local foi devidamente suprida.

A sofrida experiência também trouxe lições para o Sindipeças: “Agora precisamos investir na competitividade para nos inserirmos na cadeia global e não só na local, como tem sido até então. Após vivenciarmos a mais profunda crise em autopeças, sabemos que temos de construir uma nova base.”

Para 2018, com eleições, com o fim do Inovar-Auto e início da Rota 2030, tudo remete, na opinião do executivo, a um grande ponto de interrogação. A boa notícia para o segmento é que a participação das exportações de veículos de passageiros, caminhões e máquinas agrícolas permanece com indicadores bastante positivos, auxiliando o setor. No acumulado até julho os embarques somavam 439,6 mil unidades, número recorde para o período.

“Neste momento não conseguimos fazer grandes projeções. O novo programa governamental é algo para longo prazo, terá de ser construído e revisitado constantemente porque a indústria automobilística muda em velocidade extraordinária. Então, deve, por obrigação, ser um programa que realmente ajude a indústria como um todo.”

Fonte: Automotive Business

 

 

 

Tupy registra alta nas vendas ao setor automotivo

A Fundição Tupy fechou o segundo trimestre de 2017 com alta no volume físico de vendas (8% – 139,9 mil toneladas) e de 8,3% no faturamento, que totalizou R$ 921 milhões. O destaque do período foi o aumento do volume físico no mercado interno, com crescimento de 17% (a receita cresceu 18,4%), impulsionado pelas exportações de veículos e o aumento da demanda em máquinas agrícolas.

No mercado externo, que responde pelo maior volume dos negócios da empresa de Joinville, o crescimento foi de 5,5% em volume e de 6,3% nas receitas, “refletindo aumento nas aplicações de veículos comerciais leves e off-road em relação ao mesmo período do ano anterior”.

De acordo com o balanço divulgado na semana passada, a carteira do segmento automotivo foi constituída por 21% de produtos parcial ou totalmente usinados (contra 20,6% no 2T16). Do total fornecido ao setor automotivo, 15,5% eram constituídos de produtos em ferro vermicular (Compacted Graphite Iron – CGI, contra 16,8% no 2T16). Segundo a empresa, a queda na comparação trimestral foi ocasionada pelo crescimento proporcionalmente maior do volume de produtos produzidos em ferro cinzento ou nodular.

No segundo trimestre, 63,9% das receitas tiveram origem na América do Norte. As Américas do Sul e Central representaram 18,4%; a Europa, 11%; Ásia, África e Oceania responderam pelos 6,7% restantes.

O relatório do balanço informa que as receitas oriundas da venda de componentes para carros de passeio avançaram 32,6% no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já as vendas para aplicações em veículos comerciais apresentaram alta de 19% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Segundo a Tupy, “após períodos em que observamos baixo crescimento, o mercado de máquinas agrícolas está reagindo no Brasil. Seguindo esta tendência, as receitas da Tupy com vendas para esta aplicação cresceram 31,3% no segundo trimestre de 2017”.

Fonte: Usinagem-Brasil

 

COMPRA E VENDA DE AÇO POR REDE DE DISTRIBUIÇÃO CRESCEM EM JULHO, DIZ INDA
As compras de aço plano pela rede de distribuição em julho subiram 5% na relação anual para 234,9 mil toneladas, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Em relação ao mês imediatamente anterior houve alta de 2,3%.Já as vendas da rede cresceram 5,7% em julho na relação anual, para 265,2 mil toneladas. Na comparação com junho, o aumento foi de 18,8%.

Com isso, os estoques de aço na rede foram para 3,5 meses, com uma queda de 3,2% ante o mês imediatamente anterior, para um volume de 925,7 mil toneladas, registrando a primeira queda de volumes neste ano, ainda de acordo com a entidade.As importações tiveram forte alta de 200,5% para 117,9 mil toneladas, ante o mesmo mês do ano passado, segundo o Inda. Em relação a junho as importações foram 15,2% maiores. Esse crescimento é impulsionado principalmente pelas compras externas de zincados.Para agosto a projeção da entidade é de aumento de 5% nas compras e nas vendas.Apesar dos números mais positivos em julho em vendas de aço, dificilmente a rede de distribuição terá um desempenho melhor do que a queda projetada em 5% neste ano em relação ao ano passado, disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro.

Prêmio

O prêmio do aço plano no Brasil, que é a diferença de preço entre o aço importado e o nacionalizado, está hoje entre 3% e 4%, informou Loureiro. Neste mês as siderúrgicas anunciaram novos aumentos, depois de elevarem os preços em julho.A Gerdau, que ainda não tinha anunciado ajuste, irá aumentar o preço do aço plano (bobina a quente e chapas grossas) em 12,9%, a partir do dia 4 de setembro. Antes da Gerdau, CSN, Usiminas e ArcelorMittal já haviam anunciado ajustes.

O executivo disse ainda que houve um espaço para elevação dos preços no mercado interno por conta do aumento dos valores no mercado externo, em especial da China, na esteira da elevação os preços do carvão e minério de ferro.Loureiro afirmou que o aumento do preço recém-anunciado, diante deste cenário, deve ser implementado de fato. “Mas as empresas devem ter disciplina. Elas precisam buscar margem e não brigar pelo mercado”, disse.Olhando o cenário externo, a percepção é de que depois do forte aumento de preços na China, uma grande elevação não é esperada. “É mais provável ceder do que subir mais”, disse.

Redação On agosto - 23 - 2017
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