Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Lei que dá destino a embalagens e resíduos industrializados não pegou

No Brasil, a lei que deveria dar um destino a embalagens e resíduos de produtos industrializados completa, em agosto, sete anos, e ainda não pegou.

Todas as lâmpadas deveriam parar em lugares apropriados para separar o metal, o vidro, substâncias tóxicas, como o mercúrio com segurança. A empresa recicla 300 mil lâmpadas fluorescentes por mês e já instalou uma máquina nova, ainda em testes, para triplicar a capacidade de processamento.

Jornal Nacional: Só falta o pessoal entregar mais lâmpada?

“Com certeza, estamos esperando, preparados”, disse um homem.

A esperança passa pelo acordo fechado com o governo pelo setor de lâmpadas, dentro do que prevê a Lei Nacional de Resíduos Sólidos. Um dos raros acordos em vigor, sete anos depois da lei ter sido sancionada. Ele tem a adesão de 65 empresas e prevê a criação de quase quatro mil pontos de coleta, em todo o país, para ampliar o percentual de reciclagem desse material, que hoje não passa de 5%.
“A nossa meta é de atingir 20% das lâmpadas colocadas no mercado até o ano de 2021”, afirmou o gerente de operações William Wagner Gutierrez.

A falta de acordos com outros setores só agrava o problema dos lixões, que as cidades, pela lei, precisam eliminar. Não há quase nada decidido sobre eletroeletrônicos, medicamentos, embalagens, a chamada logística reversa, em que fabricantes e distribuidores se responsabilizam pela coleta.

“Nós estamos saindo de um sistema irregular, de um sistema inadequado e precário, que mata gente todo ano, e queremos ir para um sistema avançado. Isso tem um custo, que precisa ser justamente remunerado por todos os usuários”, explicou Carlos Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe, a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e de Resíduos Sólidos.

Calculando assim, sem exagero, qual o consumo de leite de uma família de quatro pessoas? Um litro por dia? Sete por semana, 30 por mês, em um ano, 365. Esse é o recado que um grupo de ativistas de São Paulo levou para uma empresa responsável por esse montão de vasilhames. Duas representantes foram recebidas. Junto com os sacolões, entregaram uma carta com elogios ao leite. Só ao leite.

“A gente é um consumidor satisfeito com o produto, mas não com a embalagem. Que eles se ocupem efetivamente da reciclagem desse material que eles estão pondo no mercado ou que eles troquem o material por um material menos nocivo ao meio ambiente como o vidro, por exemplo”, declarou a jornalista Carolina Tarrio.

Fonte: Abinee

Descarte de baterias automotivas é responsabilidade de todos

A participação do consumidor é crucial para o bom funcionamento do sistema de Logística Reversa de Baterias de Chumbo Ácido, pois pode iniciar todo o processo no momento da instalação de uma bateria nova, entregando a bateria usada.

Ao receber e armazenar corretamente as baterias entregues pelos clientes, o comerciante faz a conexão com os distribuidores e atacadistas, que farão coletas periódicas dos produtos nos estabelecimentos. Estes, por sua vez, devem armazená-los em conformidade com a legislação ambiental e entregá-los aos fabricantes, importadores ou empresas recicladoras. Este é o modelo de logística reversa instituído pelo Termo de Compromisso assinado entre o Governo do Estado de São Paulo, a Associação Brasileira de Baterias Automotivas e Industriais (Abrabat), o Instituto Brasileiro de Energia Reciclável (Iber) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Assinado em dezembro de 2016 e com vigência de quatro anos, o Termo de Compromisso tem como meta instalar pontos de entrega nos 645 municípios do Estado de São Paulo, além de garantir que, ainda em 2017, 75% da quantidade em peso de baterias inservíveis serão coletadas e destinadas em relação às quantidades em peso de baterias colocadas no mercado no Estado de São Paulo pelos fabricantes e importadores aderentes.

Com o objetivo de ampliar o sistema de Logística Reversa para recebimento, armazenamento e reciclagem das baterias automotivas, de motocicletas, de embarcações e industriais inservíveis (as do tipo chumbo ácido), a FecomercioSP lançou um Portal de Logística Reversa, que pode ser acessado pelo link www.fecomercio.com.br/projeto-especial/logistica-reversa/.

A adesão ao Termo de Compromisso pode ser feita através Plataforma da FecomercioSP, que redirecionará o comerciante para o site do Instituto Brasileiro de Energia Reciclável (Iber), que atua como entidade gestora do sistema de logística reversa de baterias de chumbo ácido nesse sistema. O Iber já possui 3.500 pontos de coleta cadastrados no Estado de São Paulo e continua fazendo esforço para ampliá-los ainda mais com a participação dos comerciantes e dos consumidores.

Sobre a FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 156 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro -, gerando em torno de 10 milhões de empregos.

Fonte: Abinee – Revista Meio Filtrante

Redação On agosto - 10 - 2017
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