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Tera-feira, 19 de Setembro de 2017






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Demanda por exportações é grande, mas empresários encontram desafios

Existe demanda no continente para que as vendas brasileiras tenham um crescimento ainda maior, mas os empresários precisarão driblar uma série de problemas para conseguir esse aumento.

Esse foi o prognóstico dos especialistas que participaram, ontem, do seminário Processos de Compra dos Importadores do Continente Americano, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Ao falar sobre o quadro atual, eles destacaram dados de uma pesquisa recente sobre a situação comercial da região. O levantamento, realizado pela companhia de logística UPS, descobriu que 47% das pequenas e médias empresas (PMEs) importadoras da América estão em busca de novos fornecedores internacionais. O estudo consultou 2.170 importadores, principalmente de mercadorias manufaturadas, em nove países do continente.

“Os Estados Unidos e a América Latina trazem grandes oportunidades atualmente. Há, sem dúvida, espaço para elevar as exportações”, afirmou Nadir Moreno, presidente da UPS do Brasil.

Entretanto, para avançar nas negociações, foi ressaltada a necessidade de uma atuação mais “proativa” dos vendedores. Isso porque 21% dos importadores consultados pelo levantamento indicaram que esperam que os possíveis fornecedores entrem em contato.

Também é preciso contornar problemas de logística, já que 28% dos consultados citaram o atraso na entrega como o principal obstáculo no processo de compra. Custos adicionais na importação foram o segundo maior entrave mencionado pela pesquisa.

“Os importadores de outros países dão muita importância aos prazos estabelecidos e à qualidade da informação fornecida. Para conseguir parceiros comerciais estáveis, é bastante importante estar atento a esses dois pontos”, afirmou Luiz Carlos Barboza, consultor associado da Red Global de Exportación (RGX).

Sobre o ponto da informação de qualidade, o estudo destaca a estrutura on-line: 42% dos consultados fazem compras via internet e grande parte deles dá importância ao site da empresa exportadora. No Peru, por exemplo, 70% dos compradores disseram que esse foi um fator importante para o fechamento do negócio.

Barboza também sugeriu que os novos exportadores comecem a trabalhar pelo hemisfério sul, buscando consumidores em países da América Latina e da África. Nessas regiões, as exigências burocráticas e os custos costumam ser menores que em países desenvolvidos, como os Estados Unidos e os europeus.

Durante o evento, também foram mencionadas as dificuldades dos exportadores brasileiros. Diretor adjunto titular do departamento da micro, pequena e média indústria da Fiesp, Marco Antonio dos Reis falou sobre a dificuldade para se obter crédito no País.

“Um problema é que os agentes [financeiros] não estavam repassando recursos para o crédito”, afirmou. Segundo ele, esse cenário pode mudar em breve, com um avanço dos desembolsos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O entrevistado também disse que o excesso de burocracia e a fraqueza da infraestrutura do País são dois dos principais empecilhos para uma melhora das vendas externas.

De acordo com os especialistas, as exportações brasileiras de manufaturados devem continuar crescendo no ano que vem, em grande parte porque a demanda interna deve continuar fraca.

Entre janeiro e julho deste ano, as vendas internacionais geraram US$ 126,471 bilhões, uma alta de 18,7% no confronto com 2016, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

Fonte: DCI

Governo estuda ampliação ou manutenção do Reintegra

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, disse ontem que sua pasta atuou com o Ministério da Fazenda pela volta do Reintegra com alíquota de 2% neste ano e que, para 2018, segue trabalhando pela sua manutenção ou ampliação.

“Estamos trabalhando nessa medida [ampliação ou manutenção”, afirmou Pereira, em discurso na abertura do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex 2017), organizado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), na cidade do Rio de Janeiro.

Fonte: DCI

China, Rússia e outros aliados barram medidas internacionais contra Venezuela

Ao mesmo tempo em que o governo americano e diversos países latino-americanos endurecem o discurso contra o regime de Nicolás Maduro, Caracas aposta em uma aliança ampla que costurou nos últimos 20 anos com dezenas de países em desenvolvimento para tentar se blindar no cenário internacional.

Nos bastidores, são esses governo aliados que têm impedido por enquanto qualquer tipo de ação maior contra a Venezuela, seja nas Nações Unidas, na União Europeia (UE), na Organização dos Estados Americanos (OEA) e mesmo na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Diplomatas de Caracas consultados pelo Estado admitiram que esperam que essa aliança não perca força, mas reconhecem que, a cada dia, a pressão sobre governos tem sido maior para que abandonem o apoio a Maduro.

Nas Nações Unidas, a prioridade de Caracas é que a crise não chegue até um debate no Conselho de Segurança. A reportagem apurou que Rússia e China já têm demonstrado em conversas privadas que não estão dispostas a considerar resoluções contrárias ao país sul-americano.

Nesta semana, o Kremlin criticou o fato de a oposição “usar apoio externo” para “escalar tensões”. Há dois meses, quando o presidente do Brasil, Michel Temer, esteve em Moscou para encontros com o colega Vladimir Putin, o tema entrou na agenda. Mas nenhuma posição comum foi adotada.

Os russos também são principais fornecedores de armas para a Venezuela. Levantamento interno da OEA constatou que Maduro foi o presidente latino-americano que mais comprou armas – no mundo, entre 2011 e 2015, Caracas ficou na décima posição sob o mesmo critério. A estimativa é que o governo bolivariano tenha 5 mil mísseis terra-ar de fabricação russa, o que o transformaria no país com o maior arsenal conhecido na América Latina.

GENEBRA – Ao mesmo tempo em que o governo americano e diversos países latino-americanos endurecem o discurso contra o regime de Nicolás Maduro, Caracas aposta em uma aliança ampla que costurou nos últimos 20 anos com dezenas de países em desenvolvimento para tentar se blindar no cenário internacional.

Nos bastidores, são esses governo aliados que têm impedido por enquanto qualquer tipo de ação maior contra a Venezuela, seja nas Nações Unidas, na União Europeia (UE), na Organização dos Estados Americanos (OEA) e mesmo na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Diplomatas de Caracas consultados pelo Estado admitiram que esperam que essa aliança não perca força, mas reconhecem que, a cada dia, a pressão sobre governos tem sido maior para que abandonem o apoio a Maduro.

Nas Nações Unidas, a prioridade de Caracas é que a crise não chegue até um debate no Conselho de Segurança. A reportagem apurou que Rússia e China já têm demonstrado em conversas privadas que não estão dispostas a considerar resoluções contrárias ao país sul-americano.

Nesta semana, o Kremlin criticou o fato de a oposição “usar apoio externo” para “escalar tensões”. Há dois meses, quando o presidente do Brasil, Michel Temer, esteve em Moscou para encontros com o colega Vladimir Putin, o tema entrou na agenda. Mas nenhuma posição comum foi adotada.

Os russos também são principais fornecedores de armas para a Venezuela. Levantamento interno da OEA constatou que Maduro foi o presidente latino-americano que mais comprou armas – no mundo, entre 2011 e 2015, Caracas ficou na décima posição sob o mesmo critério. A estimativa é que o governo bolivariano tenha 5 mil mísseis terra-ar de fabricação russa, o que o transformaria no país com o maior arsenal conhecido na América Latina.

Maduro diz que não obedece ‘ordens imperialistas’

Na China, a declaração oficial de Pequim é que “o governo e o povo venezuelano tem a habilidade de lidar com seus assuntos domésticos”. Pequim foi um dos maiores investidores no petróleo venezuelano na última década. E, em quase 20 anos, Pequim emprestou mais de US$ 60 bilhões para a Venezuela, ganhando acesso ao petróleo do país.

Diplomatas na ONU apontam que, para os chineses, o que importa não é a manutenção ou não de Maduro no poder, mas a garantia de estabilidade, mesmo que seja com outro governo.

No Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, que se reúne em setembro e também poderia discutir a crise venezuelana, o apoio costurado por Caracas é amplo e se vale principalmente do Movimento dos Países não-alinhados. Com Hugo Chávez, o grupo voltou a ter suas reuniões prestigiadas por chefes de Estado. Hoje, a Venezuela espera a retribuição de Bolívia, China, Congo, Cuba, Equador, Etiópia e África do Sul, entre outros.

Na Opep, a aposta dos venezuelanos para barrar alguma ofensiva de sauditas e outros aliados dos EUA é o governo do Irã. Os dois países aprofundaram suas relações nas últimas décadas a ponto de ser criada uma rota aérea entre Caracas e Teerã, que funcionou por alguns meses.

Mesmo na OEA, a falta de uma ação mais enfática se dá, segundo diplomatas, por ação da rede de pequenos países que passaram a ser abastecido com petróleo subsidiado pelo regime bolivariano por quase 20 anos. Agora, Caracas também cobra retribuição.

Por fim, a Europa também tem patinado em adotar sanções, como sugerem países como Espanha. Uma das vozes dissidentes é a da Grécia, cujo governo recorreu em diversas ocasiões aos venezuelanos durante a crise do euro. Atenas chegou a consultar Caracas sobre a possibilidade de aproximar o governo de um abastecimento de petróleo subsidiado por parte da Rússia.

Fonte: O Estado SP

Passados 10 anos, Europa anuncia fim da sua pior crise em seis décadas

Após dez anos, a Comissão Europeia deu por encerrada sua pior crise financeira em 70 anos, que acabou ganhando dimensões sociais e políticas. Num documento divulgado nesta quarta-feira, 9, a entidade admite que a crise trouxe para a Europa a “maior recessão em seis décadas”.

O colapso da economia obrigou, segundo as autoridades, a uma reforma do bloco que estaria dando resultados. “Hoje, a Europa cresce pelo seu quinto ano seguido, o desemprego está no nível mais baixo desde 2008, os bancos mais fortes, os investimentos se recuperam e as finanças públicas estão em melhores condições”, comemorou a Comissão Europeia.

Foi no dia 9 de agosto de 2007 que o banco BNP Paribas reconheceu sua exposição ao mercado de subprime nos Estados Unidos e foi obrigado a congelar fundos e ativos por não conseguir calcular o valor desses instrumentos.

O que parecia um problema isolado seria, pouco depois, reconhecido como o marco zero de um terremoto que derrubou governos, mudou a economia mundial e exigiu uma transformação geopolítica inédita.

Sem uma ação rápida por parte de bancos centrais, a situação ganhou dimensão inesperada e, em 2008, fez eclodir a pior crise financeira em 70 anos. Agora, a Europa dá por encerrada a crise e afirma que conseguiu resistir graças a “ações decisivas” tomadas por suas instituições.

O colapso da economia obrigou, segundo as autoridades, a uma reforma do bloco que estaria dando resultados. “A união econômica e monetária está mais forte do que antes”, disse o vice-presidente do bloco, Valdis Dombrovskis.

A União Europeia, mesmo assim, admite que o “legado da crise” ainda não terminou, principalmente nos aspectos sociais. Pierre Moscovici, comissário europeu de Assuntos Econômicos, insiste que esse legado não será corrigido sozinho. “Vimos uma maior divergência econômica e social entre os países da Europa se desenvolver. Precisamos promover uma maior convergência”, defendeu.

Ainda assim, a UE argumenta que o desemprego tem “caído de forma sistemática” e o euro, que chegou a ficar sob ameaça, hoje é a segunda moeda mais importante do mundo. Dos oito países que pediram resgate no auge da crise, apenas a Grécia está ainda sob um programa de apoio – o seu terceiro.

Quanto à taxa de desemprego, ela é hoje de 9,1%, a mais baixa desde 2009. Mas se a Alemanha tem seu menor índice desde 1990, a diferença entre os países do bloco persiste. Na Grécia, o desemprego continua em 21% e o país perdeu mais de 10% de seu PIB com reformas e austeridade. Na Espanha, o desemprego continua em 17%, ainda que abaixo dos 25% registrados no auge da crise.

No entanto, dados da Oxfam, divulgados em janeiro, indicavam ainda uma concentração de renda no mundo. Apenas 8 magnatas teriam a mesma renda de 3,6 bilhões de pessoas. Para Winnie Byanyima, diretora executiva da entidade, o problema não é apenas econômica e mina a própria democracia.

Fonte: O Estado SP

Superintendente do BNDES aponta no Enaex setores prioritários para financiamento à exportação

Para alavancar as exportações brasileiras, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) financiará setores estratégicos, como o de serviços e bens de capital. A afirmação foi feita pelo superintendente da instituição, Leonardo dos Santos, durante o Encontro Nacional do Comércio Exterior (Enaex), promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

De acordo com ele, o fomento às exportações no setor de serviços traz benefícios importantes para o país em termos de geração de renda e empregos qualificados. “Talvez essa seja a atividade que mais agrega fornecedores às suas vendas externas. A exportação de serviços, além de fomentar os serviços especializados de engenharia, gera também grande impacto positivo para as vendas de bens para o exterior”, disse.

Roberto Giannetti, vice-presidente da AEB, reforçou a necessidade de incremento do Proex para facilitar as exportações do setor produtivo nacional. “O spread tem que ser competitivo. Temos orçamento pra fazer equalização nos níveis autorizados pela OCDE, mas de forma arbitraria, não quiseram utilizar esse mecanismo no limite do possível. A redução de spreads de equalização implementada em 2015 reduziu significativamente a competitividade dos exportadores de bens de capital. Precisamos ter racionalidade para evitar a perda de competitividade do país”, concluiu.

Sobre o ENAEX

O encontro, o mais importante fórum de diálogo entre empresários e governo, reunirá representantes de toda a cadeia de negócios do comércio internacional para discutir as principais questões que envolvem o setor, com vistas a melhorar a competitividade dos produtos brasileiros.

Estão previstos workshops, painéis e debates sobre os principais temas relacionados ao setor. Os inscritos também terão a oportunidade de participar de despachos executivos e reuniões, assim como visitar a área de exposição com estandes de empresas, entidades, órgãos públicos e mídias especializadas.

Paralelamente ao evento, ocorrerá a reunião do Conselho de Comércio Exterior do MERCOSUL (MERCOEX), formado pelas coirmãs da AEB no âmbito regional: CERA (Câmara de Exportadores de La Republica Argentina), UEU (Unión de Exportadores delUruguay) e CIP (Centro de Importadores delParaguay).

Sobre a AEB

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) é uma entidade privada, sem fins lucrativos e de âmbito nacional, que representa o segmento empresarial de exportação e importação de mercadorias e serviços, bem como as atividades correlatas e afins. Fundada em 20 de agosto de 1970, a AEB tem como principal objetivo atuar junto aos órgãos públicos e privados pela adoção de medidas que favoreçam a expansão competitiva e sustentável do comércio exterior. Também busca promover a aproximação de todos os elos da cadeia de negócios com fins de estudos técnicos, cooperação e defesa dos interesses e objetivos comuns, visando ao desenvolvimento econômico e social do país.

Fonte: Infomet

Redação On agosto - 10 - 2017
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