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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






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O grupo siderúrgico Gerdau teve lucro líquido de R$ 75 milhões no segundo trimestre, queda de 5% na comparação anual.

Já o lucro líquido ajustado, que desconsidera efeitos extraordinários, foi de R$ 147 milhões no período, queda de 20,1% ante os R$ 184 milhões registrados um ano antes. Segundo a companhia, o resultado foi impactado por maiores despesas financeiras geradas por variação cambial.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 1,12 bilhão de abril a junho, queda de 6,7% ante igual intervalo do ano passado.

“O mercado interno apresentou redução no segundo trimestre quando comparado com o mesmo período do ano passado, principalmente, pelas menores vendas de aços longos devido ao baixo nível de atividade na construção civil. Já nas exportações, a queda dos volumes vendidos ocorreu por menores oportunidades no mercado internacional”, afirmou a companhia no balanço.

Vendas

A Gerdau teve queda anual de 12,6% nas vendas de aço do segundo trimestre, para 3,71 milhões de toneladas. A produção caiu 5%, para 4,1 milhões de toneladas.

Com o recuo nas vendas em volume, a receita líquida da empresa teve baixa de 10,6% no período, para R$ 9,17 bilhões. O custo das vendas recuou em 10,2%, a R$ 8,23 bilhões.

A siderúrgica terminou junho com relação de dívida líquida sobre Ebitda de 3,6 vezes, mesmo nível do registrado ao final do segundo trimestre do ano passado e ligeiramente acima do patamar de 3,5 vezes apurado no fim de março deste ano.

Recuperação em 2018

A Gerdau vê a retomada da economia brasileira apenas em 2018, diante de um cenário interno ainda desafiador e que motiva a companhia a manter a postura de priorizar investimentos mais rentáveis e reduzir índices de endividamento.

“Vemos sinais positivos no Brasil, pequenos, que tendem a indicar uma retomada da economia mais para 2018, mas isso não afeta nossa decisão de investimento” que é de manutenção do nível de R$ 1,3 bilhão de 2016, afirmou o presidente-executivo da companhia, Andre Gerdau Johannpeter.

O executivo comentou ainda, durante teleconferência com jornalistas, que a perspectiva de investimento da companhia no ano que vem deve ser semelhante ao que será desembolsado em 2017. (Reuters)

Fonte: G1

 

 

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Gerdau avalia perspectiva no Brasil ainda desafiadora, mas vê sinais de recuperação em 2018

 

O grupo siderúrgico Gerdau GGBR4.SA> vê a retomada da economia brasileira apenas em 2018 diante de um cenário interno ainda desafiador e que motiva a companhia a manter postura de priorizar investimentos mais rentáveis e de redução de índices de endividamento.

“Vemos sinais positivos no Brasil, pequenos, que tendem a indicar uma retomada da economia mais para 2018, mas isso não afeta nossa decisão de investimento” que é de manutenção do nível de 1,3 bilhão de reais de 2016, afirmou o presidente-executivo da companhia, Andre Gerdau Johannpeter.

O executivo comentou ainda, durante teleconferência com jornalistas, que a perspectiva de investimento da companhia em 2018 deve ser semelhante ao que será desembolsado em 2017. Ele evitou fazer comentários específicos sobre política de preços da companhia no Brasil ou no exterior, mas afirmou que o mercado internacional tem mostrado uma tendência de “retomada importante” de preços.

Segundo o executivo, apesar de sucessivas vendas de ativos, a Gerdau segue com índice de utilização de sua capacidade produtiva no mundo entre 65 e 70 por cento.

A companhia divulgou mais cedo queda de 20 por cento no lucro líquido ajustado do segundo trimestre sobre o mesmo período do ano passado, a 147 milhões de reais, pressionada pela fraqueza no mercado de aços longos no Brasil e redução de exportações.

As ações da companhia exibiam queda de 0,44 por cento às 12:25, enquanto o Ibovespa .BVSP> tinha desvalorização de 0,6 por cento.

Johannpeter afirmou também que a Gerdau ainda mantém foco em redução em indicadores de endividamento, que encerraram junho estáveis sobre o mesmo período do ano passado, em 3,6 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda).

O executivo voltou a defender a ampliação de alíquota do programa Reintegra, que restituiu impostos já pagos na cadeia de produção dos exportadores. Atualmente, o índice de restituição é de 2 por cento, mas o setor siderúrgico e outros da indústria da transformação têm pleiteado junto ao governo federal uma elevação para 5 por cento. (Reuters)

“O crescimento de 2 para 5 por cento seria muito importante para ajudar na rentabilidade das exportações, que nem sempre são rentáveis”, disse Johannpeter, afirmando que “existe sensibilidade no governo sobre o assunto, porém a decisão não é fácil…e tem a questão do déficit”.

Mais cedo, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, afirmou que o governo brasileiro está trabalhando para manter e até ampliar o Reintegra no próximo ano.

Fonte: Extra Online – Alberto Alerigi Jr.

Redação On agosto - 10 - 2017
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