Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






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Em maio, a produção da indústria cresceu em 10 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na comparação com abril, conforme pesquisa divulgada nesta terça-feira (11).

 

Os maiores avanços foram nos estados do Ceará (5,9%), Bahia (3,6%) e Pará (3,1%). Por outro lado, Amazonas (-3,6%) apontou o resultado negativo mais acentuado, seguido por Espírito Santo (-1,9%), Rio de Janeiro (-1,6%) e Minas Gerais (-0,2%).

 

Outros estados que tiveram crescimento na produção foram Rio Grande do Sul (2,5%), São Paulo (2,5%), Santa Catarina (1,4%), Paraná (1,4%), Região Nordeste (1,3%), Goiás (0,8%) e Pernambuco (0,1%).

 

Considerando todas as regiões, a produção da indústria brasileira cresceu 4% em maio ante mesmo mês de 2016 e avançou 0,8% na comparação com abril, segundo mês seguido de alta.

 

Na comparação anual, foi o maior avanço para maio em 7 anos – desde 2010, quando o setor cresceu 14,3% frente a maio de 2009. Já frente a abril, o resultado foi o melhor para o mês em 6 anos – desde 2011, quando o setor avançou 2,7%.

 

Nos cinco primeiros meses de 2017, o setor industrial acumulou acréscimo de 0,5%. Nos últimos 12 meses, a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 prosseguiu e ficou em -9,7%.

 

Comparação com maio de 2016

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial cresceu em 10 dos 15 locais pesquisados. O IBGE ressalta que maio de 2017, com 22 dias, teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior.

 

Santa Catarina (9,5%) assinalou a expansão mais intensa, impulsionada, principalmente, pelos avanços na produção dos setores de confecção de artigos do vestuário e acessórios, de metalurgia e de produtos alimentícios.

 

Paraná (7,6%), Rio Grande do Sul (7,4%), Ceará (7,4%) e São Paulo (4,3%) também registraram taxas de maior crescimento do que a média nacional (4%), enquanto Pará (2,9%), Rio de Janeiro (2,9%), Minas Gerais (2,5%), região Nordeste (1,4%) e Espírito Santo (1,2%) completaram o conjunto de locais com expansão.

 

Por outro lado, Mato Grosso (-3,5%) e Pernambuco (-3,2%) assinalaram os recuos mais elevados no período. Os demais resultados negativos foram observados na Bahia (-1%), Goiás (-0,6%) e Amazonas (-0,1%).

 

Acumulado do ano

No período de janeiro a maio de 2017, houve crescimento da produção em 10 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Rio de Janeiro (4,6%), Santa Catarina (4,3%), Espírito Santo (3,4%) e Paraná (3,1%). Houve aumento ainda em Minas Gerais (2,1%), Amazonas (1,9%), Rio Grande do Sul (1,9%), Goiás (1,5%), Pernambuco (1,3%) e Pará (0,2%).

 

Por outro lado, Bahia (-6,6%) apontou o recuo mais elevado, pressionado, principalmente, pelo comportamento negativo vindo dos setores de metalurgia e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis.

 

Os demais resultados negativos foram registrados por região Nordeste (-1,6%), Mato Grosso (-1,4%), São Paulo (-0,6%) e Ceará (-0,2%).

Fonte: G1

Redação On julho - 12 - 2017
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