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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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Meirelles volta atrás e mantém previsão do PIB deste ano em 0,5%

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quinta-feira, 6, que mantém a previsão para o crescimento da economia este ano em 0,5%. Ele conversou com a imprensa ao chegar a um hotel em Hamburgo, na Alemanha, onde vai participar da reunião do G-20, grupo das 20 maiores economias do mundo.
No último dia 28, Meirelles havia afirmado que o Produto Interno Bruto (PIB) do País deverá crescer em 2017 menos que o previsto pelo governo – a previsão oficial é de elevação de 0,5%. Ele classificou a alteração da previsão como moderada e disse que o governo iria divulgar oficialmente, nos próximos dias, a nova estimativa.
Segundo Meirelles, a previsão para o crescimento do PIB no último trimestre do ano, comparado a igual período de 2016, é 2%. Questionado se houve redução nessa estimativa, o ministro disse que ainda está dentro de uma faixa entre 2% e 2,7%?.
O ministro ainda avaliou que a economia brasileira está em uma “trajetória positiva e virtuosa, com inflação caindo, juro caindo e economia crescendo”. Ele ainda afirmou que a inflação “está bem” e as expectativas estão convergindo para próximo de 3%.

Fonte: O Estado de São Paulo

IPCA cai em 0,23% em junho, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu 0,23 por cento em junho, após alta de 0,31 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.
No acumulado de 12 meses até junho, o IPCA teve alta de 3,00 por cento, contra alta 3,60 por cento do mês anterior.
Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de analistas era de queda de 0,17 por cento em junho BRCPI=ECI, acumulando em 12 meses alta de 3,06 por cento.

Fonte: Reuters

Investimentos na economia cresceram 1,6% em maio ante abril, diz Ipea

O País registrou alta dos investimentos na economia na passagem de abril para maio, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 1,6%, na série com ajuste sazonal.
Na comparação com maio do ano passado, entretanto, o indicador recuou 2,9%. No acumulado do ano, a queda foi de 4,4%. A taxa do Indicador Ipea de FBCF em 12 meses passou de uma perda de 6% até o mês de abril para uma redução de 5,2% até o mês de maio.
Segundo o Ipea, o crescimento em maio ante abril foi explicado pelo avanço de 2,9% no consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came), que soma a produção industrial brasileira com as importações de máquinas e equipamentos, excluindo da conta as exportações.
Entre os componentes do Came, a produção doméstica de bens de capital subiu 2,8%, enquanto o volume importado cresceu 1,3%. O volume de exportações de bens de capital caiu 3,2% em relação a abril.
Já o indicador de construção civil teve um recuo de 0,7% em maio, quarta queda consecutiva. Contra o mesmo mês do ano anterior, a construção despencou 9,1%, ao passo que o Came saltou 9,9%.

Fonte: O Estado de São Paulo

Movimento do comércio cai 1,5% no 1º semestre, ante -8,3% 1 ano antes, diz Serasa

O movimento no comércio varejista do País fechou o primeiro semestre com nova queda, porém bem menos intensa do que a registrada em igual período do ano passado. É o que aponta o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Conforme o índice, o movimento dos consumidores nas lojas caiu 1,5% na comparação com os seis primeiros meses de 2016, quando cedeu 8,3%.
“A retração da atividade varejista no primeiro semestre de 2017 é explicada pelo elevado desemprego no país e pelos juros ainda altos dos crediários”, avaliam, em nota, os economistas da Serasa.
O setor da construção foi o que mais foi afetado, com as vendas de material registrando declínio de 14,4% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2016. Na sequência, ficou a categoria de móveis, eletroeletrônicos e informática, com recuo de 12,6%, seguida de perto pela retração de 12,4% no segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios.
O movimento nas lojas de veículos, motos e peças caiu 10% nos seis primeiros meses deste ano, enquanto o setor de combustíveis e lubrificantes teve queda de 6,8%.
Com inflação mais baixa, a Serasa destaca que a categoria de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, com declínio de 1,4%, foi a que registrou a queda menos intensa em relação ao restante. “Puxada pela deflação dos alimentos”, explica.

Fonte: O Estado de São Paulo

Retomada da economia não depende apenas do BNDES

A iniciativa de destravar os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciada por seu presidente, Paulo Rabello de Castro, foi considerada muito bem-vinda por economistas. Parte da dificuldade de a economia reagir, segundo especialistas, está justamente na carência de crédito, em particular do financiamento voltado a obras de infraestrutura, que sempre tiveram particular dependência da instituição.

O BNDES faz falta, explica o economista José Roberto Afonso, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Ele diz que o crédito do BNDES recua, em termos reais, desde meados de 2014, mas lembra que, junto, caiu o crédito dos demais banco.

Afonso reforça que o movimento do BNDES, para ter um efeito robusto, deveria ser acompanhado pelo mercado. “Para sair da recessão, é necessário retomar o crédito não apenas do BNDES, mas também do resto do sistema bancário, bem como do mercado de capitais e financeiro. Seria muito bom se todos trabalhassem juntos, como é comum no resto do mundo, sobretudo em economias avanças e liberais, onde o banco de desenvolvimento, ainda que seja estatal, atua em parceria e caráter complementar às demais instituições, inclusive privadas”, diz ele.

Juros. Também tende a ser bem recebida a permanência da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) nos financiamentos da instituição. A troca da TJLP pela Taxa de Longo Prazo (TLP) está em debate no Congresso e Rabello de Castro defende a sua permanência.

A mudança de taxa foi criticada em evento da associação de funcionários do banco, a AFBNDES. O encontro, ontem, no Rio, reuniu economistas como Felipe Rezende, professor assistente do departamento de Economia do Hobart e William Smith Colleges, de Genebra.

“Essa medida coloca mais volatilidade dentro da avaliação de risco (dos projetos) com impacto severo sobre os investimentos novos”, disse. Segundo ele, o País está fazendo o inverso do que ocorre no mundo, que tenta controlar as juros de longo prazo, e não liberá-los.

Fonte: O Estado SP

Governo estuda aumentar alíquota do PIS/Cofins sobre combustíveis

Os sinais de que a economia começa a reagir ainda não se refletiram em aumento de arrecadação do governo. Com a crescente incerteza em relação ao cumprimento da meta de rombo das contas públicas, de R$ 139 bilhões, integrantes da equipe econômica avaliam que será preciso elevar impostos. Segundo fontes ouvidas pelo GLOBO, o primeiro passo será mexer na tributação da gasolina. Internamente, o Ministério da Fazenda começa a defender uma alta da alíquota do PIS/Cofins sobre combustíveis em vez de modificar a Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico (Cide).

Na visão dos defensores de alterar o PIS/Cofins, a alternativa é melhor para a União porque não é necessário dividir a arrecadação com estados e municípios, ao contrário do que teria de ser feito com a Cide, de acordo com técnicos que falaram sob a condição de anonimato. Outra vantagem é que não é preciso o período de noventena (três meses) para que a alta entre em vigor.

No entanto, há pressões dentro do governo para que, se houver alta de tributos, a Cide seja escolhida como instrumento. Nesse caso, seria dado um incentivo para o setor alcooleiro. Na semana passada, o principal plano em estudo era criar uma alíquota flutuante para a Cide sobre a gasolina. Além de arrecadar mais com o tributo mais alto, ele teria um viés “verde” para estimular o uso de etanol em carros flex.

Se essa opção for escolhida, um novo mecanismo seria estabelecido: toda vez que a Petrobras aumentasse o preço da gasolina, a alíquota da contribuição diminuiria. No entanto, quando a estatal derrubasse o valor desse combustível, o imposto cairia, mas num patamar menor, o que deixaria o álcool mais vantajoso para o motorista.

— Não tem uma decisão tomada ainda. Há uma preferência da Fazenda pelo PIS/Confins para não ter de dividir com os estados — contou uma fonte.

Ipo do IRB é aprovado

Apesar da possibilidade de a alta de tributos ganhar força, o governo admite internamente que a situação para criar receitas é mais difícil por causa do acirramento da crise política.

— Como falar para a sociedade que ela tem de pagar mais imposto enquanto há uma denúncia contra o presidente no Congresso. A comunicação tem de ser muito bem feita — lembrou um interlocutor do presidente Michel Temer.

Todas as frentes abertas para levantar recursos são bem-vindas. Uma delas é acelerar o lançamento inicial de ações (IPO, sigla em inglês) do IRBBrasil RE, o antigo Instituto de Resseguros do Brasil.

De acordo com fontes, os sócios aprovaram que o IPO seja feito ainda neste ano com uma condição: que a venda fique entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões. Foram autorizadas reuniões com possíveis investidores para sentir o apetite em relação a esses papéis. Se a venda for concretizada por R$ 10 bilhões, o impacto no caixa do governo será imediato. Só o pagamento de Imposto de Renda e Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) poderia render até R$ 4 bilhões à União.

Fonte: O Globo

Redação On julho - 7 - 2017
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