Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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EUA consideram medidas de larga escala contra dumping de aço

 

O Secretário de Comércio dos EUA não especificou o tipo de medida de ampla escala que o presidente Donald Trump adotaria

Os Estados Unidos não terão escolha se não recorrer a medidas de “larga escala” para combater o dumping de aço se seus parceiros não ajudarem a encontrar uma solução comum para o problema, disse o Secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, nesta terça-feira.

Ross, falando via transmissão ao vivo para um evento econômico em Berlim promovido pela chanceler alemã Angela Merkel, disse que mesmo que países que não são fontes diretas de dumping podem enfrentar dificuldades nessas circunstâncias.

Ele não especificou o tipo de medida de ampla escala que o presidente Donald Trump adotaria para enfrentar o excesso de capacidade no setor siderúrgico, um problema importante para um governo que diz que quer tornar mais justos os laços comerciais dos EUA.

“Se o presidente Trump tomar medidas contra dumping, será com a esperança de provocar uma solução coletiva por nações importadoras”, disse Ross aos membros do partido conservador União Democrata Cristã (CDU) de Merkel antes que seu discurso fosse interrompido.

Um moderador explicou que Ross, que cancelou a viagem planejada para a Alemanha por causa de uma reunião de emergência na Casa Branca, passou do tempo de 10 minutos que lhe foi concedido. (Reuters)

Fonte: Exame / Infomet

 

 

 

Economia da China melhora no 2º tri, mas há riscos, mostra pesquisa

A economia da China continuou a melhorar no segundo trimestre, com os lucros corporativos subindo e aumento das contratações, mostrou pesquisa privada que entretanto sugeriu que o país pode ter que se preparar para momentos mais difíceis à frente.
A pesquisa trimestral com milhares de empresas chinesas realizada pelo Livro Bege Internacional para China mostrou que embora o setor imobiliário tenha desacelerado, a indústria melhorou mais e os setores de varejo e serviço se recuperaram depois de um primeiro trimestre difícil.
Isso reforçou uma série de dados recentes e declarações de autoridades que indicaram que elas estão trabalhando para conter os riscos financeiros e manter a economia equilibrada antes de importante reunião política este ano.
A pesquisa mostrou inesperado desempenho forte no setor de commodities apesar de alguma fraqueza de preços no segundo trimestre, com o setor de alumínio particularmente forte.
A melhora da economia, especialmente o mercado de trabalho saudável, é sem dúvida boa notícia antes da renovação da liderança em um congresso do Partido Comunista da China.
Ainda assim sinais de estresse no setor coporativo indicam dificuldades para as empresas. O Livro Bege disse que o fluxo de dinheiro foi negativo para muitas empresas e os níveis de estoque no segundo trimestre ficaram no nível mais alto na história da pesquisa.

Fonte: Reuters

 

 

 

Dados indicam economia chinesa em desaceleração

Os primeiros indicadores de junho da economia chinesa indicam que o setor industrial pode estar se enfraquecendo e que pode haver outros problemas para o segundo semestre deste ano.

Pequenas e médias empresas apresentaram o mais baixo nível de confiança em 16 meses; um indicador da indústria aferido por imagens de satélites caiu; e a condição no setor siderúrgico segue fraca. Mas há algumas notícias boas: o ânimo dos gerentes de vendas permaneceu positivo e as previsões de especialistas financeiros apresentaram uma recuperação.

A produção na segunda maior economia do mundo perdeu força no segundo trimestre, após um vigoroso início de ano, tendo havido desaceleração nos investimentos, algum aperto no crédito e evidências de que as restrições impostas ao mercado imobiliário estão começando a fazer efeito. Se a desaceleração piorar nos próximos meses, a decisão do governo de reduzir o risco no setor bancário poderá ser testada durante um período de transição da liderança política.

O premiê chinês, Li Keqiang, rebateu as preocupações com a economia chinesa e o risco representado pelo rápido crescimento da dívida nos últimos anos. Os riscos financeiros estão, “sob controle” e a China pode atingir suas metas de crescimento deste ano, afirmou.

Em seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Dalian, no nordeste do país, Li buscou dissipar os temores que levaram a Moody’s a rebaixar o rating de crédito da China no fim de maio e o Fundo Monetária Internacional (FMI) a emitir um alerta há duas semanas para que Pequim adote ações efetivas urgentes para controlar o crescimento do endividamento. Ele reconheceu que Pequim identificou a existência de alguns problemas, mas afirmou que não há “risco financeiro sistêmico” na China.

Entre os dados negativos para a economia chinesa, o Índice de Confiança de Pequenas e Médias Empresas da Standard Chartered caiu para 54,7 – menor nível em 16 meses – sinalizando que essas empresas estão encontrando mais dificuldade para obter crédito, à medida que as agências reguladoras entram em ação para conter os riscos financeiros. Um sub-indicador de crédito caiu abaixo de 50, sinalizando deterioração pela primeira vez, escreveram os economistas Kelvin Lau e Hunter Chan, especializados no setor bancário.

Isso indica que os bancos estão mais hesitantes em emprestar a empresas menores, deixando-as sujeitas às consequências do aperto, disseram Lau e Chan. “Embora o banco central provavelmente vá disponibilizar recursos suficientes para evitar uma crise de liquidez, os bancos poderão preferir emprestar para empresas maiores, em não a pequenas, em meio a condições mais apertadas de liquidez.”

Vista pelos satélites, a situação também parece mais fraca. O atividade industrial parece estar em deterioração pela primeira vez desde agosto, segundo o China Satellite Manufacturing Index, que caiu para 49,6. O índice, publicado pela empresa SpaceKnow, de São Francisco, usa imagens de satélites comerciais para monitorar atividades em milhares de locais industriais. Mensurações acima de 50 indicam melhora na atividade; abaixo de 50 indicam deterioração.

O índice S&P Global Platts China Steel Sentiment continuou em nível fraco – a 38,12, numa escala que vai de 0 a 100 pontos. O indicador é baseado em pesquisas com cerca de 75 a 90 participantes do mercado do setor na China, entre eles traders e siderúrgicas.

“Esses participantes do mercado não esperam nenhuma grande melhora no próximo mês”, escreveu Paul Bartholomew, editor-chefe da S&P Global Platts, de Melbourne (Austrália). “A confiança no mercado exportador evaporou-se após dois meses mais fortes, pois clientes estrangeiros temem realizar compras quando a direção dos preços está tão pouco clara.”

Os gerentes de vendas, porém, estão mais otimistas. Um indicador de confiança baseado em pesquisas subiu para um pico de 52,5 em 20 meses, segundo a World Economics, empresa de pesquisas de Londres. “Veremos uma pequena elevação geral, mas nada dramática”, disse o diretor executivo Ed Jones. “Se a tendência ascendente de crescimento do mercado e de aumento das vendas persistirem, a perspectiva será positiva”.

A confiança dos investidores externos na perspectiva chinesa se recuperou neste mês em relação a maio, segundo uma pesquisa do China Economic Panel, projeto conjunto do Centro de Pesquisa Econômica Europeia (ZEW), de Mannheim, na Alemanha, e da Universidade Fudan, em Xangai. O índice ZEW sobre expectativas dos investidores para a economia nos próximos 12 meses subiu de menos 0,1 em maio para 9,7 – ainda abaixo de 17,1 pontos, em abril.

Fonte: Valor / Abinee

FMI reduz previsões de crescimento para os EUA

O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse ontem que cortou as previsões de crescimento para a economia norte-americana para 2,1% em 2017 e 2018, derrubando sua premissa de que os planos de corte de impostos e de gastos fiscais do governo do presidente Donald Trump vão impulsionar o crescimento. Em comunicado após a revisão das políticas econômicas dos EUA, o FMI disse que o impulso da administração Trump provavelmente não deve ser alcançado porque o mercado de trabalho já está em nível consistente.

Fonte: DCI

Não haverá mais crises como a de 2008, diz presidente do FED

O sistema financeiro norte-americano está muito mais “seguro e saudável” após a crise financeira de 2008, afirmou nesta terça-feira, 27, a presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Janet Yellen.

A dirigente notou que as medidas tomadas após a quebra do Lehmann Brothers, incluindo a imposição de posições de capital muito mais robustas para os bancos e a realização de testes de estresse mais rigorosos, deixou o sistema mais resistente. Uma outra crise do tipo “é improvável ao longo de nossas vidas”, prosseguiu.

Em evento realizado pela Academia Britânica, Yellen notou que os modelos econômicos são apenas parte do material utilizado pelos dirigentes na formulação da política monetária.

“O Fed usa os resultados dos modelos para ajudar a prever o comportamento da economia”, explicou, acrescentando que informações como conversas com outros agentes do sistema financeiro.

A presidente da instituição também voltou a repetir que o Fed vai reduzir seu balanço de forma bastante gradual e previsível e que os mercados parecem ter assimilado essa informação. “Não vejo nenhuma reação significativa ao anúncio (da redução do balanço)”, disse.

Ainda em relação a possíveis novas crises, a dirigente afirmou que a instituição não mira determinados preços de ativos, apenas no duplo mandato de inflação e emprego. Por outro lado, ela observou que os preços dos ativos são importantes para a saúde do sistema financeiro de forma mais geral.

Questionada sobre sua relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Yellen preferiu não comentar o assunto. Apenas notou que o governo atual demonstra “um sólido respeito” pela independência do Fed e que se encontra constantemente com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

Fonte: O Estado SP

Redação On junho - 28 - 2017
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