Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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México sobe juros contra inflação

O Banco do México (o banco central mexicano) elevou a taxa de juros de referência em 0.25 ponto, chegando a 7%, em um esforço para reduzir a inflação. A meta inflacionária é de 3%, mas os preços recentemente subiram a uma taxa anual de 6%. O ministro das Finanças mexicano, José Antonio Meade, afirmou que é possível que ocorram outros dois aumentos da taxa de juros na tentativa de o banco central reduzir a inflação para menos de 4% no próximo ano.
A inflação atual se deve a um aumento nos preços da gasolina e a uma queda da cotação do peso com a eleição de Donald Trump. Em comunicado, o banco central mencionou a existência de riscos externos para a economia do México, como incertezas políticas vindas dos Estados Unidos, tensões geopolíticas e baixos preços do petróleo, mas expressou confiança na economia ainda neste ano e em 2018. A pressão sobre o banco central vem diminuindo depois que o peso mexicano subiu 18% desde a chegada de Trump à Casa Branca.

Fonte: Valor Econômico

 

 

Trump quer ampliar a exportação de GNL para equilibrar comércio

O presidente Donald Trump está preparando uma mudança da política energética dos EUA, com o uso das exportações de gás natural como instrumento de política comercial e encorajando vendas para a China e outros países da Ásia, em busca de criar empregos e reduzir o déficit comercial americano.

Numa tentativa de utilizar os recursos energéticos do país, Trump quer promover mais exportações de gás natural liquefeito (GNL) e não apenas usar esse recurso como arma geopolítica voltada para países como a Rússia, como fez o seu antecessor, Barack Obama.

O objetivo do esforço é ajudar as empresas americanas de GNL a firmar contratos de venda em países carentes de energia da Ásia, incluindo o Japão e a Índia.

Charif Souki, presidente do conselho da Tellurian, empresa de GNL, e ex-executivo-chefe da Cheniere, a única exportadora de GNL dos EUA, disse ontem que o governo Obama apoiou as exportações de GNL, mas que o atual governo está mais empenhado em apoiar o setor por causa da ênfase do presidente em criar empregos. “Trump não tem medo de exaltar o setor.”

Quanto Trump for a Varsóvia em junho, antes da reunião do G-20, deverá alardear o primeiro embarque de GNL da Cheniere para a Polônia, que chegou recentemente. Mas a mudança mais óbvia na posição americana ocorreu nas negociações com a China. Os EUA deram uma garantia explícita desejada por Pequim para considerar contratos com grupos americanos. O governo Trump espera que a decisão estimule as exportações de GNL para a China e ajude a reduzir o déficit comercial de US$ 300 bilhões que os EUA têm com o país.

Wilbur Ross, secretário do Comércio, e Rick Perry, secretário de Energia, vêm demonstrando nas últimas semanas o desejo do governo de ajudar a encontrar compradores chineses para o GNL americano, embarcado dos terminais multibilionários que estão sendo construídos ao longo da costa dos EUA no Golfo do México.

“O governo Obama no geral apoiou o desenvolvimento e as exportações de GNL, mas não via o produto como elemento crucial na estratégia comercial”, diz Daniel Yergin, veterano analista do setor de energia. “O governo Trump, com seu foco nos déficits comerciais bilaterais, vê o GNL como um modo de resolver esses déficits.”

Não houve restrições especiais à venda de GNL para a China no governo Obama, mas um executivo da Cheniere disse que disputas políticas sobre energia em Washington assustaram potenciais compradores chineses. Para acalmá-los, o Departamento do Comércio emitiu em maio uma nota dizendo que os EUA “dão boas-vindas à China” como comprador de GNL e que “não tratarão a China de maneira menos favorável”.

“Os chineses… estavam em busca desse tipo de garantia de que os EUA, o presidente, apoiam as exportações do setor de energia, e ponto final”, disse uma autoridade da Casa Branca. “Diante da revolução do xisto e da abundância da oferta de energia que temos hoje, não só podemos atender às necessidades domésticas, mas também podemos ajudar a garantir uma oferta global confiável e segura.”

Yergin, vice-presidente do conselho da IHS Markit, uma empresa de pesquisas, disse que o governo Trump poderá ainda encontrar compradores no Japão, que vem encorajando os EUA a usar o GNL para reduzir seu déficit comercial, e na Índia, cujo premiê, Narendra Modi, deve se reunir com Trump em Washington na segunda-feira.

A posição de Obama sobre a produção de gás natural sempre foi ambivalente, e as empresas de energia se queixavam das longas esperas na aprovação de construção de instalações e exportações de GNL. Uma ex-autoridade do governo Obama disse que ele tentou se equilibrar entre apoiar os empregos criados pelo xisto e gás, mas ao mesmo tempo admitir os riscos ambientais da exploração por fraturamento hidráulica.

Trump está deixando de lado os temores ambientais A autoridade da Casa Branca disse que o presidente não tem esse tipo de preocupação. O fraturamento hidráulico (fracking, em inglês) envolve injetar uma mistura de água, areia e produtos químicos em alta pressão em formações de xisto, para criar fissuras que permitem a retirada de óleo e gás. Ambientalistas afirmam que o processo cria sérios riscos de poluição do ar e da água e provoca atividades sísmicas.

Além do terminal de exportação ativo da Cheniere na Louisiana, avaliado em US$ 11 bilhões, cinco outros estão em construção e outros quatro, todos na costa do Golfo do México, foram aprovados.

Os contratos de GNL geralmente são assinados entre empresas privadas. Mas o governo americano pode influenciar o mercado facilitando a aprovação de projetos de exportação e oferecendo apoio retórico às empresas americanas.

Analistas dizem que a principal limitação ao GNL é um excesso de oferta no mercado mundial, dominado por Qatar, Austrália, Malásia e Nigéria. A IHS diz que o mercado global de GNL terá excesso de oferta até 2022-23.

Fonte: Valor

Câmbio acelera recuperação da rentabilidade do setor

O efeito da nova crise política sobre o câmbio pode acelerar a recuperação de rentabilidade pelos exportadores e contribuir para manter os embarques no radar por mais algum tempo.

Antes da crise as perspectivas de um dólar médio de R$ 3,20 de junho a setembro indicavam que as exportações fechariam o terceiro trimestre com perda de 0,5% na margem de lucro no acumulado do ano contra iguais meses de 2016. A pressão de custos de produção mais contida em razão do declínio da inflação aliada à possibilidade de dólar médio mais alto para o período podem contribuir para trazer o sinal para o terreno positivo. Se o câmbio médio de junho a setembro chegar a R$ 3,25 ou R$ 3,30, os exportadores passarão a acumular ganho de rentabilidade de 0,2% e 0,9%, respectivamente. Uma notícia boa frente ao primeiro trimestre, quando os exportadores amargaram queda de 6,4% na rentabilidade.

Os cálculos levam em conta a exportação total – básicos e industrializados – e foram feitos a pedido do Valor pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), que simulou o impacto de diferentes taxas de câmbio para a rentabilidade da exportação.

José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), ressalta que o dólar em torno de R$ 3,30 não cria expectativa de rentabilidade explosiva, mas a recuperação mais rápida da margem é uma boa notícia, principalmente para a indústria. “Esse câmbio traz uma perspectiva melhor. Não é hora, de buscar novos destinos ou não é suficiente para estimular quem está fora do mercado, mas a mudança pode ajudar a manter os embarques.”

Castro diz que muitos exportadores perderam margem ou chegaram a ter prejuízo nos embarques do primeiro trimestre em razão da valorização do real frente ao dólar. Segundo a Funcex, a rentabilidade das exportações caiu 6,4% de janeiro a março contra iguais meses de 2016. “Sair disso já é uma grande notícia e pode ajudar as empresas a passar o período de turbulência política.”

Para a rentabilidade das exportações alcançar variação positiva em relação ao ano passado, a taxa de câmbio média para o período de janeiro a setembro teria que ser de pelo menos R$ 3,20, aponta André Mitidieri, economista da Funcex. “Isso implicaria que para os próximos meses – de maio a setembro – a taxa de câmbio fique em torno de R$ 3,25”, avalia ele. Até antes das denúncias que envolveram o presidente Michel Temer, explica ele, o que se imaginava para o período entre maio e setembro era uma taxa de câmbio média de R$ 3,20. Nesse caso a cotação média dos primeiros nove meses do ano seria de R$ 3,15 e a rentabilidade da exportação no acumulado até setembro cairia 0,5%. Agora, porém, diz, a perspectiva é de câmbio mais próximo a R$ 3,30 para o período de junho a setembro.

A perspectiva de inflação menor também contribui para a melhora da rentabilidade porque diminui a pressão para a alta do custo de produção, outro componente importante da rentabilidade, avalia o economista da Funcex. Os cálculos da Funcex, diz ele, levaram em consideração 3,5% de crescimento do custo de produção de janeiro a setembro contra iguais meses do ano passado. A taxa é bem menor que a do ano passado, quando o custo de produção avançou 8,9% também no acumulado até setembro. No primeiro trimestre de 2017 o custo de produção subiu 5,1%.

Na mesma comparação, o preço médio de exportação também está mais favorável ao exportador. Mesmo com a queda dos preços de commodities nos últimos meses em relação aos praticados no primeiro trimestre, a perspectiva ainda é de ganho na comparação como ano passado. A Funcex projeta elevação de 14,9% no preço de exportação no acumulado até setembro. Uma taxa alta, embora menor que os 22,4% de expansão no primeiro trimestre.

Pelos cálculos da Funcex, um câmbio médio de R$ 3,25 de junho a setembro, já pode trazer um fôlego bem maior para a margem do exportador no segundo e terceiro trimestres. Nessa cotação para o dólar, a margem média dos embarques totais brasileiros sobe 1,62% no segundo trimestre e 4,14% no terceiro. Uma recuperação considerada relevante frente aos 6,4% de perda de margem amargada de janeiro a março. Sempre na comparação com iguais períodos de 2016. Se o câmbio de junho a setembro atingir a média de R$ 3,30, a rentabilidade do segundo e do terceiro trimestres sobem 2,2% e 5,7%, respectivamente. As simulações da Funcex também mediram a rentabilidade para cotações médias de R$ 3,35 e de R$ 3,40 entre junho e setembro. Essas taxas, diz Mitidieri, são consideradas mais “pessimistas”, mas resultariam em avanço de rentabilidade no acumulado até setembro de 1,6% e 2,2%, respectivamente.

A depreciação do câmbio traz maior competitividade e lucratividade para as exportações, mas o efeito não é uniforme para todos os setores, avalia Welber Barral, sócio da Barral M Jorge e ex-secretário de Comércio Exterior.

Para a indústria têxtil e de calçados, ou mesmo para o setor de máquinas e equipamentos, diz ele, um dólar a R$ 3,50 passaria a dar competitividade e lucratividade. Isso, diz ele, é uma média porque sempre há aquele que consegue alcançar mais vantagem competitiva com um câmbio mais valorizado. Na prática, diz ele, as empresas continuarão exportando porque atualmente os embarques contribuem mais para manter escala de produção.

Fonte: Valor

Brexit fica em segundo plano em cúpula da União Europeia

Em um tom bem mais brando do que o dos meses que antecederam as eleições britânicas — quando acabou perdendo força dentro do Parlamento —, a primeira-ministra britânica, Theresa May, prometeu ontem que os cidadãos da União Europeia residentes no Reino Unido poderão continuar vivendo no país após o Brexit, mas rejeitou o desejo de Bruxelas de que a Justiça europeia supervisione seus direitos. Se May parecia disposta a reduzir a tensão com seus pares continentais, depois de semanas de desencontros durante a campanha eleitoral, líderes como a chanceler federal alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Emmanuel Macron, deixaram claro que não queriam ser empurrados a discutir a saída do país do bloco durante a cúpula.

— Moldar o futuro dos 27 (países que compõem a UE) é a prioridade, não o Brexit — alfinetou Merkel, que mais tarde considerou a proposta de May como sendo “um bom começo”.

O próprio presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, lembrou que o encontro não é um “foro para as negociações do Brexit” — o bloco está decidido a manter a discussão centralizada na figura do negociador europeu Michel Barnier.

Durante um jantar de trabalho em Bruxelas, May expressou “seu compromisso claro” de não pedir a nenhum cidadão da UE que viva atualmente no Reino Unido de forma legal a abandonar o país, e expôs o que ela chamou de “acordo justo”. Em sua primeira incursão na cúpula desde o resultado das eleições, a premier evitou o tom linha-dura e ofereceu aos europeus no país há cinco anos a oportunidade de se obter uma nova categoria de cidadania — que os trataria como se fossem cidadãos britânicos no que diz respeito aos serviços de saúde, educação e aposentadoria, dentre outros.

Mais de três milhões de cidadãos europeus vivem hoje no Reino Unido, e cerca de um milhão de britânicos, nos países do bloco — em sua maioria, na Espanha.
— Vou apresentar alguns dos planos do Reino Unido, principalmente de como pretendemos proteger os direitos dos cidadãos da UE e dos britânicos quando deixemos a União Europeia — disse a primeira-ministra.

TUSK CITA BEATLES AO FALAR DA SAÍDA
Mas os líderes europeus deixaram claro que, pelo menos por enquanto, o Brexit estará relegado a segundo plano. Logo após o jantar, já sem a presença da premier britânica, como havia sido acordado com Tusk, os líderes discutiram os critérios para a escolha das cidades que acolherão as agências europeias sediadas em Londres — a Agência Europeia do Medicamento (EMA) e Autoridade Bancária Europeia.

E veio do presidente do Conselho Europeu um dos momentos mais relaxados do primeiro dia do encontro, que citou uma canção dos Beatles ao ter sido questionado sobre a possibilidade de reverter a saída do Reino Unido.

— A União Europeia foi construída por sonhos que pareciam impossíveis de serem realizados. Vocês podem dizer que eu sou um sonhador, mas não sou o único — afirmou, citando o conhecido trecho de “Imagine”, poucas horas antes de seu encontro com a premier britânica.

O bloco deve debater hoje os vários desafios que enfrenta: luta contra o terrorismo, defesa, crise migratória, comércio, além do inevitável Brexit. Se os prazos forem cumpridos, a saída do Reino Unido da União Europeia — referendada pelos britânicos há exatamente um ano — está prevista para março de 2019.

Fonte: O Globo

Líder da UE cita ‘Imagine’ e diz ter esperança de que Reino Unido fique

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, citou uma canção de John Lennon nesta quinta-feira (22), em uma cúpula em Bruxelas, ao afirmar que tem esperanças de que o Reino Unido não deixe a União Europeia.

Ele disse ter sido questionado sobre a possibilidade de reverter o “brexit”, o nome dado à saída britânica.

“A União Europeia foi construída por sonhos que pareciam impossíveis de serem realizados. Vocês podem dizer que eu sou um sonhador, mas não sou o único”, Tusk disse, com o conhecido trecho de “Imagine” (“you may say I am a dreamer, but I’m not the only one”).

Essa declaração, recebida por risos, antecedeu em algumas horas seu encontro com a primeira-ministra britânica, Theresa May, em que eles discutiram o “brexit”.

Tusk preside nesta quinta e sexta uma cúpula da União Europeia em Bruxelas, em que os líderes desse bloco discutem temas como a saída britânica e a defesa.

As reuniões ocorrem em meio a uma reforçada segurança, dias depois de as autoridades belgas terem frustrado uma tentativa de atentado na cidade. Um homem foi morto ao detonar uma bomba, sem deixar vítimas.

As negociações para o “brexit” começaram oficialmente nesta semana. A saída britânica foi aprovada em um plebiscito um ano atrás, em 23 de junho de 2016.

A primeira-ministra May chega à cúpula, no entanto, enfraquecida. Ela antecipou as eleições gerais para o início deste mês, com o plano de ampliar sua maioria parlamentar, mas acabou perdendo assentos. O Partido Conservador tem 318 cadeiras numa Casa de 650. May tinha 330 antes do pleito.

Não há consenso sobre a possibilidade ou não de reverter o “brexit”. A União Europeia já deu sinais de que estaria disposta a discutir esse cenário, mas o governo britânico não demonstra interesse. O acordo final, depois de dois anos de negociações, precisa ser aprovado pelo Parlamento britânico.

May defende o que é conhecido como um “brexit duro”, em que o Reino Unido deixaria também o mercado único europeu. Mas, depois de seu revés eleitoral, a posição tem sido contestada.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, pediu na quinta-feira que May mantenha o país no mercado único, que congrega 500 milhões de consumidores. Ele afirmou que “o governo precisa agora ouvir a vontade do povo”.

A primeira-ministra defendeu, no primeiro dia de cúpula, a garantia dos direitos dos cidadãos europeus que residem no Reino Unido, uma das reivindicações dos negociadores europeus. Essa população é hoje estimada em 3 milhões de pessoas.

POPULISMO

O início do encontro em Bruxelas foi de fato marcado por algum tipo de esperança, como sugerido pela canção.

Em uma nota enviada a líderes europeus antes da cúpula, Tusk celebrou as vitórias do bloco diante de repetidas ameaças do populismo.

A comemoração tem como contexto o feito de Emmanuel Macron, que barrou a ultranacionalista de direita Marine Le Pen nas eleições presidenciais de 7 de maio.

“Vamos nos reunir em um contexto político diferente daquele de alguns meses atrás, quando as forças anti-europeias estavam em alta.”

Tusk afirmou que a União Europeia voltou a ser vista como uma solução, em vez de um problema. As insatisfações em relação ao bloco, visto como benéfico apenas a parte da população, alimentam movimentos como a Frente Nacional de Le Pen.

Fonte: Folha SP

China reage à pressão da indústria de alumínio dos EUA para conter importações

 

A China rejeitou na quinta-feira as acusações de fabricantes e sindicatos de trabalhadores dos Estados Unidos de que inundou o mercado com alumínio barato e expulsou os produtores norte-americanos do mercado, dizendo que as medidas unilaterais punitivas de comércio não devem ser usadas para tentar remediar o excesso global do metal.

Em rara participação de uma autoridade chinesa em uma audiência do governo dos EUA, Li Xie, diretor da divisão de exportação do Ministério do Comércio da China, pediu ao governo do presidente Donald Trump que se abstenha de impor restrições sobre as importações chinesas de alumínio.

Ele falou em uma audiência do Departamento de Comércio dos EUA sobre a investigação de que importações estrangeiras de alumínio representam uma ameaça para a segurança nacional dos EUA. O governo também está conduzindo uma investigação separada sobre aço.

É amplamente esperado que o governo dos EUA imponha tarifas ou cotas sobre as importações de alumínio e aço.

“Os produtos de alumínio importados da China são produtos gerais de uso civil, como embalagens, telhados, sinais de trânsito e bens de consumo duráveis. Nenhum desses produtos implica segurança nacional”, disse Li.

Ele observou que as empresas chinesas não foram convidadas para a audiência e disseram que as sanções unilaterais não são uma resposta a uma questão global.

“O excesso de capacidade global é o resultado dos fabricantes, incluindo fraqueza no crescimento econômico global e demanda lenta. A solução para esses desafios envolve esforços conjuntos globais.” (Reuters)

Fonte: Extra Online / Infomet

Redação On junho - 23 - 2017
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