Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Ford tira produção do Focus do México e leva para China

A Ford anunciou nesta terça-feira que produzirá a próxima geração do modelo Focus na China, ao invés do México, para sua comercialização no mundo todo, o que renderá à montadora americana uma economia de US$ 500 milhões.

O novo Focus seria produzido inicialmente na fábrica que a Ford tem na cidade mexicana de Hermosillo.

A empresa anunciou em janeiro deste ano que Hermosillo produziria o Focus, e cancelou a construção de uma nova fábrica em San Luis Potosí (México), que demandaria um investimento de US$ 1,6 bilhão, algo que foi interpretado como uma concessão ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que agradeceu a decisão.

A montadora apontou em um comunicado que a produção do modelo começará na segunda metade de 2019 e que a maior parte dos novos Focus que serão vendidos na América do Norte virá “inicialmente” da China.

Posteriormente, também serão comercializados na América do Norte os Focus produzidos na Europa.

A Ford disse que a decisão de transferir a produção de Hermosillo para a China fará a montadora poupar US$ 500 milhões, que se somam aos US$ 500 milhões economizados com o cancelamento do investimento em San Luis de Potosí.

Joe Hinrichs, vice-presidente executivo da Ford, declarou que a transferência da produção do Focus à China permitirá à Ford “redistribuir o dinheiro” economizado “a novas áreas de crescimento da companhia”.

Hinrichs acrescentou que os investimentos terão foco “especialmente em SUVs, veículos comerciais, veículos de alto desempenho e mobilidade, veículos autônomos e veículos elétricos”. (EFE)

Fonte: UOL

 

BNDES: Aprovação de crédito para máquinas e equipamentos sobe 59% em maio

O BNDES aprovou a aquisição de máquinas e equipamentos acelerou em maio, resultando numa alta acumulada de 42% nos cinco primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2016.

 

Entre janeiro e maio, o BNDES aprovou mais de 29.700 operações da Finame, linha de financiamento de bens de capital, somando R$ 8,9 bilhões. Apenas em maio foram aprovados R$ 2,2 bilhões nesta linha, expansão de 59% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

 

Os desembolsos da Finame registraram em maio a primeira alta na comparação com o mesmo mês do ano anterior desde setembro de 2014. Foi liberado R$ 1,5 bilhão no mês passado, 11% acima do registrado em maio de 2016.

 

Os números confirmam sinais de recuperação da economia, como o crescimento de 1% do PIB no primeiro trimestre de 2017, registrado pelo IBGE, e a redução dos juros pelo Banco Central com a inflação baixa, que favorecem decisões de investimento.

 

A Finame constitui um dos primeiros indicadores de retomada, ao refletir os investimentos de curto prazo em modernização. As aprovações nesta linha costumam se converter em investimentos na economia rapidamente, já que a contratação e o desembolso acontecem, em média, em menos de duas semanas.

 

Sem considerar máquinas agrícolas, ônibus e caminhões, as aprovações de crédito para bens de capital saltaram 168% entre janeiro e maio, na comparação com o mesmo período de 2016.

 

Entre janeiro e maio, a Finame desembolsou R$ 6,9 bilhões, ainda 6% abaixo do patamar registrado no mesmo período do ano passado. O resultado, no entanto, representa uma desaceleração em relação à retração de 10% registrada no primeiro quadrimestre, em abril.

 

O principal destaque da Finame nos últimos cinco meses foi a alta de 18% dos desembolsos para o financiamento de equipamentos agrícolas, refletindo a safra recorde e os programas do Governo Federal operados pelo BNDES, como o Moderfrota.

 

Entre janeiro e maio, o BNDES liberou R$ 3,1 bilhões em crédito para aquisição de máquinas agrícolas, como tratores e colheitadeiras, contribuindo para o aumento da demanda da indústria de equipamentos e da produtividade no campo.

 

Quase 65% dos recursos desembolsados pela Finame nos cinco primeiros meses do ano foram para empreendedores individuais e para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs).

 

Capital de Giro

O BNDES tem atuado como importante fonte de capital de curto prazo para que as empresas atravessem a conjuntura atual preservando atividades e empregos. Entre janeiro e maio, a linha de capital de giro BNDES Progeren desembolsou R$ 2,7 bilhões, 365% a mais do que no mesmo período do ano passado.
Só em maio, foram R$ 516,5 milhões desembolsados nesta linha, alta de 526% na comparação com o mesmo mês de 2016. Cerca de 80% desse volume foram desembolsados para MPMEs.

 

Dados agregados

Os indicadores de desempenho do BNDES refletem o contexto econômico dos últimos dois anos. Apesar da queda de 22% no volume total de consultas, é possível identificar sinais de retomada das intenções de investimento neste indicador para segmentos industriais como Celulose e Papel (+501%), Química e Petroquímica (+295), Mecânica (+108%), Alimento e Bebida (+54%) e Têxtil e Vestuário (+16%).
Estes segmentos — assim como os de Telecomunicações (+22%) e Energia Elétrica (+20%) — também se destacam com altas significativas entre os enquadramentos, etapa em que os pedidos de financiamento são enviados para análise das áreas operacionais do BNDES. No geral, os enquadramentos caíram 21% nos cinco primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2016.

 

No indicador que antecipa os investimentos que ingressarão na economia, as aprovações tiveram queda de 32% no agregado, puxada principalmente pela Indústria (-59%). No entanto, houve destaques positivos com a aprovação de projetos em segmentos como Mecânica (+227%) e Indústria Extrativa (142%).

 

Desembolsos

Os desembolsos do BNDES somaram R$ 27,7 bilhões entre janeiro e maio deste ano, 13% menos do que o realizado no mesmo período de 2016. Entre os setores, a Agricultura teve o melhor desempenho, mantendo o patamar de 2016 nos desembolsos entre janeiro e maio, R$ 5,5 bilhões, quase 20% do total.

 

A Infraestrutura ficou com a maior fatia das liberações do BNDES até maio: 37%. Houve queda de apenas 1% nos desembolsos do setor, que somaram R$ 10,2 bilhões, mas houve alta significativa nos segmentos de Telecomunicações (479%) e Energia Elétrica (48%).
Indústria e Comércio e Serviços responderam praticamente sozinhos pela queda dos desembolsos do BNDES nos cinco primeiros meses de 2017, com redução de 34% e 14%, respectivamente. Ainda assim, os dois setores responderam por mais de 40% do desembolso total do Banco.

 

O volume de recursos liberados pelo BNDES entre janeiro e maio aumentou no Nordeste (+29%), no Norte (+17%) e no Centro-Oeste (+11%), na comparação com igual período do ano anterior. A retração ficou concentrada nas regiões Sul (-25%) e Sudeste (-26%).
Micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) ficaram com 38% de tudo o que o BNDES emprestou nos cinco primeiros meses do ano, mantendo trajetória de crescimento da participação desse segmento no desembolso total do Banco.

 

Entre 2015 e 2016, a fatia das MPMEs cresceu de 27,5% para 30,8%. Essa expansão continua em 2017, refletindo a prioridade da ampliação do acesso de MPMEs ao crédito do BNDES nas novas políticas operacionais do Banco.

Fonte: Último Instante

 

 

Empreendimentos da construção civil têm queda de 16,5% entre 2014 e 2015

Todos os setores de atividade ligados à construção civil do país fecharam com números negativos no valor adicionado entre 2014 e 2015. Houve recuo no número de empresas ativas, na receita operacional líquida, no número de incorporações e nas construções contratadas por entidades públicas, que perderam participação entre um ano e outro.

 

A constatação é da Pesquisa Anual da Indústria da Construção – Paic 2015 – que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (21), no Rio de Janeiro. Os empreendimentos realizados pelo indústria da construção somaram R$ 354,4 bilhões, queda de 16,5% em relação a 2014.

 

O mesmo aconteceu com a receita operacional líquida, que, ao fechar com movimentação de R$ 323,9 bilhões, também registrou retração de 18,7% em termos reais. Já o gasto com pessoal ocupado correspondeu a 33,3% dos custos e despesas dessas empresas. Já o salário médio mensal recuou 1,4%, passando de R$ 1.970,05 em 2014 para R$ 1.943,43 em 2015.

 

A pesquisa é importante fonte de informações estatísticas sobre o segmento empresarial da construção, fornecendo aos órgãos governamentais e privados subsídios para o planejamento e aos usuários em geral, informações para estudos setoriais mais aprofundados.

 

Variação negativa

 

A avaliação do IBGE é clara: “todos os setores de atividade tiveram variação negativa do valor adicionado entre 2014 e 2015. Além das construções contratadas por entidades públicas terem perdido participação de 2014 para 2015, as obras de infraestrutura, grupo de maior peso na construção, reduziram o valor de R$ 138,9 bilhões, em 2014, para R$ 106,9 bilhões, em 2015.”

 

Na avaliação do gerente da Pesquisa Anual da Indústria da Construção, José Carlos Guabyraba, os resultados da construção civil relativos a 2015 foram influenciados pela retração da economia brasileira, traduzida nos números do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todas as riquezas produzidas no país.

 

“Deve-se observar que a variação do PIB trimestral em 2015, em relação a 2014, foi de -3,8%, a maior retração da série histórica atual iniciada em 1996. A partir de 2014, o segmento da construção passou a refletir o ambiente de desaceleração da atividade econômica do país, evidenciado, no âmbito da demanda interna, pela perda de dinamismo do consumo das famílias, que apresentou queda de -3,9% em relação a 2014”.

 

Os números indicam, ainda, que havia 131,5 mil empresas ativas em 2015 que empregavam 2,4 milhões de pessoas. Este nível de ocupação do setor da construção, no entanto, foi meio milhão a menos do que em 2014.

 

A construção de edifícios se manteve em 2015 como o setor que mais contribuiu para o valor corrente, com R$ 165,7 bilhões das incorporações, obras e/ou serviços, com participação de 46,7%. Já a participação do gasto com o pessoal ocupado atingiu 33,3% nos custos e despesas dessas empresas, resultado 32,8% superior ao de 2014.

 

Desaceleração da atividade por setor

Para o IBGE, ao analisar o comportamento da construção civil a partir de 2014, deve-se registrar que “o setor passou a refletir o ambiente de desaceleração da atividade econômica do país como um todo. Não há como, ao avaliar os resultados da pesquisa em 2015, deixar de observar que a variação do PIB trimestral em relação a 2014 foi de queda de 3,8%, a maior retração da série histórica atual iniciada em 1996”, ressaltou o IBGE.

 

O instituto lembra que, a partir de 2014, o segmento da construção, ao refletir o ambiente de desaceleração da atividade econômica do país, evidenciou, no âmbito da demanda interna, “a perda de dinamismo do consumo das famílias, que apresentou queda de 3,9% em relação a 2014. Esse resultado também refletiu o aumento das taxas de juros e o menor volume de crédito ao setor”.

 

Quando analisado de forma segmentada, o setor mostra que a construção de edifícios se manteve como o item que mais contribuiu para o valor corrente (R$ 165,7 bilhões) das incorporações, obras e/ou serviços, com participação de 46,7% do total em 2015.

 

Embora registrando queda de 38,3% na participação da construção civil entre 2014/15, o segmento de obras de infraestrutura foi o segundo em termos de participação, com R$ 119,9 bilhões – o equivalente a 33,9% do total da contribuição do valor corrente em 2015.

 

Já o setor de serviços especializados para construção apresentou ganho de participação, passando de 17,9%, em 2014, para 19,4%, em 2015 – o equivalente a (R$ 68,7 bilhões).

 

Os números por regiões

Quando a Pesquisa Anual da Indústria da Construção se refere à atuação das empresas nas grandes regiões do país, as informações indicam que o Sudeste, a região mais populosa, urbanizada e industrializada, continuou apresentando a maior participação relativa, tanto no pessoal ocupado como no valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção.

 

Ainda assim, a região perdeu participação no valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção, na passagem de 2014 para 2015, caindo de 52,3% para 50,9%.

 

Já as Regiões Norte e Nordeste registraram queda no pessoal ocupado (de 7,7% para 7,1% e de 22,9% para 22,1%, respectivamente).

 

Enquanto na Região Norte houve uma leve queda no valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção, que passou de 6,9% para 6,8% entre 2014 e 2015, na Região Nordeste houve ligeiro crescimento de 18,7% para 18,9%.

 

A Região Sul ampliou sua participação na passagem de 2014 para 2015, tanto no pessoal ocupado (de 13,9% para 15,1%), quanto no valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção (de 12,8% para 14,5%).

 

A Região Centro-Oeste fechou 2015 com queda em ambas as comparações entre um período e outro. Perdeu 0,1 ponto percentual de participação no número de pessoal ocupado, que caiu de 7,9% para 7,8% e 0,4 ponto percentual no valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção: de 9,3% para 8,9%.

 

Os produtos da construção, retratados pela pesquisa desde 2002, são os diversos tipos de obras e/ou serviços executados pelas empresas dessa atividade no ano de referência da pesquisa. (Edição de Kleber Sampaio)

Fonte: EBC

 

 

Indústria de materiais de construção acumula queda de 7% em 2017

O índice da ABRAMAT – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção – de maio mostra que as vendas continuam negativas, principalmente pelo alto nível do desemprego, dificuldades com crédito e a crise política que afetam a confiança dos agentes econômicos, postergando o consumo e os investimentos no setor.

 

O faturamento total das vendas dos materiais de construção caiu 6,6% no mês de maio em relação ao mesmo mês de 2016. Já o acumulado dos últimos 12 meses apontou queda um pouco mais intensa de 8,9%. O crescimento de 8,8% em maio comparado ao mês anterior se explica pelo número de dias úteis maior no mês corrente.

 

Em se tratando de emprego na indústria de materiais de construção, o Índice revela que maio apresentou queda de 5,4% na comparação com o mesmo mês de 2016, e a variação acumulada de 12 meses mostra retração de 7,9%.

 

“Embora o varejo de materiais apresente um crescimento nesses primeiros meses do ano, os segmentos do imobiliário e da infraestrutura continuam com queda expressiva nas vendas por conta da instabilidade política e de fatores como desemprego e política de juros pouco atrativa. Nossa expectativa mais otimista é de um início de recuperação nesses segmentos (imobiliário e infraestrutura) a partir do segundo semestre”, revela Walter Cover, presidente da ABRAMAT.

 

Para o segmento de base e acabamento, o faturamento das vendas dos materiais, em maio frente ao mesmo mês de 2016, apresentou variações de -6% e de -7,5% respectivamente. Já o acumulado no ano, encerrado em maio, apresentou queda de 7,1% para base e 6,9% para acabamento.

 

Apesar de maio ter encerrado com variação negativa de 7%, no acumulado do ano, Walter Cover destaca que o valor está próximo com a progressiva desaceleração das quedas que acontecem desde a segunda metade de 2016. “Enxergamos um cenário pouco mais animador, na qual as projeções apontam para uma estabilidade ainda este ano. Claro, dependendo de fatores como emprego e estabilidade política, por exemplo”, finaliza o executivo.

Fonte: Industriatividade

 

 

Honda interrompe produção em fábrica no Japão após ataque cibernético

A montadora Honda Motor anunciou nesta quarta-feira que interrompeu temporariamente a produção em uma de suas fábricas japonesas após um ataque virtual similar ao que provocou estragos no mundo no mês passado.

 

As máquinas foram desligadas na segunda-feira e acionadas novamente na terça-feira na fábrica de Sayama, ao norte de Tóquio.

 

O grupo detectou no domingo que o sistema operacional de controle da produção da fábrica havia deixado de responder e estava infectado pelo vírus WannaCry, que criptografa os arquivos e os torna inacessíveis, em tese até o pagamento de um resgate.

 

A fábrica de Sayama produz 1.000 veículos por dia.

 

Quase 200.000 computadores em pelo menos 150 países se viram afetados em maio por um ataque virtual sem precedentes através do sistema operacional Windows, prejudicando o funcionamento de muitas empresas e organizações.

 

Entre as vítimas estavam unidades de produção das montadoras Renault e Nissan. (AFP)

Fonte: Estado de Minas

Redação On junho - 21 - 2017
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.