Sindicato Nacional da Indústria de
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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017






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Alemanha vai se concentrar em comércio livre e justo na cúpula do G20, diz Merkel

A Alemanha quer fazer progressos para melhorar o comércio livre e justo durante sua presidência do G20 e vai tentar obter um amplo acordo acerca de mercados abertos na cúpula dos líderes do próximo mês, afirmou a chanceler Angela Merkel nesta terça-feira.
Ela advertiu, no entanto, que isso pode não ser fácil com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dada sua retórica protecionista.
“Os mercados abertos e o comércio livre, justo, sustentável e inclusivo são o principal foco da nossa presidência do G20”, disse Merkel, que será a anfitriã do G20 em Hamburgo no próximo mês.
Ela acrescentou que tais condições são benéficas para todos e a globalização não é apenas um destino, mas sim um processo que pode ser moldado com base na crença da Alemanha na economia social de mercado.
“Faremos todo o possível para obter um acordo o mais amplo possível em Hamburgo. O novo governo norte-americano não é fácil, mas precisamos fazer o esforço”, disse Merkel a um evento organizado pela associação da indústria BDI.
Ela acrescentou que os líderes do G20 também vão discutir a indústria siderúrgica, dizendo que é necessário avançar sobre as questões de excesso de capacidade e de concorrência leal no setor.
Merkel também disse que lamenta profundamente a decisão de Trump de abandonar o acordo climático de Paris, que ela descreveu como um “dever ecológico”.

Fonte: Reuters

China quer aumentar participação de serviços no PIB para 60% até 2025

A China pretende aumentar a participação do setor de serviços no Produto Interno Bruto (PIB) para 60 por cento até 2025, segundo a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma em diretrizes para o desenvolvimento do setor divulgadas nesta quarta-feira.
O setor de serviços respondeu por 51,6 por cento do PIB em 2016, um aumento de 1,4 ponto percentual ante 2015, quando o nível ultrapassou 50 por cento pela primeira vez.
O crescimento rápido do setor de serviços ajudará a China a aprimorar e equilibrar sua economia, melhorando sua competitividade global no longo prazo, disse a comissão, a principal agência de planejamento.
A parcela do setor de serviços no PIB na China é baixa em relação aos países desenvolvidos, onde geralmente é de cerca de 70 por cento, acrescentou.
O setor de serviços da China deve empregar 55 dos trabalhadores até 2025, disse a agência.
As empresas de serviços superaram as indústrias e se tornaram os maiores empregadores da China pela primeira vez em 2011, somando 35 por cento de todos os empregos.

Fonte: Reuters

Estou aberta a reformas na zona do euro, diz chanceler da Alemanha

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou na terça-feira que é possível que a zona do euro tenha um orçamento comum e também um ministro das Finanças comum, mas estabeleceu condições para isso, em discurso a líderes empresariais na terça-feira. “Nós podemos, claro, pensar em um orçamento da zona do euro, contanto que isso realmente fortaleça as estruturas e atinja resultados sensíveis”, afirmou.
“Nós poderíamos pensar em um ministro das Finanças comum”, disse ela também. “Se não estivermos colocando passivos no lugar errado”, comentou. O presidente da França, Emmanuel Macron, defende uma maior união no bloco. Um assessor do líder francês disse que a aparente abertura de Merkel a reformas era “muito positiva”, no âmbito de um “clima de confiança” bilateral.
Sob Macron, a França tem levantado a ideia de orçamento e questões financeiras específicas conjuntos na zona do euro. Até agora, Berlim resistia à ideia. A fala de Merkel, porém, sugere que as duas visões poderiam ser reconciliadas com um arranjo comum que combinaria uma política fiscal mais dura e algumas transferências fiscais entre países com superávit orçamentário e déficits.

Fonte: O Estado de São Paulo

China entra, pela 1ª vez, para índice global de mercados emergentes

Ações domésticas da China vão entrar para o índice global de referência de mercados emergentes MSCI. Com isso, ficará mais fácil para estrangeiros investirem no país asiático. A medida também é um passo importante para a integração da China ao sistema financeiro global.

O mercado acionário chinês soma hoje US$ 6,9 trilhões em valor de mercado. A decisão, anunciada pelo compilador de índices ontem, dará acesso às ações chinesas para um enorme grupo de investidores, de fundos negociados em Bolsa aos planos de aposentadoria típicos dos EUA, chamados de 401(k). Ela também representa um avanço nas ambições do presidente Xi Jinping de tornar o yuan uma moeda global.

Inicialmente, as ações chinesas vão representar apenas 0,7% do índice MSCI para mercados emergentes. Essa participação, contudo, poderia aumentar ao longo do tempo se o país realizar mais reformas.

MAIS FORÇA PARA REFORMAS
A inclusão em índices do MSCI deve gerar um fluxo de fundos de US$ 8 bilhões a US$ 10 bilhões para as ações chinesas classe A (tipo que é negociado nas duas Bolsas do país, Xangai e Shenzen), de acordo com Lucy Qiu, uma analista do escritório de investimento de Gestão de Fortunas do UBS.

A inclusão dos papéis da China será feita em duas etapas: a primeira está marcada para maio de 2018, e a segunda, para agosto daquele ano.

“Investidores internacionais abraçaram as mudanças positivas na acessibilidade do mercado de ações de classe A da China nos últimos anos, e agora todas as condições estão prontas para o MSCI proceder com o primeiro passo da inclusão”, afirmou em comunicado Remy Briand, diretor geral e presidente do Comitê de Política de Índice do MSCI.

A inclusão no índice do MSCI “vai dar um empurrão modesto para os ânimos e fluxos para a China”, afirmou David Loevinger, ex-especialista em China do Tesouro Americano e que agora é analista no TCW Group de gestão de fundos.

— Mais importante, isso vai dar mais força aos reformadores chineses que querem abrir os mercados da China — completou.

ARGENTINA CONTINUA DE FORA
Enquanto a China comemora a decisão da MSCI, a Argentina teve recusado um pedido para voltar a integrar o índice e, assim, ficará excluída desse importante indicador do mercado por pelo menos mais um ano.

Mesmo após a Argentina ter resolvido sua disputa judicial com credores externos que não aceitaram os termos da moratória de 2002 e ter conseguido voltar a captar recursos no mercado internacional, e apesar do presidente argentino Maurício Macri ter eliminado os controles de capital no país em dezembro, a MSCI decidiu esperar mais para reclassificar o país.

Fonte: O Globo

Setor privado leva roteiro de acordos à gestão Trump

Representantes da iniciativa privada levaram ontem à Casa Branca uma proposta de agenda para o desenvolvimento das relações econômicas e comerciais Brasil-Estados Unidos sob a administração do presidente Donald Trump. Eles têm reuniões ainda no Departamento de Comércio e no USTR (escritório de negociações comerciais), além da autarquia responsável pelo registo de patentes e pelo órgão equivalente à Receita Federal, em busca do estabelecimento de interlocução com o novo governo americano e na tentativa de identificar caminhos para avanços.

Cinco pontos ganharam a sugestão de prioridade máxima: o lançamento de um diálogo exploratório (espécie de etapa prévia) para negociações de um tratado de livre comércio, um acordo bilateral para evitar a dupla tributação, a aprovação e ratificação do acordo de previdência social firmado em 2015, o reconhecimento mútuo entre operadores econômicos autorizados para facilitação dos despachos aduaneiros e a assinatura de um acordo de salvaguardas tecnológicas para uso da base de Alcântara (MA).

“Temos tido ótima receptividade”, diz a gerente de política comercial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Constanza Negri, que participa dos encontros em Washington até sexta-feira. “As primeiras reuniões nos ajudaram muito a entender que o governo [Trump] ainda está em processo de construção, com muitos funcionários que precisam ser designados e políticas em fase de confecção.”

Cerca de 30 representantes da seção brasileira do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Cebeu) e do Fórum de Empresas Transnacionais (FET), ambos secretariados pela CNI, integram o grupo. A missão tem executivos de associações setoriais, de companhias com subsidiárias americanas e de federações estaduais de indústrias. Há presença de segmentos como a indústria química, têxtil, aeronáutica, açúcar e biocombustíveis, tecnologia da informação, maquinário e equipamentos médico-hospitalares.

Apesar do discurso protecionista e das ações de isolamento promovidas pelo republicano nos cinco primeiros meses de sua gestão, Constanza não vê, no caso do Brasil, nenhuma sensibilidade comercial ou política com os Estados Unidos que possam constituir barreiras ao avanço das relações – como acontece com México, China ou Rússia.

Basta lembrar, por exemplo, que o Brasil tem uma balança comercial deficitária ou equilibrada com os Estados Unidos desde 2009. É o mercado com maior participação de exportações de alta densidade tecnológica (26% do valor total de produtos vendidos) e onde existe maior presença de multinacionais brasileiras no exterior, com um estoque de ativos de US$ 117 bilhões – são 40 empresas, na comparação com 31 na Argentina, 25 no Chile, 23 na Colômbia e 22 na China.

O presidente do Sindipeças e do Fórum de Transnacionais, Dan Ioschpe, lembrou que, logo depois dos chineses, o Brasil é o país emergente com mais investimentos produtivos acumulados nos Estados Unidos – na frente de Coreia, Índia e do vizinho México. “A qualquer tempo, promover a internacionalização nos parece um atributo muito importante, independentemente dos governos de ocasião”, afirma o empresário, que aponta ganhos em inovação e em competitividade – inclusive no mercado doméstico – nesse movimento.

Para Ioschpe e os representantes brasileiros, há iniciativas com alcance no médio prazo que podem prosperar, apesar das incertezas políticas. O acordo previdenciário, firmado em junho de 2015, não foi ratificado pelo Congresso Nacional. Esse instrumento eliminaria situações em que empregador e empregado tenham que contribuir simultaneamente, em cada um dos países, pelo mesmo trabalho executado.

O acordo de salvaguardas tecnológicas, ao permitir o uso do centro de Alcântara, faria o Brasil entrar em um mercado que movimentou US$ 2,5 bilhões só em 2016 – e teve os americanos como responsáveis por 52% dos lançamentos de satélites comerciais.

Outras sugestões levadas pelo setor privado para Washington incluem a adesão brasileira ao Global Entry, que agiliza a entrada de viajantes frequentes de negócios aos Estados Unidos, e a ratificação do acordo de céus abertos, que remove barreiras para empresas aéreas e ainda depende de aprovação no Congresso.

Foi apresentado também um pedido para a negociação, entre os dois países, de acordo de cooperação e facilitação de investimentos.

Fonte: Abinee / Valor

Reunião da OEA termina sem acordo sobre Venezuela

Uma reunião de ministros dos países da Organização dos Estados Americanos (OEA) terminou sem acordo em relação a uma resolução conjunta sobre a Venezuela.

Os mais países latino-americanos, Brasil, México e Argentina, queriam que os 35 membros da OEA acordassem resolução criticando a proposta de Assembleia Constituinte feita pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Mas o plano foi frustrado por alguns países da América do Sul e caribenhos, que votaram ou se abstiveram de uma resolução que condenabar o governo Maduro.

“Enquanto estamos aqui, incapazes de concordar, nas ruas de Caracas e em outros lugares, a violência continua”, disse o chanceler do México, Luis Videgaray. Maduro enfrenta há três meses protestos, que deixaram 70 mortos.

Brasil e Chile classificaram a Venezuela como “ditadura”. Os países latino-americanos costumam seguir uma tradição de não interferir em assuntos de vizinhos. “Desde quando defender a democracia e os direitos humanos é uma violação à não intervenção?”, questionou o chanceler chileno, Heraldo Muñoz.

Fonte: Valor

Redação On junho - 21 - 2017
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