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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Copom teve dúvidas sobre sinalizar corte menor da Selic

A primeira reação do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central às incertezas políticas foi sinalizar, logo após reunião na semana passada, um corte menor de juros em julho e indicar que o ciclo de distensão monetária poderá ser encurtado.

Mas a ata desse encontro, divulgada ontem, revela que os membros do colegiado estavam confusos sobre os impactos da crise na inflação e seu significado para a política monetária. Eles tiveram dúvidas, inclusive, se era o caso de oferecer uma sinalização mais concreta para o seu próximo encontro, embora ao final tivessem optado por fazê-lo.

Tudo considerado, a política monetária segue preponderantemente do lado conservador, mas a ata aumenta marginalmente as chances de o comitê reavaliar o plano de voo e cortar mais. O tamanho exato do ciclo de flexibilização segue bem indefinido.

Na semana passada, o Copom cortou os juros básicos em um ponto percentual, de 11,25% ao ano para 10,25% ao ano. Antes delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, o colegiado sinalizava que poderia intensificar o corte de juros novamente em maio, a 1,25 ponto percentual, se a implementação das reformas estivesse bem encaminhada no Congresso.

Sobre o ritmo de corte, o Copom segue firme na sinalização de um movimento de baixa de 0,75 ponto percentual em julho. Esse é o cenário mais provável porque “os membros do Copom concluíram por sinalizar uma redução moderada do ritmo de flexibilização monetária”, conforme diz a ata. Como está escrito de forma quase literal, a redução deve ficar nisso mesmo.

Outro ponto que apoia a tese do corte de 0,75 ponto é a afirmação, no parágrafo 19 da ata, de que o cenário básico do Copom prescreve a “continuidade” do ciclo de distensão monetária. Antes, o BC falava em “antecipação”. Assim, em meio à crise política, foi aparentemente arquivada a indicação de que, dado o cenário inflacionário benigno, o BC anteciparia o ciclo de distensão com cortes de juros mais fortes para cuidar da atividade econômica.

Também apoia a visão e que o Copom pretende cortar 0,75 ponto a mensagem reformulada, no parágrafo 20, de que o ritmo de distensão monetária depende do “estágio do ciclo em que a política monetária se encontra, sem necessariamente refletir mudanças no seu cenário básico ou no balanço de riscos”. Ou seja, o Copom basicamente reconhece que, em alguma hora, teria mesmo que desacelerar o ritmo de corte, independentemente da crise política, dado o grau cada vez mais avançado do ciclo de distensão monetária.

Embora sejam muitos os recados que indicam a disposição do BC em cortar os juros em 0,75 ponto percentual em julho, a ata do Copom revela que seus membros ainda não sabem ao certo como a crise vai afetar a inflação. Isso mantém aberta uma pequena fresta para, dependendo da evolução das incertezas políticas e da conjuntura econômica, readequar o plano de voo para os cortes dos juros.

E o recado está dado logo em seguida à sinalização da intenção de corte 0,75 ponto: os membros do comitê decidiram “ressaltar que esse ritmo continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação”.

Hoje, segundo a ata, a evolução de todos esses fatores é bastante incerta. No parágrafo 17 do documento, o colegiado mostra os dois lados da moeda: a incerteza pode afetar a atividade e baixar a inflação, mas poderá levar a juros estruturais mais altos e uma cotação do dólar mais alta, que pressionariam a inflação.

Para o comitê, não está claro ainda qual desses dois fatores será dominante sobre suas projeções de inflação e, portanto, para a condução da política monetária. É o que a ata revela no parágrafo 22, ao dizer que a incerteza poderá ter um impacto “mais inflacionário ou mais desinflacionário” que o contemplado no cenário básico atual.

Mais do que a decisão da próxima reunião, porém, o grau de incerteza no cenário econômico tenderá a afetar o tamanho do ciclo de corte da taxa básica.

A sinalização para o tamanho do ciclo é dada pelas projeções de inflação. O BC estima uma inflação de 4,6% em 2018 se os juros caírem a 8,5% ao ano neste ciclo de distensão e nesse percentual permanecerem. Ou seja, em tese, há espaço para os juros irem a 8,5% ao ano.

No comunicado do Copom da semana passada, o BC disse que essas projeções ficaram mais incertas. A primeira leitura dos analistas econômicos foi pelo lado conservador, pois, se o BC vê riscos, provavelmente será cauteloso na sua estimativa sobre o tamanho do ciclo de distensão. Na ata, o BC enfatiza, porém, que as incertezas são para os dois lados, o efeito preponderante sobre a inflação é desconhecido.

Como há muito tempo ainda até o fim do ciclo de distensão – ainda mais agora, que o BC está sinalizando que vai mais devagar com os cortes de juros – é possível que até lá os impactos da crise sobre o tamanho do ciclo de distensão fiquem mais claros.

Embora hoje o Banco Central pareça se apegar do lado mais conservador, que basicamente mantém um ciclo que leve os juros para 8,5% ao ano, o colegiado certamente irá se curvar ao cenário que vai se colocar ao longo do tempo. Em tese, pode ser um ciclo menor ou maior do que o hoje sinalizado pela autoridade monetária.

Fonte: Valor

Ipea vê alta de 0,6% nos investimentos

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede o nível de investimentos em máquinas e equipamentos e construção civil, voltou a crescer em abril, 0,6%, na comparação com o mês anterior, depois de uma queda de 4,3%. Em 12 meses, a retração nos investimentos vem desacelerando e em abril acumulou queda de 6% — no pior momento, em julho do ano passado, o índice tinha perda acumulada de 15,2%.

Segundo Leonardo Mello de Carvalho, coordenador do levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a recuperação ocorreu graças a máquinas e equipamentos.

— O desempenho de máquinas e equipamentos é melhor do que o de construção, porque esse setor vai demorar mais a apresentar melhoras mais relevantes, já que ele depende de concessões de infraestrutura, mas que não temos mais certeza se serão adiadas ou não. O desempenho de bens de capital associados ao setor agrícola está puxando essa melhora em máquinas e equipamentos, devido à safra recorde, que demandou tratores e peças para esse segmento.

A previsão do Ipea é que os investimentos tenham leve alta, de 0,1%, este ano. A favor dos investimentos pesam a inflação controlada e as perspectivas de melhora do mercado de trabalho. Pesquisas também têm indicado que as empresas têm intenção maior de investir do que em 2016.

— Algumas empresas pararam de fazer manutenção no ano passado, e estamos otimistas de que grande parte dessa intenção (de investir) é para repor essa depreciação. Mas a ociosidade ainda é muito grande, e as incertezas pesam contra.

Fonte: O Globo

Caixa planeja reduzir juros da casa própria no 2º semestre

O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse que a instituição planeja reduzir os juros do financiamento da casa própria no segundo semestre — quando entrará em vigor um novo modelo de concessão do crédito, mais personalizado. De acordo com o projeto estudado pelo banco desde o ano passado, a medida vai permitir uma taxa menor para quem tiver condições de oferecer uma entrada maior ou precisar financiar uma cota menor do imóvel. Atualmente, os juros são padronizados, sendo mais acessíveis somente para servidores públicos, clientes da Caixa e quem recebe salário pelo banco.

— Vamos apresentar um projeto de redução de taxas de juros de habitação para o mercado, combinada com cota da financiamento e negócios agregados — disse Occhi, após anúncio da nova rodada de pagamento das contas inativas do FGTS.

Para explicar o novo modelo, ele citou dois tomadores com características semelhantes (mesma capacidade de pagamento). Pelo sistema atual, eles pagam a mesma taxa, independentemente se um vai pegar a cota máxima do financiamento do imóvel (que é de 80% em geral) e outro, apenas 50%, por exemplo.

Fora os empréstimos com recursos do FGTS, como o Minha Casa Minha Vida, cujos juros são tabelados, a taxa do financiamento habitacional mais em conta da Caixa, a linha pró-cotista, varia entre 7,85% e 8,85% ao ano. Nos empréstimos com recursos da poupança, a taxa vai de 10,25% (mínima) a 11% ao ano (máxima).

Occhi destacou que, apesar da trajetória de queda na taxa básica (Selic), desde outubro de 2016, a Caixa manteve os juros do empréstimo habitacional inalterados, porque os recursos da poupança continuam escassos. O funding (fonte de recursos para os empréstimos imobiliários), destacou, precisa ser complementado com captações no mercado:

— Quando os recursos da poupança forem suficientes para atender à demanda, a Caixa deve voltar a reduzir suas taxas.

No mês passado, a caderneta de poupança ficou no azul pela primeira vez no ano. Em maio, os depósitos superaram os saques em R$ 292,6 milhões.

Fonte: O Globo

Vendas vão subir 2,5%, dia a CNC

Com a expectativa de movimentar R$ 1,65 bilhão no Dia dos Namorados, o varejo ensaia uma retomada para a data em 2017. Após dois anos de quedas, o volume de vendas no período deve ser 2,5% superior ao de 2016. Segundo dados da CNC, os segmentos de vestuário e informática serão os maiores beneficiados.

De acordo com o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, o avanço pode ser creditado a fatores como: os recentes cortes na taxa de juros; a queda da inflação no período; e a baixa base comparativa, já que o varejo vem de duas quedas, de 1,1% em 2015, e 4,9% em 2016.

“Houve um processo de desaceleração dos preços, com alguns deles até recuando no período. Além disso, a maior facilidade ao crédito explica essa recuperação parcial nas vendas para o Dia dos Namorados de 2017”, diz Bentes.

A CNC estima que o segmento de vestuário e acessórios seja o maior beneficiado na data comemorativa. Responsável por 37% das vendas totais do varejo no período, ele deve movimentar R$ 564 milhões, uma alta de 3,2% em relação aos números do último ano. Além dele, as lojas especializadas em itens de informática e comunicação também devem se destacar, sendo esperado um avanço de 11,5% nas vendas para o segmento na comparação com 2016.

Segundo Bentes, a estabilização do dólar também tem sido responsável por manter a queda nos preços. Opção de presente para o Dia dos Namorados, os aparelhos telefônicos estão 6,5% mais baratos que no último ano. Dentre os serviços, as diárias de hotéis ficaram mais acessíveis em 5,6%.

Fonte: DCI

Crise política dificulta queda mais rápida dos juros, afirma BC

O Banco Central sinalizou ao mercado que pode reduzir o ritmo de corte de juros na próxima reunião em meio ao cenário de incertezas provocado pela crise política.

Na ata do Copom (Comitê de Política Monetária) divulgada nesta terça (6), o BC se concentrou nas turbulências e na necessidade de aprovação das reformas trabalhista e da Previdência.

O comitê relata que avaliou se sinalizaria ou não ao mercado que a Selic pode ter um ritmo de redução moderado na próxima reunião.

Por um lado, a avaliação foi que o impacto da crise sobre a inflação é incerto. “Por outro lado, salientou-se a necessidade, nesse momento, de oferecer direcionamento e elementos para reduzir a incerteza (e o escopo de possibilidades) sobre a trajetória futura da política monetária”, relata o documento.

Segundo a ata, o ritmo de cortes “continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação”.

No comunicado divulgado na quarta (31), quando a Selic foi reduzida em um ponto percentual, o BC já havia focado neste cenário, citando a palavra “incerteza” cinco vezes (o termo foi usado duas vezes na decisão de abril).

Os juros foram reduzidos, por unanimidade, para 10,25% ao ano, o que era esperado pelo mercado após a delação da JBS atingir o presidente Michel Temer.

Antes da delação, o próprio BC considerava o cenário de inflação esperada abaixo da meta e de atividade econômica fraca e apontava para uma redução maior que um ponto na reunião de maio.

Como a delação do dono da JBS atingiu o presidente Temer, ameaçando a aprovação de reformas, a expectativa do mercado mudou de um corte de 1,25 ponto percentual para a manutenção do ritmo anterior.

Foi o sexto corte consecutivo na taxa básica –o atual ciclo de redução começou em outubro do ano passado.

JUROS ESTRUTURAIS

A ata diz que a crise política dificulta a queda mais rápida das estimativas para a taxa de juros “estrutural”, que depende de fatores como perspectivas para política fiscal, produtividade, melhor ambiente de negócios e redução do crédito subsidiado.

“O Comitê entende que o aumento recente da incerteza associada à evolução do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira dificulta a queda mais célere das estimativas da taxa de juros estrutural e as torna mais incertas”, afirma a nota.

Lembrou também que a crise política pode ter efeitos opostos sobre a inflação. A manutenção por tempo prolongado de um cenário de incertezas teria efeito de redução da variação de preços sobre a economia. “Por outro lado, o impacto da incerteza sobre a formação de preços e sobre as estimativas da taxa de juros estrutural pode ter direção oposta”, afirma no documento.

As reformas, enfatizou o comunicado, são fundamentais para manter a inflação sob controle.

“Todos os membros do Comitê reenfatizaram que a aprovação e implementação das reformas, notadamente as de natureza fiscal, e de ajustes na economia brasileira, incluindo aqueles referentes a políticas creditícias e de natureza parafiscal, são fundamentais para a sustentabilidade da desinflação, para o funcionamento pleno da política monetária e para a redução da taxa de juros estrutural da economia, com amplos benefícios para a sociedade.

Fonte: Folha SP

Reforma da Previdência deve ser aprovada em 2017, diz Banco Mundial

A reforma da Previdência deve ser aprovada no Congresso até o final deste ano, apesar das incertezas e turbulências políticas, comentou em entrevista exclusiva ao Estado/Broadcast Dana Vorisek, economista do Banco Mundial, do Grupo de Desenvolvimento de Perspectivas Econômicas. Na sua avaliação, a necessidade de ajuste fiscal para o País deve levar a classe política a um consenso para aprovar tal mudança estrutural neste ano.

“Há o risco político e a crise influenciou para a redução da projeção do Banco Mundial relativa ao crescimento do Brasil de 0,5% para 0,3% neste ano”, comentou Dana Vorisek. “Contudo, o País inicia um processo de recuperação gradual depois de dois anos de profunda queda do PIB que provocou retração em vários segmentos da economia, como os investimentos”, apontou.

Na avaliação da especialista do Banco Mundial, o Brasil tem condições de retomar um processo de expansão mais sustentável e alcançar um crescimento de 1,8% em 2018 e de 2,1% em 2019, que são as projeções da instituição multilateral. “Neste ano, as exportações estão ganhando força. Embora a taxa de desemprego ainda esteja alta, há um registro de aumento da renda real com a redução significativa da inflação”, destacou.

“Além disso, a perspectiva de expansão da economia para o próximo ano e no seguinte está relacionada com a ajuda que as reformas estruturais trarão ao País, pois ajudarão também a elevar a confiança e aumentar os investimentos”, apontou Dana Vorisek.

Questionada se as projeções sobre o desempenho da economia nos próximos anos e também se a avaliação de que a reforma da Previdência ocorrerá até dezembro são mantidas mesmo que o presidente Michel Temer deixe o cargo, ela respondeu: “As previsões macroeconômicas sobre o Brasil e também sobre tal reforma consideram condições políticas atuais”, disse. “Na hipótese de alteração da situação política, as previsões poderão ser reavaliadas.”

Fonte: O Estado SP

Crise deve frear ingresso de capital no país, projeta IIF

Enquanto a maioria dos países emergentes deverá obter mais ingressos de capital neste ano e em 2018, o Brasil passou a ser visto no topo da lista de riscos por causa da crise política que atingiu o governo do presidente Michel Temer e colocou em dúvida a aprovação de reformas no Congresso.

“Estamos cautelosos em relação ao Brasil devido à situação política difícil”, afirmou Hung Tran, diretor-gerente-executivo do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês).

Após receber US$ 65,5 bilhões de entradas de capital no ano passado, a previsão do IIF é a de que o Brasil obtenha US$ 70 bilhões, em 2017. Para o ano que vem, a projeção é de US$ 89 bilhões. Os valores para o país poderiam ser bem mais altos, caso não houvesse a crise política a as suas consequências para o ajuste na economia, como a dificuldade de retomada da agenda de reformas no Congresso.

Ao todo, o IIF estima que os emergentes vão receber US$ 970 bilhões em capitais até o fim de 2017. As variações para mais ou para menos quanto a esse montante dependem do ritmo de elevação da taxa de juros pelo Federal Reserve, dos impactos da política do presidente americano Donald Trump sobre o comércio global, da recuperação nos preços das commodities e de fatores internos de cada país. É neste quesito que o Brasil mais sofre com os escândalos de corrupção afetando as perspectivas de estabilização.

“No Brasil, uma nova onda de turbulência política decorrente de alegações de envolvimento do presidente Temer com corrupção levou a movimentos de venda no mercado”, constatou Ramón Aracena, economista-chefe do IIF para a América Latina. “No entanto, as entradas de capitais não residentes foram mantidas até agora, sugerindo que a demanda de investidores estrangeiros por ativos locais e em busca de rendimentos pode se tornar um fator estabilizador chave”, completou.

O Brasil foi apontado pelo IIF numa lista de nações que estão sofrendo expectativas mais instáveis na economia devido a riscos políticos. O país está ao lado de Turquia, África do Sul, Nigéria e México.

O IIF destacou ainda que a crise brasileira poderá provocar efeitos de contágio a outras nações da América Latina, como a elevação da volatilidade na taxa de câmbio e o aumento dos custos financeiros.

O Instituto acrescentou, por fim, que há a necessidade de reduzir o déficit fiscal brasileiro para reduzir a exposição do país a mudanças no sentimento dos investidores e garantir um conjunto de políticas equilibradas para o país. “A reforma previdenciária é crucial para sustentar a situação fiscal do Brasil no médio prazo”, disse Tran.

Fonte: Valor

Redação On junho - 7 - 2017
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