Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Atividade empresarial da zona do euro mantém ritmo de crescimento em maio, aponta PMI

A atividade empresarial da zona do euro permaneceu forte em maio sustentada pelo aumento da demanda, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), sugerindo que o ritmo de crescimento está colocando a economia na trajetória de uma recuperação sustentada.
O PMI Composto final do Markit para a zona do euro ficou em 56,8 em maio, inalterado ante o dado de abril e também em relação à leitura preliminar de maio. Ele permanece acima da marca de 50 que separa crescimento de contração desde meados de 2013.
O IHS Markit, que compila os dados, afirmou que eles são consistentes com crescimento do Produto Interno Bruto de 0,7 por cento no segundo trimestre. Pesquisa da Reuters junto a economistas apontou expectativa de expansão de 0,5 por cento.
“Parece provável que comecemos a ver muitas expectativas para o crescimento em 2017 sendo revisadas para cima”, disse Chris Williamson, economista-chefe do Markit.
O PMI de serviços, entretanto, caiu a 56,3 em maio de 56,4 em abril, embora tenha ficado ligeiramente acima da preliminar de 56,2.

Fonte: Reuters

Setor de serviços da China tem em maio expansão mais rápida em 4 meses, mostra PMI do Caixin

A atividade do setor de serviços da China expandiu no ritmo mais rápido em quatro meses em maio graças ao aumento nas novas encomendas, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes Compras (PMI, na sigla em inglês) do Caixin/Markit.
O PMI de serviços do Caixin/Markit subiu a 52,8 em maio de 51,5 em abril, interrompendo quatro meses de queda com a leitura mais alta desde janeiro.
O dado ficou em sincronia o PMI oficial divulgado na semana passada, que também indicou crescimento acelerado e demanda mais forte em serviços. O setor responde por mais da metade do Produto Interno Bruto da China.
O subíndice de novas encomendas avançou a 53,5 em maio de 53,0 em abril, sinalizando a demanda mais forte dos consumidores desde dezembro.
“A melhora no setor de serviços impulsionou a economia chinesa em maio”, disse Zhengsheng Zhong, diretor de análise macroeconômica do CEBM Group.
“Entretanto, a rápida deterioração da indústria é preocupante”, completou.

Fonte: Reuters

Cenário internacional favorece novos negócios da UE com o Brasil

As adversidades vividas pela União Europeia recentemente, como a saída do Reino Unido do bloco europeu e a eleição do presidente americano Donald Trump, tiveram efeito unificador e gerador de novas oportunidades para a União Europeia. Essa é a avaliação que o embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho, faz em entrevista ao programa Conversa com Roseann Kennedy, que vai ao nesta segunda-feira (5/6), às 21h30, na TV Brasil.

“O Brexit e a eleição do presidente Trump nos Estados Unidos, com uma postura que não é de proximidade em relação à União Europeia, teve um efeito galvanizador. Teve um efeito de aproximação e unificação da União Europeia. Hoje, em junho de 2017, nós vivemos um momento de confiança na União Europeia que já não tínhamos há alguns anos. E essa confiança resulta da forma como coletivamente soubemos reagir aos desafios do Brexit e que vieram da eleição do presidente Trump”, analisa o embaixador.

Para Cravinho, além desta proximidade entre os países do bloco, a mudança no cenário provocada por essas mudanças também abre espaço para que a União Europeia busque novos parceiros comerciais como o Brasil, individualmente, e o Mercosul.

“O mundo está mudando rapidamente e de forma inesperada. Se tivéssemos essa conversa a um ano atrás eu diria que não teríamos Brexit e Trump como presidente dos Estados Unidos. Eu e tantos outros pensaríamos assim. No entanto, essas novidades nos ensinam que nós temos que, por um lado, nos precaver de uma forma diferente em relação às nossas opções políticas. Por outro lado, nós temos de trabalhar a estreita ligação com povos em outras partes do mundo. Para mim, como embaixador no Brasil, isso significa oportunidade”, diz.

No programa da segunda-feira (5), o embaixador fala com Roseann Kennedy sobre outros temas que envolvem a União Europeia e suas relações internacionais, como a questão dos imigrantes, a expectativa de que um acordo comercial entre UE e Mercosul seja fechado ainda este ano os impactos da Operação Carne Fraca no interesse dos europeus pela carne brasileira.

João Cravinho é português e já foi secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, além de chefe da delegação da União Europeia na Índia, antes de ser designado para assumir a missão no Brasil.

Clima deve isolar Trump na cúpula do G-20

Depois de anunciar a saída dos EUA do Acordo de Paris, o próximo palco de controvérsias com o presidente Donald Trump será a cúpula entre as 20 maiores economias do mundo, o G-20, em Hamburgo (Alemanha), em julho. Mudança do clima, prioridade para a anfitriã Angela Merkel, voltará a ser tópico sobre a mesa. A aposta provável é que o G-20 se transforme em G-19, reeditando o isolamento dos EUA como se viu no encontro do G-7, há poucos dias, na Sicília.

“Vai ser bem difícil”, reconhece Ottmar Edenhofer, economista-chefe do Potsdam Institute for Climate Impact Research, centro de referência de estudos em mudança do clima. Ele esteve à frente de uma iniciativa de clima e energia que assessora a agenda do G-20.

“É um sinal muito ruim, mas a saída dos EUA não significa que o Acordo de Paris esteja morto!, diz ele. “No G-7 vimos que os outros seis países reafirmaram seus compromissos para a proteção do clima e Trump ficou isolado.”

Um dos tópicos que os alemães gostariam de avançar na cúpula é a eliminação dos subsídios aos combustíveis fósseis. O outro é dar preço ao carbono emitido. Evidentemente, a posição americana será de barrar ambas as propostas.

“O mercado só pode funcionar se os preços falarem a realidade. Carvão é barato no mercado, mas custa à sociedade, porque traz danos à saúde pública”, diz ele, que também foi presidiu o grupo de cientistas responsáveis por elaborar um dos últimos relatórios do IPCC (o Painel Intergovernamental de Mudança do Clima, da ONU), sobre mitigação de gases-estufa.

O argumento de Edenhofer é que danos ao meio ambiente cobram seu preço a médio e longo prazo. “Usinas de carvão fazem muita poluição local, o que é muito ruim para os americanos”, diz. Ele defende a internalização, no preço do carbono, do custo social provocado pelos danos à saúde.

Para ele, a estratégia de Trump de privilegiar os combustíveis fósseis tem duas frentes de inimigos óbvios- os preços de mercado e os governadores dos Estados. Os preços do gás estão mais baratos que os do carvão nos EUA e há vários governadores muito comprometidos com políticas climáticas agressivas. A estimativa é que os Estados possam influenciar na metade das emissões de gases-estufa dos EUA.

Foi a transição energética provocada pelo gás de xisto que fez com que as emissões de gases-estufa recuassem nos últimos dois anos nos EUA, e não tanto as energias eólica e solar, diz Edenhofer. “É por isso que não acredito que Trump consiga inaugurar muitas novas usinas a carvão”, aposta. “Por isso é possível que as emissões americanas não cresçam muito nos próximos quatro anos e permitam, ao próximo presidente, voltar ao Acordo de Paris.”

No longo prazo, diz o economista, não será possível limitar o aquecimento da temperatura aos 2°C sem os EUA. “Podemos aguentar quatro anos de Trump, mas oito anos serão um desastre.

Edenhofer critica a falha no discurso de Trump na comparação com os esforços da China. É provável que os EUA consigam atingir a meta de cortar entre 26% a 28% de emissões em 2025, comparados aos níveis de 2005. “Um líder diria aos chineses, eu posso fazer mais, desde que você também faça.”

Fonte: Valor

Redação On junho - 5 - 2017
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