Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sbado, 25 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Temer encomenda um novo ‘pacote de bondades’

Na semana decisiva para os novos capítulos da crise – que deve ser agravada com a delação de Rodrigo Rocha Loures e a divulgação de novos grampos realizados pela Polícia Federal a pedido do Ministério Público -, o presidente Michel Temer redobra as apostas de que a recuperação econômica e a falta de um nome consensual para substituí-lo lhe darão musculatura para se sustentar no cargo. Ele encomendou à equipe econômica um novo “pacote de bondades”, que pretende anunciar nos próximos dias.

O Planalto espera ganhar tempo para adotar as medidas e acelerar a retomada do crescimento. Nessa linha de ação, o cronograma traçado pelo governo prevê a aprovação da reforma trabalhista amanhã, já no plenário do Senado, e a votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara, em primeiro turno, no dia 13 de junho.

Com o objetivo de manter aquecido o noticiário econômico, Temer encomendou novas medidas com apelo popular ao ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, que trabalhou intensamente com sua equipe no fim de semana. A Casa Civil e o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), também estão envolvidos na elaboração do plano. O Valor antecipou que o governo estuda corrigir a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), a fim de dobrar a faixa de isenção, e de outro lado, tributar os dividendos, mas há propostas em gestação.

Em outra frente, o líder Romero Jucá comanda a estratégia para votar amanhã no plenário do Senado a reforma trabalhista. Esse plano implica aprová-la de manhã na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), e no mesmo dia, à tarde, levar a matéria ao plenário. Para isso, Jucá terá que reunir a assinatura da maioria dos líderes da base aliada em um requerimento de urgência.

Esse mecanismo suprimirá as etapas de análise do projeto nas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Sociais. No caso do PMDB, Jucá enfrentará a resistência do líder Renan Calheiros (AL), que defende a ampla discussão do projeto nas comissões temáticas. Em contrapartida, terá o aval do presidente da CCJ, senador Edison Lobão (PMDB-MA), que se mantém fiel a Temer, inclusive a pedido do ex-presidente José Sarney.

Na Câmara, a ofensiva dos líderes governistas também mira a agenda econômica. O governo tentará aprovar projeto de lei que libera a participação estrangeira nas companhias aéreas em até 100%, uma demanda empresarial represada há anos. Outro esforço será a retomada das articulações para tentar votar, no dia 13 de junho, a reforma da Previdência em primeiro turno.

O objetivo é mostrar que Temer mantém força política no Congresso. Auxiliares presidenciais rechaçam a tese de algumas lideranças, inclusive do PSDB, de que as reformas avançariam sem o pemedebista na presidência. Alegam que Temer é o único líder político em meio à crise com habilidade e capacidade de articulação necessários para fazer avançar matérias polêmicas no Congresso numa conjuntura de turbulência.

Um exemplo lembrado é a recente votação do projeto de convalidação dos incentivos fiscais, em que se contabilizaram 405 votos em plenário na última semana, que destravou um nó jurídico de décadas.

Na hipótese de cassação, contudo, o plano B do Planalto é a candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no Colégio Eleitoral. Um nome que não desagrada os deputados, que têm maior número de votos no colegiado, porque vem com um atrativo: abre a vaga para a presidência da Casa, que pode vir a ser ocupada pelo PMDB.

Outro nome que surgiu nos últimos dias para a eventual eleição indireta, como candidato dos senadores de oposição ao governo Temer, foi o do senador Armando Monteiro (PTB-PE), ex-ministro do Desenvolvimento do governo Dilma Rousseff. Monteiro seria uma opção ao presidente interino do PSDB, Tasso Jereissati (CE).

Um importante empresário que esteve no Planalto na quarta-feira confirmou ao Valor que a intenção é apostar tudo na recuperação da economia. Ele afirma que o setor precisa aprender a investir em tempos de crise: “Estamos nesta incerteza desde 2014, a única verdade é que não podemos parar.”

Crise política põe em risco início da retomada do crescimento do país

O Brasil está em uma bifurcação. De um lado, está a volta do desenvolvimento. De outro, a reversão do processo de retomada. Empurram o Brasil para a rota virtuosa o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao fim de 2016, o processo de corte de juros e o de queda da inflação. O emprego já apresenta sinais de reação, ainda que não de forma firme e sustentada.

Para o lado indesejado, porém, as forças estão longe de ser desprezíveis: deficit nas contas públicas, baixa competitividade das empresas e infraestrutura precária. O maior problema, porém, exatamente por dificultar a eliminação de todos os anteriores, é a crise política. Com ela, fica difícil a aprovação de reformas econômicas para reequilibrar as contas públicas e impulsionar a produtividade no país.

Sem previsão de quando o país voltará definitivamente para os trilhos, os investidores ficam em compasso de espera e o PIB continua a derrapar. A queda do risco país, que, durante a gestão de Dilma Rousseff, ultrapassou os 500 pontos, deixou de ser um trunfo da equipe econômica. Em 15 de maio, os Credit Default Swaps (CDS) do país, uma espécie de seguro contra o calote, chegaram a 199 pontos e eram um indicador de que o Brasil parecia se recuperar. Após as delações dos irmãos Batista comprometerem a credibilidade do presidente Michel Temer e de integrantes do governo, os CDS subiram para 237 pontos.

A dificuldade do Brasil só não é maior porque o ambiente internacional continua favorável às moedas emergentes e o preço das commodities ajuda as exportações agrícolas e de minério, ainda que a demanda global esteja longe de ser exuberante. As vendas para outros países e a recomposição de estoques da indústria sustentaram o crescimento de 1% do PIB no primeiro trimestre. Apesar de o resultado positivo interromper uma série de oito quedas consecutivas, não há clareza de que o país deixou a recessão. E, mesmo que no próximo trimestre, haja crescimento, possibilidade pouco provável para boa parte do mercado, o nível de atividade continua baixo.

Com a instabilidade política, somente a queda de juros tem sido um impulso favorável ao crescimento. Entretanto, a economista-chefe da CM Capital Markets, Camila Abdelmalack, alerta que a queda na taxa básica ainda não foi repassada para as linhas de financiamento oferecidas pelas instituições financeiras para empresários e consumidores. Além disso, com desemprego em alta e paralisia nos investimentos, a demanda por crédito continua baixa. “O que temos visto desde o ano passado são companhias fazendo reestruturação ou reduzindo suas plantas para se adequar à nova realidade. Não há perspectiva de melhoria no curto prazo”, diz.

E mesmo o processo de queda de juros está sob ameaça. Após a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que reduziu a Selic em um ponto percentual, para 10,25% ao ano, o Banco Central (BC) sinalizou que o nível de incertezas e os riscos políticos podem levar a equipe de Ilan Goldfajn a reduzir o ritmo de cortes. Reservadamente, alguns analistas temem que, se o imbróglio não se resolver, o ciclo de queda de juros pode ser interrompido.

Outro indicador que prejudica a recuperação, explica Camila, é a perspectiva negativa atribuída ao país pelas agências de classificação de risco. As três mais importantes, Standard & Poor’s (S&P), Fitch e Moody’s, revisaram suas análises após a crise política. Essa sinalização influencia investidores, que freiam aplicações no Brasil. “Todo o processo de melhora da atividade será lento e a transmissão para a economia real vai demorar ainda mais. A situação não é boa”, afirma.

Sem confiança

Nas contas de Camila, o país crescerá apenas 0,5% em 2017, mas, se o problema político persistir, o risco de recessão, pelo terceiro ano consecutivo, aumenta. “A situação é delicada com empresas e famílias alavancadas. Além disso, a confiança em baixa se traduz em paralisia. Tudo isso só atrapalha a recuperação do Brasil”, comenta.

Pelas contas da Fundação Getulio Vargas (FGV), o maior efeito das turbulências será sentido em 2018, ano eleitoral, e não em 2017. A instituição de ensino estima que as incertezas em relação ao futuro do governo e da aprovação das reformas trabalhista e da Previdência Social possam tirar entre 0,4 e um ponto percentual do PIB no ano que vem. Com isso, em vez de crescer 2,4%, o país avançaria apenas 1,4%. Para este ano, a FGV reduziu a estimativa de crescimento de 0,4% para 0,2%.

A falta de confiança é a principal trava para a recuperação da economia, explica a economista-chefe da ARX Investimentos, Solange Srour. Ela detalha que, sem perspectiva de aprovação das reformas e de continuidade de uma agenda liberal nos próximos anos, os investimentos continuarão a despencar, o desemprego continuará a crescer e as famílias continuarão endividadas. “Além da crise política atual, o risco eleitoral de 2018 é grande. Não há clareza se teremos um governo pró-mercado ou intervencionista. Isso pesa na balança para a recuperação.”

Fonte:  Correio Braziliense

Inflação paulistana tem queda de 0,05% em maio

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, caiu 0,05% em maio, revertendo a alta de 0,61% registrada no mês anterior. Os dados foram publicados na sexta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

A última vez que o índice ficou negativo no quinto mês do ano foi em 2006, quando recuou 0,22%. Já entre janeiro e maio de 2017, o IPC-Fipe acumulou inflação de 0,94%, enquanto que, no período de 12 meses encerrado em maio, o avanço chegou a 3,08%.

Ao longo de maio, os preços de Alimentação caíram 0,21%, contrastando com o avanço de 1,12% verificado no mês anterior. Já os custos de Habitação diminuíram 0,36% no mês passado, após subirem 0,44% em abril.

Além disso, outros três dos sete componentes do IPC-Fipe aumentaram com menos força em maio do que em abril. Foi o caso de Despesas Pessoais (de 0,48% em abril para 0,12% em maio), de Saúde (de 1,66% para 0,72%) e de Educação (de +0,18% para 0,09%).

Por outro lado, os custos de Transportes subiram 0,31% em maio, superando a alta de 0,16% do mês anterior, e os preços de vestuário avançaram 0,12% no mês passado, depois de mostrarem baixa marginal de 0,02% em abril.

Índice da FGV

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), relativa à semana encerrada em 31 de maio deste ano, teve variação de 0,52%, com alta de 0,17 ponto percentual em relação ao mesmo índice da semana anterior.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

A taxa reflete alta em seis das sete capitais pesquisadas, menos no Rio de Janeiro, onde a taxa caiu 0,1 ponto percentual, passando de 0,38% para 0,28% entre uma semana e outra.

A maior variação percentual ocorreu em Salvador, onde a taxa subiu 0,77 ponto percentual entre a última semana do mês e a semana anterior, passando de 0,02% para 0,79%, a segunda maior taxa do país.

Já Recife, que fechou com o maior IPC-S (1,1%), teve a segunda maior variação percentual, de 0,26 ponto percentual. Na semana encerrada em 22 de maio, a taxa subiu 0,84%.

A menor variação percentual do IPC-S semanal ocorreu em Brasília, de apenas 0,02 ponto percentual, passando de 0,07% para 0,09%. Na capital ocorreu a menor taxa do IPC-S, ficando 0,43 ponto percentual abaixo da variação média entre as capitais, que foi de 0,52%. O recuo dos índices de preços, neste ano, acompanha a baixa da inflação oficial do governo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ele subiu 1,1%, entre janeiro e abril deste ano, bem abaixo da alta de 3,25%, vista em igual período de 2016.

Fonte:  DCI

Banco Mundial reduz para 0,3% previsão de alta do PIB brasileiro

A economia brasileira vai crescer 0,3% neste ano, segundo previsão do Banco Mundial. A estimativa é 0,2 ponto percentual menor do que a anterior, feita pelo organismo em janeiro.

A projeção do Banco Mundial é um pouco mais pessimista do que a média da estimativa dos economistas consultados semanalmente pelo Banco Central. A edição mais recente do Focus, de 26 de maio, apontava crescimento de 0,49% para o PIB deste ano.

O organismo multilateral vê melhoras na economia brasileira (como o crescimento da indústria e das exportações, principal fator para o crescimento de 1% no PIB do primeiro trimestre), porém alerta para o crescimento da taxa de desemprego e a necessidade de fazer ajustes fiscais “significativos”.

No médio prazo, o Banco Mundial considera que o cenário para a economia brasileira está reprimido pela necessidade de empresas e setor público reduzirem seus níveis de endividamento, após o rápido aumento das dívidas antes da recessão de 2015-2016.

Pela previsão do órgão com sede em Washington, o PIB do país vai crescer 1,8% e 2,1% no ano que vem e no próximo, respectivamente. Em ambos os casos, a projeção é menos otimista do que a média para as nações emergentes: 2,1% em 2017 e 2,5% em 2018.

Para o PIB global, o Banco Mundial estima crescimento de 2,7% em 2017 e 2,9% em 2018.

Fonte: Folha de S.Paulo

Mercado volta a prever inflação menor e PIB maior para 2017

Melhora nas estimativas ocorre após anúncio de que economia brasileira cresceu 1% no primeiro trimestre de 2017.

Após a divulgação de que a economia brasileira cresceu 1% no primeiro trimestre, o mercado financeiro melhorou a previsão para a alta do PIB em 2017, para 0,5%, de acordo com o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central.

O mercado também voltou a reduzir a previsão para a inflação em 2017, de 3,95% para 3,90%. As projeções dos analistas de bancos foram coletadas na semana passada.

No boletim anterior, produzido com base em estimativas coletadas na semana retrasada, o mercado havia reduzido a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, de 0,50% para 0,49%, e elevado a previsão para a inflação neste ano, 3,92% para 3,95%. A piora nas previsões foi reflexo do agravamento da crise política provocado pelas delações de executivos da JBS.

Se por um lado o novo boletim Focus, divulgado nesta segunda, reflete o resultado do PIB no primeiro trimestre, por outro é preciso considerar que o documento foi produzido antes da prisão do ex-deputado Rodrigo Roucha Loures, que ocorreu no sábado (3) e voltou a agravar a crise política que atinge o governo do presidente Michel Temer.

Para o fechamento de 2018, o mercado manteve a previsão de inflação em 4,40%, mas reduziu a estimativa de crescimento do PIB de 2,48% para 2,40%.

Juros

Pela oitava semana seguida, os analistas de mercado ouvidos pelo BC mantiveram a previsão de que a taxa básica de juros, a Selic, chegará no final do ano em 8,5%.

Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) voltou a cortar a Selic em 1 ponto percentual e a taxa agora está em 10,25% ao ano.

Já a previsão para a taxa de câmbio, ou seja, a cotação do dólar, aumentou de R$ 3,25 para R$ 3,30 ao final de 2017.

Para o fim de 2018, a previsão da Selic dada pelos analistas também é de 8,50%. Para a taxa de câmbio, a estimativa é de R$ 3,40 ao final do ano que vem.

Balança e investimentos

Os analistas ouvidos pelo Banco Central esperam que a diferença entre o que o Brasil vende para o exterior e o que ele comprar seja ainda maior. A estimativa para o superávit (exportações maiores que importações) da balança comercial aumentou de US$ 56,2 bilhões para US$ 56,4 bilhões.

Já a previsão para 2018 é de um superávit de US$ 43,06 bilhões. Na semana passada, o mercado estimava um superávit de US$ 43,12 bilhões.

A expectativa de entrada de investimento estrangeiro no país caiu pela segunda semana seguida, passando de US$ 79 bilhões para US$ 78 bilhões. Para 2018, o mercado manteve a previsão de entrada de US$ 78,75 bilhões em investimentos diretos no país.

Banco Mundial reduz para 0,3% previsão de alta do PIB brasileiro

A economia brasileira vai crescer 0,3% neste ano, segundo previsão do Banco Mundial. A estimativa é 0,2 ponto percentual menor do que a anterior, feita pelo organismo em janeiro.

A projeção do Banco Mundial é um pouco mais pessimista do que a média da estimativa dos economistas consultados semanalmente pelo Banco Central. A edição mais recente do Focus, de 26 de maio, apontava crescimento de 0,49% para o PIB deste ano.

O organismo multilateral vê melhoras na economia brasileira (como o crescimento da indústria e das exportações, principal fator para o crescimento de 1% no PIB do primeiro trimestre), porém alerta para o crescimento da taxa de desemprego e a necessidade de fazer ajustes fiscais “significativos”.

No médio prazo, o Banco Mundial considera que o cenário para a economia brasileira está reprimido pela necessidade de empresas e setor público reduzirem seus níveis de endividamento, após o rápido aumento das dívidas antes da recessão de 2015-2016.

Pela previsão do órgão com sede em Washington, o PIB do país vai crescer 1,8% e 2,1% no ano que vem e no próximo, respectivamente. Em ambos os casos, a projeção é menos otimista do que a média para as nações emergentes: 2,1% em 2017 e 2,5% em 2018.

Para o PIB global, o Banco Mundial estima crescimento de 2,7% em 2017 e 2,9% em 2018.

Fonte:Folha de SP
Redação On junho - 5 - 2017
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.