Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Indústria comemora melhora e cobra solução para a crise
Campinas – As indústrias da região de Campinas, queestão na área de abrangência do
Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) regional Campinas, registraram no mês de abril 750 contratações. No acumulado de janeiro a abril o saldo de empregos épositivo em 1.100 contratações.
Na avaliação do diretor do Ciesp Campinas, José Nunes Filho, este saldo positivo anima eindica, até de certa forma, uma ligeira retomada da economia, visto que no acumulado de2015 e 2016 a indústria regional teve 15.150 demissões. No entanto, Nunes acredita que as novas denúncias envolvendo o presidente Michel Temer, que geraram uma nova crise política no Brasil, podem também brecar a retomada da economia.
O diretor da Ciesp Campinas se refere ao acordo dedelação premiada feito pelos  irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBF, além das delações de outros executivos da holding J&F, controladora da JBS.
“A limitação do teto dos gastos públicos e a entrada das reformas em discussão e votação no Congresso trouxe credibilidade para a economia brasileira e nós voltamos a observar o crescimento da economia pela primeira vez em três anos.
Saímos de PIBs negativos em 2015 e 2016 para um PIB nos três meses deste ano positivo em 1,12%, o que representa que saímos da recessão e voltamos a crescer”, afirmou Nunes.
“Regionalmente, tivemos no mês de abril 750 contratações acumulando no ano 1.100
contratações saindo daquele círculo perverso de dois anos de demissões, no qual
acumulamos em 2015 e 2016, 15.150 demissões, então tudo vinha se portando de uma
forma extremamente otimista.
A inflação caindo, os juros caindo até acontecer essas denúncias que podem comprometer a economia”, diz.
Rapidez
Nunes Filho é enfático ao afirmar que o Brasil precisa ter um rumo e celeridade para a Justiça julgar tudo. “Temos que limpar a sujeira desse país.
Limpar o mais rápido possível. Todos os corruptos, os bandidos, todos os corruptores têm que ser eliminados da vida pública.
Têm que ser defenestrados dos seus cargos e presos, na medida do possível, para
cumprir a sua pena como qualquer ladrão de galinhas e eles não são ladrões de galinhas, eles são ladrões de indústrias frigoríficas”, reclama.
Para ele, ao fim desse processo o brasileiro deve acabar purificado.
“Que tudo isso acabe e também o hábito do brasileiro, em geral, de sempre querer levar vantagem , de furar fila, de ultrapassar pelo acostamento, de estacionar em local proibido.
Essa é uma cultura do Brasil que se reflete num número maior nos nossos políticos”,
desabafa.
Exportação
O comércio exterior do Ciesp Campinas também teve um volume expressivo de
exportações no mês de abril com uma expansão de 43,1% em relação a abril de 2016,
passando de US$ 207, 9 milhões para US$ 297,6 milhões em abril de 2017.
O que chama a atenção é que no mês de abril deste ano, a principal categoria de produtos a de sementes e frutos oleaginosos; grãos; sementes e frutos diversos, plantas industriais ou medicinais; palhas e forragens.
O valor exportado desse grupo teve uma expressiva expansão de 14.934,4% em relação
ao mesmo mês do ano passado de US$ 414,3 mil para US$ 62,3 milhões em abril de
2017. Mas se trata de uma questão pontual de alguma associada, alerta o Ciesp.
Milton Paes
Fonte: DCI

 

A indústria tem mais confiança no futuro

Pouco mais de 3 mil empresas do setor industrial ouvidas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostraram-se moderadamente confiantes com relação às expectativas para a economia brasileira e para seus próprios negócios, mostrou o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado pela instituição. O indicador revelou razoável estabilidade entre fevereiro e maio, oscilando em patamares próximos dos 54 pontos, que representam a média histórica do Icei.

Em maio, o Icei registrou 53,7 pontos, acima dos 50 pontos que separam os campos positivo e negativo, superando em 0,6 ponto o indicador de abril e em 12,5 pontos o número de maio de 2016.

O levantamento foi feito em período anterior ao da crise política que eclodiu há alguns dias e provocou fortes oscilações nos mercados de câmbio e de ações, bem como no humor do empresariado.

A pesquisa constatou que “os empresários estão certamente mais confiantes com relação ao ano passado, mas para uma recuperação do investimento suficiente para impulsionar a economia ainda é necessário um crescimento mais significativo do Icei”. Em alguns setores, isso já ocorre.

O Icei superior a 55 pontos – acima, portanto, da média histórica – já era observado nos segmentos de farmoquímicos e farmacêuticos, indústria extrativa, manutenção e reparação, alimentos, veículos automotores, biocombustíveis e máquinas, aparelhos e materiais elétricos. Já entre os setores industriais com piores expectativas destacavam-se impressão e reprodução de gravações, outros equipamentos de transporte (como motocicletas), serviços especializados para a construção, minerais não metálicos e coque e derivados de petróleo.

Uma característica presente em levantamentos feitos por entidades como a Fundação Getúlio Vargas e a FecomercioSP também aparece no Icei: as expectativas para os próximos seis meses tendem a ser mais positivas do que a avaliação das condições atuais. Quanto ao estado da economia, por exemplo, as condições atuais mereciam 45 pontos, enquanto as expectativas registravam 57,4 pontos.

Pelo critério do porte, as grandes empresas são as mais otimistas; e, por segmento, isso ocorre com indústrias extrativas. Neste caso, é sinal de que se espera mais vigor do mercado global do que do mercado interno.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

Indústria automobilística espera decisão rápida da crise política

A indústria automobilística espera uma rápida decisão para a crise política atual, independente da solução a ser tomada, seja a renúncia do presidente Michel Temer, sua permanência no cargo ou um processo de impedimento, tudo seguindo a Constituição.

“O que não pode é essa situação se perdurar por muito tempo, como ocorreu no processo de impeachment da ex-presidente Dilma, que deixou o País paralisado por quase dois anos”, diz o presidente da fabricante de autopeças Wabco, Reynaldo Contreira. “Isso seria muito maléfico para o País; precisamos de uma transição rápida, precisamos virar a página.”

Por enquanto, a rotina da Wabco – que produz, entre outros itens, sistema de freio (ABS) e transmissão automática para veículos comerciais –, não foi alterada. O executivo, contudo, teme que, a se prolongar a indefinição, “certamente vai acender a luz amarela na corporação e, diante de um cenário de insegurança, investimentos previstos para o curto prazo podem ser afetados”.

O turbilhão que colocou em dúvida a permanência de Temer na presidência ocorre num momento em que o mercado de veículos, que caiu nos últimos quatro anos, começava a dar os primeiros sinais de melhora que, na previsão das montadoras, se intensificariam a partir do segundo semestre.

“O que precisamos é de previsibilidade para continuarmos trabalhando”, afirma o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, que também defende a continuidade dos programas de reforma trabalhista e da Previdência.

O executivo informa já ter sentido no mercado nesses últimos dias um aumento no custo dos financiamentos e na restrição ao crédito por parte de instituições financeiras, tanto para empresas quanto para clientes que pretendem adquirir veículos. “Mas ainda acreditamos que essa crise política possa ser momentânea.”

O diretor da Toyota, Ricardo Bastos, espera que, no máximo em 30 dias o País tenha uma definição para ser adotada até as eleições de 2018. “Precisamos de uma rápida indicação (de saída para a situação atual), qualquer que seja”, afirma ele, mesmo que depois leve um período mais longo para ser adotada.

Bastos avalia que o Brasil mantém suas instituições operando normalmente e os fundamentos econômicos são menos vulneráveis atualmente. Por isso, acredita que não haverá impacto tão forte no mercado.

A alta na produção de veículos, de 20% nos primeiros quatro meses do ano em relação a 2016, deve continuar, até porque boa parte dela vem do crescimento das exportações que, na opinião de Bastos, deve se manter. As vendas internas, por outro lado, “talvez até sofram, mas vai depender do tempo em que a insegurança se manter.”

Fonte: O Estado SP

Unilever desenvolve tecnologia para reciclar sachês

A Unilever apresentou uma nova tecnologia para reciclar embalagens flexíveis. Chamada CreaSolv Process, a técnica foi desenvolvida em parceria com o Instituto Fraunhofer de Engenharia de Processos e Embalagens IVV (Fraunhofer Institute for Process Engineering and Packaging IVV), na Alemanha.

Bilhões de sachês descartáveis são vendidos a cada ano, particularmente em mercados em desenvolvimento e emergentes, especialmente na Ásia. Essas embalagens são extremamente eficientes em termos de custos, e permitem que consumidores de baixa renda comprem pequenas quantidades de produtos que, de outra forma, seriam inacessíveis a eles. Mas sem uma solução viável de reciclagem, os sachês acabam em aterros ou lixões, quando não em rios e oceanos.

A tecnologia de processo CreaSolv foi adaptada de um método usado para separar retardadores de chama bromados dos polímeros em resíduos eletrônicos em aparelhos de televisão.

Durante o processo, o plástico é recuperado do sachê para, depois, ser usado para fabricar novos sachês para produtos Unilever – criando uma abordagem de economia circular completa.

“No mundo inteiro, bilhões de sachês são utilizados uma única vez e descartados, acabando em aterros sanitários, em rios ou oceanos”, comenta David Blanchard, chefe de Pesquisa & Desenvolvimento da Unilever. “No início deste ano, anunciamos o compromisso de ajudar a resolver a questão por meio de novas tecnologias de reciclagem. Pretendemos fazer com que essa tecnologia seja de fonte aberta e esperamos ganhar escala na tecnologia com parceiros na indústria, para que outras empresas – incluindo nossos concorrentes – possam usá-la”, continua o executivo.

“O argumento econômico a favor dessa tecnologia é muito claro. Sabemos que, globalmente, perdem-se de 80 a 120 bilhões de dólares por ano porque os plásticos não são reciclados adequadamente. Acreditamos que nosso compromisso de tornar 100% de nossas embalagens recicláveis, reutilizáveis ou compostáveis apoiará o crescimento do nosso negócio no longo prazo”, completa Blanchard.

A Unilever vai inaugurar uma planta piloto na Indonésia ainda esse ano para testar a viabilidade comercial de longo prazo da tecnologia CreaSolv. A Indonésia é um país crítico para o combate aos resíduos, já que gera 64 milhões de toneladas por ano, das quais 1,3 milhão tem como destino o oceano.

“Com esta planta piloto, pela primeira vez poderemos realizar a reciclagem de polímeros de alto valor de sachês de múltiplas camadas pós-consumo. Nosso objetivo é comprovar a viabilidade econômica e os benefícios ambientais do processo CreaSolv”, afirma Andreas Mäurer, chefe de Reciclagem de Plásticos da Fraunhofer IVV. “ Nossos cálculos indicam que poderemos recuperar 6 quilos de polímeros puros com a mesma energia necessária para produzir 1 quilo de polímero virgem”, acredita Mäurer.

Fonte: Embalagem Marca/EM – Abinee

Marca de cosméticos troca embalagens vazias por maquiagens

Os consumidores do O Boticário poderão trocar embalagens vazias dos produtos da marca por itens de maquiagem. A ação faz parte do programa de reciclagem da indústria, o Boti Recicla, e ao todo serão distribuídos mais de 400 mil itens, sendo um por CPF cadastrado.

A campanha ocorrerá entre os dias 22 e 26 de maio, em todas as lojas físicas da rede. Para fazer a troca, os clientes precisam se cadastrar no site da promoção e, depois, entregar a embalagem vazia em uma loja.

Ao fazer o cadastro, o participante escolhe o ponto de venda no qual prefere fazer a troca e verifica a disponibilidade dos produtos de maquiagem das marcas Intense e MakeB. O cadastro também garante um voucher de desconto de até 20% na compra de produtos na linha Intense.

São válidas para a promoção embalagens primárias de produtos de qualquer linha da marca, as que ficam em contato direto com o produto, como frascos de Colônias, embalagens de hidratante, desodorantes e que possuam suas respectivas tampas, válvulas e sprays, entre outros.

De acordo com a empresa, o objetivo da campanha é orientar as pessoas e incentivá-las a realizar o descarte correto dos resíduos.

Logística reversa

Em qualquer época do ano, as lojas físicas da marca recebem frascos, cartuchos, potes e outros recipientes das quatro marcas do Grupo Boticário (O Boticário, quem disse, Berenice?, The Beauty Box e Eudora).

Todas as embalagens vazias recolhidas são enviadas a cooperativas de coletores de material reciclável.

Fonte: UOL / ABinee

Frota de veículos brasileira envelhece com a crise econômica

 Os veículos que rodam pelo país estão mais velhos em razão da crise econômica que acarretou em uma baixa nas vendas de modelos novos. A dificuldade dos consumidores em comprar veículos 0km ou substituir o modelo atual por um novo elevou para quase dez anos a idade média da frota em circulação.

Em 2006, a idade média dos automóveis brasileiros era de nove anos e dois meses. Nesse momento, a frota veio se renovando quase que consecutivamente até 2013 quando as vendas passaram a cair, após nove anos seguidos de alta. Em quatro anos, a frota envelheceu 10 meses. Somados aos comerciais leves, caminhões e ônibus, a idade média é de nove anos e três meses.

Os veículos com até cinco anos de uso, chamados de seminovos, somavam 43% da frota em 2012. Hoje são 34%, segundo estudo da frota brasileira recém-concluído pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). Os veículos com idade entre 6 e 15 anos de uso totalizam 49%, os de 16 anos fazem parte de 20,13% e os superiores a 20 anos representam 4% do total em circulação.

Fonte: Correio Braziliense

Redação On maio - 24 - 2017
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.