Sindicato Nacional da Indústria de
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Economia do México avança 0,7% no 1º trimestre

A economia do México manteve seu ritmo de crescimento no primeiro trimestre e registrou expansão pelo 15º período consecutivo, com o setor de serviços compensando o ritmo lento da indústria.
O Produto Interno Bruto (PIB) do país no primeiro trimestre deste ano cresceu 0,7%, com ajuste sazonal, em relação ao último trimestre do ano anterior. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 2,6%, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas e Geografia (Inegi) divulgou nesta segunda-­feira (22).
O aumento da produção em relação ao ano anterior teve a ajuda do feriado de Páscoa que este ano aconteceu em abril, ao invés de março, resultando em mais dias úteis no primeiro trimestre.
Apesar de um declínio na produção de petróleo e gás, a economia mexicana tem se mostrado resiliente graças ao consumo robusto de bens e serviços e ganhos de fabricação.
O setor de serviços cresceu 1%, em relação ao quarto trimestre, e a produção industrial subiu 0,1%, enquanto a produção agrícola cresceu 1,1%.

Fonte: Valor Econômico / Abimaq

 

 

Empresas da zona do euro mantêm ritmo forte em maio, mostra PMI

As empresas da zona do euro mantiveram neste mês a forte taxa de crescimento vista em abril uma vez que correram para atender à demanda, sugerindo que a força econômica do bloco está se sustentando, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).
O PMI Composto preliminar do IHS Markit para maio ficou em 56,8 e repetiu a leitura do mês anterior, nível mais alto desde abril de 2011. Leitura acima de 50 indica crescimento.
A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda a 56,6.
“É um resultado muito bom e generalizado. Temos um bom ritmo de crescimento aqui. O fato de termos mantido esse nível alto em maio é uma ótima notícia para o PIB do segundo trimestre”, disse Chris Williamson, economista-chefe do IHS Markit.
As indústrias do bloco tiveram um maio muito melhor do que o previsto. Pesquisa da Reuters apontava expectativa de que o PMI da indústria cairia para 56,5, mas ele subiu a 57,0 de 56,7 em abril, nível mais alto desde abril de 2011.
Já o PMI de serviços desacelerou ligeiramente, com o PMI caindo a 56,2 de 56,4 e contra expectativa de manutenção do ritmo.

Fonte: Reuters

 

 

 

Exportações, consumidores e construção impulsionam crescimento da Alemanha no 1º tri

A economia da Alemanha acelerou no primeiro trimestre ajudada pelas exportações fortes, aumento da construção e gastos mais altos de famílias e do governo.
A maior economia da Europa cresceu 0,6 por cento no primeiro trimestre sobre o trimestre anterior, contra 0,4 por cento nos últimos três meses do ano passado, informou nesta terça-feira a Agência Federal de Estatísticas, confirmando a leitura preliminar.
A agência de estatísticas informou que as exportações subiram 1,3 por cento e as importações avançaram 0,4 por cento, o que significa que a balança comercial acrescentou 0,4 ponto percentual ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
O investimento em construção saltou 2,3 por cento, aumento mais forte em três anos. O crescimento da população, melhora da segurança no trabalho e juros em mínima recorde estão alimentando um boom da construção.
Já o investimento em maquinário e equipamentos subiu 1,2 por cento, em um sinal de que as empresas estão buscando se expandir apesar dos riscos políticos.
Os consumidores alemães estão por sua vez se beneficiando do emprego em máxima recorde, alta dos salários reais e baixos custos de empréstimos, com os gastos das famílias contribuindo com 0,2 ponto percentual para o PIB. Já os gastos do Estado subiram 0,4 por cento.

Fonte: Reuters

 

 

 

Para exportadores, câmbio melhora ganhos, mas não eleva embarques

A alta do dólar por conta da divulgação das notícias sobre as gravações envolvendo o presidente Michel Temer gerou maior rentabilidade nas exportações para os casos de empresas que fecharam o câmbio nos dias em que a moeda nacional se desvalorizou. Mas, segundo exportadores, a incerteza em relação à crise política e a esperada volatilidade do câmbio enquanto a turbulência permanecer não permitem impulsionar os embarques.

Na quinta-feira, dia seguinte à divulgação das primeiras notícias sobre as gravações, o dólar fechou a R$ 3,389. Na sexta, já com movimento de valorização do real, a moeda fechou em R$ 3,257. Ontem terminou o dia em R$ 3,276. Para empresas como Metalplan e Randon Implementos, a preocupação maior é com o quadro político e seu efeito sobre a economia.

José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), diz que a valorização do dólar da semana passada não deve fazer diferença para a balança comercial. Para ele, o efeito do dólar será na rentabilidade do exportador, no caso de quem fez a conversão do dólar para a moeda nacional nesse período.

A alta do dólar chega num período em que o exportador tem perdido rentabilidade principalmente por conta da valorização do real. No primeiro trimestre o índice de rentabilidade na exportação caiu 6,4% em relação a igual período do ano passado. A alta de 22,4% nos preços de exportação não foi capaz de compensar a valorização cambial de 19,6% e a elevação de 5,1% no custo de produção, segundo a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).

A desvalorização do real, porém, diz Castro, não é suficiente para possibilitar ao exportador a redução de preços em dólar, o que daria maior competitividade às empresas. “Isso não deve acontecer porque não há nenhuma segurança sobre a evolução do câmbio nos próximos dias”, diz.

Heitor Klein, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), tem opinião semelhante. “Esse pico não indica tendência.” Para ele, o resultado das exportações do setor nos primeiros meses do ano não foi ruim. No acumulado de janeiro a abril, segundo a associação, os embarques de calçados brasileiros caíram 1,5% em volume e avançaram 14,4% em valor contra igual período de 2016.

Esses embarques, porém, diz Klein, foram resultado de vendas da coleção primavera-verão negociadas entre agosto e setembro do ano passado. Os próximos embarques são da coleção outono-inverno, mas as expectativas não são boas porque as negociações de contratos em janeiro e fevereiro foram relativamente fracas, conta. “Nesse período o real já estava valorizado e por isso os negócios fechados ficaram muito abaixo aos do ano anterior. A tendência é de que em junho, julho e agosto tenhamos um buraco nos embarques em relação ao que foi na última temporada.”

Daniel Randon, vice-presidente de administração e finanças da Randon Implementos e Participações, diz que a empresa aproveitou o pico do dólar na semana passada para fechar operações de câmbio relativas a exportações, mas essa, explica, é uma questão pontual. “O que mais preocupa é a economia como um todo.”

Randon diz que a sensação que se tem hoje é de que a economia chegou ao fundo do poço e há possibilidade de se crescer este ano, mesmo com dificuldade. Para isso, porém, diz ele, é preciso haver perspectiva de se fazer a reforma previdenciária e trabalhistas, de se manter a queda de juros e de que o programa de concessões aconteça, trazendo investimento em infraestrutura e maior competitividade. “Se não for resolvida logo, essa turbulência pode adiar alguns investimentos e afetar o PIB.”

A exportação, diz Randon, é vista dentro de um plano de longo prazo e, por isso, não depende apenas do dólar. No primeiro trimestre, diz ele, o resultado consolidado somando exportações e receitas geradas no exterior praticamente empataram com o de igual período do ano passado.

Edgard Dutra, diretor da Metalplan, diz que dentro do nível atual de incerteza e por conta da alta volatilidade, a alta do dólar “não gera nada”. Ele conta que os contratos de exportação da semana passada foram fechados na segunda e na terça. Ou seja, antes de quarta, quando foram divulgadas as primeiras notícias sobre as gravações envolvendo Temer. Se tivesse fechado os contratos na quinta ou na sexta, já com os efeitos das notícias sobre o mercado de câmbio, diz ele, as condições dos contratos não teriam mudado. Dutra diz que defende hoje um câmbio na casa de R$ 3,80. Para ele, esse nível não geraria inflação e permitiria equilibrar o efeito do dólar nas importações e exportações.

Por enquanto, diz ele, com real valorizado, o que se faz é o “feijão com arroz” na exportação. A ideia é vender focando mais nos produtos e seus diferenciais e menos no preço. Segundo ele, os embarques representaram cerca de 12% das receitas da empresa de janeiro a abril deste ano. Em iguais meses de 2016 a fatia foi de 15%. No total das receitas, conta, o crescimento foi de 20%, mas a alta acontece por conta da baixa base de comparação. De janeiro de 2014 para fim de 2015, a empresa perdeu 35% em receitas. No ano passado a receita empatou com a de 2015.

Fonte: Abinee / Valor

Superávit comercial em maio já registra US$ 4,854 bilhões

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,82 bilhões. O resultado foi alcançado com exportações no valor de US$ 4,75 bilhões e importações de US$ 2,933 bilhões. Em todo o mês, o resultado é positivo em US$ 4,854 bilhões, com exportações de US$ 13,049 bi e importações de US$ 8,195 bi. No ano, o superávit é de US$ 26,225 bilhões.

O crescimento de 11,4% até a terceira semana deste mês foi causado principalmente pelo aumento nas vendas de produtos básicos (+18,1%, de US$ 395,1 milhões para US$ 466,5 milhões) e manufaturados (+1,2%, de US$ 316,3 milhões para US$ 320,2 milhões).

Em relação a abril, no entanto, houve queda de 5,1%, com redução nas vendas de produtos básicos (-6,7% de US$ 500,1 milhões para US$ 466,5 milhões) e manufaturados (-6,2%, de US$ 341,4 milhões para US$ 320,2 milhões). Por outro lado, as vendas de produtos semimanufaturados subiram 7,1% (de US$ 117,1 milhões para US$ 125,4 milhões).

Já nas importações, a média diária até a 3ª semana de maio ficou 10,4% maior que a média de maio do ano passado – US$ 585,3 milhões, ante US$ 530,3 milhões.

Fonte: DCI

Com US$ 20 bi, fundo Brasil-China para infraestrutura sai do papel

Anunciado em outubro de 2016, finalmente o Fundo Brasil-China tem data para sair do papel. A iniciativa, que terá um montante de US$ 20 bilhões para investimentos em infraestrutura, entra em operação na próxima semana. Segundo o governo federal, o dinheiro será usado para financiar projetos de diferentes setores, inclusive tecnologia avançada, serviços digitais e indústria.

O fundo será administrado pela Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento. Será constituído por um grupo técnico de trabalho e um comitê diretivo formado por executivos vindos no Ministério da Fazenda, do Planejamento, da Secretaria Geral da Presidência da República e por três representantes chineses.

“De todos os fundos geridos pelo Claifund (fundo chinês para investimento na América Latina), este é o único que tem acordo paritário, ou seja, com decisões do mesmo peso dos dois lados. É uma conquista”, diz Jorge Arbache, secretário de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento.

Quando foi anunciado, há quase um ano, o fundo teria US$ 15 bilhões de capital chinês e US$ 5 bilhões brasileiros. Estes poderia ser trazidos do FI-FGTS, do BNDES e de captação no setor privado. O lançamento oficial do fundo acontece em de 30 de junho, durante evento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em São Paulo.

Fonte: Abinee

Crescimento de países ricos se desacelera no primeiro trimestre

O crescimento da economia dos países desenvolvidos desacelerou significativamente nos três primeiros meses de 2017, refletindo o fraco início de ano dos Estados Unidos, Reino Unido e da França.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) disse ontem que a produção conjunta das economias de seus 35 membros durante o primeiro trimestre foi 0,4% superior à dos três últimos meses de 2016. O percentual representa uma desaceleração em relação à taxa de 0,7% de crescimento computada no fim de 2016.

A desaceleração chama a atenção para a natureza ainda anêmico da recuperação em relação à crise financeira mundial e à recessão que se seguiu. O enfraquecimento do crescimento se deveu, em grande medida, aos EUA, que têm regularmente registrado fraco crescimento no primeiro trimestre nos últimos anos.

Embora o Reino Unido e a França também tenham vivenciado um desaquecimento, isso foi compensado, em parte, pela aceleração observada na Alemanha e no Japão.

A desaceleração do primeiro trimestre em muitas economias desenvolvidas não deverá persistir pelo restante de 2017. Uma medida de crescimento da economia do Federal Reserve de Atlanta (unidade regional do Fed, o BC dos EUA) aponta para uma significativa recuperação no segundo trimestre, enquanto os indicadores disponíveis de nível de atividade econômica do Reino Unido e da França projetam uma melhora mais modesta. Portanto, é pouco provável que o fraco desempenho no primeiro trimestre tenha impacto nas decisões de política monetária dos principais BCs nos próximos meses.

Vários organismos internacionais elevou recentemente suas previsões de expansão mundial para este ano, ao ver sinais de maior solidez dos fluxos comerciais e dos gastos com investimentos. O Fundo monetário Internacional (FMI) hoje prevê que a economia mundial crescerá 3,5% em 2017, de uma projeção anterior de expansão de 3,4%. Se se concretizar, essa será a expansão mais acelerada dos últimos cinco anos.

No entanto, os economistas advertem que a escala da aceleração prevista dependerá, em parte, da capacidade do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, de cumprir as promessas de reforma fiscal e de gastos com infraestrutura, enquanto os atritos em torno do comércio exterior e os problemas de endividamento da China poderão desestruturá-la.

Fonte: Abinee / Valor

Redação On maio - 23 - 2017
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