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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Após dois anos em recessão, economia cresceu 1,12% no 1º trimestre, diz BC

Influenciado pela expectativa de safra agrícola recorde, o indicador do Banco Central que mede a atividade econômica cresceu 1,12% no primeiro trimestre em relação aos três últimos meses do ano passado, mostram dados divulgados nesta segunda-feira (15).

É o primeiro crescimento para qualquer trimestre desde os últimos três meses de 2014, quando o IBC-br subiu 0,21%.

Em março, porém, o indicador caiu 0,44% na comparação com fevereiro –o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já havia afirmado que o movimento era esperado para o período.

Em fevereiro, o indicador cresceu 1,37% em relação ao mês anterior, acima do que era esperado pelo mercado. Em janeiro, houve alta de 0,36% na comparação com dezembro de 2016.

Conhecido como IBC-Br, o índice incorpora projeções para serviços, comércio, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos.

O IBGE está esperando uma safra de grãos mais de 26% maior do que a do ano passado, expectativa que foi revisada para cima diversas vezes. Esse foi o principal determinante no crescimento do trimestre.

Além disso, no início do mês passado o IBGE alterou sua metodologia para as pesquisas de comércio e serviços para medir a atividade com mais precisão, o que teve impacto positivo nos dados.

A mudança ocorreu porque o peso da amostra das empresas que participam das pesquisas do IBGE foi redistribuído. Em vez de seguir usando como referência para essa base o ano de 2011, o instituto atualizou os dados para 2014.

A avaliação de economistas é que, após longo período de crise, a atividade começa a se estabilizar, com recuperação em alguns segmentos.

Fonte: Folha SP

Temer diz que avalia aumentar faixa de isenção do Imposto de Renda

O presidente Michel Temer avalia corrigir no início do segundo semestre a tabela do Imposto de Renda para ampliar a atual faixa de isenção.

A área política do governo defende a medida. A avaliação da equipe econômica, no entanto, é que, neste momento, não há espaço para despesas ou perdas de receita.

A iniciativa faria parte de um pacote de bondades preparado pelo Planalto que deve incluir também o reajuste do Bolsa Família e novas mudanças nos juros ao consumidor, a exemplo do que foi feito com as regras do rotativo do cartão de crédito.

A proposta para ampliação da faixa de isenção está em análise desde fevereiro pelo Ministério da Fazenda, que recebeu pedido da Casa Civil, como mostrou a Folha.

Hoje, escapa do Imposto de Renda quem ganha salário de até R$ 1.903. Segundo a reportagem apurou, há a defesa no Palácio do Planalto para que a nova faixa de isenção chegue a pelo menos R$ 3.000. A última correção da tabela ocorreu em 2015, no governo de Dilma Rousseff.

Em entrevista a emissoras de rádio, nesta segunda-feira (15), o presidente afirmou que a medida está em avaliação, disse que houve até agora “apenas uma primeira conversa” sobre o tema e ressaltou que examinará o assunto com “muito cuidado”.

Ele não deu detalhes sobre o valor da faixa de isenção, mas refutou a possibilidade de dobrá-la de valor, o que, na avaliação dele, seria uma “coisa complicada”.

“Houve uma fala sobre a possibilidade de aumentar a faixa de isenção. Uma fala. Aqui no Palácio do Planalto, cadeiras e mesas têm ouvidos. Não há isso concretamente [dobrar a faixa]. Eu aprecio muitíssimo. Seria bom? Seria bom”, disse.

Pouco antes de ser afastada da Presidência, Dilma propôs a correção de 5% na tabela do IR, ao custo de cerca de R$ 5,2 bilhões.

O valor seria coberto pela tributação de heranças e doações, além do aumento da imposto para empresas e sobre direitos de imagem e voz. O projeto sobre o assunto nunca foi votado no Congresso.

A tabela acumula defasagem de 83% desde 1996, segundo cálculo do Sindifisco (sindicato dos auditores da Receita Federal). Com a reposição, a faixa de isenção seria de R$ 3.460,50.

REFORMAS

Na entrevista, o presidente disse ainda que poderá vetar pontos da reforma trabalhista ou, como antecipou a Folha, editar uma medida provisória com reivindicações da base aliada, evitando assim que a proposta retorne para a Câmara.

Ele indicou como eventual veto a exigência de laudo médico para grávidas e lactantes comprovarem que não podem trabalhar em locais com grau médio de insalubridade.

Ele afirmou também que só colocará em plenário a reforma previdenciária na Câmara quando tiver ao menos 320 votos e disse que talvez seja possível votá-la em primeiro turno na última semana de maio ou na primeira de junho.

Fonte: Folha SP

Temer admite estudar isenção maior do IR

O presidente Michel Temer confirmou ontem que estuda aumentar a isenção do Imposto de Renda das pessoas físicas. Em entrevista a rádios, Temer disse que apreciaria “muitíssimo” ampliar a faixa de isentos, mas ressaltou que o assunto está em discussões iniciais. A sinalização vem em momento ruim para as contas públicas. Com a arrecadação ainda patinando, o governo raspa o tacho em busca de receitas extraordinárias e tem pouca margem para abrir mão de qualquer centavo. Isso ficará mais claro na semana que vem, quando a equipe econômica publica um novo relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas.

O presidente não detalhou de quanto seria a isenção no IR imposto ou os prazos com que o governo trabalha. Segundo reportagem publicada ontem no jornal “Valor Econômico”, a proposta que está circulando no governo dobra a faixa de isenção do IRPF, dos atuais R$ 1.903 para R$ 4 mil. O valor exato, no entanto, seria definido conforme o desempenho da arrecadação no primeiro trimestre.

— Se você aumenta a faixa de isenção, você está permitindo que muita gente possa economizar no pagamento do tributo para aplicar no varejo, onde seja — disse Temer. — Não há isso concretamente. Eu apreciaria muitíssimo. Se você me disser: “Seria bom?” Seria bom, porque seria uma maneira de alcançar boa margem de trabalhadores. Mas é uma coisa complicada.

A proposta de aumento da faixa de isenção do IR já teria sido discutida por Temer com deputados e senadores, inclusive do PMDB. A ala política e a base do governo alegam que o aumento dessa faixa de isenção — que alguns desejam ver em R$ 5 mil — criaria uma boa vontade da classe média e dos próprios parlamentares em relação à agenda impopular de reformas. O problema é que essa desoneração precisa ser compensada. Aí teria que entrar uma medida de aumento de impostos: a tributação de lucros e dividendos distribuídos aos acionistas de empresas. Segundo os técnicos do governo, existe hoje uma manipulação feita pelas empresas na hora de apurar seus lucros. Isso porque vigoram no país os regimes do lucro real e do lucro presumido. No primeiro caso, os ganhos das companhias são apurados com base em um cálculo estimado sobre o qual incidem o IR e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Já no segundo, a tributação ocorre sobre o lucro efetivo apurado no trimestre.

REMESSA DE LUCROS NA MIRA
Está também sobre a mesa a possibilidade de passar a cobrar IR sobre lucros de multinacionais que são auferidos no Brasil, mas remetidos para o exterior — hoje, esses recursos não são tributados.

Temer sugeriu ainda uma corrente de energia positiva para melhorar a economia:
— Então eu peço a você que, embora você esteja passando, quem sabe, por dificuldades, que faça essa corrente de energia em favor do Brasil. Primeiro, ajudando a pacificar o país. E, em segundo lugar, talvez torcendo para que nós, que temos boas intenções, possamos chegar a um porto seguro logo no final do mandato, reduzindo sensivelmente o desemprego do país.

A tabela do IR foi corrigida em 4,5% de 2007 a 2014. Em 2015, o reajuste variou entre 4,5% a 6,5% dependendo da faixa de renda do contribuinte. No ano passado, não houve mudanças.

Fonte: O Globo

Mercado projeta inflação de 3,93%

Os economistas do mercado financeiro voltaram a reduzir mais uma vez as suas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano.

O Relatório de Mercado Focus divulgado ontem pelo Banco Central (BC), mostra que a mediana para o IPCA em 2017 baixou de 4,01% para 3,93%. Há um mês, estava em 4,06%. O indicador mede a inflação oficial do País.

A projeção para o IPCA de 2018 também diminui na semana e foi de 4,39% para 4,36%, ante 4,39% de quatro semanas atrás.

As estimativas de mercado divulgadas ontem no Focus indicam que a expectativa é de que a inflação fique abaixo do centro da meta, de 4,5%, em 2017 e 2018. A margem de tolerância para estes anos é de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo (ou seja, uma inflação entre 3,0% e 6,0%), informa o BC.

Em abril, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA encerrou o mês com alta de 0,14%. Já o IPCA-15 de maio, considerado uma prévia da inflação oficial do mês, será divulgado no próximo dia 23.

Administrados

O Relatório Focus mostrou, ainda, queda nas projeções para os preços administrados neste ano. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador em 2017 ficou em 5,45%, de 5,50% há uma semana e há um mês. Para 2018, a mediana permaneceu em 4,70%, mesmo patamar observado na semana anterior.

Em suas projeções atuais, atualizadas na ata do último encontro do Copom, o BC espera alta de 6,3% para os preços administrados em 2017 e avanço de 5,4% em 2018.

Já a mediana das projeções do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de 2017 foi de 2,60% para 1,89% de uma semana para outra. Há um mês, estava em 3,43%. Para 2018, segue em 4,50%.

Fonte: DCI

Empréstimos liberados pelo BNDES caem 15% no ano até abril

Desembolsos nos quatro primeiros meses do ano somaram R$ 21,4 bilhões. Para BNDES, ritmo de queda segue tendência de desaceleração.

O Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 21,4 bilhões empréstimos nos 4 primeiros meses do ano, o que corresponde a uma queda de 15% contra o mesmo período do ano passado. Somente em abril, o banco desembolsou R$ 6,3 bilhões, queda de 11% ante 1 ano antes.

Desde o segundo semestre do ano passado, há uma redução no ritmo de queda dos desembolsos do BNDES. Na primeira metade de 2016, as liberações caíram 42% ante o mesmo período do ano anterior. No 2º semestre, a retração recuou para 28%, também em relação ao mesmo período de 2015. No acumulado em 2016, a queda foi de 35% e o volume desembolsado goi o menor desde 2007.

Em comunicado, o BNDES avaliou que a queda de 15% nos quatro primeiros meses de 2017 mantém a tendência de desaceleração. “É importante observar que os desembolsos são um retrato do passado, uma vez que a tramitação dos pedidos de financiamento direto ao BNDES, apresentados como consultas, pode levar mais de um ano nas fases de enquadramento, aprovação e contratação até se converterem em desembolso”, destatou o banco.

Distribuição por setores

A maior parcela dos desembolsos do primeiro quadrimestre foi para a Infraestrutura, que respondeu por quase 37% do total com R$ 7,9 bilhões liberados. O setor de comércio e serviços ficou com pouco mais de 22% dos recursos, somando R$ 4,7 bilhões. A agropecuária ficou com R$ 4,3 bilhões, equivalente a 20% do total de desembolsos. Já a fatia da Indústria foi de cerca de 21%, somando R$ 4,5 bilhões.

Aprovação de crédito para máquinas e equipamentos sobe

O total de empréstimos aprovados pelo BNDES nos primeiros quatro primeiros meses do ano ficou em R$ 18,2 bilhões, apresentando estabilidade em comparação com o mesmo período de 2016. As consultas, entretanto, caíram 27% ante o mesmo período do ano passado.

Entre os indicadores positivos, o BNDES destacou o aumento das aprovações de crédito para o setor industrial e para a aquisição de máquinas e equipamentos. A Finame, linha de financiamento de bens de capital, acumulou R$ 6,7 bilhões em aprovações entre janeiro e abril, alta de 38% em relação ao mesmo período do ano passado. Apenas em abril, a Finame aprovou R$ 2,1 bilhões em crédito, 50% a mais do que no mesmo mês de 2016.

Entre os setores demandantes, a Indústria de Transformação totalizou R$ 1,4 bilhão em empréstimos da Finame aprovados entre janeiro e abril. O valor é quase três vezes maior que os R$ 468,8 milhões registrados nos primeiros quatro meses do ano passado.

Também houve alta de 31% para projetos de infraestrutura, comércio e serviços. A agricultura teve R$ 2,6 bilhões aprovados na Finame, alta de 12% e a maior parte para a aquisição de máquinas agrícolas, segundo o BNDES. Já a indústria extrativa teve queda, de 49%.

“As aprovações da Finame servem de termômetro dos investimentos que serão feitos na economia no curto prazo, já que costumam se converter em desembolsos rapidamente: a média é de menos de duas semanas”, afirmou o banco. “O crescimento das aprovações nessa linha sugere um movimento de retomada da ocupação da capacidade instalada das empresas por meio de modernização de maquinário”, acrescentou.

O total de crédito já desembolsado pela Finame em 2017, entretanto, ainda 10% abaixo do registrado nos quatro primeiros meses do ano passado, somando R$ 5,5 bilhões até abril.

Redação On maio - 16 - 2017
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