Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Setores esperam retomada das contratações em 2018

Como última variável a sentir os efeitos da retomada do crescimento econômico, representantes dos setores da economia esperam voltar a contratar em 2018.

André Montenegro, presidente do Sidicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), acredita que setembro será o mês em que o setor verá uma redução dos estoques e contratações devem iniciar apenas no ano que vem.

Na indústria como um todo, Carlos Manso, assessor econômico da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), diz que a produção industrial ainda oscila, mas que os sinais de fim de recessão são claros. “No segundo semestre a atividade econômica deve estar rodando a 2% e a indústria deve estar a 1%. Isso pode favorecer a volta de contratações em 2018”. Mas, para a retomada, ele defende que o Governo termine 2017 com as reformas aprovadas e o PIB estável de 0,5%.

Luiz Roberto Barcelos, presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas (Abrafrutas), diz que a agropecuária tem desafios a enfrentar no Ceará em termos de irrigação. “Mas o agrobusiness (nacional) está bem, apesentando safra recorde no País”.

Maurício Filizola, vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio), acredita que o turismo pode ter retorno mais lento, porque lazer não é a prioridade no orçamento das famílias. (Beatriz Cavalcante)

Fonte: O Povo / Infomet

 

 

Indústria quer mudanças em nova taxa de juros para financiamento do BNDES

Indústria quer mudanças na nova taxa de juros para financiamentos do BNDES. O governo editou medida provisória em abril que instituiu a Taxa de Longo Prazo, a TLP. Ela é composta por dois fatores: Um deles é a variação do IPCA, índice oficial da inflação do Brasil.
O outro é a uma taxa de juros real prefixada mensalmente a partir do rendimento real das notas do tesouro NTN-B.
Essa nova taxa valerá para os contratos firmados a partir de primeiro de janeiro do ano que vem.
A partir do fim de junho os plenários das duas casas devem discutir o tema.
O presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, a ABIMAQ, defende mudanças no texto proposto pelo governo.
José Velloso Dias Cardoso é contra o fato de uma taxa de financiamento estar atrelada a títulos do Tesouro Nacional. “Eu não posso ter essa taxa, que á para atrair um ‘cliente’ para comprar título do Tesouro atrelado a um investimento futuro”, disse.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo também observa atentamente a tramitação da MP sobre a taxa de longo prazo.
O diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, afirmou que a mudança vai representar aumento de juros na prática. “Em um momento como esse, o Brasil está aumentando sua taxa de juros. Além da Selic muito alta, o Governo está querendo modificar e aumentando a taxa de juros”.
Quando for instituída em janeiro a nova taxa vai ser igual a da TJLP que é vigente hoje em dia.
Pouco a pouco, dentro de cinco anos, a TLP vai ser elevada chegando até a remuneração total da NTN-B.
O Governo Federal considera a nova norma uma “modernização da remuneração” do BNDES.
Além disso, a União argumenta que a TLP terá uma taxa de juros real definida mensalmente, que servirá para todos os contratos firmados pelo BNDES naquele período.

Fonte: Jovem Pan, Tá na Ilha, Tá legal

 

 

 

Autopeças: faturamento cresce 15,3% no trimestre

Melhora nas vendas às montadoras favoreceu desempenho no primeiro trimestre

Os fabricantes de autopeças registraram no primeiro trimestre deste ano um faturamento líquido nominal 15,3% maior que o anotado no mesmo período do ano passado. A alta reflete a melhora nas entregas à indústria automobilística.

As vendas para as montadoras anotaram alta de 35,4% sobre os mesmos três meses de 2016 como consequência do crescimento da produção interna, estimulada pelo envio de automóveis, caminhões e ônibus ao exterior.

Embora em menor medida, o faturamento das autopeças no trimestre também cresceu para o mercado de reposição (1,5%) e para as exportações (1,6%). Os números foram divulgados pelo Sindipeças, entidade que reúne os fabricantes do setor.

A capacidade ociosa anotada em março foi de 38%, o menor índice registrado pela indústria de autopeças desde setembro de 2015. Durante 2016 a ociosidade no segmento teve picos acima de 50%.

Como consequência da maior ocupação atual o emprego no setor de autopeças anotou em março alta de 0,59% sobre fevereiro, mas no acumulado do ano ainda se verifica retração de 10,2% ante os mesmos três meses de 2016.

Fonte: Automotive Business / Infomet

 

 

Petrobras vai vender campo de gás natural na Bacia do Amazonas

A Petrobras anunciou no fim da noite de ontem (15) o início da etapa de venda do Campo de Azulão, na Bacia do Amazonas, como parte do processo de desinvestimento em curso na estatal. A nota divulgada pela Petrobras informa que estão sendo ofertados 100% de participação no campo (Concessão BA-3), localizado no estado do Amazonas e com potencial para a produção de gás natural.
Segundo a nota, a transação em potencial “representa uma oportunidade para desenvolver uma descoberta de gás natural, perto de infraestrutura já existente, bem como de linha de transmissão de energia”.
O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios objetivos para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras.
A Petrobras informa, ainda, que a divulgação está em consonância com a sistemática para desinvestimentos da empresa, que foi revisada e aprovada pela Diretoria Executiva e está alinhada às orientações do Tribunal de Contas da União (TCU).  meta de desinvestimento da Petrobras prevê atingir  US$ 21 bilhões nos próximos dois anos (2017/18).

Fonte: Agência Brasil /

 

Redação On maio - 16 - 2017
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