Sindicato Nacional da Indústria de
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Sbado, 25 de Novembro de 2017






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PIB do Peru desacelera e cresce 2,08% no 1º trimestre

A economia do Peru reduziu seu ritmo de expansão em março para 0,71%, na comparação com igual mês de 2016, e encerrou o primeiro trimestre com uma expansão de 2,08%, também na comparação anual, segundo informou ontem a agência nacional de estatística (Inei). Neste início de ano, a atividade econômica foi prejudicada pelas pesadas chuvas e enchentes que danificaram a infraestrutura ­ incluindo rodovias e ferrovias usadas no transporte de minérios.
Segundo o Inei, a atividade no setor de mineração encolheu 2,7% ao ano em março, com a queda na produção de cobre ­ principal produto de exportação do país.
No ano passado, a economia peruana havia registrado uma expansão de 3,71% em março e um crescimento de 3% no quarto trimestre, de acordo com o órgão.
Após a divulgação desses números, os economistas da Capital Economics revisaram sua expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Peru de 3,5% para 2,5% este ano. O banco ainda espera uma recuperação da economia peruana nos próximos meses, citando a melhora nas condições climáticas e os planos do governo para elevar os investimentos com construção. Porém, “o Peru pode perder sua posição como a maior economia de mais rápido crescimento na região este ano”, segundo o Capital Economics.
Fonte: Abimaq / Valor
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Canadá inicia consultas para possível acordo comercial com Mercosul

O Canadá iniciou um processo de consultas com seus cidadãos em relação a um possível acordo de livre comércio com os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), segundo confirmou nesta segunda-feira uma porta-voz do governo canadense.
Natasha Nystrom, porta-voz do Ministério de Comércio Internacional canadense, declarou à Agência Efe que “as consultas buscam os pontos de vista dos canadenses para ajudar a definir os interesses do Canadá em um possível acordo de livre comércio”.
Nystrom também lembrou que, entre 2011 e 2012, o Canadá “já teve discussões exploratórias com o Mercosul”, mas que as conversas não concluíram com o lançamento de negociações.
Fontes de um dos países envolvidos indicaram à Efe que, embora as discussões exploratórias não tenham apresentado resultados, funcionários do Canadá e do Mercosul mantiveram contato.
O início do processo de consultas e a reativação da possibilidade de que Canadá e
Mercosul possam entabular conversas para a negociação de um acordo de livre comércio acontece depois que o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, viajou à Argentina em novembro de 2016.
Durante a visita, Trudeau e o presidente argentino, Mauricio Macri, trataram da
ampliação das relações comerciais entre os dois países.
Desde que chegou ao poder em outubro de 2015, Trudeau defendeu o aumento do comércio entre países, especialmente após a chegada de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos.
Trump acusou o livre comércio e os acordos assinados pelos Estados Unidos com México, Canadá e outros países de serem os responsáveis pelo declínio industrial do país.
No entanto, Trudeau expressou de forma pública seu apoio ao comércio “livre e justo”.
Recentemente, o governo de Trudeau encerrou longas e complicadas negociações com a União Europeia (UE) para a assinatura de um acordo de livre comércio que deve entrar em vigor nas próximas semanas, uma vez que seja aprovado pelo Senado canadense.

Fonte:  Uol / Abimaq

Dados indicam desaceleração da China no restante do ano

A atividade econômica da China foi mais fraca que a esperada em abril, em razão da menor demanda por bens industriais, o que confirma uma antecipada desaceleração da segunda maior economia do mundo no restante de 2017.

A produção industrial de valor agregado, uma referência aproximada do crescimento econômico, teve alta de 6,5% em abril, em relação a igual mês do ano passado, segundo informou ontem a Agência Nacional de Estatísticas. O dado foi mais de um ponto percentual menor que a alta de março e bem abaixo da expectativa de analistas.

Os investimentos em ativos fixos, dinheiro usado na compra e fabricação de máquinas, prédios e outras instalações, cresceram 8,9% nos primeiros quatro meses do ano, em relação a 2016. Isso foi menos que o esperado e um pouco menos que o registrado no período janeiro-março. As vendas no varejo cresceram 10,7% em abril sobre igual mês do ano passado, mas desaceleraram ligeiramente em relação ao crescimento de março.

“Os dados foram todos mais fracos do que em março”, disse o economista Ding Shuang, do Standard Chartered Bank. “Abril deverá ser o momento decisivo para o resto do ano.”

Os números mais fracos de abril juntam-se a outros sinais de que o enorme motor da economia chinesa está perdendo força, após alcançar crescimento de 6,9% no primeiro trimestre. Os preços dos metais industriais caíram nas últimas semanas; as vendas de automóveis encolheram no mês passado, após subirem em março; os índices oficiais de atividade foram mais fracos em abril; e houve uma desaceleração na reposição de estoques.

As vendas de imóveis também caíram muito em abril, ante o mesmo período de 2016, registrando o menor ritmo em mais de dois anos. O início de novas construções foi igualmente mais fraco.

Ainda assim, economistas dizem que a China deverá atingir a sua meta de crescimento de 6,5% neste ano, pois o forte início de ano ajuda a sustentar a economia.

Apesar dos dados mais fracos de abril, o governo chinês luta contra dois problemas estruturais complicados: a disparada dos preços dos imóveis e do nível de endividamento, após anos de gastos fiscais e políticas de crédito barato. Para enfrentar os riscos associados a esses problemas, economistas creem que Pequim continuará apertando gradualmente a política monetária, desde que o crescimento não desacelere demais e não haja sinais de maiores riscos sistêmicos. “Não há pânico por uma mudança de política”, disse Ding.

Num encontro sobre infraestrutura no domingo, em Pequim, o premiê Li Keqiang disse que o país é capaz de manter a estabilidade do mercado financeiro e evitar riscos financeiros sistêmicos e regionais, mantendo ao mesmo tempo crescimento sólido, segundo relatou da agência de notícias Xinhua.

Um porta-voz da agência de estatística oficial disse ontem a jornalistas que os fundamentos econômicos da China são sólidos e seguem em boa parte inalterados.

Mas algumas empresas estão sentindo uma desaceleração econômica, pelo menos em alguns setores. A Taihao Stainless Steel Manufacturing, fabricante de fechaduras e maçanetas sediada na cidade de Zhejiang, no leste do país, não está conseguindo elevar seus preços para compensar a alta dos salários dos funcionários e dos custos das commodities, por causa da concorrência acirrada.

“Os negócios não estão bem. Estamos perdendo dinheiro desde o ano passado, e estou bem preocupado”, disse Wang Zhenzhou, o gerente-geral da companhia. “A economia mundial não parece bem, e a política global está instável. Quem sabe o que vai acontecer nos próximos meses?”

A desaceleração de abril nos investimentos em ativos fixos, infraestrutura, produção e também os investimentos privados se deve em parte aos esforços do governo para conter o endividamento, aumentando as taxas de juros de curto prazo nos setores interbancário e não bancário do sistema financeiro, afirmam economistas.

Esses analistas esperam uma política monetária mais apertada e um mercado imobiliário mais fraco, fatores que continuarão pesando contra o crescimento neste ano. Nos últimos meses, a China impôs restrições à compra de imóveis nos maiores mercados locais para conter os especuladores. Segundo economistas, esses fatores serão de certa forma compensados por fortes gastos fiscais, a recuperação das exportações e os investimentos sólidos no setor de serviços e também educação, cuidados com a saúde e pesquisas científicas.

Fonte: Valor

Comércio global deve ter expansão apenas moderada, diz a OMC

O comércio mundial continuará a crescer em ritmo moderada no segundo trimestre, aponta um indicador da Organização Mundial do Comércio (OMC), em outra sinalização de que a aceleração da economia global não ocorrerá neste ano.

O Indicador das Perspectivas do Comércio Mundial (WTOI, na sigla em inglês) é um instrumento pelo qual a OMC busca fornecer informações em tempo real sobre a tendência de exportações e importações globais.

Pelo WTOI, um resultado acima de 100 aponta tendência de expansão do comércio; abaixo de 100 indica tendência de queda. A mais recente leitura do indicador divulgada ontem, de 102,2, é a melhor desde maio de 2011, mas esse vigor é atenuado pela fraqueza de alguns de seus componentes.

Por um lado, houve uma forte alta em alguns componentes que sinalizam a tendência de crescimento acima da média no volume do comércio de mercadorias entre abril e junho. O indicador para encomendas de exportações chegou a 104,2; de carga aérea internacional, a 104,4; e transporte de contêineres, a 104,1.

Mas, por outro lado, a demanda é mais fraca para venda de produtos automotivos (99,7), eletrônicos (97,9) e commodities (98,6).

Conforme a OMC, o indicador confirma em geral suas projeções para o comércio global este ano. A entidade avaliou em abril como prudente considerar crescimento entre 1,8% e 3,6% em 2017, com a taxa de 2,4% como expectativa normal se não houver choques.

Os preços dos produtos básicos se estabilizaram, mas a OMC avalia que um retorno aos níveis de alguns anos atrás é pouco provável, pelo menos enquanto os estoques de petróleo continuarem elevados e o dólar se mantiver forte.

Para alguns analistas, os preços das commodities sugerem que o crescimento das exportações em países emergentes produtores de matérias-primas vai desacelerar no segundo trimestre, mas continuar em território positivo.

Na semana passada, um indicador de atividade, publicado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCDE), apontou que uma aceleração do crescimento econômico mundial parecia menos provável neste ano. Em fevereiro havia sinais mais fortes do crescimento nos EUA, na China e no Reino Unido, mas agora eles são de expansão estável e não de aceleração, segundo a OCDE.

Fonte: Valor

Produção chinesa de aço bate recorde de abril

A China produziu volume recorde de aço em abril, alimentando preocupações sobre o produção em excesso, mesmo que o governo dizendo que as metas de cortes para este ano já foram cumpridas.

 

As siderúrgicas chinesas produziram 72,8 milhões de toneladas em abril, alta de 4,9 por cento, segundo os dados do Serviço Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês) desta segunda-feira, acima do recorde de março, de 72 milhões de toneladas, com as usinas do país se apressando para lucrar com a alta dos preços, com a demanda estável.

 

Em nota após a divulgação dos dados, um porta-voz da NBS disse que o país já atingiu 63,4 por cento da sua meta de redução de aço e 46 por cento dos cortes de carvão.

 

O aumento da produção de aço mostra o desafio do governo, que quer reduzir a capacidade de aço de baixa qualidade em 50 milhões de toneladas este ano, além das 65 milhões já removidas em 2016. O governo está focando em vergalhões, usados especialmente em construções.

 

“Diante de lucros maiores, as siderúrgicas estão aumentando sua capacidade com o uso de minério de ferro de alta qualidade e desenvolvendo o uso de sucata de aço”, disse o analista da Galaxy Futures, Bai Jing.

 

Segundo os dados da NBS, nos primeiros quatro meses a produção somou 273,9 milhões de toneladas, alta de 4,6 por cento sobre mesmo período do ano anterior. (Reuters)

Fonte: Extra Online / Infomet

 

Redação On maio - 16 - 2017
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